Revista Nova Escola: Educação Infantil, lugar de aprendizagem

Para os pequenos, quase tudo na vida é brincadeira. Por isso, na Educação Infantil, não faz sentido separar momentos de brincar dos de aprender. Essa simultaneidade pede que espaços e rotina da escola sejam planejados de modo a proporcionar multiplicidade de experiências e contato com todas as linguagens, o tempo todo.

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Revista Nova Escola: Adaptação e Acolhimento

Neste texto, Cisele Ortiz pretende propor algumas reflexões sobre o processo de entrada da criança na escola de Educação Infantil. O acolhimento do ponto de vista das crianças, das famílias e da instituição, tendo como foco o planejamento do processo de acolhimento.

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Jornal de Santa Catarina: Educação infantil cresce 82%

A frequência de crianças no Ensino Infantil aumentou 82% em 15 anos, impulsionada principalmente pelo aumento da oferta, por uma melhoria no nível de escolaridade das famílias e pela redução no número de filhos dos casais, segundo pesquisa da Faculdade de Economia da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (EESP-FGV). No entanto, esse acesso ainda é maior para crianças brancas e de regiões urbanas.

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Folhinha: A arte de enrolar a língua

Jogos falados encantam, desafiam e divertem “crianças” de várias idades

É brincadeira e não precisa de brinquedo. Para brincar, não é necessário correr, nem pular. Alguém sabe o que é?
Se sua resposta inclui parlendas, trava-línguas, adivinhas e outras brincadeiras faladas, acertou! Esses divertimentos integram a lista de manifestações antigas da cultura popular. “Eles pertencem a uma longa tradição de uso da linguagem para cantar, recitar e brincar”, afirma a especialista em linguagem oral e escrita e formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo, Beatriz Gouveia.

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Revista Nova Escola: O estudo que faz a diferença

Em qualquer profissão, a palavra de ordem do momento é atualização e na Educação não é diferente. No mercado de trabalho, os profissionais apostam nos cursos de pós-graduação e MBAs. Nas redes de ensino, o termo usado é formação continuada. Para todos, inclusive diretores. Afinal, um gestor bem formado faz toda a diferença nos resultados da escola e no desempenho dos alunos.

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Revista Nova Escola: Prova Brasil de Língua Portuguesa – 5º ano: relação entre textos

As questões exigem familiaridade com fábulas, notícias, contos etc. Nesse sentido, Beatriz Gouveia, coordenadora do programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá, e Kátia Brakling, professora do Instituto Superior de Educação Vera Cruz, ambos em São Paulo, que analisaram a prova, indicam como organizar atividades em sala de aula com textos diversos.

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Revista Nova Escola: Como usar os gêneros para ensinar leitura e produção de textos

Todo dia, você acorda de manhã e pega o jornal para saber das últimas novidades enquanto toma café. Em seguida, vai até a caixa de correio e descobre que recebeu folhetos de propaganda e (surpresa!) uma carta de um amigo que está morando em outro país. Depois, vai até a escola e separa livros para planejar uma atividade com seus alunos. No fim do dia, de volta a casa, pega uma coletânea de poemas na estante e lê alguns antes de dormir. Não é de hoje que nossa relação com os textos escritos é assim: eles têm formato próprio, suporte específico, possíveis propósitos de leitura – em outras palavras, têm o que os especialistas chamam de “características sociocomunicativas”, definidas pelo conteúdo, a função, o estilo e a composição do material a ser lido.

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