{"id":7323,"date":"2012-08-20T18:03:38","date_gmt":"2012-08-20T21:03:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.avisala.org.br\/?p=7323"},"modified":"2023-03-27T20:05:07","modified_gmt":"2023-03-27T23:05:07","slug":"costureiros-reais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/sustanca\/costureiros-reais\/","title":{"rendered":"Costureiros reais"},"content":{"rendered":"<h5>Crian\u00e7as de quinto ano revelam sua trajet\u00f3ria como leitoras e a import\u00e2ncia de alguns influenciadores: escola e fam\u00edlia<\/h5>\n<div id=\"attachment_7325\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.avisala.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/sus5112.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7325\" class=\"size-medium wp-image-7325\" src=\"http:\/\/www.avisala.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/sus5112-300x255.jpg\" alt=\"Produ\u00e7\u00e3o feita pelas crian\u00e7as da Escola Gr\u00e3o de Ch\u00e3o\" width=\"300\" height=\"255\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/sus5112-300x255.jpg 300w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/sus5112.jpg 322w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7325\" class=\"wp-caption-text\">Produ\u00e7\u00e3o feita pelas crian\u00e7as da Escola Gr\u00e3o de Ch\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>H\u00e1 grande diversidade de objetos nos espa\u00e7os em que as crian\u00e7as est\u00e3o inseridas, com diferentes caracter\u00edsticas, usos e est\u00e9ticas. Conhecer o mundo implica conhecer as rela\u00e7\u00f5es entre os seres humanos, a natureza, os objetos e a forma como interagem com os recursos com os quais disp\u00f5em.<\/p>\n<p>Segundo os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educa\u00e7\u00e3o Infantil (RCNEI):<\/p>\n<blockquote><p>Os materiais constituem um instrumento importante para o desenvolvimento da tarefa educativa, uma vez que s\u00e3o um meio que auxilia a a\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as. Se de um lado, possuem qualidades f\u00edsicas que permitem a constru\u00e7\u00e3o de um conhecimento mais direto e baseado na experi\u00eancia imediata, por outro, possuem qualidades outras que ser\u00e3o conhecidas apenas pela interven\u00e7\u00e3o dos adultos ou de parceiros mais experientes. As crian\u00e7as exploram os objetos, conhecem suas propriedades e fun\u00e7\u00f5es e, al\u00e9m disso, transformam-nos nas suas brincadeiras, atribuindo-lhes novos significados. (Vol. 1. p.71)<\/p><\/blockquote>\n<p>Para que os objetos possam ser utilizados como fonte de conhecimentos para as crian\u00e7as, \u00e9 necess\u00e1rio criar situa\u00e7\u00f5es nas quais elas observem e percebam suas caracter\u00edsticas sens\u00edveis e tamb\u00e9m suas propriedades n\u00e3o evidentes. Foi pensando em oferecer \u00e0s crian\u00e7as de 4 e 5 anos do G5 novas informa\u00e7\u00f5es sobre os materiais e seus usos e propiciar experi\u00eancias diversas que organizamos o projeto Costureiros reais na Escola Gr\u00e3o de Ch\u00e3o, em S\u00e3o Paulo (SP).<!--more--><\/p>\n<p>A ideia de iniciarmos o trabalho com atividades envolvendo alinhavo e costura surgiu da observa\u00e7\u00e3o de uma brincadeira que passou a acontecer diariamente na sala do G5. Ap\u00f3s o t\u00e9rmino das atividades deix\u00e1vamos alguns cantos com diferentes propostas de explora\u00e7\u00e3o de materiais dispon\u00edveis para as crian\u00e7as e, dentre eles, estava o alinhavo de madeira.<\/p>\n<p>O grupo interessou-se em explorar as v\u00e1rias formas de preencher o desenho com as linhas e logo esta brincadeira tornou-se um jogo simb\u00f3lico. Eles tornaram-se \u201ccostureiros da realeza\u201d, os quais precisavam fazer as roupas para as princesas, pr\u00edncipes, reis e rainhas e ficavam escondidos costurando para a bruxa n\u00e3o encontr\u00e1-los.<\/p>\n<p>Diariamente a hist\u00f3ria acontecia no mesmo canto da sala: eles alinhavavam, criavam e encenavam, posteriormente, um enredo. Na \u00e1rea de Ci\u00eancias Naturais e Sociais j\u00e1 est\u00e1vamos desenvolvendo um projeto sobre o Sistema Solar em que fomos pesquisando sobre o Universo e as caracter\u00edsticas de cada planeta. Quando iniciamos nossas pesquisas sobre o planeta Terra focamos na preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente e na transforma\u00e7\u00e3o dos materiais como uma das formas de reaproveitamento dos recursos naturais e dos objetos de nosso cotidiano.<\/p>\n<p>Com isso, pensamos em integrar as \u00e1reas (Ci\u00eancias Naturais e Sociais e Artes Pl\u00e1sticas) e discutir o reaproveitamento, a cria\u00e7\u00e3o e a reinven\u00e7\u00e3o de materiais que s\u00e3o muitas vezes chamados de lixo, tais como: bandeja de isopor, retalhos de papel, garrafas PET, folhas, sementes e peda\u00e7os de galhos recolhidos do ch\u00e3o do Parque da \u00c1gua Branca, em S\u00e3o Paulo (SP); retalhos de tecidos e de materiais sint\u00e9ticos, entre outros.<\/p>\n<p>Nosso principal objetivo era trabalhar a costura com diferentes materiais relacionando essa atividade \u00e0 proposta do projeto de transformar o lixo em arte. Para isso, pensamos em um conjunto de atividades sequenciadas com diferentes graus de dificuldade e habilidades, partindo de materiais mais firmes, como o isopor (em que as crian\u00e7as conseguissem costurar com a ajuda de agulhas grossas), at\u00e9 chegarmos ao desafio de costurar em tecidos.<\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o dos materiais como primeira etapa do processo garantiu, de certa forma, a elabora\u00e7\u00e3o e o aprimoramento do olhar sobre os objetos e materiais dispon\u00edveis. \u00c9 na explora\u00e7\u00e3o que nos debatemos com as dificuldades ou as facilidades de criar e produzir algo novo a partir dos recursos dos quais dispomos.<\/p>\n<p>Nesse sentido, essa primeira explora\u00e7\u00e3o funciona como um \u201crascunho\u201d. O que o aluno percebia e expressava nesse primeiro momento foi fundamental para que pud\u00e9ssemos tomar novas decis\u00f5es sobre como prosseguir com o projeto.<\/p>\n<p>No Gr\u00e3o, o brincar acontece em todos os momentos, seja em sala, ao ar livre, no quintal&#8230; Costurar permaneceu como uma grande brincadeira para o grupo. E o jogo simb\u00f3lico, que j\u00e1 acontecia, foi tornando-se mais elaborado em fun\u00e7\u00e3o das hist\u00f3rias que foram escutando, como A maravilhosa roupa do rei, As roupas novas do Imperador, Rumpelstichen, dentre outras, cujo enredo apresentava roupas m\u00e1gicas que conferiam aos seus usu\u00e1rios poderes fant\u00e1sticos. Aos poucos, as crian\u00e7as tornaram-se verdadeiros costureiros, aprendendo a dar n\u00f3, colocando a linha na agulha (grossa), criando pontos diferentes e unindo materiais diversos para dar vida \u00e0s suas cria\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em busca de transformar o lixo em arte, trabalhamos com conte\u00fados da Arte Contempor\u00e2nea, na explora\u00e7\u00e3o reutiliza\u00e7\u00e3o de materiais diferentes para a produ\u00e7\u00e3o e na aprecia\u00e7\u00e3o de artistas, como Vik Muniz, Nuno Ramos e Franz Krajcberg. A Arte Popular Brasileira tamb\u00e9m foi apreciada em seu fazer artesanal inspirado nas bordadeiras das diversas regi\u00f5es do Brasil.<\/p>\n<p>Dentre os artistas apresentados \u00e0s crian\u00e7as durante o projeto, destacamos o trabalho de Leonilson (1957-1993) \u2013 pintor, desenhista e escultor contempor\u00e2neo, que fez uso de costuras e bordados em sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Suas obras, assim como os mantos e len\u00e7\u00f3is tamb\u00e9m bordados de Arthur Bispo do Ros\u00e1rio (1911-1989), serviram de inspira\u00e7\u00e3o para que as crian\u00e7as realizassem o produto final do projeto: a cria\u00e7\u00e3o de uma roupa m\u00e1gica com a qual poderiam transformar-se no que desejassem.<\/p>\n<p>As atividades que organizamos envolvendo diferentes tipos de materiais mostraram \u00e0s crian\u00e7as as possibilidades de transforma\u00e7\u00e3o, de reutiliza\u00e7\u00e3o e de constru\u00e7\u00e3o de novos elementos, formas e texturas a partir do uso da costura. Isso se tornou ainda mais evidente quando, munidos de agulhas, linhas e l\u00e3s tingidas por eles mesmos, nossos alunos deram asas \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o e criaram lindas roupas, transformando-se nos personagens imaginados nas hist\u00f3rias contadas durante todo o trabalho.<\/p>\n<p>Observamos que, durante o processo de confec\u00e7\u00e3o das roupas, as crian\u00e7as utilizaram-se de caracter\u00edsticas associativas dos objetos, seus usos simb\u00f3licos e suas possibilidades reais para, aos poucos, relacion\u00e1-los e transform\u00e1-los em suas obras.<\/p>\n<blockquote><p>\u00c9 no fazer art\u00edstico e no contato com os objetos de arte que parte significativa do conhecimento em Artes Visuais acontece. No decorrer desse processo, o prazer e o dom\u00ednio do gesto e da visualidade evoluem para o prazer e o dom\u00ednio do pr\u00f3prio fazer art\u00edstico, da simboliza\u00e7\u00e3o e da leitura de imagens.<\/p>\n<p>O ponto de partida para o desenvolvimento est\u00e9tico e art\u00edstico \u00e9 o ato simb\u00f3lico que permite reconhecer que os objetos persistem, independentes de sua presen\u00e7a f\u00edsica e imediata.<\/p>\n<p>Operar no mundo dos s\u00edmbolos \u00e9 perceber e interpretar elementos que se referem a alguma coisa que est\u00e1 fora dos pr\u00f3prios objetos. Os s\u00edmbolos reapresentam o mundo a partir das rela\u00e7\u00f5es que a crian\u00e7a estabelece consigo mesma, com as outras pessoas, com a imagina\u00e7\u00e3o e com a cultura<sup>1<\/sup>.<\/p><\/blockquote>\n<p>A alegria da conquista de cada crian\u00e7a durante todo o trabalho de cria\u00e7\u00e3o que envolveu esse projeto trouxe-nos a certeza de que o aspecto criativo, presente em todo o processo, alimentado pelo imagin\u00e1rio, \u00e9 da natureza da crian\u00e7a (ou melhor, do homem) e, tendo ela o ambiente livre para experimentar e desenvolver, esse ser\u00e1 sempre um conte\u00fado precioso em todos os momentos da vida.<\/p>\n<p>(Carolina Rossi, professora de Educa\u00e7\u00e3o Infantil na Escola Gr\u00e3o de Ch\u00e3o, em S\u00e3o Paulo-SP)<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>Referencial curricular nacional para a educa\u00e7\u00e3o infantil \/ Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e do Desporto, Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Fundamental.Bras\u00edlia: MEC\/SEF, 1998. p. 91. Dispon\u00edvel em: portal.mec.gov.br\/seb\/arquivos\/pdf\/volume3.pdf<\/p>\n<h4>Sequ\u00eancia de atividades do projeto Costureiros reais<\/h4>\n<p>Al\u00e9m das atividades elaboradas para o projeto de Ci\u00eancias propusemos:<\/p>\n<ol>\n<li>Alinhavo livre no isopor.<\/li>\n<li>Desenho e alinhavo no isopor.<\/li>\n<li>Costura de retalhos de papel.<\/li>\n<li>Tingimento de barbante, desenho e colagem do barbante tingido sobre papel.<\/li>\n<li>Costura de Garrafa Pet e peda\u00e7os de pl\u00e1stico (escultura).<\/li>\n<li>Desenho e bordado sobre tela.<\/li>\n<li>Desenho, colagem e costura sobre material sint\u00e9tico.<\/li>\n<li>Roupa M\u00e1gica &#8211; Costura e colagem sobre pano.<\/li>\n<\/ol>\n<h4>Ficha T\u00e9cnica<\/h4>\n<ul>\n<li>Escola Gr\u00e3o de Ch\u00e3o<br \/>\nEndere\u00e7o: Rua Tanabi, 275 \u2013 \u00c1gua Branca. CEP 05002-010 \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 SP<br \/>\nTel.: (11) 3672-0208<br \/>\nSite: www.graodechao.com.br<br \/>\nDiretoras: Luc\u00edlia Helena Franzini, Maria Cec\u00edlia Franzini e Paula Antunes Ruggiero<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o das Ofi cinas de Artes Visuais: Luc\u00edlia Helena Franzini e Paula Antunes Ruggiero<br \/>\nE-mails: lucilia@graodechao.com.br e paula@graodechao.com.br<br \/>\nProfessora: Carolina Rossi<br \/>\nE-mail: carolinarossi@hotmail.com<\/li>\n<\/ul>\n<div id=\"attachment_7326\" style=\"width: 318px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.avisala.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/sus5111.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7326\" class=\"wp-image-7326 size-full\" src=\"http:\/\/www.avisala.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/sus5111.jpg\" alt=\"Montagem com fotos de Luc\u00edlia Helena Franzini\" width=\"308\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/sus5111.jpg 308w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/sus5111-240x300.jpg 240w\" sizes=\"auto, (max-width: 308px) 100vw, 308px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7326\" class=\"wp-caption-text\">Montagem com fotos de Luc\u00edlia Helena Franzini<\/p><\/div>\n<h4>Artistas que bordam:<\/h4>\n<p><strong><em>Jos\u00e9 Leonilson Bezerra Dias<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Leonilson Bezerra Dias (1957-1993), artista cearense, produziu uma obra predominantemente autobiogr\u00e1fica e centrada, fazendo uso recorrente de costuras e bordados, construindo pe\u00e7as que, segundo a cr\u00edtica Lisette Lagnado, foram constru\u00eddas como cartas \u00edntimas. Em 1991, descobriu-se portador do v\u00edrus da Aids e a condi\u00e7\u00e3o de doente parece ter impactado muito sua obra. Seu \u00faltimo trabalho foi uma instala\u00e7\u00e3o concebida para a Capela do Morumbi, em S\u00e3o Paulo (SP), em 1993, revelando um sentido espiritual e fazendo alus\u00e3o \u00e0 fragilidade da vida.<\/p>\n<p>No ano de sua morte, familiares e amigos fundaram o Projeto Leonilson, com o objetivo de organizar os arquivos do artista e de pesquisar, catalogar e divulgar suas obras, visando \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de um cat\u00e1logo geral de sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica de grande import\u00e2ncia no panorama cultural contempor\u00e2neo brasileiro.<\/p>\n<p><em><strong>Bispo do Ros\u00e1rio<\/strong><\/em><br \/>\nArthur Bispo do Ros\u00e1rio (1911-1989), artista sergipano, impregnou em sua obra a tradi\u00e7\u00e3o dos bordados feitos pelos artes\u00e3os de sua terra natal. Partindo das refer\u00eancias encontradas nas vestes e nos arranjos dos santos usados nas festas religiosas, o artista motivou-se a utilizar a mesma t\u00e9cnica em mantos, fich\u00e1rios de nomes e at\u00e9 em um carrossel franc\u00eas antigo, al\u00e9m de outras pe\u00e7as do vestu\u00e1rio.<\/p>\n<p>Vivendo pela arte e para a arte, o artista tamb\u00e9m fez esculturas e instala\u00e7\u00f5es. Bispo do Ros\u00e1rio faleceu no hospital psiqui\u00e1trico em 1989, ap\u00f3s quase 50 anos de recolhimento.<\/p>\n<h4><strong>Para saber mais<\/strong><\/h4>\n<p>Livros<\/p>\n<ul>\n<li>Dossi\u00ea: Entre lugares do corpo e da arte, de Ana Ang\u00e9lica Albano e M\u00e1rcia Strazzacapa (org.).In. Pro-Posi\u00e7\u00f5es\/ UNICAMP. Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o &#8211; Campinas, v.21, n.2 (62), maio\/ago. 2010. Tel.: (19) 3521-5602. Dispon\u00edvel em: mail.fae.unicamp.br\/~proposicoes\/edicoes\/sumario61.html<\/li>\n<li>Criatividade e processo de educa\u00e7\u00e3o, de Fayga Ostrower. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 1977. Tel.: (24) 2233-9000. Site: www.universovozes.com.br<\/li>\n<li>Arte\/Educa\u00e7\u00e3o Contempor\u00e2nea. Conson\u00e2ncias internacionais, de Ana Mae Barbosa (org.). S\u00e3o Paulo: Editora Cortez, 2006. Tel.: (11) 3611-9616. Site: www.cortezeditora.com.br<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre fios e alinhavos, crian\u00e7as de educa\u00e7\u00e3o infantil experimentam diferentes possibilidades de transforma\u00e7\u00e3o de materiais. Por Carolina Rossi<\/p>\n","protected":false},"author":216,"featured_media":7361,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1268,27],"tags":[1304,28,1280,1279,124,1281,1254,711],"class_list":{"0":"post-7323","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-revista-avisa-la-51","8":"category-sustanca","9":"tag-1304","10":"tag-arte","11":"tag-bordado","12":"tag-carolina-rossi","13":"tag-criacao","14":"tag-fios","15":"tag-producao-infantil","16":"tag-transformacao","18":"post-with-thumbnail","19":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7323","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/216"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7323"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7323\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7361"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7323"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7323"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7323"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}