Para cada ambiente um cuidado especial

A observação e análise dos espaços e atividades desenvolvidas em centros deeducação infantil permitem a identificação de problemas e soluções para evitar disseminação das doenças mais freqüentes entre crianças e profissionais que convivem nesses ambientes

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Quando as famílias procuram um Centro de Educação Infantil (CEI), buscam um atendimento que colabore com a tarefa de educar e criar seus filhos em um ambiente protegido, saudável e, ao mesmo tempo, desafiante e enriquecedor. Em geral, as pessoas atribuem os problemas de saúde das crianças às condições climáticas, às brincadeiras na área externa em dias mais frios, às brincadeiras com água ou areia. É comum o desconhecimento de que os riscos à saúde podem ser decorrentes da organização do trabalho, da falta de procedimentos adequados na limpeza e desinfecção dos espaços, do descuido no preparo dos alimentos e das ações de cuidados, mesmo em instituições com aparência bonita, moderna e aparentemente limpa.

Assim, a tomada de consciência de todos sobre os determinantes do processo saúde-doença é o primeiro passo para construir modos de convívio saudáveis que resultem em qualidade de vida. É necessário um trabalho intenso de informação, estudo e reflexão sobre a forma como se organiza o trabalho nos Centros de Educação Infantil e sobre a responsabilidade de cada profissional na promoção de saúde das crianças e da equipe, para que sejam adotadas as precauções adequadas.
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Beleza se põe à mesa

“Beleza não põe a mesa.” Reinterpretando o ditado, cozinheiras de creches provam que valorizar a parte estética do ambiente das refeições torna mais agradável e harmonioso o hábito de comer. Com gestos simples, como usar toalhas de tecido, trocar pratos de plástico por de vidro, bacias por travessas coloridas, elas melhoram sensivelmente os momentos de refeições das crianças. Saiba mais sobre as sutis relações entre beleza, harmonia e alimentação na entrevista com Elza Corsi1, especialista em degustar com os olhos

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Comida de alma – Uma tradição de cuidados por meio da alimentação

Sopas, chás, mingaus e outros que tais. Mais que alimentos, essas delicadas delícias são um verdadeiro banquete para a alma nos momentos de tristeza, saudade ou até mesmo de dor de cotovelo. Isso é o que pensa a cronista e gourmet Nina Horta em seu livro Não é Sopa. Inspirados pela autora a equipe de operacionais da creche e pré-escola Gota de Leite, em Santos, SP, resgatou suas próprias comidas da alma para editar um pequeno livro. Para falar sobre o assunto avisa lá convidou a nutricionista Elza Corsi1, que orientou o grupo

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