Para cada ambiente um cuidado especial

A observação e análise dos espaços e atividades desenvolvidas em centros deeducação infantil permitem a identificação de problemas e soluções para evitar disseminação das doenças mais freqüentes entre crianças e profissionais que convivem nesses ambientes

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Quando as famílias procuram um Centro de Educação Infantil (CEI), buscam um atendimento que colabore com a tarefa de educar e criar seus filhos em um ambiente protegido, saudável e, ao mesmo tempo, desafiante e enriquecedor. Em geral, as pessoas atribuem os problemas de saúde das crianças às condições climáticas, às brincadeiras na área externa em dias mais frios, às brincadeiras com água ou areia. É comum o desconhecimento de que os riscos à saúde podem ser decorrentes da organização do trabalho, da falta de procedimentos adequados na limpeza e desinfecção dos espaços, do descuido no preparo dos alimentos e das ações de cuidados, mesmo em instituições com aparência bonita, moderna e aparentemente limpa.

Assim, a tomada de consciência de todos sobre os determinantes do processo saúde-doença é o primeiro passo para construir modos de convívio saudáveis que resultem em qualidade de vida. É necessário um trabalho intenso de informação, estudo e reflexão sobre a forma como se organiza o trabalho nos Centros de Educação Infantil e sobre a responsabilidade de cada profissional na promoção de saúde das crianças e da equipe, para que sejam adotadas as precauções adequadas.
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Água com moderação é questão de educação

Água com moderação é questão de educação

Como conciliar as aprendizagens, a vontade e o prazer que as brincadeiras de água proporcionam com a saúde e o cuidado com o meio ambiente
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O educador tem um papel fundamental no planejamento das atividades com água

Lavar panelinhas, dar banho nas bonecas, fazer bolhas de sabão, navegar o barquinho de papel, tomar banho de esguicho. Que criança não gosta de brincar com água? O contato da água com o corpo, a pele, os cabelos, sobretudo nos dias de intenso calor, é fonte de prazer e muita aprendizagem. Por esses motivos, as brincadeiras com água são tão freqüentes entre os pequenos.

Apesar dos benefícios e do prazer que o contato com a água traz para as crianças, é preciso cuidado ao desenvolver atividades que envolvam consumo de água, sobretudo nos dias de hoje, em que o mundo todo discute formas de enfrentar uma das maiores crises sociais e naturais de todos os tempos: a falta de água.

Estudos prevêem que, nos próximos 20 anos, haverá uma queda de cerca de um terço na média mundial de abastecimento por habitante. Embora a Terra seja um planeta composto em sua maior parte por água, apenas 1% é próprio para o consumo, e é justamente essa pequena cifra que está ameaçada pela poluição, pelo desperdício, pelas mudanças climáticas e, principalmente, pelo aumento do consumo mundial de água que, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), dobra a cada 20 anos.
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Quero passear!

Passeios com as crianças ao zoológico, parques, museus, praças, feiras etc. são comuns em muitas escolas. Mas qual é, afinal, a intencionalidade educativa que está por trás deles? Por que muitos professores têm receio de sair com seus alunos, que cuidados são imprescindíveis serem tomados? Conheça, nesta matéria, as particularidades dos passeios e saídas a campo, tão necessários à prática educativa.
As crianças apreciam o jardim, guiadas pelas professoras

As crianças apreciam o jardim, guiadas pelas professoras
(Silvana Augusto)

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Uma mão lava a outra

Todo mundo sabe, mas nem todo mundo faz: é inegável a importância de lavar as mãos como medida que promove saúde, porém, esse hábito nem sempre está incorporado ao dia-a-dia de educadores, diretores e crianças que freqüentam creches e pré-escolas. Veja nesta matéria como as instituições estão se organizando para formar hábitos de higiene entre crianças e adultos.

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