O que o jornal de hoje nos traz?

O que o jornal de hoje nos traz?

Viver em um ambiente onde ler é parte do cotidiano das pessoas, faz toda a diferença no processo de alfabetização. A leitura de jornais, hábito em nosso país de algumas famílias apenas, pode fazer parte do dia-a-dia da educação infantil (e não apenas de outros níveis de ensino)


Quem acredita que ler e escrever não é mera questão de conhecer letras, sílabas e seus respectivos sons, mas sim um processo muito mais amplo e complexo, costuma eleger o trabalho com textos para aproximar as crianças do universo da escrita. E, nesse caso,muitos educadores têm dúvidas sobre que textos podem ser usados e quais são os mais adequados às diferentes faixas etárias.

A escolha revela as idéias que os professores e a própria instituição têm sobre diversas questões – como as crianças aprendem a ler; o que deve ser de interesse delas; qual é o papel e as funções dos diferentes textos na sociedade e o sentido que têm para as crianças nos diferentes momentos da vida; qual o papel do professor no processo de formação de leitores.

Muitos textos, por exemplo, não são ofertados para as crianças porque se imagina que sejam muito difíceis para elas ou que sejam inadequados para a faixa etária. Por outro lado, quando são utilizados, aparecem em contextos e práticas tradicionais. O trabalho com o jornal pode ilustrar o caso.

Nas salas de alfabetização, ele aparece muitas vezes como suporte da proposta de recortar sílabas, letras, palavras. Já para as crianças pequenas, serve para desenvolver a coordenação (sic), sendo usado para amassar, rasgar etc.

Em ambos os casos, ele está totalmente desprovido de sua função lingüística real. É importante que se pense a respeito: o jornal é um objeto relevante culturalmente, que tem valor pelo seu uso social, fundamental para a formação de leitores críticos, de pessoas que desejam se informar, se divertir, obter indicações de leitura, cinema etc.

A compreensão desse portador de textos e do papel que assume na vida dos leitores permite ao educador planejar situações didáticas que visam aprendizagens no eixo da oralidade, da leitura e da escrita. E são muitas as oportunidades que se pode criar a partir do uso do jornal no cotidiano da escola:

A leitura do jornal permite que as crianças tenham acesso às informações que circulam em seu bairro, na cidade, no país e no mundo, podendo externar opiniões e idéias sobre o noticiário.

Possibilita que elas aprendam para que se usa um jornal, que tipo de informações podem ser encontradas ali, que conheçam as práticas usuais dos leitores do jornal.

A escrita de um jornal pela turma cria oportunidades de aprender a diferenciar tipos de textos; organizar dados e informações; planejar uma escrita comunicativa para um destinatário real – pais, professores, demais crianças e funcionários da escola, leitores do jornal –; pensar sobre a diagramação, ilustração e demais processos de produção etc.

Nesta matéria, você vai conhecer como a Escola Criarte, de São Paulo, desenvolve propostas de oralidade, leitura e escrita, a partir do jornal, para grupos de diferentes idades, desde muito cedo.

O trabalho realizado pela professora Fátima Regina Perazzoli, com o gruo de 2 a 3 anos, tinha como objetivo central a ampliação do repertório lingüístico a partir da conversa sobre assuntos disparados pela leitura de jornal.

Já com o grupo de 5 a 6 anos, que apresenta interesse e necessidades de aprendizagem diferentes das crianças menores, a professora Vanessa Ferraresi optou por produzir um jornal com a classe, criando a oportunidade, para as crianças, de desenvolver a escrita.Veja, a seguir, como se produziu o trabalho dessas professoras, narrado por elas mesmas.

O jornal no grupo de 2 a 3 anos Nossos primeiros questionamentos nos levaram a pensar na relação que as crianças pequenas poderiam estabelecer com o jornal: qual seria a importância desse trabalho para a turma de 2 e 3 anos? Quais as possibilidades de trabalho realmente significativas para esse grupo?

As respostas chegaram com o tempo, à medida que desenvolvíamos as atividades e acompanhávamos, atentas, o percurso do grupo. Para iniciar, selecionei do jornal uma foto com sua respectiva legenda e apresentei-a em nossa roda de conversa.

As crianças fizeram seus comentários, revelando o quanto já conheciam sobre a função social e a organização do jornal. A vivência familiar era a principal fonte de informação, segundo o que pudemos levantar nas conversas:

–Na minha casa tem jornal – iniciou uma criança.

–O papai lê o jornal. Ele compra lá na banca – continuou a outra.

–No jornal da minha casa tem o Ronaldinho – disse a terceira, dando início à discussão sobre os temas do jornal.

– No jornal tem carro – completou o colega.

Combinamos que, daquele momento em diante, guardaríamos todas as novas fotos e legendas e, para tanto, organizamos nossa hemeroteca1. A leitura do jornal passou a fazer parte da nossa rotina, e em vários momentos: os exemplares eram trazidos, apreciados pelas crianças, que inicialmente se fixavam sobretudo nas inúmeras imagens que ilustravam as notícias. Os comentários eram inevitáveis, assim como a troca de informações.

Criamos, assim, um espaço para exercitar a oralidade. As imagens e notícias sobre aviões, animais, manifestações artísticas e os mais diferentes acontecimentos, eram de interesse e serviam como disparadores de muita conversa no grupo.

Eu fazia algumas intervenções, chamando a atenção das crianças para o que estava escrito nas legendas e reportagens referentes às fotos observadas e para as diversas seções do jornal.A certa altura, propus que duas crianças por semana trouxessem de casa uma parte do jornal com a foto que haviam escolhido para ser comentada em nossa roda.

Usando como suporte um jornal, as crianças fizeram suas interferências

Na conversa, as crianças faziam comentários, lembravam-se de outros episódios vivenciados por elas, estabeleciam muitas relações, levando em consideração seus conhecimentos sobre cada assunto:

– É o tubarão.
– Fá, eu quero que o tubarão me morda!
– O tubarão é bravo, Fátima?
– Fátima, sabe que eu assisti a um filme do Batman que ele tava descendo do barco e o tubarão mordeu a perna dele? Aí, ele lutou com o tubarão e matou ele!

Em pouco tempo, vimos que o repertório lingüístico do grupo foi muito ampliado e as conversas, enriquecidas. É interessante observar os diferentes comentários das crianças frente a uma mesma imagem e como isso pode ser estimulante para o grupo envolvido nesse tipo de atividade.

A roda é estratégia privilegiada para esse trabalho, na qual todos podem expor suas idéias e descobertas, formular novas hipóteses, conversar e, principalmente, estabelecer uma relação de troca e aprendizagem, como vemos nesse bate-papo disparado pela imagem trazida pela Marina, ilustrativa de uma notícia sobre índios:

– As crianças perderam o lugar delas.
– O índio perdeu o lugar.
– Fá, deixa eu mostrar uma coisa.
– Tem um trator do outro lado.
– Nesse tem um avião, ó!
– Vamos ver uma foto de cada vez? A Má estava mostrando a do índios. Vamos terminar e depois olhamos a de trás. – Interrompi para reorganizar a conversa.

– Aqui é o lugar onde os animais moram.
– Esse índio segura esse menino no colo aí, esse martelão o menino estava batendo.
– Os índios estão lutando com os bichos.
– O índio está levando os filhotes dele.
– Eles estão com o pé no chão, porque ele não quer pôr o sapato.
– Ele quer ficar descalço, Ângela.
– O índio tem chinelo.
– Eles tão com o pé no chão, estes daí …
– O índio sem sapato.
– Tem uma floresta.Tem uma flor lá. Eles querem caçar bichos. Eles estão procurando bichos. Eles vão caçando. Caçando e vão comer.

Criança pequena também pode “ler”
A atitude das crianças frente ao jornal foi se modificando ao longo do projeto. Se no início elas se prendiam mais às fotos, posteriormente passaram a prestar mais atenção aos textos, realizando uma leitura possível para a idade delas, folheando o jornal, observando com atenção o seu conteúdo, buscando significados.

Por meio do jornal elas puderam entrar em contato com a linguagem escrita em sua função primordial, a de comunicar. Além disso, o grupo também se aproximou dos diferentes estilos de textos correspondentes às diversas seções do jornal, que líamos em grupo.

A postura de leitor também foi trabalhada na medida em que as crianças puderam observar alguns procedimentos importantes da leitura do jornal, presentes em minha própria prática quando lia reportagens e legendas para elas. Essa prática é fundamental nessa faixa etária, como nos chama a atenção o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, volume 3, em suas orientações didáticas sobre linguagem oral e escrita:

A criança que ainda não sabe ler convencionalmente pode fazê-lo por meio da escuta da leitura do professor, ainda que não possa decifrar todas e cada uma das palavras. Ouvir um texto já é uma forma de leitura. É de grande importância o acesso, por meio da leitura do professor, a diversos tipos de materiais escritos, uma vez que isso possibilita às crianças o contato com práticas culturais mediadas pela escrita. Comunicar práticas de leitura permite colocar as crianças no papel de leitoras…

É importante observar que a aproximação dos pequenos com o texto escrito é bastante peculiar, como nos diz Ana Teberosky em seu livro Psicopedagogia da Linguagem Escrita: Inicialmente por volta dos dois ou três anos, a escrita (conjunto de marcas gráficas) é um objeto em si e não um objeto simbólico, é um conjunto de marcas que, geralmente, acompanha um objeto ou uma imagem.

Sendo assim, quando as crianças estão “lendo” um livro, por exemplo, e observam a figura de um lobo, elas lêem Lobo-Mau, embora o texto em questão diga outra coisa ou, caso o texto se refira a uma propaganda de iogurte, elas “lêem” Danone.

Na leitura do jornal, as crianças tiveram mais uma oportunidade de pensar sobre o que deve estar escrito, apoiando-se nas informações transmitidas pelas imagens, nos conhecimentos que possuem sobre as coisas e seus usos e a partir das intervenções que fizemos.

Avaliamos que o jornal foi um portador de texto riquíssimo, que ampliou nossas possibilidades de trabalho com as crianças de 2 a 3 anos, apesar das poucas referências existentes sobre práticas com essa faixa etária. Fica conosco o desafio de buscar outras formas criativas e, acima de tudo, significativas para se trabalhar com o jornal desde cedo.

O jornal no grupo de 5 a 6 anos
A construção da linguagem escrita é um elemento fundamental à participação das crianças no mundo que as cerca. Contudo, este aprendizado não pode ocorrer desvinculado do papel social do ato de escrever, pois a capacidade de ler e escrever não depende apenas de algumas habilidades e do exercício de decodificação, mas sim da compreensão de dois aspectos da língua: o funcionamento de sua estrutura e o modo como é usada em nossa sociedade.

Por isso, quisemos desenvolver, com as crianças do grupo 6 da Escola Criarte, um projeto que apresentasse a escrita de acordo com os usos e funções sociais, bem como seus processos de produção e veiculação: a apresentação do jornal, texto tão presente em nosso cotidiano, nos pareceu um bom começo.

Ao propor a escrita do jornal como objeto de estudo levamos em conta o fato de que a alfabetização não é um sistema de memorização e treino, mas sim um processo criativo de construção do saber, no qual a criança é levada a resolver problemas conceituais.

Muito antes de dominar um conhecimento formal, sistematizado, a criança opera cognitivamente na tentativa de compreender como funciona um determinado sistema de representação. Com a escrita, isso acontece desde muito cedo: a criança elabora hipóteses próprias para entender como se escreve.

A edição de um jornal que compramos prontinho nas bancas mobiliza uma série de profissionais trabalhando em um ritmo alucinante, pensando, discutindo, escrevendo e reescrevendo, resolvendo problemas e tomando decisões. O trabalho com o jornal deveria possibilitar às crianças vivenciar um pouco desse processo.

Neste relato, destacamos algumas etapas do projeto, socializando nossas discussões e as produções do grupo.

O processo de escrita do jornal
Iniciamos o projeto com leituras freqüentes de jornal em sala, com as crianças. Ao tomar conhecimento das notícias e dos demais textos, discutíamos com o grupo sobre as funções do jornal. Também analisamos os diferentes editoriais a fim de compreender a estrutura desse portador de texto, presente no cotidiano de parte dos brasileiros. Então, nos lançamos a escrever com as crianças algumas matérias – resenhas, entrevistas, classificados –, segundo as características da linguagem jornalística.

As crianças se viram diante de uma situação de produção de texto real, o que as motivou a pensar seriamente sobre a tarefa. Tiveram a liberdade de escolher a seção e o tema sobre o qual desejavam escrever, contemplando-se assim interesses variados em uma mesma sala.

No percurso das produções, vimos diferentes hipóteses colocadas à prova. Crianças que se apresentavam silábicas, ou seja, que grafavam palavras fazendo uso de uma letra para cada sílaba, puderam conscientizar-se, a partir da reflexão sobre os textos convencionais, da insuficiência de suas hipóteses e avançaram em suas reflexões.

O fato de que seus textos não eram facilmente lidos as estimulou a seguir pensando sobre como se escreve, quais são as regras que organizam o sistema de escrita. Da mesma forma, as crianças silábicas-alfabéticas, que representam as palavras de forma mista, ora utilizando a hipótese silábica, ora escrevendo alfabeticamente, encontraram meios para se aproximar da escrita convencional, como podemos observar nas escritas abaixo:

A reescrita, uma das propostas desencadeadas no grupo, permitiu a reflexão e a discussão sobre os elementos presentes ou ausentes no texto, de acordo com o que conheciam do texto fonte. Anúncios, resenhas, indicações de cinema e outros textos começaram a circular entre as crianças, alimentando uma primeira versão do jornal.

Na montagem final do jornal organizamos a turma em subgrupos responsáveis por determinadas partes do jornal. Muitos dos textos produzidos estavam integrados com outras atividades da escola como, por exemplo, a comemoração do Dia das Mães. Estas tiveram uma bela surpresa ao abrir um jornal que receberam dos filhos e encontrar os seguintes anúncios:

Esses foram alguns dos resultados a que chegamos. Queremos aprofundar ainda mais o trabalho a partir do jornal, porque sabemos que a alfabetização não se encerra com a construção da base alfabética. É preciso aproximação com os diferentes tipos de textos. Um deles deve ser o jornal. Fácil de adquirir e com assuntos os mais variados.

Além disso, usar bastante o jornal com as crianças pode ajudar a formar o hábito de lê-lo pela vida afora.

1 Hemeroteca: biblioteca confeccionada com recortes de matérias publicadas em jornais e revistas .

O que é hemeroteca

O termo hemeroteca, segundo os dicionários, define uma sessão de biblioteca onde estão jornais e revistas. É uma biblioteca confeccionada com recortes de matérias publicadas em jornais e revistas. Seu objetivo principal é proporcionar ao leitor novas fontes de pesquisa.

Muitas vezes a hemeroteca é confeccionada com o único objetivo de suprir a carência de atualização da biblioteca, assim os assuntos guardados são selecionados visando complementar e atualizar as informações trazidas pelos livros. Outras vezes, ela é organizada com o propósito didático de um projeto de trabalho de língua.

Utilizaremos essa palavra, aqui, para designar uma coleção de recortes de jornais e revistas classificados e indexados, tendo por objetivo auxiliar a leitura e pesquisa dos usuários, professores, alunos e comunidade em geral. Uma boa hemeroteca não precisa ter necessariamente grande quantidade de recortes mas sim recortes de qualidade.

Montar uma hemeroteca propicia que educadores e alunos tenham acesso a informações atualizadas sobre os mais diversos assuntos. Mas é necessário que o professor faça uma análise dos conteúdos dos artigos, muitos dos textos publicados têm um tempo de vida útil pequeno ou com sentido somente no contexto do dia em que foi publicado.

Sendo assim, não se faz necessário, e nem coerente pedagogicamente, sair cortando e arquivando qualquer matéria. O trabalho deve ser planejado, com intenções bem definidas. Devem ser arquivados somente aqueles artigos que trazem informações sobre o tema / foco de discussão e estudo com seu grupo ou que se referem ao tema do projeto que está sendo desenvolvido em alguma área.

A hemeroteca deve ser elaborada de modo que facilite a consulta de seus usuários possibilitando a leitura e a pesquisa.

(Diário na Escola – Santo André Edição no 2, julho/agosto 2002.)

Dicas do professor

Veja as vantagens que Ana Teberosky aponta para a implementação de um projeto de jornal nas séries iniciais.

  1. O trabalho para a concepção de um jornal é um projeto (…) facilita a participação e a compreensão da funcionalidade de um texto.
  2. É um projeto do grupo-classe e do ciclo que favorece a troca e a interação entre as crianças da mesma ou de diferentes idades.
  3. As situações de elaboração do jornal permitem diversas formas de participação: diretiva do professor, exposição e discussão por parte das crianças, trabalho em grupo e sessões de interação extra-escolar, como entrevistas com gente de fora da escola, montagem e venda do jornal (…)
  4. A elaboração do jornal é uma situação real (não fictícia) durante a qual a criança realiza uma tarefa “séria” (de adultos) como se fosse um profissional.
  5. Um jornal compreende uma diversidade de seções – e, portanto, de tipos de textos –, que vão desde a publicidade ao editorial, dos espetáculos aos esportes etc.

Para Saber mais

Projeto:

Jornal – Práticas de leitura e escrita

Professora: Vanessa Ferraresi
Turma: 5 a 6 anos
Objetivo compartilhado: produzir um exemplar de jornal
Objetivos didáticos:

  • Aproximar a criança do texto jornalístico.
  • Envolvê-la em práticas de leitura e seus usos sociais (informar, entreter, argumentar e defender um ponto de vista).
  • Ampliar sua possibilidade de expressão e comunicação.
  • Auxiliá-la a perceber-se como produtora de texto.
  • Envolvê-la em práticas de escrita a partir das próprias hipóteses.

Objetivos atitudinais:

  • Estimular a criança a trabalhar cooperativamente para a obtenção do jornal.
  • Auxiliá-la a respeitar as opiniões e produções de cada componente da sala.

Etapas prováveis:

  1. Apresentar para as crianças, em roda de conversa, um jornal de boa veiculação a fim de conhecer o que o grupo pensa sobre este portador textual e quais são suas questões e interesses.
  2. Elaborar com o grupo uma lista com as partes que o jornal possui.
  3. Ler semanalmente notícias veiculadas na imprensa escrita, praticando algumas das funções da escrita – informar e entreter – e os tipos de texto – entrevista, resenha, notícia, anúncio de classificados etc.
  4. Realizar entrevistas de várias modalidades.
  5. Propor a escrita de alguns textos, conforme o tipo mais trabalhado no momento.
  6. Propor a produção coletiva de textos nos quais as crianças possam posicionar-se frente a um assunto, argumentando e dando opiniões.
  7. Selecionar as matérias que entrarão na composição final do jornal.
  8. Observar e discutir aspectos de diagramação e montar o produto final.

Bibliografia

  • F. Freinet: evolução histórica e atualidades. Rosa M.Whitaker Sampaio. Scipione. Tel.: 0800161700
  • Psicopedagogia da Linguagem Escrita. Ana Teberosky. Ed.Vozes Tel.: (11) 3105-7144
  • Jornais de boa qualidade e grande veiculação.

Ficha técnica:

  • Escola Criarte – Rua Vahia de Abreu, 696 – Vila Olímpia CEP: 04549-003 – São Paulo – SP Tel.: (11) 3842-7277 / 3842-4613 Site: www.criarte.com.br E-mail: [email protected]

Este conteúdo faz parte da Revista Avisa lá edição #15 de julho de 2003. Caso queira acessar o conteúdo completo, compre a edição em PDF ou impressa através de nossa loja virtual – http://loja.avisala.org.br

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