{"id":5280,"date":"2009-08-04T19:02:49","date_gmt":"2009-08-04T22:02:49","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=5280"},"modified":"2023-03-27T19:43:03","modified_gmt":"2023-03-27T22:43:03","slug":"supervisao-pedagogica-como-estrategia-formativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/conteudo-por-edicoes\/revista-avisala-39\/supervisao-pedagogica-como-estrategia-formativa\/","title":{"rendered":"Supervis\u00e3o pedag\u00f3gica como estrat\u00e9gia formativa"},"content":{"rendered":"<h5>Observa\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica durante atividades de leitura pelo professor permite que o formador identifique possibilidades de melhorias da atua\u00e7\u00e3o do coordenador pedag\u00f3gico<\/h5>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-5281\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/avisala_39_forma1.jpg\" alt=\"avisala_39_forma1\" width=\"156\" height=\"221\" \/>No programa Formar em Rede<sup>1<\/sup>, a supervis\u00e3o pelo formador local nas unidades educativas \u00e9 uma das a\u00e7\u00f5es de grande import\u00e2ncia. Tem o objetivo de apoiar e instrumentalizar o desenvolvimento de projetos institucionais. Durante os dois anos de atua\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio de Caxias \u2013 MA, muitos obst\u00e1culos precisaram ser vencidos n\u00e3o s\u00f3 por n\u00f3s, formadoras, como por todos os envolvidos. No percurso, entendemos que algumas estrat\u00e9gias s\u00e3o imprescind\u00edveis para uma reflex\u00e3o sistem\u00e1tica sobre a pr\u00e1tica e, nesse caso, a supervis\u00e3o pedag\u00f3gica foi uma dessas que implementamos, embora com algumas dificuldades.<!--more--> A primeira delas dizia respeito ao paradigma hist\u00f3rico entendido como inspe\u00e7\u00e3o, fiscaliza\u00e7\u00e3o, que culminaria com puni\u00e7\u00e3o no imagin\u00e1rio de muitos profissionais. A segunda relacionava-se ao sentimento de inseguran\u00e7a e vergonha dos professores em terem suas pr\u00e1ticas desveladas. A terceira referia-se \u00e0 dificuldade em definir um foco de observa\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica pedag\u00f3gica dos eixos em estudo (em 2007, o brincar e, em 2008, a aproxima\u00e7\u00e3o com a cultura escrita) quando not\u00e1vamos tantas necessidades formativas. Em nossas primeiras visitas, eram t\u00edpicos alguns comportamentos entre os docentes, entre eles: fecharem a porta de suas salas, enviarem recados r\u00edspidos. A sensa\u00e7\u00e3o de desconforto quando observados por n\u00f3s dava-nos a compreens\u00e3o de que n\u00e3o \u00e9ramos bem-vindas \u00e0quele contexto. Com o olhar voltado ao terceiro aspecto e tentando superar os dois primeiros, iniciamos em 2008 uma sistem\u00e1tica de supervis\u00e3o mensal<sup>2<\/sup> seguindo uma pauta que serviria de modelo para o coordenador da escola, principalmente por se tratar de algo novo em sua pr\u00e1tica. Tomamos as datas definidas na agenda escolar, as turmas determinadas para a supervis\u00e3o e a atividade a ser observada \u2013 leitura pelo professor. Dessa maneira, todos estariam organizados e aguardando nossa visita, que j\u00e1 n\u00e3o seria surpresa. Notamos que essas medidas minimizaram um pouco a ansiedade do grupo, mas ainda t\u00ednhamos muitas de nossas a\u00e7\u00f5es malcompreendidas, inclusive porque n\u00e3o estavam t\u00e3o definidas e claras para n\u00f3s. Outro passo fundamental nesse exerc\u00edcio foi a estrutura\u00e7\u00e3o da pauta de supervis\u00e3o com um foco a ser observado mencionado no objetivo e nas estrat\u00e9gias selecionadas. Inicialmente, sent\u00edamos a necessidade de abarcar tudo na supervis\u00e3o, mas, a partir de trocas de ideias e devolutivas em nossas pautas pela consultora<sup>3<\/sup> fomos ficando mais afinadas no que eleger e por quais motivos. A impress\u00e3o que t\u00ednhamos \u00e9 que superada uma d\u00favida novas quest\u00f5es surgiriam como um espiral que gira em torno de si mesmo. Uma vez resolvido o dilema da elabora\u00e7\u00e3o da pauta ficamos com a d\u00favida de como dar vida e sentido ao registro. Ir\u00edamos apenas ler para as coordenadoras pedag\u00f3gicas a pauta ou far\u00edamos tamb\u00e9m a supervis\u00e3o nas salas? Compreendemos, ent\u00e3o, que ter\u00edamos de realizar as duas a\u00e7\u00f5es. No entanto, ainda nos restava outra inquieta\u00e7\u00e3o: como compartilhar com os coordenadores e diretores as informa\u00e7\u00f5es coletadas na supervis\u00e3o<sup>4<\/sup>? <strong>Conquista de confian\u00e7a<\/strong> Realiz\u00e1vamos a supervis\u00e3o em uma sala e convers\u00e1vamos com o professor sobre alguns pontos observados para serem objetos de reflex\u00e3o. Avaliamos que este ainda n\u00e3o era o melhor formato e resolvemos alterar o nosso encaminhamento. Decidimos manter a supervis\u00e3o na sala de aula, por\u00e9m n\u00e3o compartilhar diretamente com os professores as observa\u00e7\u00f5es. Nossa atitude era mais atuar como refer\u00eancia. Onde encontr\u00e1vamos abertura, particip\u00e1vamos da roda da conversa depois da leitura com as crian\u00e7as e atu\u00e1vamos como parceiro mais experiente e modelo para a professora e a coordenadora que nos acompanhavam nessa atua\u00e7\u00e3o. Esse formato foi mais bem aceito e produtivo e, assim, ficou estruturada nossa sistem\u00e1tica. No primeiro momento, convers\u00e1vamos com o coordenador e o diretor sobre o foco do trabalho, apresentando e discutindo a pauta. Nessa oportunidade eles sempre relatavam as ang\u00fastias vividas no exerc\u00edcio de formador, como a resist\u00eancia de professores em planejar os momentos de leitura, de fazer registros escritos reflexivos, de realizar leituras para as crian\u00e7as com um fim em si mesmas e n\u00e3o a merc\u00ea de outras atividades. As conversas foram sempre muito produtivas porque sab\u00edamos pelos relatos como estava o envolvimento deles com a forma\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m era um momento de acompanhar de perto as a\u00e7\u00f5es do projeto institucional e as mudan\u00e7as n\u00e3o s\u00f3 organizacionais, como as did\u00e1ticas. Essa aproxima\u00e7\u00e3o s\u00f3 se deu pela regularidade de nossas visitas uma vez que os encontros de forma\u00e7\u00e3o n\u00e3o contemplavam uma conversa mais intimista. \u00c0 medida que o grupo de gestores foi significando a supervis\u00e3o como mais uma estrat\u00e9gia formativa, muitos equ\u00edvocos, problemas e desconhecimentos foram sendo compartilhados num clima de mais confian\u00e7a entre parceiros. Um exemplo: para os formadores da escola n\u00e3o era claro que o professor precisava organizar a roda de leitura pensando em todos os momentos (antes, durante e depois), mas apenas ler as hist\u00f3rias previamente. Tamb\u00e9m foi poss\u00edvel esclarecer a diferen\u00e7a entre ler e contar hist\u00f3rias. Havia professores que ora liam ora contavam e todos consideravam como uma boa pr\u00e1tica, pois envolvia os ouvintes. Nas reuni\u00f5es que aconteciam em seguida \u00e0s observa\u00e7\u00f5es realizadas, pontu\u00e1vamos os avan\u00e7os, as dificuldades, e reflet\u00edamos de que modo poder\u00edamos auxiliar o professor na realiza\u00e7\u00e3o de atividades mais significativas. Esse movimento contribuiu para instrumentalizar o olhar do coordenador e do diretor. Conclu\u00edmos que era fundamental criar situa\u00e7\u00f5es em que os professores vivenciassem a leitura de hist\u00f3rias e quisessem compartilhar para num segundo momento analisar essas situa\u00e7\u00f5es hom\u00f3logas. Ou seja, se para o adulto era prazeroso ouvir boas hist\u00f3rias e despertar o desejo de conhecer outras, para a crian\u00e7a seria bem semelhante se tivessem essa intencionalidade. No entanto, esse discurso s\u00f3 ganhou sentido depois de ser realmente compreendido pelos gestores que passaram a ter novos observ\u00e1veis para promover interven\u00e7\u00f5es importantes. Aqui se dava o elo com os encontros de forma\u00e7\u00e3o, pois, nesses momentos, assum\u00edamos o papel de leitoras mais experientes e cuid\u00e1vamos n\u00e3o s\u00f3 da escolha, como tamb\u00e9m de seu preparo. Cientes da necessidade e expostos a bons modelos, os coordenadores reproduziam em seus encontros esse papel a fim de seduzir o professor a realizar rodas mais qualificadas com suas turmas. Foram muitas outras quest\u00f5es discutidas nas supervis\u00f5es que auxiliaram o coordenador e o diretor nas suas tarefas de formador, dentre elas, explicitar para todos os comportamentos leitores exercidos por professores e crian\u00e7as no momento da roda, como: expressar suas impress\u00f5es sobre a hist\u00f3ria a ser lida no in\u00edcio e final. A tomada de consci\u00eancia desse e de outros comportamentos leitores permitiu que deix\u00e1ssemos mais vis\u00edveis os avan\u00e7os alcan\u00e7ados com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aproxima\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a com a cultura escrita, assim como tamb\u00e9m do adulto, que passou a explicitar de forma intencional esses comportamentos. O segundo comportamento leitor conquistado e apropriado pelos profissionais, que incidiu em bons resultados, foi compartilhar informa\u00e7\u00f5es sobre o contexto de produ\u00e7\u00e3o e o autor da hist\u00f3ria. O terceiro foi a troca de opini\u00f5es sobre os fatos e pontos mais interessantes entre os que ouviam. <strong>Profissionais mais seguros<\/strong> As mudan\u00e7as ficavam evidentes a cada dia e tanto os coordenadores como diretores passaram a realizar com mais compet\u00eancia suas supervis\u00f5es, o que refletia em professores mais descontra\u00eddos e seguros, mesmo em nossa presen\u00e7a. Assim, encontramos um formato que para nossa realidade ia ao encontro das necessidades: experi\u00eancias pr\u00e9vias respeitando a individualidade e o tempo de cada um. Outra decis\u00e3o fundamental foi o fato de que o observado por n\u00f3s n\u00e3o seria objeto de discuss\u00e3o do coordenador com o professor de maneira direta e sim fonte de informa\u00e7\u00e3o e roteiro do que o coordenador e o diretor deviam buscar em suas observa\u00e7\u00f5es. Acreditamos ter instrumentalizado os gestores para que de modo aut\u00f4nomo passassem a fazer os questionamentos para o professor tomar consci\u00eancia do pr\u00f3prio agir e assumir uma postura mais reflexiva. O relato de Raimunda Viveiros (Mundoca), coordenadora pedag\u00f3gica do Centro de Educa\u00e7\u00e3o Infantil Rosina, evidencia como a supervis\u00e3o contribui para o seu papel de formadora.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cO processo ajudou na minha \u2018ansiedade\u2019. Achava que n\u00e3o ia conseguir ser uma coordenadora, mas, na conversa com voc\u00eas durante as supervis\u00f5es, ficava mais calma. Fazia uma esp\u00e9cie de ensaio em cima dos pontos discutidos e, ent\u00e3o, tinha outras ideias de como melhorar o trabalho do professor. Passei a deix\u00e1-lo mais \u00e0 vontade porque antes eu cobrava muito&#8230; Minha aprendizagem n\u00e3o foi s\u00f3 na parte intelectual, mas emocional, at\u00e9 f\u00edsica, pois me sentia cansada. Este ano vai ser mais f\u00e1cil. A elabora\u00e7\u00e3o de pautas passou a ser rotina na minha pr\u00e1tica e tamb\u00e9m na escola. Nas conversas com as crian\u00e7as, sentimos a necessidade de registrar tudo. N\u00e3o sabemos fazer nada sem registrar. A paci\u00eancia, a toler\u00e2ncia, a busca de fontes tornou-se uma pr\u00e1tica constante.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>Muitas vezes, o coordenador relatava que alguns professores julgavam que a presen\u00e7a do formador local atrapalhava a rotina de trabalho ao realizar a roda de leitura. Compreendemos, ent\u00e3o, que a leitura pelo professor ainda n\u00e3o era uma atividade permanente e precisava ser para que as rodas n\u00e3o se tornassem momentos pontuais s\u00f3 ligadas \u00e0s supervis\u00f5es. Buscamos indagar o coordenador de como estava estruturada a rotina da escola e para nossa surpresa, em algumas institui\u00e7\u00f5es, o que a determinava era o tempo necess\u00e1rio para as crian\u00e7as realizarem as atividades de escrita, isto \u00e9, c\u00f3pia de letras e n\u00fameros. A (re) estrutura\u00e7\u00e3o contemplando a roda de leitura como atividade permanente diminuiu as atividades inadequadas e tornou poss\u00edvel a reflex\u00e3o do professor sobre esse momento. Sendo realizadas diariamente, as rodas de leitura fizeram todos ampliarem o repert\u00f3rio de hist\u00f3rias conhecidas e se tornarem bem mais criteriosos na escolha de bons livros para serem lidos. No in\u00edcio deste ano, as sete escolas do nosso grupo pontuaram como ganho a (re)estrutura\u00e7\u00e3o da rotina escolar otimizando o tempo, organizando a pr\u00e1tica dos professores, tornando as propostas pedag\u00f3gicas mais din\u00e2micas e produtivas. O que podemos concluir \u00e9 que nessa jornada de formador o uso da supervis\u00e3o como estrat\u00e9gia formativa nos fez enfrentar muitos desafios e construir muitas aprendizagens. A principal delas \u00e9 que a supervis\u00e3o \u00e9 um processo e o seu formato \u00e9 constru\u00eddo nas idas e vindas da forma\u00e7\u00e3o. N\u00e3o existe estrutura definida para se ter um bom ou mau resultado, sua valida\u00e7\u00e3o depende de quem est\u00e1 realizando, com que finalidade e para qual p\u00fablico. O desenho definido pelo munic\u00edpio de Caxias \u2013 MA trouxe bons resultados. Por\u00e9m necessitamos fazer adequa\u00e7\u00f5es a cada etapa, pois sempre h\u00e1 profissionais diferentes, com novos olhares e outros dilemas. Nos dizeres de Isabel Alarc\u00e3o<sup>4<\/sup>: \u201csupervisionar dever\u00e1 ser um processo de intera\u00e7\u00e3o consigo e com os outros, devendo incluir observa\u00e7\u00e3o, reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o do e com o professor\u201d<sup>5<\/sup>. A concep\u00e7\u00e3o de supervis\u00e3o definida pela autora valida o perfil dos profissionais que atingiram bons resultados. Todos os que enfrentaram os desafios apresentados e que exerceram a postura de parceiro mais experiente na escola conseguiram trabalhar coletivamente. Com isso, os professores constru\u00edram muitas aprendizagens externadas nos momentos das rodas de leitura, nos depoimentos e nos desempenhos dos pequenos que culminaram em bons registros escritos. Em 2007, realizamos apenas uma supervis\u00e3o e no ano de 2008 fizemos seis. Das sete escolas do grupo, cinco t\u00eam a pr\u00e1tica orientada por uma pauta como a\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel da forma\u00e7\u00e3o, ou seja, faz parte da rotina do coordenador, sendo realizada todos os meses em cada sala da institui\u00e7\u00e3o. Mesmo que n\u00e3o fa\u00e7amos a nossa supervis\u00e3o em determinado m\u00eas, as coordenadoras elaboram suas pautas e nos procuram em busca de devolutiva e an\u00e1lise de seu registro. A cada passo dado descobrem-se novos obst\u00e1culos e percebem-se os desafios vencidos, fazendo do ontem uma experi\u00eancia, do hoje um exerc\u00edcio de descobertas e do amanh\u00e3 o limiar na (re)constru\u00e7\u00e3o de novas pr\u00e1ticas, capazes de formar cidad\u00e3os e cidad\u00e3s mais felizes. (Maria de Nazareth Fernandes Martins e Neonilia Viana Maia Alves, formadoras local do Programa Formar em Rede do Munic\u00edpio de Caxias \u2013 MA) <sup>1<\/sup>Programa de forma\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia desenvolvido em 15 munic\u00edpios diferentes. \u00c9 uma iniciativa conjunta dos Institutos Avisa L\u00e1 e Raz\u00e3o Social em parceria com o Instituto C&amp;A, Gerdau e Natura. <sup>2<\/sup>A observa\u00e7\u00e3o em sala \u00e9 usualmente feita pelo coordenador pedag\u00f3gico. No caso, os formadores locais excepcionalmente atuaram diretamente para atender demanda espec\u00edfica do munic\u00edpio. <sup>3<\/sup>Consultora do Instituto Avisa L\u00e1 para o Programa Formar em Rede. <sup>4<\/sup>O papel do formador local nas situa\u00e7\u00f5es regulares \u00e9 tematizar as pr\u00e1ticas do coordenador pedag\u00f3gico para que este possa, cada vez mais, assumi-las com autonomia, assegurando o seu lugar de formador dentro da escola. <sup>5<\/sup>Professora cated\u00e1trica aposentada da Universidade de Aveiro, em Portugal e membro fundador da Unidade\/Centro de Investiga\u00e7\u00e3o Did\u00e1tica e Tecnologia Educativa na Forma\u00e7\u00e3o de Professores. Tem desenvolvido intensa atividade pedag\u00f3gica e cient\u00edfica em duas \u00e1reas que procurou interligar: Did\u00e1tica e Supervis\u00e3o. <sup>6<\/sup>AMARAL, Maria Jo\u00e3o et al. O papel do supervisor no desenvolvimento do professor reflexivo: estrat\u00e9gias de supervis\u00e3o. In: ALARC\u00c3O, Isabel (org.) Forma\u00e7\u00e3o Reflexiva de Professores: estrat\u00e9gias de supervis\u00e3o. Cole\u00e7\u00e3o: Cadernos Cidine. Porto Editora, 1996.<\/p>\n<div id=\"attachment_5282\" style=\"width: 326px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5282\" class=\"size-full wp-image-5282 \" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/avisala_39_forma2.jpg\" alt=\"Memorial da Balaiada\" width=\"316\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/avisala_39_forma2.jpg 316w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/04\/avisala_39_forma2-300x268.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 316px) 100vw, 316px\" \/><p id=\"caption-attachment-5282\" class=\"wp-caption-text\">Memorial da Balaiada<\/p><\/div>\n<h4>Ficha t\u00e9cnica<\/h4>\n<p>Programa: Formar em Rede Coordenadora (na \u00e9poca da supervis\u00e3o): Luciana Hubner Consultora: Renata Frauendorf Responsabilidade t\u00e9cnica: Instituto Avisa L\u00e1 Parceiros: Instituto Raz\u00e3o Social em parceria com o Instituto C&amp;A, Gerdau e a Natura Desenvolvimento: Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o de Caxias \u2013 Maranh\u00e3o. Departamento de Educa\u00e7\u00e3o Infantil \u2013 P\u00e7a. Panteon, s\/no \u2013 Caxias \u2013 MA. CEP 65000-600 &#8211; Tel.: (99) 3521-2588 Site: www.formaremrede.org.br<\/p>\n<h4>Para saber mais<\/h4>\n<p><strong>Livros<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Escola reflexiva e supervis\u00e3o: uma escola em desenvolvimento e aprendizagem, de Isabel Alarc\u00e3o, Porto Editora, Portugal. Tel.: (+351) 22 608 83 00. Fax: (+351) 22 608 83 01. Site: www.portoeditora.pt<\/li>\n<li>Professores reflexivos em uma escola reflexiva, de Isabel Alarc\u00e3o, Editora Cortez. Tel.: (11) 3611-9616. Site: www.cortezeditora.com.br<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Observa\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica durante atividades de leitura pelo professor permite que o formador identifique possibilidades de melhorias da atua\u00e7\u00e3o do coordenador pedag\u00f3gico. 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