{"id":969,"date":"2001-04-04T18:27:21","date_gmt":"2001-04-04T21:27:21","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=969"},"modified":"2023-03-27T11:35:20","modified_gmt":"2023-03-27T14:35:20","slug":"nem-sempre-da-certo-o-previsto-e-o-provavel-da-pratica-de-projetos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/reflexoes-do-professor\/nem-sempre-da-certo-o-previsto-e-o-provavel-da-pratica-de-projetos\/","title":{"rendered":"Nem sempre d\u00e1 certo &#8211; O previsto e o prov\u00e1vel da pr\u00e1tica de projetos"},"content":{"rendered":"<h5>A montagem de um aqu\u00e1rio com as crian\u00e7as era o objetivo final do projeto. Todas as etapas previstas foram cumpridas, mas mesmo assim, no final, n\u00e3o deu certo. O que teria acontecido? Acompanhe todos os passos nas p\u00e1ginas do di\u00e1rio de campo.<\/h5>\n<p><!--more--><br \/>\n<a href=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/avisala_06_tempo1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-980\" title=\"avisala_06_tempo1\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/avisala_06_tempo1.jpg\" alt=\"\" width=\"267\" height=\"208\" \/><\/a><br \/>\nEra uma turma de crian\u00e7as de 3 anos. Desenvolv\u00edamos (as duas professoras da sala e eu como professora de apoio, indo a cada quinze dias) um projeto cujo eixo principal era os seres vivos, um estudo dos peixes e sua vida no aqu\u00e1rio. J\u00e1 hav\u00edamos passado por v\u00e1rias etapas, junto com as crian\u00e7as:<\/p>\n<ol>1. Abordagem inicial, para verificar o que as crian\u00e7as j\u00e1 sabiam sobre as esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas;<\/ol>\n<ol>2. Pesquisa em diversos livros repletos de imagens para que os pequenos pudessem fazer leituras com aquele apoio;<\/ol>\n<ol>3. Observa\u00e7\u00e3o e conversa a partir de v\u00eddeo sobre o assunto;<\/ol>\n<ol>4. Observa\u00e7\u00e3o direta de peixes em ambientes criados nos diferentes aqu\u00e1rios;<\/ol>\n<ol>5. Observa\u00e7\u00e3o direta de um peixe que estava morto, com direito a mexer, tocar, cheirar etc.<\/ol>\n<ol>6. Registro de observa\u00e7\u00e3o.<\/ol>\n<p><em><strong>21 de novembro<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Fomos \u00e0 loja comprar peixes. Dezessete crian\u00e7as e quatro educadoras: Lucila \u2013 a coordenadora \u2013 Dora e Linda \u2013 as professoras \u2013 e eu.<br \/>\nVimos v\u00e1rios aqu\u00e1rios, de todos os tipos e tamanhos. Estavam colocados em prateleiras baixas de forma que as crian\u00e7as puderam ver bem. Queria que elas escolhessem o que precisar\u00edamos comprar, mas foi dif\u00edcil, porque de fato havia muito o que ver. A decora\u00e7\u00e3o dos aqu\u00e1rios era encantadora para eles porque formava pequenos cen\u00e1rios submersos, tudo em miniatura, parecia brinquedo. O garoto que nos atendeu foi bastante simp\u00e1tico e respondeu a todas as perguntas. As crian\u00e7as escolheram o que queriam. Nem todas as esp\u00e9cies puderam ser compradas, porque algumas n\u00e3o convivem com as outras. Escolhemos peixes bem variados. Compramos cinco esp\u00e9cies diferentes e ainda v\u00e1rias plantas. T\u00ednhamos muito material para observa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_981\" style=\"width: 276px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-981\" class=\"size-full wp-image-981 \" title=\"avisala_06_reflexoes1\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/avisala_06_reflexoes11.jpg\" alt=\"A escolha da popula\u00e7\u00e3o do nosso aqu\u00e1rio. As crian\u00e7as tiveram que subir num banco para alcan\u00e7ar o balc\u00e3o\" width=\"266\" height=\"205\" \/><p id=\"caption-attachment-981\" class=\"wp-caption-text\">A escolha da popula\u00e7\u00e3o do nosso aqu\u00e1rio. As crian\u00e7as tiveram que subir num banco para alcan\u00e7ar o balc\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Na creche, colocamos os peixes no nosso aqu\u00e1rio, constru\u00eddo por n\u00f3s com os vidros doados pelo pai da Linda, uma das educadoras da turma. Arrumamos as pedras e as plantas, ficou lindo!<\/p>\n<p><strong><em>26 de novembro<\/em><\/strong><br \/>\nL\u00e1 fui eu de novo para a creche. Cheguei feliz da vida para come\u00e7ar o que havia planejado, contando com a observa\u00e7\u00e3o do aqu\u00e1rio. Mas quando cheguei\u2026 Puxa! Que desastre! Os peixes tinham morrido no fim de semana! Todos! Uma chacina. Ao que tudo indicava, nosso aqu\u00e1rio, superpopuloso, passara um fim de semana sem a bomba que oxigenava a \u00e1gua. Na segunda feira, educadoras e crian\u00e7as se depararam com a horr\u00edvel cena: todos os peixes boiando. Uns 20 mais ou menos. Muito chato. Sai intrigada. J\u00e1 tive aqu\u00e1rio e nunca tinha visto isso acontecer. Esses bichos s\u00e3o sens\u00edveis, mas nem tanto!<br \/>\nTinha que ter acontecido algo muito s\u00e9rio para ter matado a popula\u00e7\u00e3o toda. Isso n\u00e3o me sa\u00eda da cabe\u00e7a. Levantei com as professoras as hip\u00f3teses da causa mortis:<\/p>\n<ul>\u2022 colocaram \u00e1gua com cloro ou filtrada?<\/ul>\n<ul>\u2022 algu\u00e9m jogou sab\u00e3o ou alguma outra coisa dentro da \u00e1gua?<\/ul>\n<ul>\u2022 deram comida demais?<\/ul>\n<ul>\u2022 lavaram o aqu\u00e1rio ou as pedras com sab\u00e3o e deixaram res\u00edduos?<\/ul>\n<p>Nada disso parecia ser resposta. Dora e Linda continuavam tristes e ainda n\u00e3o tinham conversado com as crian\u00e7as, n\u00e3o sabiam o que dizer. Fizemos ent\u00e3o uma roda na sala e eu iniciei a conversa. As educadoras tomaram o maior susto ao perceber que as crian\u00e7as sabiam muito e com detalhes:<br \/>\n\u2013 Os peixes morreram, morreram tudo. Tinha um, aquele grand\u00e3o que tava aqui embaixo, atr\u00e1s da pedra, outro aqui em cima, outro aqui\u2026<\/p>\n<p>\u2013 E por que ser\u00e1 que todos os peixes morreram? \u2013 perguntei, pedindo \u00e0s educadoras que anotassem as hip\u00f3teses das crian\u00e7as, que foram as seguintes:<\/p>\n<ul>\u2022 eles morreram porque a Dorinha deu comida demais.<\/ul>\n<ul>\u2022 a Nat\u00e1lia colocou a m\u00e3o dentro da \u00e1gua.<\/ul>\n<ul>\u2022 a Nat\u00e1lia jogou um isopor l\u00e1 dentro.<\/ul>\n<ul>\u2022 o peixe grande matou os peixes pequenos com a boca, com o &#8220;dente da boca&#8221;, porque ele queria comer e brigar com os pequenos.<\/ul>\n<div id=\"attachment_982\" style=\"width: 276px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-982\" class=\"size-full wp-image-982\" title=\"avisala_06_reflexoes2\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/avisala_06_reflexoes2.jpg\" alt=\"Wemerson escolheu este. O que faz o papel dentro do aqu\u00e1rio? \u00c9 o mapa do tesouro?\" width=\"266\" height=\"204\" \/><p id=\"caption-attachment-982\" class=\"wp-caption-text\">Wemerson escolheu este. O que faz o papel dentro do aqu\u00e1rio? \u00c9 o mapa do tesouro?<\/p><\/div>\n<p>Esta \u00faltima hip\u00f3tese foi a mais aceita pelo grupo, a que melhor explicava, segundo as crian\u00e7as. Elas queriam saber se n\u00e3o \u00edamos comprar mais peixes, uma vez que aqueles tinham morrido. Expliquei que traria s\u00f3 uns dois para fazer uma nova experi\u00eancia, pois antes de comprar outros precis\u00e1vamos saber por que aqueles tinham morrido e como fazer para mant\u00ea-los vivos. Lucila e eu fomos \u00e0 loja da rua de cima conversar com algu\u00e9m mais entendido.<\/p>\n<p>A dona da loja de peixes levantou uma outra hip\u00f3tese:<\/p>\n<ul>\u2022 os peixes n\u00e3o se adaptaram direito ao aqu\u00e1rio por causa da maneira como foram colocados; poderia ter ocorrido um choque t\u00e9rmico.<\/ul>\n<p>Como todas as pessoas da creche estavam envolvidas com o assunto, escrevi um pequeno cartaz noticiando o ocorrido, pontuando as prov\u00e1veis causas, e deixei uma pergunta ao fim: &#8220;o que voc\u00eas acham que pode ter acontecido com os peixes da turma do Infantil I?&#8221; Todo mundo veio ler. Muitas m\u00e3es, curiosas, acabaram se envolvendo. At\u00e9 compraram aqu\u00e1rios para suas casas.<\/p>\n<p><strong><em>28 de novembro<\/em><\/strong><br \/>\nComo n\u00e3o cheg\u00e1vamos a uma resposta final, continuamos a investigar. T\u00ednhamos que eliminar todas as vari\u00e1veis: limpamos o aqu\u00e1rio, tiramos as pedras e plantas, colocamos \u00e1gua filtrada, controlamos a temperatura, alimenta\u00e7\u00e3o e oxig\u00eanio. Trouxemos quatro peixinhos novos, paulistinhas, colocamos no aqu\u00e1rio seguindo os procedimentos corretos, deixando-os no saquinho, boiando no aqu\u00e1rio por 15 minutos, como manda o figurino, para evitar o choque t\u00e9rmico. Dois peixinhos foram para o aqu\u00e1rio grande, limpo, sem plantas nem pedras, e dois continuavam no aqu\u00e1rio improvisado, em condi\u00e7\u00f5es id\u00eanticas. O que acontecer\u00e1?<\/p>\n<p><strong><em>3 de dezembro<\/em><\/strong><br \/>\nLucila, a coordenadora que acompanhava o projeto, me ligou no dia seguinte: todos os peixes haviam morrido na mesma tarde, mas os que estavam naquele aquarinho, aparentemente insignificante, continuavam vivos. S\u00f3 pode ser problema com o aqu\u00e1rio grande. A mesma \u00e1gua, a mesma bomba, a mesma esp\u00e9cie, dois morrem e dois permanecem vivos em outro lugar. Como morreram?<\/p>\n<p>Lucila contou que eles ficaram na superf\u00edcie durante um tempo e logo come\u00e7aram a boiar. Segundo o livro de aquarismo que est\u00e1vamos consultando, aquilo parecia sinal de intoxica\u00e7\u00e3o, envenenamento.<br \/>\nMas com o qu\u00ea? Tivemos o cuidado de tirar todas as pedras e plantas, isolando vari\u00e1veis. S\u00f3 restou uma possibilidade: a subst\u00e2ncia que usamos para colar as paredes de vidro. Mas era silicone, especial para vidros, deixamos secar por mais de 48 horas, prazo m\u00ednimo segundo o livro. N\u00e3o sab\u00edamos mais o que pensar. Os peixes poderiam estar doentes, todos eles, poderia ter sido uma coincid\u00eancia, isso e aquilo mas n\u00e3o consegu\u00edamos nos convencer. Minha experi\u00eancia com aqu\u00e1rios tamb\u00e9m n\u00e3o conseguia explicar. Houve quem considerasse um poss\u00edvel &#8220;olho gordo&#8221;. Explica\u00e7\u00e3o nada cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Do nosso ponto de vista, est\u00e1vamos aprendendo com esse acidente. E as crian\u00e7as? \u00c9 o que nos pergunt\u00e1vamos. Elas j\u00e1 sabiam que os peixes comem pouco, que se comerem demais morrem, que a \u00e1gua precisa ser bem limpa, que precisam ter oxig\u00eanio, que n\u00e3o pode juntar esp\u00e9cies que brigam entre si. Sabem que precisam de plantas e pedras, que vivem o tempo todo na \u00e1gua, que tem que fechar o aqu\u00e1rio, sen\u00e3o podem pular e morrer. Mas todos esses conhecimentos n\u00e3o eram suficientes para manter os peixes vivos. O que era mais importante? Chegamos \u00e0 conclus\u00e3o de que, no nosso caso, o projeto n\u00e3o havia terminado. Precis\u00e1vamos continuar investigando. Lucila disse que era uma quest\u00e3o de honra.<\/p>\n<div id=\"attachment_983\" style=\"width: 276px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-983\" class=\"size-full wp-image-983\" title=\"avisala_06_reflexoes3\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/avisala_06_reflexoes3.jpg\" alt=\"Wellington adorou este castelo submerso. Ser\u00e1 um antigo reino encantado?\" width=\"266\" height=\"204\" \/><p id=\"caption-attachment-983\" class=\"wp-caption-text\">Wellington adorou este castelo submerso. Ser\u00e1 um antigo reino encantado?<\/p><\/div>\n<p><strong><em>10 de dezembro<\/em><\/strong><br \/>\nVoc\u00eas n\u00e3o v\u00e3o acreditar. Vou vender meus relat\u00f3rios que contam a hist\u00f3ria das mortes no aqu\u00e1rio para aquele programa, ARQUIVO X. Mais um peixe tinha morrido. Estava no aqu\u00e1rio grande. Foram lavar novamente com \u00e1gua quente, para desinfetar, e um dos vidros trincou. As professoras organizaram com as m\u00e3es uma caixinha para comprar tudo de novo. Nas f\u00e9rias deixar\u00edamos sob os cuidados de uma das fam\u00edlias da creche.<\/p>\n<p><strong><em>Janeiro do ano seguinte<\/em><\/strong><br \/>\nO ano acabou e a investiga\u00e7\u00e3o continuou. Os \u00faltimos peixes adquiridos continuavam sobrevivendo no novo aqu\u00e1rio. Isso refor\u00e7ou nossa hip\u00f3tese de que havia algo de errado com o antigo aqu\u00e1rio. Levamos, pela \u00faltima vez, todos nossos equipamentos e materiais usados no projeto para um aquarista analisar. Tudo certo, exceto uma coisa:<\/p>\n<p>\u2013 \u00c9 para usar silicone, sim, \u2013 nos disse o especialista \u2013 mas n\u00e3o dessa marca, que \u00e9 t\u00f3xica para os peixes! \u2013 completou, desvendando finalmente o mist\u00e9rio.<\/p>\n<p><strong>Reflex\u00f5es p\u00f3s acidentes no aqu\u00e1rio<\/strong><br \/>\nEsse epis\u00f3dio nos deixou a seguinte quest\u00e3o: quando podemos dizer que um projeto n\u00e3o deu certo? Dar certo \u00e9 sair de acordo com nossas expectativas? Dar certo \u00e9 fazer das etapas prov\u00e1veis as etapas definitivas, numa seq\u00fc\u00eancia r\u00edgida onde tudo precisa sair como fora programado? E ainda, ser\u00e1 que poder\u00edamos enxergar algum aprendizado fruto desse nosso projeto?<br \/>\n\u2013 Olha, eu nunca ouvi falar tanto de aqu\u00e1rio na minha vida, e nunca soube tanto de peixe como agora \u2013 disse Dora, uma das educadoras da turma.<\/p>\n<p>Chegamos \u00e0 conclus\u00e3o de que, para avaliar se um projeto deu certo ou n\u00e3o, \u00e9 preciso saber o quanto as crian\u00e7as aprenderam do que quer\u00edamos ensinar. N\u00e3o basta conferir se todas as etapas foram cumpridas, se deram certo dentro das expectativas. N\u00f3s, educadoras, hav\u00edamos aprendido com o projeto: sabemos agora como fazer a manuten\u00e7\u00e3o do aqu\u00e1rio, como limpar, como alimentar, como introduzir peixes novos na comunidade, escolher a popula\u00e7\u00e3o etc. Tamb\u00e9m as crian\u00e7as: todas elas sabem quanto os peixes precisam comer, que a \u00e1gua precisa ser bem limpa, ter oxig\u00eanio, que pode ser observado pelas bolinhas, como elas chamam, que n\u00e3o se pode juntar esp\u00e9cies que brigam entre si. Sabem que precisam de plantas e pedras que<br \/>\nvivem o tempo todo na \u00e1gua, que tem que fechar o aqu\u00e1rio sen\u00e3o os peixes podem pular e morrer. Mas tanto crian\u00e7as quanto adultos s\u00f3 se apropriaram desses saberes quando viveram um problema real: como tratar dos peixes que j\u00e1 estavam no aqu\u00e1rio. Esse \u00e9 um dos motivos pelos quais estudamos ci\u00eancias: para responder perguntas para as quais, muitas vezes, n\u00e3o temos respostas prontas.<br \/>\n(Silvana Augusto)<\/p>\n<h6><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A montagem de um aqu\u00e1rio com as crian\u00e7as era o objetivo final do projeto. Todas as etapas previstas foram cumpridas, mas mesmo assim, no final, n\u00e3o deu certo. O que teria acontecido? Acompanhe todos os passos nas p\u00e1ginas do di\u00e1rio de campo. Por Silvana Augusto<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":3022,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22,207],"tags":[1102,220,247,246,245,219,179,53],"class_list":{"0":"post-969","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-reflexoes-do-professor","8":"category-revista-avisala-06","9":"tag-revista-avisa-la-2001","10":"tag-aquario","11":"tag-ciencias","12":"tag-conhecimento","13":"tag-insucesso","14":"tag-peixes","15":"tag-projeto","16":"tag-silvana-augusto","18":"post-with-thumbnail","19":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/969","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=969"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/969\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3022"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=969"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=969"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=969"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}