Quantas intenções cabem em um projeto

Uma mesma idéia pode gerar projetos didáticos com diferentes focos e aprendizagens. Confira como e por quê.


A prática de projetos na escola é objeto de muitas discussões entre educadores, nos dias de hoje. Mas é preciso reconhecer a idéia não é nova. Foi Dewey, em 1896, quem primeiro pôs à prova os projetos, na escola experimental de Chicago. De lá em diante, muitos outros educadores vêm pesquisando, ampliando esta prática e defendendo-a por diferentes motivos, alimentando o debate sobre o assunto (veja texto abaixo, no fim da matéria).
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Leitura, escrita e grafite

Educadores da zona sul de São Paulo descobriram, no grafite, um grande aliado para o ensino de práticas de leitura, escrita e de artes visuais. Além de promover o avanço na leitura, os conhecimentos adquiridos ao longo do projeto ajudaram crianças e jovens de 8 a 14 anos a pensar formas de intervenção que melhoraram o aspecto dos muros da instituição. Veja como esse trabalho foi realizado com pouco recurso e muito apoio da comunidade.


As crianças e os jovens que freqüentam o Espaço Gente Jovem (EGJ) Santa Cecília eram também alunos de uma escola pública. Mas, mesmo assim, muitos não sabiam escrever, e mesmo os alfabetizados não eram leitores.
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O preconceito nas entrelinhas

Quem nunca encontrou uma expressão ou informação preconceituosa e racista em algum livro, nos versos das brincadeiras tradicionais infantis, nas expressões populares? A presença desses textos no cotidiano das instituições de educação nos convida a pensar sobre os valores que queremos de fato transmitir e como os educadores podem mudar essa realidade

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