{"id":7304,"date":"2012-08-19T10:48:33","date_gmt":"2012-08-19T13:48:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.avisala.org.br\/?p=7304"},"modified":"2023-03-27T20:04:35","modified_gmt":"2023-03-27T23:04:35","slug":"a-curiosidade-e-o-e-encantamento-de-movimentar-o-corpo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/jeitos-de-cuidar\/a-curiosidade-e-o-e-encantamento-de-movimentar-o-corpo\/","title":{"rendered":"A curiosidade e o e encantamento de movimentar o corpo"},"content":{"rendered":"<h5>O uso do movimento nas escolas de educa\u00e7\u00e3o infantil \u00e9 um daqueles consensos dif\u00edceis de se tornar pr\u00e1tica. Mas para algumas crian\u00e7as ele \u00e9 uma realidade na rotina<\/h5>\n<blockquote><p>Eu me enrolo,<br \/>\nme espicho,<br \/>\naprendo a rolar.<br \/>\nOlho o tatu-bola no ch\u00e3o e na m\u00e3o.<br \/>\nEspio dentro de um buraco que me parece muito<br \/>\nfundo e me estico para dar uma<br \/>\nolhadinha no coelho.<br \/>\nAbaixo e levanto.<br \/>\nMe escondo embaixo da mesa e preciso ficar<br \/>\nmuito alto para alcan\u00e7ar aquela bolinha de<br \/>\nsab\u00e3o que quer escapar.<br \/>\nTesto meu equil\u00edbrio, agora j\u00e1 n\u00e3o caio mais!<br \/>\nMe aperto dentro das caixas, me alongo para<br \/>\nolhar nas janelas.<br \/>\nRodo, giro e rolo, mexo o meu corpo sem parar,<br \/>\ne no final do dia quero um colinho gostoso para<br \/>\nme enroscar!<br \/>\n(Mariana Americano e Carmen Orofino)<\/p><\/blockquote>\n<div id=\"attachment_7307\" style=\"width: 255px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.avisala.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/jeitos5112.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7307\" class=\"wp-image-7307 size-medium\" src=\"http:\/\/www.avisala.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/jeitos5112-245x300.jpg\" alt=\"Foto: Mariana Americano\" width=\"245\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/jeitos5112-245x300.jpg 245w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/jeitos5112.jpg 389w\" sizes=\"auto, (max-width: 245px) 100vw, 245px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7307\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Mariana Americano<\/p><\/div>\n<p>Segundo Rudolf Steiner<sup>1<\/sup>, os primeiros anos de vida de uma crian\u00e7a s\u00e3o principalmente dedicados ao desenvolvimento da motricidade, desde a coordena\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos que controlam o globo ocular e possibilitam a vis\u00e3o do mundo at\u00e9 o controle da cabe\u00e7a, dos bra\u00e7os, das m\u00e3os, do arrastar-se, do rolar, da capacidade de se sentar, seguidos pelo deslocamento no engatinhar e culminando com a posi\u00e7\u00e3o vertical e o andar.<\/p>\n<p>Na Escola Viva, muitas crian\u00e7as, assim que aprendem a andar, passam a fazer parte da nossa escola, num momento em que seu corpo fala muito mais alto do que a comunica\u00e7\u00e3o oral. A curiosidade faz com que as crian\u00e7as queiram conhecer o mundo, explorando cada possibilidade de movimento com o corpo. Para ajud\u00e1-las nesse processo de crescimento, proporcionamos muito mais do que apenas a explora\u00e7\u00e3o natural do espa\u00e7o. Fazemos um planeja mento das atividades, uma organiza\u00e7\u00e3o intencional do espa\u00e7o e um preparo do olhar voltado ao corpo des sas crian\u00e7as, oferecendo desafios e tamb\u00e9m apoio para que se descubram e desenvolvam as habilidades motoras esperadas.<!--more--><\/p>\n<p>Nessa idade, elas j\u00e1 apresentam algumas movimenta\u00e7\u00f5es naturais e outras que v\u00e3o aprendendo e desenvolvendo. Pensando nisto, trabalhamos alguns pontos, como a explora\u00e7\u00e3o de cada uma das partes do nosso corpo, que as ajudam nessa pesquisa corporal. Neste artigo, apresentaremos duas atividades diferentes: uma, preparada num ambiente interno: sala bastante ampla com um grande tapete no ch\u00e3o; outra, realizada nos quintais e demais espa\u00e7os abertos da escola.<\/p>\n<p><strong>1\u00aa atividade: Percep\u00e7\u00e3o corporal com enrolamentos, rolamentos e tor\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nEssa atividade era desenvolvida uma vez por semana, no per\u00edodo de mais ou menos 40 minutos. Nosso primeiro ritual era ir para a sala preparada e tirar os sapatos. Inici\u00e1vamos sensibilizando as crian\u00e7as para cada uma das partes do pr\u00f3prio corpo: deitadas no ch\u00e3o, em cima de um grande tapete, coloc\u00e1vamos uma m\u00fasica e come\u00e7\u00e1vamos a nos movimentar, geralmente pelos nossos p\u00e9s e pernas; depois, as m\u00e3os, os bra\u00e7os e demais partes do corpo. Dependendo do envolvimento das crian\u00e7as, nome\u00e1vamos tamb\u00e9m calcanhar, tornozelo, joelho, pulso, cotovelo, descobrindo juntos as articula\u00e7\u00f5es e suas possibilidades de movimentos.<\/p>\n<p>Dando continuidade a cada movimento, perceb\u00edamos que o nosso corpo era impulsionado para os lados, e assim come\u00e7\u00e1vamos a trabalhar com os enrolamentos e estiramentos. \u00cdamos arrastando, encolhendo e esticando o corpo, rolando para um lado e para outro, experimentando torc\u00ea-lo, endireitando-o. Enfim, rol\u00e1vamos pelo ch\u00e3o descobrindo o movimento e aproveitando as sensa\u00e7\u00f5es proporcionadas por essas brincadeiras.<\/p>\n<p>Aos poucos, \u00edamos testando outros planos, andando, dan\u00e7ando, girando, correndo agachados, apoiando as m\u00e3os no ch\u00e3o, engatinhando, levantando, at\u00e9 que fic\u00e1vamos eretos e come\u00e7\u00e1vamos tudo de novo. Assim, trabalh\u00e1vamos com as crian\u00e7as conceitos como rolamentos, enrolamentos e tor\u00e7\u00f5es, que s\u00e3o movimenta\u00e7\u00f5es naturais no desenvolvimento do rec\u00e9m-nascido. Explor\u00e1-los com as crian\u00e7as dessa idade ajuda em sua conscientiza\u00e7\u00e3o corporal e em esquemas corporais necess\u00e1rios ao seu desenvolvimento.<\/p>\n<p>Durante a atividade, n\u00f3s, professoras, serv\u00edamos de modelo, deitando no ch\u00e3o e nos movimentando, n\u00e3o para que as crian\u00e7as fizessem exata mente o que faz\u00edamos, mas para que elas constru\u00edssem um repert\u00f3rio de movimentos. \u00cdamos descobrindo diversas possibilidades, compartilhando o que faz\u00edamos e ressaltando o que as pr\u00f3prias crian\u00e7as estavam descobrindo.<\/p>\n<p>Outra interfer\u00eancia nossa era quando demonstr\u00e1vamos rela\u00e7\u00f5es entre o que est\u00e1vamos fazendo e a movimenta\u00e7\u00e3o dos animais. Rastejar como as cobras, se enrolar como um tatu-bola, engatinhar e rolar como um gatinho, andar pesado feito um elefante. Cada bicho nos trazia uma nova amplitude de movimenta\u00e7\u00f5es e intensidades.<\/p>\n<p>Uma experi\u00eancia muito agrad\u00e1vel com crian\u00e7as dessa idade era a de testar os movimentos circulares. A sensa\u00e7\u00e3o de rodar em torno de um eixo enchia a carinha delas de felicidade, e as gargalhadas nos mostravam o prazer que elas sentiam. Depois de rodarem em torno de si pr\u00f3prias, elas experimentavam tamb\u00e9m rodar junto com os amigos. Com um, dois, tr\u00eas, ou mesmo todos numa grande roda.<\/p>\n<p>Nessas brincadeiras, cada crian\u00e7a explorava o pr\u00f3prio corpo e, com a ajuda das educadoras provocando certos movimentos em cada uma delas, conseguiam flexionar as pernas, estic\u00e1-las, torcer o corpo para um lado e para o outro, por exemplo.<\/p>\n<p>Com o intuito de aprofundar o conhecimento do pr\u00f3prio corpo utiliz\u00e1vamos v\u00e1rios materiais e, a cada dia, lhes apresent\u00e1vamos um deles: penas, esponjas, pinc\u00e9is, bolinhas, fitas. Com cada material experiment\u00e1vamos as sensa\u00e7\u00f5es provocadas depois de pass\u00e1-lo pelo pr\u00f3prio corpo e pelo corpo do amigo. Eram sensa\u00e7\u00f5es diferentes: algumas faziam c\u00f3cegas, outras davam afli\u00e7\u00e3o&#8230; Cada um reagia de um jeito ao entrar em contato com os materiais oferecidos. Havia os que queriam compartilhar o que sentiam conosco e com as demais crian\u00e7as; outros n\u00e3o. Muitas vezes, esses materiais se transformavam em objetos de brincadeira. Como era gostoso se enrolar naquele monte de fitas! Ou mesmo jogar todas as bolinhas para o alto e sair correndo para procur\u00e1-las. Ops! Caiu embaixo do arm\u00e1rio! Ser\u00e1 que eu consigo me esticar para peg\u00e1-la?<\/p>\n<p><strong>2\u00aa atividade: Espiar<\/strong><br \/>\nAs crian\u00e7as s\u00e3o curiosas naturalmente e gostam de observar entre as frestas, por cima e por debaixo das coisas. Aproveitando esse interesse, come\u00e7amos a trabalhar com o espiar atrav\u00e9s, entre, embaixo e em cima dos objetos, m\u00f3veis, elementos da natureza, e tudo o mais que pudesse nos interessar. Diferentemente da atividade anterior, que tinha uma hora marcada para acontecer, esta acontecia o tempo todo, de modo planejado ou n\u00e3o. Em geral, era no meio da brincadeira que as surpresas apareciam e, assim, consegu\u00edamos todos os corpos em atividade.<\/p>\n<p>Come\u00e7amos a observar a vontade das crian\u00e7as em espiar e prestar aten\u00e7\u00e3o aos tipos de objetos que eles escolhiam para isso. Alguns materiais encontrados no nosso dia a dia passaram a servir como objetos de observa\u00e7\u00e3o. Pneus, por exemplo. Com a carinha dentro deles, as crian\u00e7as exploravam os espa\u00e7os da escola, olhando tudo por dentro desse novo foco.<\/p>\n<p>Nessa mesma proposta, sucatas, brinquedos, pe\u00e7as de jogos, tudo podia se transformar em bin\u00f3culos e nos auxiliar a desbravar o mundo. O mundo que quer\u00edamos olhar, recortado pelas formas dos objetos. Desse modo, prest\u00e1vamos aten\u00e7\u00e3o em coisas que n\u00e3o t\u00ednhamos reparado antes: detalhes do ch\u00e3o, cantinhos da parede, plantas, bichos e at\u00e9 mesmo os amigos! Outra forma de conhecer o mundo era espiar por frestas, buracos, janelas, espa\u00e7os entre as coisas e descobrir o que havia do outro lado. Esticar o corpo para olhar, se encolher para prestar aten\u00e7\u00e3o em algo que estava l\u00e1 embaixo. O mundo era revelado \u00e0 medida que saci\u00e1vamos a nossa curiosidade. Curiosidade e encantamento em conhec\u00ea-lo. Para isso, o nosso corpo estava em a\u00e7\u00e3o, se movimentando com base em um repert\u00f3rio j\u00e1 adquirido e, ao mesmo tempo, experimentando novos movimentos.<\/p>\n<p>Nessa proposta de espiar o mundo, a natureza foi uma grande aliada. A vontade de ver os animais da escola e a admira\u00e7\u00e3o ao se deparar com um animal visitante moviam o nosso corpo, olhos, m\u00e3os, tudo, em busca de um contato. Podia ser uma espiadinha nos marrecos que nadavam no lago, procurar o esconderijo da tartaruga, sair correndo atr\u00e1s dos coelhinhos que fugiram de sua casinha, ou mesmo experimentar a sensa\u00e7\u00e3o gelada de segurar uma minhoca achada num dos canteiros.<\/p>\n<p>E assim, por meio de brincadeiras e atividades cotidianas, pod\u00edamos observar os nossos alunos adquirindo cada vez mais habilidades de subir, descer, abaixar, se esticar, de testar os limites do corpo e, a cada momento, adquirir mais confian\u00e7a em suas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo Wallon<sup>2<\/sup>, as crian\u00e7as falam com o corpo. A atividade muscular possui duas fun\u00e7\u00f5es: a fun\u00e7\u00e3o t\u00f4nica, que regula o grau de tens\u00e3o dos m\u00fasculos (t\u00f4nus) e se relaciona ao controle e ajustamento postural, e a fun\u00e7\u00e3o cin\u00e9tica, respons\u00e1vel pelo controle do estiramento e encurtamento das fibras musculares em coordena\u00e7\u00e3o com os impulsos do sistema nervoso central, que produz o deslocamento do corpo ou partes dele.<\/p>\n<p>Dessa forma, esse trabalho foi se desenvolvendo a partir de situa\u00e7\u00f5es provocadas e de situa\u00e7\u00f5es corriqueiras, sem perder de vista que o que estava planejado era o nosso olhar de educadoras em acompanhar o movimento de cada um dos nossos alunos.<\/p>\n<p>Assistindo a uma palestra da S\u00e3o Paulo Companhia de Dan\u00e7a<sup>3<\/sup>, ouvi a seguinte frase: \u201cEu imprimo no mundo a minha marca atrav\u00e9s do movimento do meu corpo\u201d. E era exatamente isso que est\u00e1vamos observando nos nossos alunos. Cada um tinha a sua marca pr\u00f3pria!<\/p>\n<p>Ainda em rela\u00e7\u00e3o ao nosso olhar, n\u00e3o planejado, mas prestando aten\u00e7\u00e3o aos corpos dos alunos, come\u00e7amos a observar os momentos rotineiros nos quais as crian\u00e7as naturalmente movimentavam o corpo: tentar alcan\u00e7ar uma barra de ferro e nela se pendurar, equilibrar v\u00e1rias pe\u00e7as empilhadas at\u00e9 os bra\u00e7os n\u00e3o alcan\u00e7arem mais o topo da pilha criada, esticar os bra\u00e7os para conseguir abrir a porta da sala, entrar embaixo da mesa para pegar uma pe\u00e7a de brinquedo etc. Foram muitas as conquistas de cada um do grupo em rela\u00e7\u00e3o ao dom\u00ednio do pr\u00f3prio corpo e a capacidade de comandarem os seus movimentos.<\/p>\n<p>Para esse trabalho, as interven\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o foram nossas grandes aliadas. Mud\u00e1vamos as posi\u00e7\u00f5es dos m\u00f3veis, utiliz\u00e1vamos tecidos, fitas, fios e o que mais fosse interessante para provocar um novo tipo de movimento.<\/p>\n<p>Na maioria das vezes, as crian\u00e7as sentavam-se nos banquinhos para desenhar com o papel apoiado na mesa. Passamos, ent\u00e3o, a propor desenhos em pap\u00e9is esticados na parede, no ch\u00e3o e at\u00e9 mesmo espalhados pelo quintal. Dessa forma, a atividade pl\u00e1stica de desenhar ganhava tamb\u00e9m um novo desafio, ou seja, manter o corpo em uma nova posi\u00e7\u00e3o. Como diz Isabel Filgueiras:<\/p>\n<blockquote><p>N\u00f3s n\u00e3o temos um corpo: nosso corpo somos n\u00f3s. O corpo n\u00e3o \u00e9 separado, nem muito menos oposto \u00e0 intelig\u00eancia, aos sentimentos. Ele nos abriga por inteiro. O corpo guarda nossa mem\u00f3ria, nossos desejos, pensamentos e sentimentos. Ele n\u00e3o \u00e9 um instrumento, uma m\u00e1quina de ossos, articula\u00e7\u00f5es, m\u00fasculos e sistemas de distribui\u00e7\u00e3o de energia. Nesta concep\u00e7\u00e3o, o exerc\u00edcio n\u00e3o \u00e9 atividade f\u00edsica, mas corporal, porque envolve o indiv\u00edduo como um todo<sup>4<\/sup>.<\/p><\/blockquote>\n<p>N\u00e3o trabalhamos apenas com o corpo dos alunos, mas com toda a sua integralidade, utilizando a linguagem corporal como impulsionadora do processo de desenvolvimento. Descobrindo e brincando com a pr\u00f3pria imagem, cada crian\u00e7a constr\u00f3i sua maneira de deixar a pr\u00f3pria marca no mundo.<\/p>\n<p>(Mariana Americano, professora de Educa\u00e7\u00e3o Infantil na Escola Viva, em S\u00e3o Paulo\u2013SP)<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>Fil\u00f3sofo austr\u00edaco respons\u00e1vel pelo desenvolvimento da Pedagogia Waldorf no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX<\/p>\n<p><sup>2<\/sup>Henri Paul Hyacinthe Wallon (1879-1962) foi fil\u00f3sofo, m\u00e9dico, psic\u00f3logo e pol\u00edtico franc\u00eas. Tornou-se conhecido por seu trabalho sobre Psicologia do Desenvolvimento.<\/p>\n<p><sup>3<\/sup>Companhia de dan\u00e7a criada em janeiro de 2008 pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo, cuja difus\u00e3o da dan\u00e7a \u00e9 um dos n\u00facleos principais de seu trabalho.<\/p>\n<p><sup>4<\/sup>Movimentar-se \u00e9 preciso, de Isabel Porto Filgueiras. In: Edi\u00e7\u00e3o Especial Nutrir \u2013 Revista Avisa l\u00e1, nov.\/2005.<\/p>\n<h4>Ficha T\u00e9cnica<\/h4>\n<ul>\n<li>Escola Viva<br \/>\nEndere\u00e7o: Rua Professor Vahia de Abreu, 466 &#8211; Vila Ol\u00edmpia &#8211; S\u00e3o Paulo &#8211; SP. CEP 04549-003<br \/>\nTel.: (11) 3053-5840<br \/>\nSite: www.escolaviva.com.br<br \/>\nDire\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica: Heloisa Pavan<br \/>\nE-mail: helo@escolaviva.com.br<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o: Katia Keiko<br \/>\nE-mail: katiakeiko@escolaviva.com.br<br \/>\nProfessora: Mariana Americano<br \/>\nE-mail: americano.mariana@gmail.com<\/li>\n<\/ul>\n<h4><strong>Para saber mais<\/strong><\/h4>\n<p>Livros<\/p>\n<ul>\n<li>O beb\u00ea e a coordena\u00e7\u00e3o motora, de Marie-Madeleine B\u00e9ziers e Yva Hunsinger. Editora Summus. Tel.: (11) 3872-3322. Site: www.gruposummus.com.br<\/li>\n<li>A quest\u00e3o do movimento no cotidiano de uma pr\u00e9-escola, de Izabel Galv\u00e3o. In: Cadernos de Pesquisa, n. 98, p. 37-49, ago. 1996. S\u00e3o Paulo: Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas, 1996. Tel.: (11) 3723-3000. Site: www.scielo.br<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O uso do movimento nas escolas de educa\u00e7\u00e3o infantil \u00e9 um daqueles consensos dif\u00edceis de se tornar pr\u00e1tica. Mas para algumas crian\u00e7as ele \u00e9 uma realidade na rotina. Por Mariana Americano<\/p>\n","protected":false},"author":202,"featured_media":7361,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4,1268],"tags":[1304,1269,227,233,517,730,1188,476,1270,1271],"class_list":{"0":"post-7304","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-jeitos-de-cuidar","8":"category-revista-avisa-la-51","9":"tag-1304","10":"tag-coordenacao-motora","11":"tag-corpo","12":"tag-curiosidade","13":"tag-escola-viva","14":"tag-exercicio","15":"tag-mariana-americano","16":"tag-movimento","17":"tag-rudolf-steiner","18":"tag-waldorf","20":"post-with-thumbnail","21":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7304","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/202"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7304"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7304\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7361"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7304"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7304"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7304"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}