{"id":48,"date":"1999-06-29T20:04:44","date_gmt":"1999-06-29T23:04:44","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=48"},"modified":"2023-03-27T10:18:05","modified_gmt":"2023-03-27T13:18:05","slug":"como-descobrir-o-que-as-criancas-conhecem-sobre-a-escrita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/conteudo-por-edicoes\/revista-avisala-01\/como-descobrir-o-que-as-criancas-conhecem-sobre-a-escrita\/","title":{"rendered":"Como descobrir o que as crian\u00e7as conhecem sobre a escrita"},"content":{"rendered":"<p>As crian\u00e7as, desde cedo, pensam a respeito de muitos assuntos, tentando explicar e dar alguma ordem \u00e0s coisas que v\u00eaem no mundo. Quando elas se deparam com a escrita, por exemplo, pensam sobre suas regras, seu funcionamento, sua fun\u00e7\u00e3o. No esfor\u00e7o de compreender essa linguagem elas formulam hip\u00f3teses pr\u00f3prias.<!--more--><\/p>\n<div id=\"attachment_70\" style=\"width: 296px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-70\" class=\"size-full wp-image-70 \" title=\"avisala_01_conhecendo2\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/avisala_01_conhecendo21.jpg\" alt=\"\" width=\"286\" height=\"291\" \/><p id=\"caption-attachment-70\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;Quanto mais pr\u00f3xima das pr\u00e1ticas sociais \u00e9 a proposta de escrita, mais as crian\u00e7as se empenham&#8221;<\/p><\/div>\n<p>Essa a\u00e7\u00e3o empreendida pelas crian\u00e7as foi uma das mais reveladoras descobertas da pesquisa feita por Em\u00edlia Ferreiro e colaboradoras*. Desde ent\u00e3o foram elaborados diferentes instrumentais para mapear os conhecimentos das crian\u00e7as sobre a escrita. Dentre eles, um dos mais conhecidos \u00e9 a sondagem.<\/p>\n<p>Como material de pesquisa para definir pol\u00edticas de interven\u00e7\u00e3o educacional esse instrumento cumpre seu papel. No entanto, a transposi\u00e7\u00e3o direta dessa pr\u00e1tica para a sala de aula, como uma atividade regular a ser proposta para as crian\u00e7as tem-se mostrado pouco \u00fatil pois n\u00e3o d\u00e1 conta de satisfazer \u00e0s indaga\u00e7\u00f5es que o professor precisa ver respondidas.<\/p>\n<p>Regina Scarpa, coordenadora pedag\u00f3gica, e respons\u00e1vel pela forma\u00e7\u00e3o de equipes t\u00e9cnicas de Secretarias de Educa\u00e7\u00e3o e de ONGs, traz contribui\u00e7\u00f5es aliosas para esse momento especial da alfabetiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Revista: Muitos professores compreendem a import\u00e2ncia de saber o que as crian\u00e7as conhecem sobre a escrita, sendo comum encontrar o uso da sondagem na pr\u00e1tica educativa. Voc\u00ea poderia explicar o que \u00e9?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regina:<\/strong> Essa pr\u00e1tica \u00e9 feita geralmente por meio de uma lista de figuras mimeografadas ou carimbadas de frutas ou animais ou ambos, que o professor coloca em uma folha de papel, com um espa\u00e7o ao lado para a crian\u00e7a escrever a palavra correspondente \u00e0 figura. Trata-se em muitos casos de um tipo de avalia\u00e7\u00e3o pontual, que tem o objetivo de saber qual \u00e9 a hip\u00f3tese da escrita da crian\u00e7a. O professor aplica a sondagem, identifica o est\u00e1gio em que o aluno se encontra naquele momento e depois tem dificuldades para aproveitar essa avalia\u00e7\u00e3o em sua pr\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>Revista: Se a sondagem consegue indicar o est\u00e1gio em que a crian\u00e7a se encontra porque ela \u00e9 pode tornar-se ineficaz?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regina:<\/strong> \u00c9 ineficaz quando n\u00e3o ajuda no planejamento das atividades pedag\u00f3gicas. Quando o professor guarda as informa\u00e7\u00f5es obtidas sem saber o que fazer com elas. Ainda que mensalmente fa\u00e7a sondagens pode lhe faltar conhecimento para compreender o processo da crian\u00e7a. Identifica \u00e0s vezes os avan\u00e7os ou percebe que a crian\u00e7a estacionou&#8221;, mas n\u00e3o sabe quais as causas de um ou de outro. Fica somente como um registro das diferentes hip\u00f3teses das crian\u00e7as. \u00cb como se tudo acontecesse na cabe\u00e7a das crian\u00e7as, independentemente da interven\u00e7\u00e3o do professor. Como se a crian\u00e7a passasse de um n\u00edvel a outro e o professor se limitasse a observar sua evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Revista: Em outras palavras este uso da sondagem no cotidiano precisa ser visto com reservas&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regina:<\/strong> Tudo tem seu momento. Em minha opini\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es de pesquisa, para elaborar propostas de interven\u00e7\u00e3o mais adequadas em redes de escolas as sondagens podem ser convenientes. \u00cb necess\u00e1rio no entanto considerar como um momento destacado do cotidiano que serve a prop\u00f3sitos muito pontuais.<\/p>\n<p><strong>Revista: Como fazer, ent\u00e3o, para descobrir o que as crian\u00e7as sabem sobre a escrita no dia a dia da sala de aula?<\/strong><\/p>\n<p>Regina: Analisando suas hip\u00f3teses a partir de atividades significativas, colocando a crian\u00e7a direto em contato com o desafio de escrever. Na escola em que sou coordenadora n\u00e3o consideramos suficiente apenas categorizar a crian\u00e7a numa etapa pr\u00e9-sil\u00e1bica, sil\u00e1bica ou alfab\u00e9tica. Buscamos tamb\u00e9m conhecer o que ela pensa de forma mais geral sobre a escrita qual a l\u00f3gica que usa naquele momento para escrever.<\/p>\n<p>Esse processo das crian\u00e7as \u00e9 muito din\u00e2mico, com momentos de passagem, de transi\u00e7\u00e3o entre uma fase e outra. Para obter essas informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o criamos nenhuma atividade espec\u00edfica, voltada exclusivamente para isso. O que fazemos \u00e9 analisar as hip\u00f3teses das crian\u00e7as a partir das propostas de escrita que est\u00e3o inseridas nos projetos em curso, nas atividades onde o uso real da escrita \u00e9 a t\u00f4nica. Quando a crian\u00e7a escreve com um objetivo claro, quando precisa realmente comunicar uma id\u00e9ia, se empenha muito mais, escreve melhor.<\/p>\n<p><strong>Revista: E porque isto acontece?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regina:<\/strong> Por duas raz\u00f5es. A primeira \u00e9 que se a crian\u00e7a est\u00e1 trabalhando dentro de uma proposta de escrita significativa, que faz parte de um projeto, de uma seq\u00fc\u00eancia de atividades, ela sabe por que e para que e o qu\u00ea est\u00e1 escrevendo.<\/p>\n<p>No caso da sondagem, n\u00e3o, nessa pr\u00e1tica o qu\u00ea j\u00e1 est\u00e1 dado pela figura impressa no papel e a crian\u00e7a n\u00e3o sabe bem porque est\u00e1 escrevendo. Ao contr\u00e1rio, quando percebe que o que escreve tem uma fun\u00e7\u00e3o real a crian\u00e7a se empenha mais. A segunda raz\u00e3o \u00e9 que a crian\u00e7a n\u00e3o se v\u00ea em um momento artificial de testagem. Quando escreve numa situa\u00e7\u00e3o significativa ela consegue &#8220;ler&#8221;, ou seja, consegue dizer o que \u00e9 aquilo, e a comunica\u00e7\u00e3o se torna poss\u00edvel, mesmo tendo ela escrito de forma n\u00e3o convencional, do pr\u00f3prio jeito.<\/p>\n<p>Numa situa\u00e7\u00e3o expl\u00edcita de testagem, ao contr\u00e1rio, ela se intimida, quer olhar para a produ\u00e7\u00e3o do colega, diz que n\u00e3o sabe escrever, acha que a professora s\u00f3 aceitar\u00e1 a escrita convencional e desconfia que sua produ\u00e7\u00e3o passar\u00e1 por uma avalia\u00e7\u00e3o negativa.<\/p>\n<p><strong>Revista: \u00c9 poss\u00edvel tornar mais claro o tipo de atividade apropriada. N\u00e3o devem ser usadas mais as famosas listas?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regina:<\/strong> N\u00f3s continuamos propondo listas que tenham sentido, que ser\u00e3o realmente usadas, listas que ser\u00e3o socializadas com as outras crian\u00e7as e servir\u00e3o para contribuir para a escrita de coisas ainda mais complexas e interessantes. Se a proposta \u00e9 construir uma casinha, por exemplo, cada crian\u00e7a dever\u00e1 escrever uma lista dos materiais necess\u00e1rios a essa constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Depois a professora pedir\u00e1 que cada crian\u00e7a &#8220;leia&#8221; o que escreveu, pois o que escreveu \u00e9 t\u00e3o importante quanto o que o outro escreveu, j\u00e1 que quanto mais id\u00e9ias diferentes tiverem melhor ser\u00e1 para compor uma lista mais completa, da sala toda. As crian\u00e7as tamb\u00e9m podem escrever, listas de objetos que poder\u00e3o ser trazidos de casa para organizar o &#8220;faz-de-conta&#8221;: fantasias, chap\u00e9us, bolsas, etc. A professora pede que cada crian\u00e7a &#8220;leia&#8221; o que escreveu, anota na lousa ou em uma folha grande os nomes dos objetos lidos ou falados oralmente. A partir da\u00ed pode tamb\u00e9m construir com as crian\u00e7as uma lista coletiva que vai compor um bilhete para os pais.<\/p>\n<p>Assim \u00e9 poss\u00edvel ir conhecendo as hip\u00f3teses de escrita das crian\u00e7as num percurso, sem a necessidade de confiar em produ\u00e7\u00f5es esparsas, espor\u00e1dicas e descontextualizadas que podem n\u00e3o refletir tudo que o aluno sabe.<\/p>\n<p><strong>Revista: As situa\u00e7\u00f5es que voc\u00ea descreve parecem envolver uma id\u00e9ia de avalia\u00e7\u00e3o diferente das tradicionais. Como \u00e9 isto?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regina:<\/strong> Esse tipo de atividade cria a oportunidade de olhar para a crian\u00e7a todos os dias, o que muda o conceito de avalia\u00e7\u00e3o. Ela n\u00e3o se resume mais a um evento marcado uma vez por m\u00eas, mas acontece o tempo todo, sempre que a crian\u00e7a estiver escrevendo.<\/p>\n<p>Isso leva o professor a adotar uma a\u00e7\u00e3o reflexiva permanente, observando com aten\u00e7\u00e3o as d\u00favidas e dilemas das crian\u00e7as, intervindo com quest\u00f5es problematizadoras, possibilitando que a crian\u00e7a pense e reformule sua id\u00e9ias iniciais sobre a escrita. Ele assume, assim, o papel de mediador desse processo e n\u00e3o mais o de quem est\u00e1 avaliando uma aprendizagem que n\u00e3o tem nada a ver com suas propostas de interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando o professor sabe da import\u00e2ncia de proporcionar atos de leitura e escrita e trabalha crian\u00e7as para que desenvolvam estrat\u00e9gias para essas a\u00e7\u00f5es, fica claro para ele, ao acompanhar o percurso, que a evolu\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as est\u00e1 diretamente vinculada ao que prop\u00f4s, fez, perguntou ou \u00e0s oportunidades que criou.<\/p>\n<p>*O processo de aquisi\u00e7\u00e3o da l\u00edngua escrita segundo as pesquisadoras, comporta etapas de apropria\u00e7\u00e3o regidas por diferentes hip\u00f3teses formuladas pelas crian\u00e7as na tentativa de compreender o funcionamento da l\u00edngua. Os termos pr\u00e9-sil\u00e1bico, sil\u00e1bico com ou sem valor sonoro, alfab\u00e9tico tem sido usado para definir as hip\u00f3teses. Para saber mais veja bibliografia.<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<blockquote>\n<blockquote>\n<blockquote><p>\u2026Alexandre estava muito preocupado,<\/p>\n<p>consultou o alfabeto v\u00e1rias vezes, ora dizendo as letras, ora cantando o abeced\u00e1rio, como nas brincadeiras.<\/p>\n<p>Antes de escrever galinha perguntou:<br \/>\n&#8211; Como \u00e9 o GA? &#8211; procurando no alfabeto &#8211; qual \u00e9 o I?<\/p>\n<div id=\"attachment_72\" style=\"width: 408px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-72\" class=\"size-full wp-image-72 \" title=\"avisala_01_conhecendoacrian\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/avisala_01_conhecendoacrian2.jpg\" alt=\"\" width=\"398\" height=\"546\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/avisala_01_conhecendoacrian2.jpg 398w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/06\/avisala_01_conhecendoacrian2-218x300.jpg 218w\" sizes=\"auto, (max-width: 398px) 100vw, 398px\" \/><p id=\"caption-attachment-72\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;\u2026escrever com uma finalidade clara e significativa para a crian\u00e7a \u00e9 diferente de escrever s\u00f3 porque a professora quer\u2026&#8221;<\/p><\/div>\n<p>\u2026Perguntei a Tamara se GATO e GALINHA n\u00e3o poderiam come\u00e7ar com a mesma letra. Ela disse que sim mas n\u00e3o escreveu igual porque a galinha canta e o gato n\u00e3o. Para ela, as caracter\u00edsticas gr\u00e1ficas da palavra s\u00e3o dadas pelo pr\u00f3prio objeto.<\/p><\/blockquote>\n<\/blockquote>\n<\/blockquote>\n<p>Sondagem feita pela professora Francisca, da Creche Esperan\u00e7a, em<br \/>\nparceria com a formadora Denise Nalini<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<h3>Professoras de S\u00e3o Bernardo do Campo comparam e avaliam atividades de escrita<\/h3>\n<p>Durante o planejamento de 1999 decidimos propor a escrita da lista dos materiais constantes nas sacolinhas, pensando que seria uma escrita significativa para as crian\u00e7as. Nesse mesmo per\u00edodo iniciamos tamb\u00e9m com todas as turmas, uma seq\u00fc\u00eancia de atividades aproveitando a necessidade da compra do material escolar enfocando a escrita, o funcionamento comunicativo e produ\u00e7\u00e3o de texto escrito numa situa\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima ao que acontece fora da escola.<\/p>\n<p>Ao avaliarmos as duas atividades de escrita pudemos verificar que na\u00a0primeira as crian\u00e7as n\u00e3o ficaram empolgadas e nem se empenharam\u00a0em suas produ\u00e7\u00f5es e chegamos \u00e0 conclus\u00e3o que a proposta foi um\u00a0tanto artificial, &#8220;escolarizada&#8221;, para unicamente atingirmos nosso objetivo de registro do avan\u00e7o das crian\u00e7as quanto \u00e0 escrita.<\/p>\n<p>Na segunda proposta, a produ\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as foi muito mais espont\u00e2nea, se empenharam, j\u00e1 que estavam muito motivadas e observamos um aprimoramento da escrita. Foi uma atividade realmente significativa onde, utilizando-nos de uma pr\u00e1tica social (\u00e9 comum as crian\u00e7as acompanharem os pais ao supermercado, bazar, etc) propusemos uma escrita com objetivo real, com um prop\u00f3sito pr\u00f3ximo da realidade das crian\u00e7as (\u00e9 comum os pais fazerem listas para as compras) &#8211; produ\u00e7\u00e3o de texto real em contexto real.<\/p>\n<p>Na proposta de compra de materiais pudemos observar:<\/p>\n<ul>\n<li>As crian\u00e7as trouxeram conhecimentos j\u00e1 vivenciados em casa e isso se tornou subs\u00eddio para sua escrita: preocupa\u00e7\u00e3o em escrever as quantidades (como as m\u00e3es nas listas das compras do mercado), uso de<br \/>\nh\u00edfen antes de cada item;<\/li>\n<li>Recorreram a lista como recurso de mem\u00f3ria na hora da\u00a0compra e na confer\u00eancia dos materiais comprados. Por\u00a0exemplo: a quantidade de itens n\u00e3o batia com a quantidade de\u00a0material; &#8220;escrevi cinco itens e esqueci da escrita de um&#8221;;<\/li>\n<li>Preocuparam-se com a formata\u00e7\u00e3o do texto: um item\u00a0embaixo do outro, h\u00edfen antes do item escrito (caracter\u00edsticas\u00a0pr\u00f3prias da escrita de uma lista).<\/li>\n<li>Preocuparam-se com a proximidade da escrita convencional\u00a0para se fazer entender;<\/li>\n<li>&#8220;Leram&#8221; (pseudo leitura) na hora da compra, para o vendedor;<br \/>\nse preocuparam em ler antes de pedir o que queriam: giz de cera,<br \/>\nl\u00e1pis, cola, pasta de pl\u00e1stico, massinha, canetinha.<\/li>\n<\/ul>\n<p>(Agradecemos \u00e0s professoras: Lucimara,\u00a0Lucinete, Renata, Ros\u00e2ngela, S\u00f4nia,Beatriz, Eliana e\u00a0Maria do Carmo da CEMEI do jardim Tup\u00e3,\u00a0Riacho Grande e EMEI Helena Zanfelici da Silva.)<\/p>\n<h4><strong>Para saber mais:<\/strong><\/h4>\n<ul>\n<li>A Psicog\u00eanese da Lingua Escrita, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, Artes M\u00e9dicas, Porto Alegre, 1985.<\/li>\n<li>Com Todas as letras, Emilia Ferreiro, Cortez, S\u00e3o Paulo,1996.<\/li>\n<li>A Produ\u00e7\u00e3o de Nota\u00e7\u00f5es na Crian\u00e7a, Linguagens Ritmos e Melodias, Emilia Ferreiro, Cortez, S\u00e3o Paulo,1990.<\/li>\n<li>Aprendendo a Escrever, Perspectivas Psicol\u00f3gicas e Implica\u00e7\u00f5es Educacionais, Ana Teberosky, \u00c1tica, S\u00e3o Paulo,1994<\/li>\n<li>Por Tr\u00e1s das Letras, Telma Weisz, FDE, S\u00e3o Paulo, 1992 (livro e v\u00eddeo)<\/li>\n<li>O Di\u00e1logo entre o Ensino e a Aprendizagem, Telma Weisz , Ana Sanchez, \u00c1tica, S\u00e3o Paulo, 1999<\/li>\n<li>V\u00eddeo: Constru\u00e7\u00e3o da Escrita, Telma Weisz e Beatriz Cardoso, FDE, S\u00e3o Paulo, 1988<\/li>\n<\/ul>\n<h6><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista com Regina Scarpa, que fala sobre a l\u00f3gica da crian\u00e7a durante o processo de alfabetiza\u00e7\u00e3o e em como identific\u00e1-la.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2153,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,13,11],"tags":[1100,1325,19,14,21,16,15,17,20],"class_list":{"0":"post-48","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-alfabetizacao","8":"category-conhecendo-a-crianca","9":"category-revista-avisala-01","10":"tag-revista-avisa-la-1999","11":"tag-alfabetizacao","12":"tag-emilia-ferreiro","13":"tag-entrevista","14":"tag-escrita","15":"tag-regina","16":"tag-regina-scarpa","17":"tag-scarpa","18":"tag-sondagem","20":"post-with-thumbnail","21":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2153"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}