{"id":8994,"date":"2018-12-17T09:35:41","date_gmt":"2018-12-17T11:35:41","guid":{"rendered":"https:\/\/avisala.org.br\/?p=8994"},"modified":"2023-11-10T22:00:34","modified_gmt":"2023-11-11T01:00:34","slug":"formadoras-do-avisa-la-indicam-livros-para-presentear-ou-ler-nas-ferias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/noticias\/formadoras-do-avisa-la-indicam-livros-para-presentear-ou-ler-nas-ferias\/","title":{"rendered":"Formadoras do Avisa L\u00e1 indicam livros para presentear ou ler nas f\u00e9rias!"},"content":{"rendered":"\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>1 &#8211; AVENIDA DOS MIST\u00c9RIOS &#8211; John Irving<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images1.folha.com.br\/livraria\/images\/7\/5\/1384861-350x360.png\" width=\"203\" height=\"208\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">Como o t\u00edtulo antecipa, n\u00e3o faltam mist\u00e9rios em meio a eventos estranhos da suposta realidade e sonhos que recuperam a vida do personagem principal. Nele vamos conhecendo mais sobre os costumes do M\u00e9xico, sobre a religiosidade e a vida de pessoas que ficam a margem, no lix\u00e3o, no circo. A maneira pela qual o livro termina nos coloca perante a quest\u00e3o da imagina\u00e7\u00e3o no trabalho do escritor liter\u00e1rio. Ainda que por vezes voc\u00ea possa ficar com a sensa\u00e7\u00e3o de estar em meio a um sonho que n\u00e3o termina, este livro te coloca defronte de diferentes quest\u00f5es interessantes.\u00a0\u00a0\u00a0<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td>\u00a0<em>Editora Rocco, 2018<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Alessandra Ancona de Faria<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>2 &#8211; CONTOS DA PALMA DA M\u00c3O &#8211; Yasunari Kawabata<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/image.isu.pub\/170508143348-dfc8eef698afe48a8d01b57e39304e33\/jpg\/page_1_thumb_large.jpg\" width=\"144\" height=\"219\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">Kawabata sabe escolher o essencial, a palavra precisa, e descartar tudo o que n\u00e3o \u00e9 absolutamente necess\u00e1rio. Muitas vezes encerra-se a leitura de um conto de duas a quatro p\u00e1ginas, tamanho que &#8220;cabe na palma da m\u00e3o&#8221; sem a no\u00e7\u00e3o exata de seu significado. E ent\u00e3o, em algum momento posterior, essa sensa\u00e7\u00e3o difusa pode se transformar em revela\u00e7\u00e3o plena de sentido. A morte, o amor, a inf\u00e2ncia, a cegueira, a sensualidade, os la\u00e7os de fam\u00edlia, os sonhos, as expectativas s\u00e3o alguns dos temas que perpassam os contos, e que nascem da observa\u00e7\u00e3o do que h\u00e1 de mais cotidiano &#8211; e, nesse sentido, invis\u00edvel &#8211; na exist\u00eancia. \u00a0<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora Esta\u00e7\u00e3o Liberdade, 2008<strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Ana Lucia Bresciane<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>3 &#8211; <\/strong><strong>O PAI DA MENINA MORTA\u00a0&#8211; Tiago Ferro<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images-na.ssl-images-amazon.com\/images\/I\/511yGOvqW7L.jpg\" width=\"145\" height=\"219\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">O nome pode assustar, mas recomendo, pois o autor escreve muito bem sobre a vida ap\u00f3s uma grande perda. Ele vai construindo a narrativa utilizando-se de maneira criativa de muito g\u00eaneros, autobiografia, e-mails, ep\u00edgrafes, verbetes. Embora o tema seja a morte de sua filha de 8 anos pela gripe H1N1, o livro versa sobre como sobreviver\u00a0ap\u00f3s essa experi\u00eancia traum\u00e1tica.<br \/>\u00a0Instigante, sens\u00edvel e belo. Um legado de um pai para sua filha. Li de uma sentada, sem conseguir largar.\u00a0<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora Todavia, 2018<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Silvia Carvalho<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>4 &#8211; OS VELHOS TAMB\u00c9M QUEREM VIVER &#8211; Gon\u00e7alo Miguel Tavares<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images.gr-assets.com\/books\/1415308747l\/23509439.jpg\" width=\"150\" height=\"230\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">Em meio \u00e0 guerra de Sarajevo, nos anos 90, Apolo e H\u00e9rcules descem do Olimpo para intervir na vida dos homens. Admeto, ferido de guerra, deve morrer, mas o deus Apolo, que n\u00e3o concorda com \u201co nobre noivado entre causa-efeito\u201d, interv\u00e9m para que Admeto viva uma segunda vez. A morte, no entanto, precisa saciar sua fome e s\u00f3 pode devolver a vida ao her\u00f3i na condi\u00e7\u00e3o de levar outra pessoa em seu lugar. Algu\u00e9m deve morrer por ele. Quem voc\u00ea acha que vai se oferecer \u00e0 Apolo? Por quais motivos? E voc\u00ea, morreria no lugar de algu\u00e9m? Quem? E o que voc\u00ea exigiria como pacto de honra pela pr\u00f3pria vida dada em troca? A hist\u00f3ria exp\u00f5e, a partir do impasse da morte, as reflex\u00f5es, as causas e as decis\u00f5es dos personagens que amam Admeto, que eu indico para um fim de tarde de f\u00e9rias, para ler de um s\u00f3 golpe.\u00a0<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora Foz, 2015<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Silvana Augusto<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>5 &#8211; MEU NOME \u00c9 LUCY BARTON &#8211; Elisabeth Strout<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><\/td>\r\n<td width=\"323\">\r\n<p>Durante uma longa interna\u00e7\u00e3o em um hospital, a escritora Lucy Barton recebe a visita de sua m\u00e3e, a quem n\u00e3o via h\u00e1 anos. Procurando reaproximarem-se, as duas rememoram cenas da inf\u00e2ncia de Lucy, falando sobre a cidade do meio oeste dos Estados Unidos onde viviam, rememorando trajet\u00f3rias das as pessoas daquela comunidade. \u00c9 o \u00fanico la\u00e7o que elas conseguem encontrar em comum. Lucy \u00e9 agora uma escritora em Nova York e essa mudan\u00e7a de vida implicou afastamento radical de sua fam\u00edlia de origem. Ao ouvirmos essas hist\u00f3rias, desenhamos a vida da sua fam\u00edlia, sua extrema pobreza, compondo um quadro da Am\u00e9rica profunda, pouco explorada em livros e filmes. \u201cUm livro de escrita \u00e1gil, para ler em poucas sentadas\u201d.<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td>\r\n<p><em>Companhia das Letras, 2016<\/em><\/p>\r\n<\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indica\u00e7\u00e3o Ana Carolina Carvalho<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>6 &#8211; O CONTO DE AIA &#8211; Margaret Atwood<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images-na.ssl-images-amazon.com\/images\/I\/51louqeHO5L._SY445_QL70_.jpg\" width=\"159\" height=\"238\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">Em um futuro muito pr\u00f3ximo, um cen\u00e1rio onde n\u00e3o existem mais jornais, revistas, livros nem filmes &#8211; tudo fora queimado. Tamb\u00e9m j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 advogados, porque ningu\u00e9m tem direito a defesa. Nesse Estado teocr\u00e1tico e totalit\u00e1rio, as mulheres s\u00e3o as v\u00edtimas preferenciais, anuladas por uma opress\u00e3o sem precedentes. Elas n\u00e3o t\u00eam direitos e s\u00e3o divididas em categorias. \u00c0 pobre Offred coube a categoria de aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar. Com esta hist\u00f3ria, o leitor \u00e9 convidado a refletir sobre liberdade, direitos civis, poder, a fragilidade do mundo tal qual o conhecemos, o futuro e, principalmente, o presente.<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora Rocco, 2017<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Damaris Maranh\u00e3o<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>7 &#8211; O GENERAL EM SEU LABIRINTO &#8211; Gabriel Garcia Marques<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><\/td>\r\n<td width=\"323\">Gabriel Garc\u00eda-M\u00e1rquez tece este belo romance inspirado na vida de Sim\u00f3n Bol\u00edvar, El Libertador. Impregnado das doutrinas de Rousseau, Montesquieu e Voltaire, Bol\u00edvar dedicou a vida a \u201cromper a cadeia com que nos oprime o poder espanhol\u201d. Fascinado pelo general que um dia sonhou com uma Am\u00e9rica Latina unificada e livre, desde o M\u00e9xico \u00e0 Terra do Fogo, Garc\u00eda M\u00e1rquez retra\u00e7a o percurso de Bol\u00edvar tanto no plano f\u00edsico quanto no espiritual, estabelecendo um paralelo entre sua viagem at\u00e9 Cartagena das \u00edndias, de onde ele partiria rumo ao ex\u00edlio, e sua jornada inevit\u00e1vel \u00e0 morte.<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora Record, 1989<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Mara Christofani<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>8 &#8211; CONFESSO QUE VIVI &#8211; Pablo Neruda<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/d1pkzhm5uq4mnt.cloudfront.net\/imagens\/capas\/_fbd95af973d93bc2cfd233ec2312e7d6982a0cb6.jpg\" width=\"130\" height=\"195\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">Percorrendo uma trajet\u00f3ria que se inicia com a evoca\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia e termina com o golpe que derrubou Salvador Allende, o poeta chileno Pablo Neruda narra em suas mem\u00f3rias, fatos relevantes de sua vida. O poeta chileno dizia que sua vida era feita de todas as vidas. \u201cDo que deixei escrito nestas p\u00e1ginas se desprender\u00e3o sempre \u2014 como nos arvoredos de outono e como no tempo das vinhas \u2014 as folhas amarelas que v\u00e3o morrer e as uvas que reviver\u00e3o no vinho sagrado. \u00a0<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora Bertrand Brasil, 1992<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Mara Christofani<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>9 &#8211; MEM\u00d3RIAS DE ADRIANO &#8211; Marguerite Yourcenar<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/d1pkzhm5uq4mnt.cloudfront.net\/imagens\/capas\/c3600e985cddfdece070d0c0a9b951f9d102d9dd.jpg\" width=\"139\" height=\"193\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">Uma das mais fascinantes obras do s\u00e9culo XX, este livro traz como personagem principal Adriano, o grande imperador romano. Mas n\u00e3o se trata apenas de uma biografia romanceada. A grande dama da literatura francesa faz uma obra de fic\u00e7\u00e3o, em que a ambienta f\u00edsica, pol\u00edtica, social, cultural e psicol\u00f3gica obedece a um rigoroso processo de reconstitui\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica.<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora Nova Fronteira, 2015<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Mara Christofani<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>10 &#8211; DIAS RAROS &#8211; Jo\u00e3o A. Carrascoza<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images-na.ssl-images-amazon.com\/images\/I\/61xS6iG-igL.jpg\" width=\"134\" height=\"178\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">Dias raros traz 4 contos in\u00e9ditos: O \u00faltimo gol, Tecidos, Ali, Um ano a menos. [&#8230;] Os contos circulam em uma geografia quase buc\u00f3lica: casas, port\u00f5es, quintais, vizinhos, parentes, pais e filhos, m\u00e3es na cozinha, \u00e1rvores, sil\u00eancio. No limite entre o id\u00edlio rural remanescente e a viol\u00eancia seca das cidades grandes, todo pensamento \u00e9 f\u00edsico, e quando chega quase \u00e0 abstra\u00e7\u00e3o, como no excelente &#8220;Umbilical&#8221;, [&#8230;] um dos mais belos momentos do livro, \u00e9 como se reencontr\u00e1ssemos uma ess\u00eancia natural na vida, ess\u00eancia sempre generosa, cujo fim \u00e9 comunh\u00e3o. (Cristov\u00e3o Tezza).<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora Nacional, 2017<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Lucila Silva de Almeida<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>11 &#8211; A BIBLIOTEC\u00c1RIA DE AUSCHWITZ &#8211; Antonio G. Iturbe <\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images-na.ssl-images-amazon.com\/images\/I\/51UcdJ5wgML.jpg\" width=\"144\" height=\"216\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">&#8216;A Bibliotec\u00e1ria de Auschwitz&#8217; \u00e9 um livro diferente. \u00c9 uma hist\u00f3ria verdadeira e cheia de detalhes a respeito de um professor judeu que criou uma escola secreta no campo de concentra\u00e7\u00e3o de Auschwitz, dedicando-se a lecionar para cerca de 500 crian\u00e7as. Criou tamb\u00e9m uma biblioteca com a ajuda de uma menina judia que se arriscava para manter viva a esperan\u00e7a trazida pelo conhecimento. \u00c9 um registro de uma \u00e9poca sofrida da Hist\u00f3ria, mas que tamb\u00e9m mostra a coragem de pessoas que n\u00e3o se renderam ao terror e se mantiveram firmes usando os livros como &#8216;arma&#8217;.<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td><em>Editora HARPER COLLINS BR, 2014<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indica\u00e7\u00e3o de Cisele Ortiz<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<table border=\"0\" width=\"600\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\" align=\"center\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td colspan=\"2\"><strong>12 &#8211; CADERNOS DE MEM\u00d3RIAS COLONIAIS &#8211; Isabela Figueiredo<\/strong><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td align=\"center\" width=\"242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images-na.ssl-images-amazon.com\/images\/I\/51RnqXw7z6L.jpg\" width=\"143\" height=\"207\" \/><\/td>\r\n<td width=\"323\">Um genial acerto de contas da autora com o passado colonial de Portugal e com seu pai, um eletricista portugu\u00eas radicado em Mo\u00e7ambique. O pai parece personificar Portugal: despreza e explora os nativos. O \u201cmelhor\u201d de Mo\u00e7ambique ficava com os brancos: as boas praias, os bares, a vida cultural e social, as melhores oportunidades. Tudo isso \u00e9 visto pelos olhos de Isabela, que nasceu em 1963 e teve que se mudar para Portugal nos anos 1970, durante o contexto da descoloniza\u00e7\u00e3o. Uma esp\u00e9cie de Carta ao pai (de Kafka), num texto que mescla mem\u00f3ria, ensaio, observa\u00e7\u00e3o pessoal e fic\u00e7\u00e3o.<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<tr>\r\n<td>\u00a0<em>Editora Todavia, 2018<\/em><\/td>\r\n<td>\r\n<p>Indicado por Walkyria Dias<\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1 &#8211; AVENIDA DOS MIST\u00c9RIOS &#8211; John Irving Como o t\u00edtulo antecipa, n\u00e3o faltam mist\u00e9rios em meio a eventos estranhos da suposta realidade e sonhos que recuperam a vida do personagem principal. 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