{"id":5059,"date":"2003-07-22T01:06:29","date_gmt":"2003-07-22T04:06:29","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=5059"},"modified":"2023-03-27T17:03:57","modified_gmt":"2023-03-27T20:03:57","slug":"viva-a-banda-e-a-carmen-miranda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/tempo-didadico\/viva-a-banda-e-a-carmen-miranda\/","title":{"rendered":"Viva a banda e a Carmen Miranda !!"},"content":{"rendered":"<h5>Por meio da brincadeira e da m\u00fasica popular crian\u00e7as de 3 anos conhecem um jeito de ser brasileiro<\/h5>\n<div id=\"attachment_5061\" style=\"width: 147px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/avisala_15_carmen2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5061\" class=\"size-full wp-image-5061\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/avisala_15_carmen2.jpg\" alt=\"Clara - 3 anos\" width=\"137\" height=\"280\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-5061\" class=\"wp-caption-text\">Clara &#8211; 3 anos<\/p><\/div>\n<p>Ao planejar as primeiras atividades de in\u00edcio do ano, procurei um assunto que pudesse interessar \u00e0s crian\u00e7as de 3 anos e que fugisse um pouco dos temas tradicionais para a faixa et\u00e1ria. Como o carnaval estava pr\u00f3ximo, lembrei-me das marchinhas carnavalescas de antigamente, a que dificilmente as crian\u00e7as t\u00eam acesso nos dias de hoje. Apostei que os pequenos se envolveriam com o ritmo alegre, as letras divertidas e a possibilidade de cantar e dan\u00e7ar. A escolha das m\u00fasicas possibilitou o contato com informa\u00e7\u00f5es interessantes da \u00e9poca em que foram compostas e divulgadas.<br \/>\n<!--more--><br \/>\nFoi nas d\u00e9cadas de 30 e 40 que surgiram os aparelhos com v\u00e1lvulas e o r\u00e1dio brasileiro ganhou personalidade popular e urbana com sambas e reclames (an\u00fancios comerciais). Surgiu tamb\u00e9m o cinema falado, que sincronizava as grava\u00e7\u00f5es de um disco aos l\u00e1bios dos atores. Artistas cantavam e dan\u00e7avam para o p\u00fablico nas salas de cinema. O cinema sonoro levava \u00e0s telas artistas e ritmos populares. Era a \u00e9poca dos grandes carnavais de rua: desfiles, cord\u00f5es, corsos, entrudos, confetes e serpentinas; fantasias de arlequim, pierr\u00f4 e colombina. Era a vez do samba e da marchinha. O carnaval seria, a partir de ent\u00e3o, pano de fundo freq\u00fcente dos filmes. Abriu-se a era dos filmes carnavalescos, com n\u00fameros musicais protagonizados por astros do disco e do r\u00e1dio. Foi um per\u00edodo de ouro para a produ\u00e7\u00e3o musical brasileira.<\/p>\n<p>Com essas informa\u00e7\u00f5es, tive a certeza de ter \u00e0 m\u00e3o material rico e farto, o que garantiria maiores fontes de conhecimento e divers\u00e3o para as crian\u00e7as. Apresentei-lhes, nos primeiros dias de aula, algumas marchinhas de Braguinha. Foi um sucesso! Iniciar o ano com can\u00e7\u00f5es singelas, alegres, de rimas f\u00e1ceis para decorar e brincar, favoreceu uma boa integra\u00e7\u00e3o entre as crian\u00e7as do grupo, comigo e com a escola. Mas o interesse pelas can\u00e7\u00f5es foi grande e se manteve, mesmo depois do carnaval. Ent\u00e3o pensei: por que n\u00e3o aproveitar o entusiasmo e desenvolver um projeto de maior f\u00f4lego que estivesse ligado \u00e0 m\u00fasica popular brasileira?<\/p>\n<p><strong>As cores, o canto e os movimentos de Carmen Miranda<\/strong><br \/>\nPara as crian\u00e7as de 3 anos, um importante objetivo do trabalho com a m\u00fasica \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o de repert\u00f3rio. E eu, como professora do grupo, queria que tivessem oportunidade de conhecer um pouco da diversidade musical e cultural brasileira, ao entrar em contato com int\u00e9rpretes importantes da MPB. Era uma forma de apresentar-lhes um pouco do nosso pa\u00eds. Por outro lado, sabendo que crian\u00e7as pequenas estabelecem uma liga\u00e7\u00e3o muito forte com imagens e com movimentos, a escolha do int\u00e9rprete a ser trabalhado n\u00e3o poderia ser outra: Carmen Miranda. Que outro personagem da nossa m\u00fasica une t\u00e3o bem som, cor e movimento?<\/p>\n<p>Foi assim que Carmen Miranda reviveu naquela sala, com seus balangand\u00e3s, turbantes com frutas tropicais, vestidos brilhantes e coloridos, com sua dan\u00e7a especial e, principalmente, com muita m\u00fasica. Embora Carmen Miranda tenha sido usada, at\u00e9 hoje, como uma esp\u00e9cie de s\u00edmbolo do Brasil, sabemos que h\u00e1 uma boa dose de estereotipia na caracteriza\u00e7\u00e3o da imagem da cantora. Mesmo assim, ela \u00e9 parte de nosso patrim\u00f4nio cultural e art\u00edstico, ainda que muitos a considerem americanizada. Na verdade, os anos em que morou e atuou no cinema americano deixaram sua marca, mas n\u00e3o se pode negar o papel de destaque que possui na hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira.<\/p>\n<p>O que \u00e9 que a baiana tem?, um de seus maiores sucessos, foi composto por Dorival Caymmi, que se inspirou nas lembran\u00e7as de sua inf\u00e2ncia. Carmen Miranda, ao cant\u00e1-lo, vestia fantasias lembrando as vendedoras ambulantes, com tabuleiros de frutas e quitutes das ruas do Rio e de Salvador. Usava torso de seda, pano da costa, bata rendada, saia engomada, brincos, pulseiras e correntes, fixando a imagem de uma \u201cbaiana estilizada\u201d, no exterior. Foi a primeira grande estrela que representou o Pa\u00eds para o mundo, divulgando, principalmente a m\u00fasica popular brasileira. E as crian\u00e7as poderiam aprender tudo isso por meio de conversas, observando as imagens da \u00e9poca, assistindo a trechos de filmes e document\u00e1rios, desenhando, cantando e dan\u00e7ando, sempre interagindo ludicamente com os conhecimentos, pois sabemos que, nessa fase da vida, brincar \u00e9 fundamental.<\/p>\n<div id=\"attachment_5062\" style=\"width: 140px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/avisala_15_carmen1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5062\" class=\"size-full wp-image-5062\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/avisala_15_carmen1.jpg\" alt=\"Carolina - 3 anos\" width=\"130\" height=\"370\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/avisala_15_carmen1.jpg 130w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/avisala_15_carmen1-105x300.jpg 105w\" sizes=\"auto, (max-width: 130px) 100vw, 130px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-5062\" class=\"wp-caption-text\">Carolina &#8211; 3 anos<\/p><\/div>\n<p><strong>Diferentes representa\u00e7\u00f5es de Carmen Miranda<\/strong><br \/>\nEm nossa primeira conversa, contei quem era a cantora, seu nome, o que gostava de usar. Falamos sobre as frutas que usava em sua cabe\u00e7a, o modo como mexia as m\u00e3os e dan\u00e7ava ao mesmo tempo e ouvimos, em seguida, a m\u00fasica, \u201cAl\u00f4, Al\u00f4&#8230;\u201d. As crian\u00e7as apreciaram tanto que pediram para ouvi-la mais de uma vez. O mais interessante foi observ\u00e1-las cantando a can\u00e7\u00e3o, mesmo sem conhecer totalmente a letra. Foram muitas as conversas sobre a hist\u00f3ria da cantora e atriz, seu modo de vestir, de cantar e dan\u00e7ar. Interessadas e envolvidas, as crian\u00e7as come\u00e7aram a familiarizar-se com ela:<\/p>\n<p>\u2013 Ela j\u00e1 morreu, F\u00ea?<br \/>\n\u2013 Ela gostava de usar bananas na cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Nessas rodas, convers\u00e1vamos tamb\u00e9m sobre sua vida. Ficaram sabendo que havia nascido em Portugal e vindo morar no Brasil ainda beb\u00ea, na cidade do Rio de Janeiro. Havia trabalhado em uma loja de chap\u00e9us, cantado na r\u00e1dio e se apresentado com os m\u00fasicos do Bando da Lua. Tiveram a oportunidade de conhecer seu lado de atriz e assistiram a muitos trechos de filmes onde atuava. Al\u00e9m disso observaram as fotos e imagens das in\u00fameras reportagens das quais foi alvo. As crian\u00e7as foram se apropriando de muitas informa\u00e7\u00f5es que as aproximavam cada vez mais da artista. Olhando as fotos, comentavam:<\/p>\n<p>\u2013 Posso ver aquela foto que ela t\u00e1 no quarto dela?<br \/>\n\u2013 Ela usava muitos colares e pulseiras&#8230;<br \/>\n\u2013 E brincos tamb\u00e9m, n\u00e9?<br \/>\n\u2013 Aqui, ela tava lendo jornal na piscina da casa dela.<\/p>\n<p>Ouv\u00edamos as can\u00e7\u00f5es Al\u00f4, Al\u00f4, Ta\u00ed&#8230;, Tic tac do meu cora\u00e7\u00e3o, No tabuleiro da baiana tem&#8230;, O que \u00e9 que a baiana tem?. O grupo n\u00e3o resistia. Alguns dan\u00e7avam e sorriam, outros dan\u00e7avam mais discretamente e observavam a rea\u00e7\u00e3o dos colegas. Com m\u00e3os dadas, dan\u00e7avam juntos. O figurino Carmen Miranda dava in\u00edcio ao nosso show: colares, pulseiras, panos, len\u00e7os, frutas, instrumentos. A grande maioria do grupo queria colocar as frutas na cabe\u00e7a:<\/p>\n<p>\u2013 Eu quero colocar as frutas na cabe\u00e7a.<br \/>\n\u2013 F\u00ea, p\u00f5e a m\u00fasica da Carmen?<br \/>\n\u2013 Eu quero cantar Carmen Miranda.<\/p>\n<p>Outros escolhiam alguns instrumentos para tocar e brincar de m\u00fasicos.<\/p>\n<p>\u2013 Eu vou ser o m\u00fasico do Bando da Lua.<\/p>\n<p>A\u00e7\u00e3o e movimento compunham o imagin\u00e1rio Carmen Miranda. Ela estava cada vez mais presente, viva em nosso dia-a-dia. Familiarizadas com a cantora, com suas can\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas, as crian\u00e7as evocavam sentimentos, emo\u00e7\u00f5es e significados em um cen\u00e1rio l\u00fadico. Brincar funciona como um cen\u00e1rio no qual as crian\u00e7as tornam-se capazes n\u00e3o s\u00f3 de imitar a vida, como tamb\u00e9m de transform\u00e1la. (&#8230;) Quando utilizam a linguagem do faz-de-conta, as crian\u00e7as enriquecem sua identidade, porque podem experimentar outras formas de ser e pensar, ampliando suas concep\u00e7\u00f5es sobre as coisas e pessoas ao desempenhar v\u00e1rios pap\u00e9is sociais ou personagens.<sup>1<\/sup><\/p>\n<p>Relacionar-se com Carmen Miranda, conhec\u00ea-la, apreci\u00e1-la, estimar sua voz, suas can\u00e7\u00f5es, favoreceu a express\u00e3o nas mais diferentes linguagens, al\u00e9m da musical, da corporal e da simb\u00f3lica. As crian\u00e7as naturalmente desenvolveram muito a oralidade. N\u00e3o se limitavam a pedir, ouvir e reconhecer can\u00e7\u00f5es. Com ousadia, tocavam os instrumentos e cantavam sem cerim\u00f4nia. Da mesma forma, os novos conhecimentos apareciam influenciando o desenho e as produ\u00e7\u00f5es pl\u00e1sticas:<\/p>\n<p>\u2013 Vou desenhar os colares da Carmen&#8230;<br \/>\n\u2013 Eu fiz as frutas.Aqui em cima da cabe\u00e7a dela!<\/p>\n<p><strong>Trechos de filmes e document\u00e1rios como aliados do conhecimento<\/strong><br \/>\nA participa\u00e7\u00e3o dos pais, que emprestaram fitas de v\u00eddeo com cenas de filmes antigos e document\u00e1rios, foi decisiva para o sucesso do projeto.O assunto provou ter interesse tamb\u00e9m para a fam\u00edlia. Foi muito apreciado pelas crian\u00e7as o document\u00e1rio sobre a Tropic\u00e1lia, por exemplo, no qual Caetano Veloso fala de Carmen Miranda, de sua voz, de seu jeito exuberante de ser. As crian\u00e7as ficaram encantadas quando puderam v\u00ea-la cantando The lady in the tutti-frutti hat com um turbante de frutas tropicais na cabe\u00e7a. Pediram que eu retomasse muitas vezes a pequena parte do v\u00eddeo onde ela aparecia. Assistiram tamb\u00e9m ao trecho do filme Entre a loura e a morena, em que Carmen Miranda, entre muitas bananas, desce de um carro com a ajuda dos m\u00fasicos do Bando da Lua:<\/p>\n<p>Olha! T\u00e1 aparecendo a barriga dela!<\/p>\n<p>Foram muitas as rea\u00e7\u00f5es: os olhos brilhavam ao observar a artista dan\u00e7ando; e, sem perceberem, sentadas no ch\u00e3o, balan\u00e7avam o corpo; olhavam e sorriam, encantadas com a cena; prestavam aten\u00e7\u00e3o em todos os movimentos de Carmen Miranda. Diferentes trechos de filmes, como Copacabana, em que aparece cantando Tico-tico no fub\u00e1, Banana da Terra, O que \u00e9 que a baiana tem?, etc., foram apresentados para as crian\u00e7as. Aurora Miranda, irm\u00e3 de Carmen, tamb\u00e9m foi admirada por todos do grupo ao assistirem ao filme Voc\u00ea j\u00e1 foi \u00e0 Bahia?. Outros personagens ligados \u00e0 cantora passaram a ser conhecidos pelas crian\u00e7as.<\/p>\n<p>\u2013 Vai aparecer a Carmen Miranda?<br \/>\n\u2013 N\u00e3o nesse filme. Quem vai aparecer \u00e9 a irm\u00e3 dela, a Aurora Miranda, cantando Os quindim de Yay\u00e1.<br \/>\n\u2013 Eu vi esse filme. Eu peguei na locadora. Lembra que eu te contei, F\u00ea?<br \/>\n\u2013 Olha! O Z\u00e9 Carioca!<br \/>\n\u2013 E o Pato Donald tamb\u00e9m&#8230;<br \/>\n\u2013 Eu que trouxe esse filme.<\/p>\n<p>Carmen Miranda de certa forma traduz em parte a imagem positiva de ser brasileiro. A alegria, a cor, o movimento e a m\u00fasica fazem parte de um Brasil que gostamos de reconhecer como nosso. Ao cantar suas can\u00e7\u00f5es, conhecer e admirar essa artista, com certeza aprendemos muito sobre ela, mas tamb\u00e9m sobre n\u00f3s mesmos!<\/p>\n<p>(Maria Fernanda Velloso Vignola de Carvalho, professora do grupo 3 da Escola Logos, em 2002)<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>Referencial Curricular Nacional para Educa\u00e7\u00e3o Infantil \u2013 volume 2: Forma\u00e7\u00e3o Social e Pessoal \u2013 Aprendizagem \u2013 Brincar. Bras\u00edlia: MEC\/SEF, 1998, p\u00e1gs. 22 \u2013 23.<\/p>\n<div id=\"attachment_5063\" style=\"width: 294px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/avisala_15_carmen3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5063\" class=\"size-full wp-image-5063\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/avisala_15_carmen3.jpg\" alt=\"Carolina, Isabel e Clara brincam de Carmen Miranda.\" width=\"284\" height=\"211\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-5063\" class=\"wp-caption-text\">Carolina, Isabel e Clara brincam de Carmen Miranda.<\/p><\/div>\n<h4>Ficha t\u00e9cnica<\/h4>\n<p>Fernanda, tel.: (11) 3021-2169<br \/>\ne-mail: fevignola@uol.com.br<\/p>\n<h4>Para saber Mais<\/h4>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Carmen Miranda foi a Washington. Ana Rita Mendon\u00e7a. Ed. Record, Rio de Janeiro, 1999. Televendas: (11) 3331-6166<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Filmes<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Aconteceu em Havana \u2013 1941<\/li>\n<li>Copacabana \u2013 1947<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>CDs<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Carmen Miranda, vols. 1,2,3,4 e 5. Gravadora: EMI<\/li>\n<li>A nossa Carmen Miranda &#8211; Gravadora EMI<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><br \/>\nNa Internet<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>www.sec.rj.gov.br\/webmuseu\/carmen.htm<\/li>\n<li>www.samba-choro.com.br\/artistas\/carmenmiranda<\/li>\n<li>www.mpbnet.com.br\/musicos\/carmen.miranda<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por meio da brincadeira e da m\u00fasica popular crian\u00e7as de 3 anos conhecem um jeito de ser brasileiro. Por Maria Fernanda Velloso Vignola de Carvalho<\/p>\n","protected":false},"author":73,"featured_media":2054,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[376,34],"tags":[1104,700,1015,930,246,196,439,1014,333,214],"class_list":{"0":"post-5059","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-revista-avisala-15","8":"category-tempo-didadico","9":"tag-revista-avisa-la-2003","10":"tag-brasil","11":"tag-carmen-miranda","12":"tag-carnaval","13":"tag-conhecimento","14":"tag-cultura","15":"tag-danca","16":"tag-maria-fernanda-velloso-vignola-de-carvalho","17":"tag-musica","18":"tag-pesquisa","20":"post-with-thumbnail","21":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5059","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/73"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5059"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5059\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2054"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5059"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5059"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5059"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}