{"id":842,"date":"2001-04-14T19:05:58","date_gmt":"2001-04-14T22:05:58","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=842"},"modified":"2023-03-27T11:35:13","modified_gmt":"2023-03-27T14:35:13","slug":"quero-passear","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/jeitos-de-cuidar\/quero-passear\/","title":{"rendered":"Quero passear!"},"content":{"rendered":"<h5>Passeios com as crian\u00e7as ao zool\u00f3gico, parques, museus, pra\u00e7as, feiras etc. s\u00e3o comuns em muitas escolas. Mas qual \u00e9, afinal, a intencionalidade educativa que est\u00e1 por tr\u00e1s deles? Por que muitos professores t\u00eam receio de sair com seus alunos, que cuidados s\u00e3o imprescind\u00edveis serem tomados? Conhe\u00e7a, nesta mat\u00e9ria, as particularidades dos passeios e sa\u00eddas a campo, t\u00e3o necess\u00e1rios \u00e0 pr\u00e1tica educativa.<\/h5>\n<div id=\"attachment_850\" style=\"width: 281px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-850\" class=\"size-full wp-image-850\" title=\"avisala_06_jeitos1\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/avisala_06_jeitos1.jpg\" alt=\"As crian\u00e7as apreciam o jardim, guiadas pelas professoras\" width=\"271\" height=\"192\" \/><p id=\"caption-attachment-850\" class=\"wp-caption-text\">As crian\u00e7as apreciam o jardim, guiadas pelas professoras<br \/>(Silvana Augusto)<\/p><\/div>\n<p><!--more-->Recentemente, estive a servi\u00e7o em uma cidade fora do Estado de S\u00e3o Paulo, e ao almo\u00e7ar no shopping vi um grupo de crian\u00e7as pequenas passeando, acompanhadas por suas professoras. As crian\u00e7as, que tinham aproximadamente entre 3 e 5 anos, vestidas com uniforme da escola e portando crach\u00e1s andavam em fila liderada pela professora. Pareciam excitadas, algumas conversando entre si, outras olhando ao redor. Outra professora acompanhava no final da fila, garantindo que todas as crian\u00e7as acompanhassem o grupo. Posteriormente observei as crian\u00e7as comendo numa lanchonete. Pareciam muito felizes. Depois do lanche, brincaram no playground plastificado da lanchonete.<\/p>\n<p>Aquela cena, a princ\u00edpio, me chocou. Mudan\u00e7as culturais inevit\u00e1veis? Saudosismos de minha parte? Utopia de que existiria um lugar mais adequado e ideal para os passeios das crian\u00e7as? Fiquei pensando se haveria outro local onde elas pudessem passear. Bem, talvez fosse preconceito de minha parte, eu n\u00e3o conhecia muito bem a cidade, fiquei pensando no motivo da programa\u00e7\u00e3o daquele passeio. Seria uma pesquisa? Seria um shopping novo que n\u00e3o fosse conhecido da maioria das crian\u00e7as? Seriam crian\u00e7as que residiam longe da cidade e n\u00e3o tinham oportunidades de vir ao shopping?<\/p>\n<p>Talvez, se as encontrasse em um mercado municipal, desses com boxes que vendem cestos de vime, peixes, aves, gr\u00e3os, frutos, legumes, eu teria ficado maravilhada com a riqueza de oportunidade de coisas diferentes para olhar, para cheirar e tocar. Mas e se aquelas crian\u00e7as j\u00e1 estivessem muito familiarizadas com os alimentos, objetos, animais e ambiente de um mercado &#8220;\u00e0 antiga&#8221;? Independentemente do objetivo do passeio, passei a pensar na forma de organiz\u00e1-lo. Seria aquela a melhor forma de manter a seguran\u00e7a das crian\u00e7as? Em fila? Num centro comercial confinado?<\/p>\n<p>Recentemente, lembrei-me desta cena, ao ler uma mat\u00e9ria no jornal sobre passeios escolhidos pelas fam\u00edlias<br \/>\n\u2013 shopping ou pra\u00e7as? Museus ou parques tem\u00e1ticos? Pais e especialistas opinavam, citando riscos e benef\u00edcios de um ou outro local: seguran\u00e7a X contato com a natureza. Shoppings, com ambientes confinados, ar condicionado, plantas desidratadas, cheio de luzes, cores, sons e ru\u00eddos podem oferecer riscos ao bem estar das crian\u00e7as pequenas. Elas t\u00eam mecanismos de defesa ainda em desenvolvimento. N\u00e3o seria melhor a liberdade dos parques?<br \/>\nNos grandes centros urbanos eles se tornam raros, o ar j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o puro, a temperatura pode estar elevada, h\u00e1 insetos, falta de seguran\u00e7a e de conforto.<\/p>\n<p>A reportagem registrava o depoimento de m\u00e3es que diziam preferir o shopping por oferecer confort\u00e1veis trocadores, com fartura de produtos de higiene, fraldas descart\u00e1veis, \u00e1gua corrente e \u00e1gua pot\u00e1vel. H\u00e1 bancos onde podem amamentar enquanto observam as vitrines e os passantes. Alguns tamb\u00e9m oferecem salas com jogos para montar, papel e l\u00e1pis de cera para desenhar, pequenos playground plastificados e seguros.<\/p>\n<p>Fruto de uma transforma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e cultural, os shoppings nada mais s\u00e3o do que novas formas de organiza\u00e7\u00e3o social dos centros de compra que outrora eram constitu\u00eddos pelos mercados municipais, pelas feiras livres, pelos armaz\u00e9ns. Eu, por exemplo, tenho recorda\u00e7\u00f5es muito ricas das lojas de armarinho onde acompanhava minha m\u00e3e para comprar linhas, bot\u00f5es, rendas e fitas para suas costuras. Os tecidos, com a riqueza de suas texturas e cores, ainda<br \/>\npovoam meus sonhos.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o que pode ser melhor: aventurar-se pela natureza e ampliar os horizontes ou manter-se seguro? Qual \u00e9 o papel dos passeios organizados pelas escolas?<\/p>\n<div id=\"attachment_851\" style=\"width: 276px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-851\" class=\"size-full wp-image-851\" title=\"avisala_06_jeitos2\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/avisala_06_jeitos2.jpg\" alt=\"As crian\u00e7as v\u00e3o \u00e0 Bienal e experimentam passear sozinhas\" width=\"266\" height=\"188\" \/><p id=\"caption-attachment-851\" class=\"wp-caption-text\">As crian\u00e7as v\u00e3o \u00e0 Bienal e experimentam passear sozinhas<\/p><\/div>\n<p><strong>Passeios organizados pela escola<\/strong><\/p>\n<p>Para discutir a quest\u00e3o dos passeios numa institui\u00e7\u00e3o educativa, comecei a pensar sobre as diferen\u00e7as entre os passeios escolares e aqueles que as crian\u00e7as fazem com suas fam\u00edlias, j\u00e1 que \u00e9 papel da escola ampliar os horizontes das crian\u00e7as para al\u00e9m das experi\u00eancias familiares.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a come\u00e7a pelos objetivos que geram um passeio. Muitas fam\u00edlias programam passeios com seus filhos tendo como objetivo o lazer, que sem d\u00favida n\u00e3o est\u00e1 dissociado das oportunidades de aprendizagem, mas nem sempre \u00e9 o principal foco. J\u00e1 na escola o foco \u00e9 outro. Passeios e visitas a lugares como parques, museus, feiras etc. demandam dos professores a clareza dos objetivos que querem alcan\u00e7ar com as crian\u00e7as. Em geral, esses passeios est\u00e3o a servi\u00e7o dos projetos ou seq\u00fc\u00eancias de atividades que est\u00e3o sendo realizadas na escola. Funcionam, portanto, como uma esp\u00e9cie de sa\u00edda a campo, em que o que est\u00e1 em jogo \u00e9 a pesquisa e o conhecimento.<\/p>\n<p>A outra diferen\u00e7a \u00e9 que a fam\u00edlia procura conciliar o interesse dos v\u00e1rios membros de diferentes idades e nem sempre as crian\u00e7as pequenas t\u00eam oportunidade de vivenciar situa\u00e7\u00f5es interessantes para sua idade, indo &#8220;a reboque&#8221; dos mais velhos. Em outras ocasi\u00f5es as fam\u00edlias, com o tempo cada vez mais curto para o lazer, associam as compras com momentos de descontra\u00e7\u00e3o \u2013 os gerentes das lojas e supermercados, sabendo disso, planejam um ambiente para manter e formar novos consumidores. E como dizia um desses gerentes, as crian\u00e7as s\u00e3o consumidoras em potencial. A escola, como sabemos, deve oferecer op\u00e7\u00f5es diferentes das do consumo, posto que esse papel, de um jeito ou de outro, ser\u00e1 assumido pela fam\u00edlia.<\/p>\n<p>A terceira diferen\u00e7a est\u00e1 na possibilidade de transporte e cuidado individualizado das crian\u00e7as pequenas. Os pais podem lev\u00e1-las para passear no colo ou nos carrinhos que j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis em parques, shoppings, supermercados etc. Isso possibilita um conforto tanto para a crian\u00e7a quanto para o adulto. Podem fazer pausas para trocar, oferecer suco e papinhas com maior tranq\u00fcilidade e de acordo com as demandas de suas crian\u00e7as. J\u00e1 a escola deve considerar que, quanto menor a crian\u00e7a, mais cuidados individualizados vai exigir: hidrata\u00e7\u00e3o, lanches, trocas, repouso. Um n\u00famero elevado de crian\u00e7as por educador pode impedir a identifica\u00e7\u00e3o e o atendimento das necessidades individuais de cada uma. \u00c9 fundamental providenciar carrinhos para transportar as crian\u00e7as menores quando elas cansarem de andar. Da mesma forma, \u00e9 imprescind\u00edvel providenciar lanches em quantidade suficiente, \u00e1gua, material para trocas, primeiros socorros e medicamentos que n\u00e3o possam ser deixados de ser oferecidos em determinados hor\u00e1rios.<\/p>\n<div id=\"attachment_852\" style=\"width: 186px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-852\" class=\"size-full wp-image-852\" title=\"avisala_06_jeitos3\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/avisala_06_jeitos3.jpg\" alt=\"As crian\u00e7as aprendem a usar o corrim\u00e3o\" width=\"176\" height=\"274\" \/><p id=\"caption-attachment-852\" class=\"wp-caption-text\">As crian\u00e7as aprendem a usar o corrim\u00e3o<\/p><\/div>\n<p><strong>Como definir o passeio na escola<\/strong><\/p>\n<p>Ao planejar atividades externas e passeios, o educador deve responder \u00e0s seguintes quest\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Qual o objetivo do passeio \u2013 diversificar e ampliar as experi\u00eancias das crian\u00e7as, apresentar-lhes pessoas, alternar atividades em ambientes ao ar livre com ambientes fechados ?<\/li>\n<li>O passeio atende \u00e0s necessidades de cuidado e aprendizagem de quais faixas et\u00e1rias?<\/li>\n<li>Estes objetivos podem ser alcan\u00e7ados com a mistura de crian\u00e7as de diferentes faixas et\u00e1rias ou deve haver programa\u00e7\u00f5es especiais para cada idade?<\/li>\n<li>Quais os crit\u00e9rios de participa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as nesses eventos?<\/li>\n<li>Os pais concordam com o passeio? Devem ser convidados a participar? Como podem ajudar ou participar?<\/li>\n<li>Existem entre as crian\u00e7as algumas que precisam de cuidados especiais? Por exemplo, crian\u00e7as com restri\u00e7\u00f5es alimentares, diab\u00e9ticas, asm\u00e1ticas, ou outras patologias que precisam de cuidados espec\u00edficos. Como inclu\u00ed-las no passeio? Caso haja necessidade de uma crian\u00e7a permanecer na escola, devido \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria e riscos \u00e0 sua integridade, como explicar isso a ela e aos companheiros, e como planejar atividades para que permane\u00e7a bem, sem que se sinta exclu\u00edda?<\/li>\n<li>Existem casos de doen\u00e7as transmiss\u00edveis, como conjuntivite, meningite, hepatite A, tanto na comunidade em geral como na institui\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, que desaconselhem nesse momento o agrupamento de muitas crian\u00e7as em determinadas condi\u00e7\u00f5es? Conv\u00e9m programar passeios nessa ocasi\u00e3o? Quais cuidados tomar? Um olhar especial para esses itens ajuda a avaliar as condi\u00e7\u00f5es de execu\u00e7\u00e3o dos passeios, tanto materiais quanto humanas, adequando melhor os objetivos do passeio com o processo de crescimento e desenvolvimento do grupo de crian\u00e7as.<\/li>\n<\/ul>\n<p>(Damaris Maranh\u00e3o, consultora em sa\u00fade, professora de enfermagem e trabalha em projetos de forma\u00e7\u00e3o de professores)<\/p>\n<h4>Um passeio engajado no projeto pedag\u00f3gico:<br \/>\numa experi\u00eancia realizada por crian\u00e7as italianas<\/h4>\n<p>Muitos professores valorizam o que \u00e9 especial nos espa\u00e7os que cercam suas escolas, considerando-os como a extens\u00e3o do espa\u00e7o da sala de aula. Por isso, parte do curr\u00edculo inclui levar as crian\u00e7as para explorarem a vizinhan\u00e7a e os marcos da cidade. Um exemplo de extens\u00e3o da escola \u00e9 um projeto levado avante por muitos meses pela escola Villetta, durante o qual as crian\u00e7as sa\u00edram para explorar o modo como a cidade se transforma durante os per\u00edodos de chuva. Esse projeto orientou as crian\u00e7as e os professores a explorarem juntos primeiro a realidade da cidade sem chuva, tirando fotografias em locais tanto conhecidos quanto menos familiares e formulando hip\u00f3teses sobre como a chuva poderia mud\u00e1-los. Como naquele ano, em particular, depois de iniciado o projeto, a chuva levou v\u00e1rias semanas para chegar, as crian\u00e7as tiveram muito tempo para preparar as ferramentas e o equipamento que consideravam \u00fateis para observarem, coletarem, medirem, fotografarem e registrarem tudo sobre a chuva. Nesse meio tempo, as expectativas das crian\u00e7as cresciam imensamente. Todos os dias os professores e elas iam at\u00e9 o terra\u00e7o da escola para observar esperan\u00e7osamente o c\u00e9u, ganhando muito conhecimento acerca de forma\u00e7\u00e3o de nuvens e dire\u00e7\u00e3o do vento.<\/p>\n<p>Quando uma boa chuvarada finalmente chegou, a experi\u00eancia foi febril e exultante. As crian\u00e7as perceberam como as pessoas mudavam o ritmo e a postura ao caminhar, como os reflexos brilhantes e os esguichos das po\u00e7as mudavam as ruas, como a somatiza\u00e7\u00e3o das gotas diferia ao cair no pavimento, no<br \/>\ncap\u00f4 dos autom\u00f3veis ou nas folhas das \u00e1rvores. Ent\u00e3o, ap\u00f3s experimentarem a primeira chuva e ap\u00f3s o procedimento costumeiro em Reggio Emilia, engajaram-se em representar muitos de seus aspectos. Isso, por sua vez, levou a quest\u00f5es adicionais, a hip\u00f3teses e a explora\u00e7\u00e3o que a professora e a atelierista<sup>2<\/sup> documentaram fartamente.<\/p>\n<p>Toda a explora\u00e7\u00e3o foi registrada em &#8220;A Cidade e a Chuva&#8221;, segmento da exposi\u00e7\u00e3o As Cem Linguagens da Crian\u00e7a, e serve para contar-nos sobre as muitas maneiras como o espa\u00e7o familiar da cidade pode tornar-se o palco e o tema de atividades e de explora\u00e7\u00f5es construtivistas (Departamento de Educa\u00e7\u00e3o, Cidade de Reggio Emilia, 1987).<\/p>\n<p>As Cem Linguagens da Crian\u00e7a, p\u00e1gs.148-149, Ed. Artmed<\/p>\n<p><sup>2<\/sup> Professor com forma\u00e7\u00e3o em arte que se encarrega do ateli\u00ea e acompanha o desenvolvimento dos projeto<\/p>\n<h4>Para saber mais:<\/h4>\n<ul>\n<li>As Cem Linguagens da Crian\u00e7a, a abordagem de Reggio Emilia na educa\u00e7\u00e3o da primeira inf\u00e2ncia. Carolyn Edwards, Lella Gandini, George Forman. Ed. Artmed. Tel.: (0XX11) 3083-6160<\/li>\n<\/ul>\n<h6><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Passeios com as crian\u00e7as ao zool\u00f3gico, parques, museus, pra\u00e7as, feiras etc. s\u00e3o comuns em muitas escolas. Mas qual \u00e9, afinal, a intencionalidade educativa que est\u00e1 por tr\u00e1s deles? Por que muitos professores t\u00eam receio de sair com seus alunos, que cuidados s\u00e3o imprescind\u00edveis serem tomados? Conhe\u00e7a, nesta mat\u00e9ria, as particularidades dos passeios e sa\u00eddas a campo, t\u00e3o necess\u00e1rios \u00e0 pr\u00e1tica educativa. Por Damaris Maranh\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3022,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4,207],"tags":[1102,134,212,209,208,214,213,210,211],"class_list":{"0":"post-842","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-jeitos-de-cuidar","8":"category-revista-avisala-06","9":"tag-revista-avisa-la-2001","10":"tag-damaris-maranhao","11":"tag-museus","12":"tag-parque","13":"tag-passeio","14":"tag-pesquisa","15":"tag-saidas-a-campo","16":"tag-shopping","17":"tag-zoologicos","19":"post-with-thumbnail","20":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/842","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=842"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/842\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3022"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}