Memória Local na Escola - livros para download gratuito na Biblioteca

Livros do Projeto Memória Local na Escola para download gratuito na Biblioteca

A ação tem por objetivo preservar a memória das comunidades, envolvendo alunos e professores do ensino fundamental I no registro das histórias dos moradores locais.
A formação de professores, coordenadores pedagógicos e alunos, por meio de encontros mensais, promove o uso da memória oral no cotidiano escolar, de forma a incentivar o contato com a história da cidade, o estreitamento das relações humanas na comunidade, o desenvolvimento de comportamentos leitores e escritores nos alunos.

O Projeto, patrocinado pela Ultragaz, foi desenvolvido em Marituba (PA), Mesquita (RJ), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA) e São Luís (MA).

A produção dos alunos foi publicada em livros virtuais, disponíveis para download na Biblioteca do site do Avisa Lá.

Proposta de alfabetização estético-visual em museus

Museus e escolas podem ser excelentes parceiros desde que se saiba como aproveitar melhor as especificidades de cada um

Segundo Mirian Celeste Martins:

A arte é importante na escola, principalmente porque é importante fora dela. Por ser um conhecimento construído pelo homem através dos tempos, a arte é um patrimônio cultural da humanidade e todo ser humano tem direito ao acesso a esse saber1.

Comendo com os olhos, Sem título, de Sofu Teshigahara (desenho Henrique Yuji Ueno)

Comendo com os olhos, Sem título, de Sofu Teshigahara (desenho Henrique Yuji Ueno)

Entender a Arte como conhecimento significa articular a criação/produção, a percepção/análise e o conhecimento da produção artístico-estética da humanidade, compreendendo-a histórica e culturalmente. Foi pensando em garantir experimentações sensíveis e estéticas com o patrimônio artístico e cultural da cidade de São Paulo, do povo brasileiro e de outros povos por meio da mediação educativa que nasceu a proposta “Para comer com os olhos: uma proposta de alfabetização estético-visual a partir de contatos acumulativos mediados em museus”.

O legado da humanidade, construído ao longo de séculos por homens e mulheres em tempos e lugares diversos, é um bem simbólico que nem sempre tem sido respeitado e valorizado. Integrá-lo ao conjunto de saberes na Proposta Curricular de Arte possibilita abordar esses valores.

Nos museus, temos contato com a memória, a criação estética, as elaborações artísticas, a própria Arte, que se estrutura como um sistema simbólico, registrando e expressando experiências estéticas e estésicas3 como manifestações humanas.Continue lendo >

Uma parceria produtiva

A parceria entre diretor e coordenador pedagógico das unidades de educação infantil para o desenvolvimento de um projeto de ação beneficia a qualidade do atendimento e contribui para a profissionalização da equipe
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Fotos: Rita De Cássia Xavier

Os projetos de ação e ou institucionais, sejam eles de caráter pedagógico ou organizacional, mudam a prática estabelecida e conferem aos coordenadores e diretores uma função mais técnica, atenuando o desgaste das tarefas administrativas e emergenciais. Geralmente os projetos institucionais começam com a abordagem de algo que se pretende mudar, que traz algum desconforto no âmbito do atendimento à criança. Para isto, incentivamos a parceria entre coordenador pedagógico e diretor, que nem sempre possuem a mesma visão sobre o assunto. Essa é uma excelente oportunidade para esses parceiros trocarem idéias sobre as concepções de trabalho, as atividades desenvolvidas, o que observam e não gostam.
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Escola e família: uma parceria que rende frutos

A educação da criança é ação compartilhada entre educadores e familiares. Ninguém discorda. Mas realizar isso de forma integrada e colaborativa não é tarefa tão simples. Veja neste artigo uma experiência interessante de intercâmbio entre o pessoal de casa e a escola

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Brincadeira de peão de boiadeiro durante os estudos de Góias


Tradicionalmente, a presença da família em muitas escolas se restringe às reuniões de pais, festas previstas no calendário letivo ou conversas sobre o comportamento das crianças. Essa situação parece confirmar algo muito arraigado na educação: quem tem sempre o que dizer é a escola. Dessa maneira, os pais ficam numa posição passiva, de quem precisa ouvir a escola ou ser avaliado por ela.

Algumas escolas partilham de uma opinião corrente de que a boa família deve seguir um modelo, segundo uma visão bastante idealizada, cujo padrão é previamente estabelecido. Há muitos preconceitos envolvidos, visões estereotipadas que contribuem para dificultar o diálogo entre a escola e a família.
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