Comida de alma – Uma tradição de cuidados por meio da alimentação

Sopas, chás, mingaus e outros que tais. Mais que alimentos, essas delicadas delícias são um verdadeiro banquete para a alma nos momentos de tristeza, saudade ou até mesmo de dor de cotovelo. Isso é o que pensa a cronista e gourmet Nina Horta em seu livro Não é Sopa. Inspirados pela autora a equipe de operacionais da creche e pré-escola Gota de Leite, em Santos, SP, resgatou suas próprias comidas da alma para editar um pequeno livro. Para falar sobre o assunto avisa lá convidou a nutricionista Elza Corsi1, que orientou o grupo

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O sol e as crianças

Crianças de todas as idades necessitam tomar sol e permanecer algum tempo ao ar livre para que possam crescer e se desenvolver com saúde. Muitas vezes a organização da rotina não garante que crianças de todas as idades usufruam os benefícios do sol e da área externa em horários adequados. Conheça nessa matéria benefícios e cuidados que garantem às crianças bons momentos ao ar livre.

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Quero passear!

Passeios com as crianças ao zoológico, parques, museus, praças, feiras etc. são comuns em muitas escolas. Mas qual é, afinal, a intencionalidade educativa que está por trás deles? Por que muitos professores têm receio de sair com seus alunos, que cuidados são imprescindíveis serem tomados? Conheça, nesta matéria, as particularidades dos passeios e saídas a campo, tão necessários à prática educativa.
As crianças apreciam o jardim, guiadas pelas professoras

As crianças apreciam o jardim, guiadas pelas professoras
(Silvana Augusto)

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Cuidados compartilhados – Um planejamento para acolher os pais

Ninguém mais duvida da importância que tem o acolhimento das crianças ao chegarem à escola (avisa lá nº 2). Tão importante quanto ele é o trabalho com as famílias. É comum que os pais alimentem uma expectativa de que seus filhos sejam cuidados, na instituição de educação, da mesma forma individualizada como são cuidados em casa. Na maioria das vezes, sabem pouco sobre as relações e o cotidiano em ambientes coletivos. A desinformação aumenta as dúvidas, gera ansiedade e insegurança, que acabam sendo transferidas aos filhos. Esta atmosfera tensa dificulta a entrada das crianças e o trabalho dos educadores que mediam a passagem de casa para a instituição educativa. Para cuidar desta relação tão delicada, duas creches planejaram o acolhimento aos pais buscando formas de compartilhar os cuidados e a educação das crianças. É o que vamos ver nesta matéria.

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Uma mão lava a outra

Todo mundo sabe, mas nem todo mundo faz: é inegável a importância de lavar as mãos como medida que promove saúde, porém, esse hábito nem sempre está incorporado ao dia-a-dia de educadores, diretores e crianças que freqüentam creches e pré-escolas. Veja nesta matéria como as instituições estão se organizando para formar hábitos de higiene entre crianças e adultos.

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Preservando identidades em um abrigo

Um dos desafios mais difíceis para todas as instituições de educação é a privacidade das crianças – um direito fundamental para a formação do indivíduo e de sua singularidade. Nos abrigos, porém, as dificuldades são ainda maiores. Pensando em tornar observável para as educadoras essa necessidade das crianças e jovens, concebi um projeto que teve como produto a organização e o uso de uma caixa individual de segredos.

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Entre adaptar-se e ser acolhido

Até pouco tempo atrás, nas creches e pré-escolas e até mesmo nas escolas de ensino fundamental parecia não haver outro jeito: ou as crianças se adaptavam ou se adaptavam. No entanto, isso vem mudando. As boas instituições de educação têm se preocupado em acolher bem a criança que chega.Continue lendo >

Bruno, suas professoras e as outras crianças…

Seu nome é Bruno. Eu não era sua professora, mas o via de tempos em tempos devido ao trabalho de formação que fazia na creche Casa da Criança. Sei que ele teve um longo processo de adaptação atrapalhado por muitas faltas, quase sempre por problemas de saúde. Quase 3 anos, mas não andava nem falava. Para completar, tomava um remédio fortíssimo por causa da epilepsia. Sem firmeza nas pernas e nos braços, não segurava nem o giz de cera. Como não se sentava sozinho, eu o acompanhava nos momentos de atividade, quando lá estava. Era preciso apoiá-lo em meu peito como se eu fosse uma poltroninha, e mesmo assim escorregava.Continue lendo >

Colo: um cuidado que educa

Ser seguro no colo, ser abraçado e tocado são experiências humanas essenciais. Os jeitos de segurar e tocar variam conforme as diferentes culturas. Hoje existe, na maioria das sociedades urbanas, todo um aparato de objetos e mobiliário para conter os bebês e crianças pequenas, o que reduz em muitos casos as oportunidades de contato físico com os pais e outros adultos.
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