{"id":7352,"date":"2012-11-21T14:25:32","date_gmt":"2012-11-21T16:25:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.avisala.org.br\/?p=7352"},"modified":"2023-03-27T20:06:19","modified_gmt":"2023-03-27T23:06:19","slug":"formar-formadores-uma-tarefa-complexa-e-coletiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/reflexoes-do-professor\/formar-formadores-uma-tarefa-complexa-e-coletiva\/","title":{"rendered":"Formar formadores: uma tarefa complexa e coletiva"},"content":{"rendered":"<h5>Para al\u00e9m de cursos, palestras e eventos pontuais, a forma\u00e7\u00e3o continuada em uma rede p\u00fablica, para se efetivar, depende de bons formadores locais<\/h5>\n<p>Maria Virginia Gastaldi<sup>1<\/sup> desenvolve, desde 2005, consultoria t\u00e9cnica para as equipes de profissionais da Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o respons\u00e1veis pela Educa\u00e7\u00e3o Infantil da cidade de Curitiba (PR). O longo processo formativo ensejou mudan\u00e7as significativas nas pr\u00e1ticas educativas com as crian\u00e7as e tamb\u00e9m constru\u00e7\u00e3o coletiva de conhecimentos sobre forma\u00e7\u00e3o de formadores. Este foi o tema de sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<p><strong>Revista avisa l\u00e1: Em seu trabalho sobre forma\u00e7\u00e3o continuada, voc\u00ea fala que o grande desafio do formador \u00e9 aprender a aprender, aprender a ensinar e ensinar simultaneamente. O que significam essas a\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas?<\/strong><br \/>\nMaria Virginia Gastaldi: Quando falo que um dos desafios do formador \u00e9 aprender a aprender, aprender a ensinar e ensinar simultaneamente, refiro-me ao que penso ser uma condi\u00e7\u00e3o do agir profissional do formador. S\u00e3o a\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas que marcam o per\u00edodo inicial de seu trabalho como formador, e permanecem ao longo de sua trajet\u00f3ria de trabalho. Em uma sociedade em mudan\u00e7a, a aprendizagem ao longo da vida \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o que se coloca hoje para todos os profissionais. Na educa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m das mudan\u00e7as naturais de qualquer processo de aprendizagem, novas e numerosas demandas s\u00e3o feitas \u00e0 escola e aos professores, o que acentua o valor da aprendizagem permanente e, consequentemente, de aprender a aprender.<\/p>\n<p><strong>Quais seriam as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias a um bom formador de formadores?<\/strong><br \/>\nO formador precisa ser algu\u00e9m com disponibilidade para aprender, para acolher os seus n\u00e3o saberes, os desafios que chegam, os apontamentos que parceiros lhe fazem, as inquieta\u00e7\u00f5es, os resultados das propostas. O principal meio para dar conta de tudo isso \u00e9 a reflex\u00e3o. Ela potencializa as condi\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias e amplia a possibilidade de aprendizado. Quando se coloca na posi\u00e7\u00e3o de pensar, refletir com os pares, o formador percebe que aprende muito e tamb\u00e9m produz mudan\u00e7as. Essa \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o principal de um formador: produzir mudan\u00e7a. Quando ele se v\u00ea como algu\u00e9m que sabe fazer, que sabe realizar a\u00e7\u00f5es que resultam em mudan\u00e7as nas aprendizagens das crian\u00e7as e dos professores, isso tr\u00e1s uma satisfa\u00e7\u00e3o, uma alegria com o trabalho, reabastecendo-nos para novos desafios.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 alguma especificidade no papel do formador em Educa\u00e7\u00e3o Infantil?<\/strong><br \/>\nA Educa\u00e7\u00e3o Infantil, como parte da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, \u00e9 t\u00e3o nova para n\u00f3s, que estamos todos aprendendo sobre a especificidade desse ciclo da escolaridade. Ocorre, ent\u00e3o, com muitos formadores, ter de trabalhar na forma\u00e7\u00e3o com formas de organiza\u00e7\u00e3o de tempo, espa\u00e7o, materiais e conte\u00fados que n\u00e3o conhece. Ele aprende nos programas de forma\u00e7\u00e3o de formadores n\u00e3o s\u00f3 os conte\u00fados referentes \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m aqueles referentes \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o curricular da Educa\u00e7\u00e3o Infantil, que s\u00e3o novos para ele. \u00c9 por isso que digo que s\u00e3o a\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas, porque o formador aprende e ensina praticamente ao mesmo tempo. E n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel fazer muito diferente disso, dada a urg\u00eancia das mudan\u00e7as nos contextos da Educa\u00e7\u00e3o Infantil. \u00c9 preciso que as pol\u00edticas e os programas de forma\u00e7\u00e3o valorizem e considerem cada vez mais a complexidade da tarefa do formador e disponibilizem condi\u00e7\u00f5es de tempo e recursos para que seu trabalho seja menos solit\u00e1rio e mais compat\u00edvel com as condi\u00e7\u00f5es do contexto em que trabalha. E n\u00f3s, formadores de formadores, precisamos organizar contextos formativos de parceria e apoio cada vez<br \/>\nmaior ao trabalho do formador.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea disse que a principal fun\u00e7\u00e3o do formador de professores \u00e9 produzir mudan\u00e7as e que isso \u00e9 um desafio. Pode dar algum exemplo disso observado na sua pesquisa?<\/strong><!--more--><\/p>\n<p>Quando come\u00e7amos a forma\u00e7\u00e3o, as formadoras da Secretaria se sentiam aflitas diante da nova tarefa que se colocava para elas. Poucas sabiam sobre forma\u00e7\u00e3o continuada atrelada aos contextos da pr\u00e1tica e sobre experi\u00eancias de aprendizagem espec\u00edficas da Educa\u00e7\u00e3o Infantil. Esses formadores diziam que n\u00e3o sabiam o que fazer com a combina\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados da forma\u00e7\u00e3o com os conte\u00fados da Educa\u00e7\u00e3o Infantil, propostos pelos Referenciais Curriculares Nacionais para Educa\u00e7\u00e3o Infantil e pelas Diretrizes Curriculares<sup>3<\/sup>. Diziam que ser formador dava medo; \u00e0s vezes, pavor. \u00c0 medida que foram aprendendo a realizar as a\u00e7\u00f5es na forma\u00e7\u00e3o e vendo os resultados produzidos, um sentimento de satisfa\u00e7\u00e3o foi substituindo o medo. A alegria de compartilhar, de perceber resultados planejados conjunta mente, de ver as aprendizagens das crian\u00e7as e o retorno das fam\u00edlias das crian\u00e7as. Tudo isso se transformou em uma marca para a vida profissional. O formador \u00e9 alimentado por esse combust\u00edvel. Algu\u00e9m dispon\u00edvel para aprender e transformar as inquieta\u00e7\u00f5es em mat\u00e9ria de reflex\u00e3o e, depois, em motivo de mudan\u00e7a compartilhado nas suas equipes. Isso \u00e9 o bonito e o dif\u00edcil de ser formador, pois envolve, o tempo todo, aprender coisas novas e disponibilizar esses saberes. Estar o tempo todo pensando sobre os resultados das a\u00e7\u00f5es produzidas por esses novos saberes. Ter consci\u00eancia de que os resultados obtidos podem resultar em melhores pr\u00e1ticas em cada escola.<\/p>\n<p><strong>Essa alegria tem a ver com o que voc\u00ea chama em seu trabalho de forma\u00e7\u00e3o colaborativa?<\/strong><br \/>\nSim, autores como Ant\u00f4nio N\u00f3voa e Francisco Imbern\u00f3n falam da variedade de novas demandas da escola ao professor, e caracterizam esse trabalho como muito complexo. O reconhecimento da complexidade do trabalho distancia da vis\u00e3o de que o professor \u00e9 mero reprodutor ou aplicador de t\u00e9cnicas pedag\u00f3gicas. Rui Can\u00e1rio, ao se referir a essas demandas, concebe o professor como um analista simb\u00f3lico e n\u00e3o como um reprodutor. O seu trabalho est\u00e1 mais pr\u00f3ximo de um artista do que de um t\u00e9cnico. E esse trabalho artesanal n\u00e3o d\u00e1 conta de responder sozinho a todas as demandas. A \u00fanica forma \u00e9 ter uma resposta coletiva. Esses autores falam desse novo agir profissional. Esse professor que a sociedade pede hoje precisa ser um ator coletivo, o que refor\u00e7a a import\u00e2ncia da forma\u00e7\u00e3o continuada. A produ\u00e7\u00e3o de conhecimento profissional s\u00f3 pode ser feita pelo coletivo de profissionais; por isso, esse conceito de forma\u00e7\u00e3o colaborativa \u00e9 decisivo. \u00c9 preciso fortalecer os professores e a escola. N\u00e3o h\u00e1 como responder sozinho ao que est\u00e1 posto como desafio para a educa\u00e7\u00e3o. Uma forma\u00e7\u00e3o colaborativa sup\u00f5e que podemos aprender com os parceiros, com as crian\u00e7as, com as fam\u00edlias, com os professores, com os t\u00e9cnicos das secretarias, com os te\u00f3ricos, com os pesquisadores, com os formadores externos, em redes formais ou informais.<\/p>\n<p><strong>De que forma pode acontecer essa forma\u00e7\u00e3o colaborativa?<\/strong><br \/>\nAs redes de aprendizagem podem ser espont\u00e2neas ou estruturadas nos contextos da forma\u00e7\u00e3o continuada. A forma\u00e7\u00e3o colaborativa pode ocorrer de forma espont\u00e2nea entre os pares, no estabelecimento de trocas dentro dos contextos de trabalho ou fora deles, e deve acontecer nas secretarias numa organiza\u00e7\u00e3o do trabalho de forma\u00e7\u00e3o em que todos sejam respons\u00e1veis pelos resultados na aprendizagem das crian\u00e7as. A forma\u00e7\u00e3o colaborativa nas redes sup\u00f5e uma organiza\u00e7\u00e3o dentro da institui\u00e7\u00e3o em que cada um tem responsabilidades espec\u00edficas definidas, mas todos s\u00e3o respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o como um todo. Isso quer dizer que a forma\u00e7\u00e3o continuada deve ser organizada de forma que os t\u00e9cnicos e supervisores das secretarias, os gestores, entre outros profissionais, sejam correspons\u00e1veis pelo desenvolvimento e pelos resultados do trabalho do professor, numa posi\u00e7\u00e3o de parceiros e n\u00e3o de fiscalizadores.<\/p>\n<p><strong>O que voc\u00ea est\u00e1 chamando de complexidade dos dias de hoje?<\/strong><br \/>\nHoje vivemos problemas novos na sociedade para os quais n\u00e3o temos respostas. Por exemplo, a densidade populacional nos centros urbanos, que exige novas normas de conviv\u00eancia, de cordialidade, de urbanidade. Somos convocados a ensinar sobre aquilo que ainda n\u00e3o temos respostas, ou com respostas ainda em constru\u00e7\u00e3o. Problemas com o lixo, com a \u00e1gua, problemas que ainda n\u00e3o temos totalmente dimensionados, mas para os quais j\u00e1 precisamos de respostas. Al\u00e9m disso, o acesso de todos os extratos sociais \u00e0 escola trouxe para essa institui\u00e7\u00e3o uma diversidade que outras gera\u00e7\u00f5es de professores desconheciam. Fazer uma escola para todos, assim como ter Educa\u00e7\u00e3o Infantil para todas as crian\u00e7as brasileiras, faz parte da complexidade dessa tarefa. Como respeitar as singularidades, como respeitar diversos modos de vida, pensando no curr\u00edculo da Educa\u00e7\u00e3o Infantil, por exemplo, que prop\u00f5e que se acolham os saberes das crian\u00e7as e se respeite e realize o direito da crian\u00e7a ao acesso ao patrim\u00f4nio cultural? Essa quest\u00e3o de lidar com saberes das crian\u00e7as pequenas \u00e9 nova. Ser formador hoje \u00e9 n\u00e3o perder de vista essa Educa\u00e7\u00e3o Infantil que acolhe, respeita e ensina toda e qualquer crian\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Como as pol\u00edticas p\u00fablicas podem contribuir para a exist\u00eancia de bons formadores nas redes?<\/strong><br \/>\nAs pol\u00edticas precisam investir mais fortemente na profissionaliza\u00e7\u00e3o dos formadores. \u00c9 preciso reconhecer e respeitar a complexidade da tarefa do formador e inclu\u00ed-la nos sistemas de ensino para que os profissionais aprendam a ser formadores e queiram permanecer formadores. Observamos na rede que muitos profissionais n\u00e3o querem trabalhar como formadores. Para muitos significa ter mais trabalho. Precisamos de pol\u00edticas que incentivem, estimulem, se preocupem com a manuten\u00e7\u00e3o dos formadores na rede de ensino. O setor p\u00fablico de educa\u00e7\u00e3o precisa manter bons formadores, pois quando eles se tornam profissionais competentes logo recebem convites mais sedutores da rede particular. \u00c9 preciso olhar para isso. Formar formador n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil nem r\u00e1pido. \u00c9 necess\u00e1rio preservar formadores formados.<\/p>\n<p><strong>Como proporcionar boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho ao formador?<\/strong><br \/>\nA organiza\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o em redes p\u00fablicas de ensino sup\u00f5e encontros coletivos, reuni\u00f5es t\u00e9cnicas, documenta\u00e7\u00e3o, supervis\u00e3o nas escolas, acompanhamento e devolutivas dos trabalhos das unidades educativas, planejamentos coletivos, tematiza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica dos professores com v\u00eddeo. \u00c9 necess\u00e1ria uma nova cultura que considere isso tudo como trabalho. Al\u00e9m disso, esse tipo de a\u00e7\u00e3o formativa requer uma infraestrutura nem sempre dispon\u00edvel. \u00c9 preciso ter computadores, data show, internet, filmadoras, carro para deslocamento das equipes. \u00c9 preciso tempo oficializado para leitura de registros, estudos e planejamentos. O que ocorre quando essas condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o existem, ou s\u00e3o prec\u00e1rias, \u00e9 que o formador, al\u00e9m de lidar com as quest\u00f5es da forma\u00e7\u00e3o, acaba tendo de consumir tempo e energia para garantir as atividades de suporte da forma\u00e7\u00e3o. Isso sobrecarrega o formador e o desvia de sua tarefa principal.<\/p>\n<p><strong>Como garantir a continuidade e durabilidade dos trabalhos formativos?<\/strong><br \/>\nEssa \u00e9 uma boa quest\u00e3o: a continuidade das pol\u00edticas de forma\u00e7\u00e3o. N\u00e3o significa apoio incondicional a uma mesma equipe, mas continuidade na din\u00e2mica da forma\u00e7\u00e3o: planejamento de a\u00e7\u00f5es intencionais que vise ao resultado para as crian\u00e7as e tamb\u00e9m para o de senvolvimento dos profissionais. Essa concep\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o, atrelada aos contextos da pr\u00e1tica e embasada na reflex\u00e3o e na constru\u00e7\u00e3o de conhecimento pelos pr\u00f3prios formadores, n\u00e3o \u00e9 um processo que ocorre no curto espa\u00e7o de uma administra\u00e7\u00e3o. Continuidade \u00e9 fortalecer as equipes internas buscando autonomia de seus agentes. O fortalecimento passa pelo interc\u00e2mbio, principalmente com e entre parceiros mais experientes. Formadores mais experientes dizem que aprenderam num contexto formativo organizado, em que todos s\u00e3o aprendentes da forma\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m formadores. Para que aconte\u00e7a uma forma\u00e7\u00e3o organizada numa rede de ensino, a continuidade \u00e9 imprescind\u00edvel para criar uma cultura de troca e de reflex\u00e3o permanentes.<\/p>\n<p><strong>O que voc\u00ea gostaria de dizer aos leitores para finalizar essa conversa?<\/strong><br \/>\nGostaria de compartilhar alguns versos de um poema que sempre leio para os professores e formadores: \u201cO ferrageiro de Carmona\u201d, de Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto, que fala do ferro fundido e do ferro forjado: (&#8230;)<\/p>\n<blockquote><p>S\u00f3 trabalho em ferro forjado<br \/>\nQue \u00e9 quando se trabalha ferro;<br \/>\nEnt\u00e3o, corpo a corpo com ele,<br \/>\ndomo-o, dobro-o at\u00e9 onde o quero.<\/p>\n<p>O ferro fundido \u00e9 sem luta,<br \/>\n\u00c9 s\u00f3 derram\u00e1-lo na forma.<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 nele a queda-de-bra\u00e7o<br \/>\nE o cara-a-cara com a forja. (&#8230;)<\/p><\/blockquote>\n<p>Sempre que leio esse poema penso nos profissionais da educa\u00e7\u00e3o que se comprometem com mudan\u00e7as e dedicam muitas horas de seu tempo pessoal, estudam e se esfor\u00e7am, procurando melhorar a qualidade da educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso aproveitar muito bem esse potencial. Penso, agora, nos formadores e na \u201cdificultosa\u201d constru\u00e7\u00e3o de sua profissionalidade como o trabalho de forjar o ferro, n\u00e3o como uma flor j\u00e1 sabida, mas ao que parece ser flor&#8230;<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>Maria Virginia Gastaldi \u00e9 formadora do Instituto Avisa L\u00e1.<\/p>\n<p><sup>2<\/sup>Forma\u00e7\u00e3o continuada na Educa\u00e7\u00e3o Infantil: possibilidades e desafios na perspectiva do formador. Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo, 2012. O contexto desta pesquisa \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o continuada de Educa\u00e7\u00e3o Infantil em Curitiba, Paran\u00e1, onde, nos \u00faltimos anos, houve o investimento feito pelo munic\u00edpio na estrutura\u00e7\u00e3o das equipes t\u00e9cnicas, na forma\u00e7\u00e3o de formadores e no desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas de forma\u00e7\u00e3o com apoio do Instituto Avisa L\u00e1.<\/p>\n<p><sup>3<\/sup>Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o\/Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o \u2013 C\u00e2mara de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica \u2013 Re solu\u00e7\u00e3o no 5, de 17 de dezembro de 2009<\/p>\n<h4>Ficha T\u00e9cnica<\/h4>\n<ul>\n<li>Maria Virginia Gastaldi<br \/>\nFormadora do Instituto Avisa L\u00e1<br \/>\nE-mail: mariavir.gastaldi@gmail.com<\/li>\n<\/ul>\n<h4><strong>Para saber mais<\/strong><\/h4>\n<p>Livros<\/p>\n<ul>\n<li>Relat\u00f3rio geral: forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento profissional dos professores, de Rui Can\u00e1rio. In: Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o \u2013 Dire\u00e7\u00e3o-Geral dos Recursos Humanos Em Educa\u00e7\u00e3o. Comunica\u00e7\u00f5es da confer\u00eancia: Desenvolvimento profissional de professores para a qualidade e para a equidade da aprendizagem ao longo da vida. Lisboa, 2012.<\/li>\n<li>Forma\u00e7\u00e3o continuada de professores, de Francisco Imbern\u00f3n. Porto Alegre: Artmed, 2010.<\/li>\n<li>Imagens do futuro presente, de Ant\u00f3nio N\u00f3voa. Lisboa: Educa, 2009.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para al\u00e9m de cursos, palestras e eventos pontuais, a forma\u00e7\u00e3o continuada em uma rede p\u00fablica, para se efetivar, depende de bons formadores locais. Entrevista com Maria Virginia Gastaldi<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7360,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22,1285],"tags":[1304,97,292,14,607,175],"class_list":{"0":"post-7352","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-reflexoes-do-professor","8":"category-revista-avisa-la-52","9":"tag-1304","10":"tag-aprendizagem","11":"tag-ensino","12":"tag-entrevista","13":"tag-formacao","14":"tag-maria-virginia-gastaldi","16":"post-with-thumbnail","17":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7352","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7352"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7352\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7360"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7352"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7352"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7352"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}