O educador e os bebês

Que educador não é igual a mãe, todo mundo sabe, mas por que essa idéia sempre retorna quando o assunto é bebê e creche? Qual o papel daquele que se ocupa diariamente das crianças pequenas? Ser professor de bebês é uma especialidade diferente dos demais profissionais da educação?
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Foto: Marcelo Carvalho

Essas foram algumas das perguntas que surgiram durante uma investigação1 sobre a relação entre o bebê e o educador de berçário, aquele que dele se ocupa no cotidiano da creche. O ponto de partida foi a certeza de que a creche tem um papel importante nos primórdios da vida do bebê, ou seja, a crença de que ir cedo para uma instituição, além de uma realidade atual, é um acontecimento que tem sua contribuição específica na formação dessa criança. Na unidade de educação, um bebê mobiliza sentimentos, expectativas, modificações ambientais, cuidados específicos. O educador que dele se encarrega, envolvido nesta mobilização, a ele dirige seu olhar, sua atenção, com ele se aflige, se alegra, vive diferentes sentimentos. Por ele, busca novos conhecimentos, defende sua posição profissional dentro da creche. No nosso imaginário, assim como no de nossa cultura, os bebês são criaturas a serem admiradas e cuidadas. A eles, são dirigidas gracinhas, caretas expressivas, palavras em tom diferenciado e muitas vezes no diminutivo, há vontade de tocá-los e de estreitá-los no peito. Sabemos que esses sentimentos não são gerais, pois os bebês também dão “medo de pegar”, por sua fragilidade, e angustiam, por sua extrema dependência. É em função dessa diversidade que é possível ouvir comentários diferentes sobre o tema, como:

– Coitadinho desse bebê, tão novinho e já vai pra creche!
– Esse bebê é esperto, é bebê de creche.

Coitadinho ou esperto?
Admiração ou receio? São também diversas as imagens produzidas a partir da mesma idéia. Mas, de modo geral, os bebês despertam a sensibilidade dos adultos. Os educadores entrevistados durante a investigação puderam falar um pouco dessa sensibilidade e daquilo que é próprio em seu trabalho cotidiano. Falaram das especificidades do olhar do educador de berçário, dos instrumentos necessários, de sua história profissional, do conhecimento da família e da aproximação contínua com cada bebê.

Observou-se que o mesmo objeto de trabalho – bebês – suscita, em cada educadora, diferentes sentimentos. De acordo com a história pessoal e a experiência de cada uma, fomos levados a conhecer maneiras particulares de perceber o universo desta relação educador/criança/creche. Cada uma das sete educadoras entrevistadas contou do seu jeito a história de uma criança, mostrou suas opiniões sobre o trabalho, sua concepção de infância, educação, maternidade. Falar de um trabalho que realizam cotidianamente pareceu, no início, difícil para elas; afinal, de certa forma é algo que fazem naturalmente, quase automaticamente, ou como elas mesmas definiram:

– A gente não sabe falar, mas sabe fazer.
– É difícil falar sobre bebês.

Espaço profissionalizado
Apesar da singularidade de cada história, pudemos observar semelhanças nas falas, tanto de educador para educador, como de creche para creche. Desta forma, algumas idéias comuns foram destacadas, como a de que as educadoras têm um saber profissional, que ocupam o lugar da não-mãe e que a creche deve dar a referência do modo de lidar com os bebês. O educador tem normas a serem cumpridas e um “lugar” específico. Esse lugar define o perfil próprio daquele que deve passar o dia no berçário, com diversos bebês, atendendo às suas necessidades e relacionando-se intimamente com eles. É também um lugar, como lembra a educadora Rute, que remete a uma estrutura estabelecida:

– Tem horário e seqüência certos, as crianças não são iguais, mas a rotina é.

Nessas creches, a rotina é entendida como organizadora do trabalho, articulando os diversos setores de atuação da instituição, assim como as diferentes necessidades da criança durante o dia. Seguir uma seqüência predeterminada tem uma função prática: organizar as diferentes ações, assim como dar para a criança referenciais que tanto ajudam a situá-la no tempo e no espaço, como lhe dão segurança em meio a tantas atividades e interações. Tudo isso compõe o papel de educadora ou professora, que não existe só em relação à criança, pois essa função não pode ser considerada independente da instituição na qual está inserida, onde há normas e organização específicas. Ser educador de creche é uma profissão.

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Foto: Marcelo Carvalho

Durantes as entrevistas, as educadoras, em alguns momentos, procuravam delimitar o que era de ordem pessoal e que, dentro do possível, não se devia misturar com as exigências do trabalho. É o caso de Jussara que, ao falar da paciência como atributo necessário à natureza desse trabalho, disse:

– Se você estiver mal-humorada, para trabalhar com criança, não dá. Você tem que estar sempre sorridente, ainda que esteja amargurada, tem que esquecer, deixar lá fora.

O mesmo falou Maria:

– A gente se envolve muito com eles, se preocupa, é que nem filho… mas não deve misturar as coisas.

Podemos entender que quando dizem “deixar lá fora” ou “a gente não deve misturar”, essas educadoras estão tentando fazer uma diferenciação entre o que é pessoal e o espaço de trabalho. Sabemos que isso não é uma tarefa fácil, já que assumimos que ela exige sensibilidade do educador, mas essa clareza se faz necessária para executar o trabalho diário. Para atuar profissionalmente, é preciso um saber específico que não vem simplesmente da história pessoal da educadora e sim de um ensinamento externo. É o saber da profissão. Observar, proteger; guardar; cuidar da saúde e da higiene; dar atenção ao crescimento e desenvolvimento; brincar e ocupar; educar e ensinar compõem a caracterização do profissional.

Relação com cada bebê
O que é esse saber? Em vários momentos pudemos identificar relatos de manias, gestos, fatos, que caracterizam cada bebê como único, valorizando pequenas diferenças, assim como falas que revelam uma aproximação exclusiva entre a educadora e um determinado bebê. Elas são capazes de identificar pequenas mudanças no comportamento de um bebê, prevendo uma doença a caminho ou alguma tristeza referente a acontecimento familiar.

Por exemplo, Olga e Ana, de creches diferentes, enquanto falavam de cada uma das crianças, mostrando-as no berçário, disseram:

– Hoje ele não está bonzinho, quando fica mais manhoso, é porque está ficando doente.
– Ela chegou muito séria e só quer colo, da última vez que chegou assim é porque sua mãe estava nervosa, com problemas em casa.
– Você conhece a criança através do gesto, do choro, de sinais.
– Porque você tem que estar atento a essas coisinhas…às vezes, está chorando porque quer colo mesmo, não é comida.
– A gente vai conhecendo o bebê e vai sabendo o que ele quer.

Cada educadora pode saber bastante acerca do bebê, assim como uma mãe, porém, sabe de um lugar diferente. Apontamos como elementos dessas características a observação e a aproximação, que requerem disponibilidade para ouvir, conhecer e se colocar em função das necessidades do bebê:

– Você acaba observando, tendo mais cuidados… Quando ela dorme no colo, segura, acaba pegando na roupa, acho que dá segurança pra ela. (Inês)

– A gente está tão acostumada com eles que sabe quando eles não estão bem. (Jussara)

Por tratar-se de bebês, o olhar da educadora é mais aguçado, sensível a pequenos sinais que podem dar dicas sobre como estar com eles ou o que oferecer para confortá-los. A aproximação se dá tanto pela observação atenta que leva o educador a levantar hipóteses e tirar conclusões sobre a criança, quanto pelos sentimentos que a relação com o bebê provoca. Os bebês permanecem no pensamento da educadora mesmo fora do horário de trabalho, suscitando preocupação ou causando modificações em sua vida, fazendo-a prestar mais atenção às pessoas ao redor ou tornando-a mais paciente ou sensível.

– Muitas vezes a gente tem que fazer as vezes da mãe. É aquele negócio do aconchego, de pôr no colo, dar papinha, dar carinho. (Rute)

– A gente se acostuma praticamente quase igual à mãe, porque a mãe tá ali junto, sabe o que fazer. (Maria)

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Foto: Estefi M. Pereira

Papel específico
Sem deixar de marcar que seu papel não é substituir a mãe, as educadoras reconhecem que o aconchego, a privacidade e a aproximação afetiva íntima (características da relação mãe-bebê) também fazem parte da história que se constrói entre ela e o bebê na creche. Em outros momentos, para falar do seu trabalho, elas fizeram questão de delimitar o espaço de “não-mãe”:

– Às vezes é muito corrido aqui, não dá pra você ficar só com um bebê, então você tem que dar atenção pra todos. (Maria)

– Você dá carinho, você dá afeto, mas tem que ser para todos, não tem que ser só aquele exclusivo. Já a mãe não, a mãe dá aquele carinho só para aquela criança, a criança só tem atenção dela. A gente não pode ser tão protetora da criança, assim que nem a mãe… (Inês)

Entendemos, com isso, que a creche tem um papel complementar e não substitutivo da função materna. A relação mãe-bebê nos parece ficar preservada como algo único. Mesmo havendo momentos de conflito entre creche e mãe, no quais surgem ciúmes de ambas as partes, disputas pelo bebê e até dificuldades em reconhecer que a família e a creche não têm que ser ambientes idênticos para a criança, a instituição coloca-se em um lugar definido. Um lugar com funções que dizem respeito ao cuidado e à educação da criança dentro das possibilidades de um espaço coletivo. A creche é o lugar do cuidado, da convivência e da educação, é representante de uma cultura, de um universo social mais amplo que a família. Essas características contribuem para uma formação diferenciada da criança.

As creches onde realizamos nossas pesquisas, pertencentes à rede de creches conveniadas com a prefeitura da cidade de São Paulo, estão em pleno processo de ampliação do trabalho de formação de seus profissionais. Nas três a leitura e o estudo doReferencial Curricular Nacional para Educação Infantil (RCNEI)2 havia sido ou estava sendo pauta das reuniões de reciclagem3. Realizada em conjunto por todos os funcionários da creche, essa atividade revelava claramente a busca pela unificação de algumas idéias e principalmente pela concepção do trabalho de Educação Infantil.

Acreditamos que as informações divulgadas por esses documentos e pela coordenação de cada creche vão aos poucos sendo incorporadas ao discurso e cotidiano dos educadores e ao entendimento a respeito de seu trabalho:

– (O bebê) é capaz de muitas coisas, e cabe ao educador desenvolvê-lo. (Rosa)

– Precisamos de planejamento e espaços organizados para alimentar o cérebro deles. O berçário tem que ser bem cuidado, a criança tem que ser bem tratada no berçário menor… porque eu acho que vai ficar retratado na mente da criança se ela não for bem tratada. (Maria)

“Bem necessário”
Se antes, muitas vezes, ouvimos falar da creche como um “mal necessário”, aqui essa instituição aparece como realidade, como um “bem necessário” e sempre possível de ser aperfeiçoado. Um ambiente com o potencial de ajudar a criança a crescer, se desenvolver, se constituir como pessoa singular.

É positivo que seja reconhecido pelo educador que o bebê tem sua maneira própria de ver o mundo, e que manifesta isto por meio da relação com o adulto, com as outras crianças, com os objetos. Com essa visão, o educador não apenas vê aquilo que é concretamente observável, como as conquistas ligadas ao andar ou falar, mas tece considerações que dizem respeito ao seu jeito de ser e se colocar no mundo, como por exemplo:

– Essa bebê fica muito satisfeita em perceber que o outro pode vir quando ela dá seus gritinhos.
– Ele tem receio de sair do berçário, parece ter medo de não voltar.
– Quando está comendo, não é só comida, mas come tudo o que vê ao seu redor.

Falas como estas podem indicar que o bebê está sendo olhado e cuidado para além das suas aptidões físicas, mas também em seu universo psíquico próprio. Para garantir esse olhar e a qualidade na relação cotidiana do educador com o bebê, é interessante que as creches, em seu trabalho contínuo de formação, garantam um espaço de fala entre os educadores, coordenadores e diretores, um espaço de compartilhamento e reconhecimento do próprio trabalho. Estabelecer um momento para que falem de seu dia-a-dia com os bebês, levantem dúvidas, compartilhem sentimentos, sejam escutados, é um modo de cuidar de quem cuida.

Desta forma, vamos aperfeiçoando o caminho que vem sendo percorrido para que se encontre o melhor jeito de lidar com bebês em creche e, assim, contribuir para o entendimento da creche enquanto lugar da infância, que ajuda a garantir que os pequenos sejam tratados de forma cada vez mais cuidadosa e profissional.

(Maria Teresa W. De Carvalho, psicanalista, mestre em Psicologia da Educação e colaboradora do Instituto Avisa Lá)

1A investigação para dissertação de mestrado consistiu em observações e algumas entrevistas com profissionais de berçário de três creches pertencentes a entidades conveniadas com a Prefeitura da cidade de São Paulo – SP.

2O RCNEI é um documento que se constitui a partir das concepções de criança, infância e educação e oferece diretrizes curriculares a todos que atuam na área de Educação Infantil. Volumes disponíveis no site: www.mec.gov.br

3Reciclagem é o nome que tem sido dado ao dia especial de treinamento, que ocorre uma vez por mês em cada creche e que já é previsto no calendário anual de planejamento.

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Foto: Eduardo da Silva

Profissão educador

Cuidar e educar crianças pequenas em instituições coletivas é uma habilidade profissional que necessita ser aprendida, e essa aprendizagem depende também de condições de trabalho adequadas para se expressar. O modelo de que a educadora infantil é uma substituta materna acaba, de certa forma, justificando o poder público a não investir nessa área, historicamente, porque o poder público e o restante da sociedade investem em educação, tanto mais quanto mais velho for o cidadão. E, com a desculpa de que basta ser mulher para cuidar de criança pequena, de que nós todas fomos socializadas para exercer essa função, ou seja, quando se desqualifica e desprofissionaliza o cuidado integrado à educação, muitas vezes quando se tem a formação em magistério, tem-se uma imensa dificuldade de valorizar o cuidado, de se escapar do modelo de escolaridade instrucional, porque se imagina que o cuidar é função materna, ou, o que é muito comum, de empregada doméstica.

No Brasil ainda persiste a concepção de que quem cuida do corpo de criança pequena é a mãe ou a empregada doméstica, a babá. Comete-se este equívoco, trazendo para o campo institucional essa função do cuidar e educar com os significados que recebem no espaço doméstico. Ora, aqui, a educação infantil se processa em outra instituição, com outras características, apesar de se estar pensando numa única criança: aquela que vive em casa e que vive na creche e pré-escola.

Cuidar e educar crianças pequenas em instituições coletivas é uma profissão. Por isso, para o exercício dessa função é necessária formação prévia (que contemple conhecimentos sobre este duplo objetivo), formação em serviço (principalmente através de cursos e supervisão), espaço e instrumentos de trabalho adequados e remuneração condizente com a importância social do trabalho. O dia em que as educadoras e professoras tiverem a consciência clara de que a creche e a pré-escola são espaços de educação e cuidado da criança, mas, também, espaço seu de trabalho, talvez sejam mais vigorosas em suas reivindicações pela melhoria da qualidade do atendimento oferecido à criança. Temos direito a espaços confortáveis, bem como a livros, brinquedos, equipamentos não só para beneficiar a criança, mas também como instrumento de trabalho enquanto profissional.

Trecho do artigo “Educação Infantil, Educar e Cuidar e a Atuação Profissional”, de Fúlvia Rosemberg, publicado em Infância na Ciranda da Educação. Revista nº 3 – novembro de 1997 – Publicação do Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação – CAPE/SMED

Sete perguntas

Gostaria de trazer as contribuições de Robert Myers4, que levanta sete desdobramentos do significado de cuidar de crianças, em contexto familiar ou institucional. Quais seriam as ações básicas, mínimas de cuidado para com uma criança pequena. Vou listá-las e instigar que se pense o quanto se concorda, ou não, que a educação infantil, a creche e a pré-escola (esta também), devem cobri-las e, se a resposta for afirmativa, o quanto se estaria respondendo a estas necessidades infantis:

  1. Fornecer-lhes segurança e abrigo. O que é fornecer segurança e abrigo ao ser humano? Como isto ocorre nas creches e pré-escolas?
  2. Fornecer-lhes alimentação e vestuário. Qual o sentido que se pode atribuir, aqui, a fornecer? É somente dar?
  3. Cuidar da sua higiene. Seria o cuidado para com a higiene de uma criança pequena atividade incompatível com o exercício do magistério? Quais as dificuldades pessoais e as barreiras sociais que levam a estas respostas?
  4. Prevenir e curar as doenças. Como isto pode ser feito em instituições educacionais? É função do magistério? Por quê?
  5. Demonstrar carinho e afeto. Isto significa obrigatoriamente comportamentos “de mãe”?
  6. Interagir e brincar com a criança. O quanto, nós adultos, nos dispomos a brincar com as crianças? Quais as barreiras? O que fazer para superá-las?
  7. Estimulá-la e socializá-la. Em que cultura estamos socializando? Qual a idéia de sociedade humana que passamos para as crianças? Qual a idéia de ser humano que passamos concretamente para a criança quando atribuímos a seu corpo um valor inferior ao que atribuímos à sua cabeça?

(Trecho do artigo “Educação Infantil, Educar e Cuidar e a Atuação Profissional”, de Fúlvia Rosemberg, publicado em Infância na Ciranda da Educação. Revista nº 3 – novembro de 1997 – Publicação do Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação – CAPE/SMED)

4Robert Myers é professor de Matemática na Universidade Estadual de Oklahoma – EUA.

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Foto: Suzana Gouveia / arquivo familiar

Crescendo seguro

Pediatra e psicanalista inglês que contribuiu grandemente com pesquisas e trabalhos na área infantil, Donald Woods Winnicott (1896-1971) enfatizou as primeiras relações do bebê como fundamentais para o estabelecimento da uma saúde mental da criança. E, ao falar sobre segurança, Winnicott afirma: “Por não haver duas crianças rigorosamente idênticas, requer-se de nós que nos adaptemos de modo específico às necessidades de cada uma. Isso significa que todo aquele que cuida de uma criança deve conhecê-la e trabalhar com base numa relação viva e pessoal com o objeto de seus cuidados, e não aplicando mecanicamente um conhecimento teórico… Basta estarmos sempre presentes, e sermos coerentemente iguais a nós mesmos, para proporcionarmos uma estabilidade que não é rígida, mas viva e humana, com a qual o bebê já pode sentir-se seguro. É em relação a isso que o bebê cresce.”

Winnicott garante que o bebê vive estados diferentes de calma e de excitação e que, a princípio ele não tem consciência de ser o mesmo quando usufrui de um banho e quando grita desconfortável, esfomeado, e também não tem consciência de ser o mesmo quando está dormindo e quando está acordado. No início da vida, mãe e bebê estão muito próximos. À medida que ele cresce e, se estiver em ambiente favorável, a separação mãe-bebê vai acontecendo gradual e suavemente.

Para saber mais

Livros

  • “Educar e Cuidar: questões sobre o perfil do profissional de Educação Infantil”, Maria Malta Campos, in Coletânea por uma política de formação do profissional de educação infantil, publicada pelo MEC/COEDI em 1994. www.mec.gov.br
  • A teoria do amadurecimento, Donald Woods Winnicott, Elza Oliveira Dias. Ed. Imago. Tel.: (21) 2242-0627.
  • Um retrato biográfico, Brett Kahr. Donald Woods Winnicott. Ed. Exodus. E-mail: [email protected]
  • O brincar e a realidade. Ed. Imago. Tel.: (21) 2242-0627.

Sites

  • Centro Winnicott de São Paulo – www.centrowinnicott.com.br/html /modules/mydownloads/ Espaço Winnicott – www.espacowinnicott.com.br

Este conteúdo faz parte da Revista Avisa lá edição #32 de outubro de 2007. Caso queira acessar o conteúdo completo, compre a edição em PDF ou impressa através de nossa loja virtual – http://loja.avisala.org.br

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