{"id":4580,"date":"2010-11-01T17:51:13","date_gmt":"2010-11-01T19:51:13","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=4580"},"modified":"2023-03-27T19:52:33","modified_gmt":"2023-03-27T22:52:33","slug":"cultura-dos-jogos-de-tabuleiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/sustanca\/cultura-dos-jogos-de-tabuleiro\/","title":{"rendered":"Cultura dos jogos de tabuleiro"},"content":{"rendered":"<p>Projetos que consideram a cultura dos jogos de tabuleiro s\u00e3o muito bem-vindos nas institui\u00e7\u00f5es de Educa\u00e7\u00e3o Infantil, pois as escolas brasileiras, em geral, pouco exploram esse legado l\u00fadico da humanidade. Boa parte dele \u00e9 milenar, difundido de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o \u2013 por adultos e crian\u00e7as \u2013 at\u00e9 chegar a nosso conhecimento. O curioso \u00e9 que boa parte dos jogos apareceu primeiro nas m\u00e3os de adultos antes de os pequenos terem acesso a eles. Foi passatempo de reis, rainhas, fara\u00f3s e maraj\u00e1s.<br \/>\n<!--more--><br \/>\nAlguns eram esculpidos em pedra, madeira, pintados a m\u00e3o. Outros, feitos na pr\u00f3pria terra, riscados no ch\u00e3o, com pe\u00e7as improvisadas, como pedras e sementes. H\u00e1 povos que at\u00e9 hoje t\u00eam o h\u00e1bito de confeccionar seus tabuleiros no pr\u00f3prio ch\u00e3o, como acontece no Deserto do Saara, onde o suporte para o jogo \u00e9 a areia, e as pe\u00e7as s\u00e3o improvisadas at\u00e9 mesmo com fezes redondas de animais. A hist\u00f3ria dos jogos pode ser uma viagem muit\u00edssimo interessante para as crian\u00e7as, do ponto de vista do conhecimento e do sentido que pode conferir ao ato de jogar. Quando ensino jogos ao p\u00fablico infantil, procuro saber a origem e alguma curiosidade a respeito deles para contar para as crian\u00e7as, bem como levar o mapa ou o globo para localizar sua proced\u00eancia. Assim, acompanhamos o trajeto percorrido pelos jogos at\u00e9 o momento atual.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio jogo de origem indiana Cobras e escadas tem uma hist\u00f3ria interessante. \u00c9 uma vers\u00e3o do antecessor hindu Moksha patamu, dedicado ao deus Vishnu, no qual as escadas representavam a virtude e as cobras a maldade. Bem e mal, no tabuleiro, estavam presentes n\u00e3o s\u00f3 em imagem no jogo original, mas tamb\u00e9m em escrita. Em cada escada havia a inscri\u00e7\u00e3o de uma virtude, e em cada serpente, um v\u00edcio \u2013 a desobedi\u00eancia, o orgulho etc. \u2013 que tinham sentido dentro do contexto em que o jogo foi criado.<\/p>\n<p>Desde a primeira edi\u00e7\u00e3o desse jogo na Inglaterra, em 1892, ele se conservou parecido com o que \u00e9 hoje no que diz respeito \u00e0s imagens. Entretanto, foram se transformando os motivos que faziam o jogador ascender ou retroceder. Ora o tabuleiro exibia motivos circenses, ora a tem\u00e1tica era de esporte, meios de transporte e at\u00e9 promocionais de produtos aliment\u00edcios. Embora o formato do tabuleiro de 100 casas seja quadrado, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel encontrar vers\u00f5es retangulares e at\u00e9 circulares.<\/p>\n<p>Saber disso tudo abre perspectivas para a cria\u00e7\u00e3o de novas formas para se confeccionar o jogo, inclusive de pesquisa. J\u00e1 pelo nome original (Moksha patamu), \u00e9 poss\u00edvel ampliar consideravelmente a pesquisa com as crian\u00e7as na internet, por exemplo, onde \u00e9 poss\u00edvel selecionar diferentes tipos de tabuleiro encontrados em diversos pa\u00edses como inspira\u00e7\u00e3o para que outros sejam criados. H\u00e1 uma vers\u00e3o muito inusitada, baseada neste antigo, feito Francisco Marques numa proposta desenvolvida pela Caleidosc\u00f3pio &#8211; a Ter\u00e7a l\u00fadica de jogos indianos.<\/p>\n<p><strong>Passatempos do mundo<\/strong><br \/>\nTodas essas curiosidades, cada vez mais, s\u00e3o compartilhadas em livros publicados, alguns deles direcionados ao p\u00fablico infanto- juvenil. Em alguns pa\u00edses, h\u00e1 museus dedicados a esse tema. \u00c0s vezes, at\u00e9 mesmo para um \u00fanico jogo espec\u00edfico, como \u00e9 o caso da Fran\u00e7a, existe um museu inteiro s\u00f3 para os diferentes exemplares do Jogo do ganso (precursor do jogo de trilha), e outro dedicado aos jogos de cartas. Felizmente, aos poucos, algumas editoras est\u00e3o socializando essa hist\u00f3ria, embora ainda haja muito a ser traduzido no Brasil, como bons dicion\u00e1rios e verdadeiras enciclop\u00e9dias de jogos, rel\u00edquias art\u00edsticas com mostra de exemplares de alguns deles presentes em museus do mundo inteiro.<\/p>\n<p>Por causa da pouca circula\u00e7\u00e3o desse conhecimento t\u00e3o significativo para as crian\u00e7as, tenho procurado escrever a respeito e, em meu trabalho formativo, divulgar esse acervo l\u00fadico da humanidade, sua hist\u00f3ria, as regras, bem como os meios alternativos de confeccionar diferentes tabuleiros nas escolas, sobretudo usufruir de boas partidas. Assim, tenho realizado diversas oficinas com esse prop\u00f3sito.<\/p>\n<p>Nomeei essas oficinas de Tabuleiro-M\u00fandi, com o objetivo de conhecer e difundir a cultura dos jogos de tabuleiro. Tais momentos podem ser pontuais para conhecer dois, tr\u00eas ou mais jogos, sendo tamb\u00e9m poss\u00edvel analisar in\u00fameros jogos antigos, como desdobramentos deles na cultura dos jogos de tabuleiro de hoje, como \u00e9 o caso do Jogo da velha, t\u00e3o popular, mas que j\u00e1 faz parte da cultura l\u00fadica da humanidade desde o Egito Antigo. Interessante compartilhar essa informa\u00e7\u00e3o com as crian\u00e7as e tamb\u00e9m contar para elas que h\u00e1 muitas outras instigantes variantes mais complexas, como o Ligue quatro, Capit\u00e3o Cook, Chung toi, Quarto! e Pentago.<\/p>\n<p>H\u00e1, no Brasil, algumas empresas que procuram difundir a cultura dos jogos de tabuleiro, como a Origem. Pioneira na \u00e1rea, ela promoveu uma exposi\u00e7\u00e3o \u2013 A volta ao mundo em 80 jogos \u2013, que aconteceu no Servi\u00e7o Social do Com\u00e9rcio (SESC). H\u00e1 outros fabricantes tamb\u00e9m, como a Ludens Planet, que sempre apresenta as regras e um pouco da hist\u00f3ria de cada exemplar. Em breve, a Dados e Jogos lan\u00e7ar\u00e1 as s\u00e9ries Mapa l\u00fadico e Primeiros jogos, feitos em toalha de jogo americano, linha criada por mim. Uma \u00e9 dedicada a conhecer a cultura dos jogos de tabuleiro. A outra, como o nome diz, \u00e9 direcionada a jogadores iniciantes.<\/p>\n<p><strong>Crian\u00e7as jogadoras<\/strong><br \/>\nAl\u00e9m de conhecer os jogos, \u00e9 interessante cri\u00e1-los com as crian\u00e7as. Essa medida \u00e9 importante por dois motivos: primeiro pelo aspecto da cria\u00e7\u00e3o em si e, depois, para desvincular o ato de jogar do consumo, da necessidade de adquirir o jogo no mercado. Para dar conta desses objetivos, nada melhor do que por a m\u00e3o na massa e fazer o jogo. Por isso, tenho insistido na ideia das oficinas que consideram a faixa et\u00e1ria de 3 a 6 anos. Esses jogos de tabuleiro cont\u00eam forte aspecto simb\u00f3lico em suas regras, considerando, justamente, a maneira de pensar dos pequenos. A oficina Primeiros jogos, da qual a equipe da Escola Tipuana participou, em uma de suas edi\u00e7\u00f5es, tem como objetivo provocar a discuss\u00e3o dos seguintes conte\u00fados:<\/p>\n<ul>\n<li>Jogos de tabuleiro para jogadores iniciantes.<\/li>\n<li>Interven\u00e7\u00f5es no ato de jogar.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Tais oficinas s\u00e3o um convite a fazer jogos para as crian\u00e7as em um primeiro momento para, depois, propor exemplares confeccionados por elas. Para tanto, partimos dos mais conhecidos. Assim como n\u00e3o se cria um texto sem boas refer\u00eancias, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel fazer jogos sem conhec\u00ea-los bem. Para isso, selecionei do livro Jogos em grupo, de Constance Kazuko Kamii, Cabo de guerra e Todos se foram, que valorizam o uso do dado na medida em que envolve contagem. Sistematicamente, tenho proposto, nessas oportunidades, transformar esses jogos, que s\u00e3o exclusivamente de regras, em jogos de regras com conte\u00fados simb\u00f3licos. Essa interven\u00e7\u00e3o pontual d\u00e1 margem para uma infinidade de modelos que podem ser feitos para as crian\u00e7as e pelas crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Com essa metodologia, proponho pequenas mudan\u00e7as nas regras e no formato do jogo at\u00e9 que os pequenos possam ter condi\u00e7\u00f5es de elaborar passatempos bem diversos do modelo inicial. Tenho observado grande compet\u00eancia por parte dos adultos e das crian\u00e7as na cria\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios tabuleiros, ora pensando no desdobramento de um jogo conhecido, ora mesclando a l\u00f3gica de dois ou mais modelos para criar algo novo, n\u00e3o s\u00f3 na forma como no conte\u00fado. O que se ganha com essa proposta \u00e9 a introdu\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as no mundo dos jogos de um jeito mais pr\u00f3ximo dela, que est\u00e1 no auge do jogo simb\u00f3lico.<\/p>\n<p>Muito mais interessante do que um simples pino, ficha ou pe\u00e3o se movimentar no tabuleiro, \u00e9 ter objetos que tenham atributos simb\u00f3licos em um contexto igualmente simb\u00f3lico. Tenho reparado que as crian\u00e7as, ao constru\u00edrem os pr\u00f3prios tabuleiros, d\u00e3o muito valor a isso. Dessa maneira, podemos transformar o jogo Cabo de guerra. A ficha que se movimenta ganha conte\u00fado simb\u00f3lico, pois \u00e0s vezes ele \u00e9 uma borboleta que anda de flor em flor e n\u00e3o de casa em casa e, \u00e0s vezes, ele \u00e9 um avi\u00e3o que voa nas nuvens. Pode ser tamb\u00e9m um super- her\u00f3i, uma bola etc. Tamb\u00e9m as casas, que antes eram geom\u00e9tricas, podem se transformar em alguma forma condizente com o enredo do jogo. A seguir, alguns exemplos de variantes do Cabo de guerra propostos por adultos e por crian\u00e7as:<\/p>\n<p>Outro jogo que gosto de trabalhar durante as oficinas Primeiros jogos \u00e9 o Todos se foram, do mesmo livro de Constance Kazuko Kamii, citado anteriormente. Esse \u00e9 um jogo muito interessante para os pequenos que est\u00e3o aprendendo a contar. Um desdobramento dessa forma\u00e7\u00e3o, quando \u00e9 poss\u00edvel mais const\u00e2ncia, \u00e9 a apropria\u00e7\u00e3o por parte das crian\u00e7as n\u00e3o s\u00f3 do jogo, mas da forma de como faz\u00ea-lo. A seguir, alguns exemplos de varia\u00e7\u00f5es muito criativas feitas por crian\u00e7as e adultos. Propostas de confeccionar jogos com crian\u00e7as podem ser cada vez mais ousadas, como \u00e9 o caso da experi\u00eancia de trabalho da rede p\u00fablica de ensino de Caieiras<sup>1<\/sup>. Tive o privil\u00e9gio de trabalhar com a equipe educativa desse munic\u00edpio em um inusitado concurso de jogos entre crian\u00e7as de 4 a 6 anos, que j\u00e1 est\u00e1 na quarta edi\u00e7\u00e3o, com produ\u00e7\u00f5es anuais de 5.000 jogos, concebidos inteiramente pelos pequenos. Tal experi\u00eancia encontra-se registrada no livro Ci\u00eancia, arte e jogo: projetos e atividades l\u00fadicas na Educa\u00e7\u00e3o Infantil, de minha autoria. Iniciativas como essas e a da Escola Tipuana, que, felizmente n\u00e3o s\u00e3o as \u00fanicas, est\u00e3o ajudando a valorizar esse rico trabalho. Muito gratificante participar de tudo isso!<\/p>\n<p>Cria\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios jogos Uma nova quest\u00e3o surgiu nas rodas: brincadeiras na quadra tamb\u00e9m s\u00e3o jogos? Esta pergunta levou-nos a fazer um levantamento e a elaborar um quadro de classifica\u00e7\u00e3o de diferentes tipos de jogos. Em decorr\u00eancia, os de mesa foram escolhidos como eixo de trabalho, incluindo algumas brincadeiras na quadra, que tamb\u00e9m serviram para as pesquisas e cria\u00e7\u00e3o de jogos.<\/p>\n<p>A partir da brincadeira Cabo de guerra<sup>2<\/sup>, realizamos na quadra um registro pl\u00e1stico e outro escrito das regras, que tinham sido muito importantes para o envolvimento inicial do grupo com o tema e tamb\u00e9m havia possibilitado, posteriormente, \u00e0s crian\u00e7as criar seus pr\u00f3prios cabos de guerra em tabuleiros, cada um com sua tem\u00e1tica.<\/p>\n<p>Outra atividade que contou com grande envolvimento do grupo foi a confec\u00e7\u00e3o do jogo Pega varetas (foto e ilustra\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as abaixo). As crian\u00e7as lixaram palitos de churrasco e separaram as quantidades de cada cor. Esse jogo, al\u00e9m de trabalhar a motricidade, possibilitou organizar e socializar estrat\u00e9gias para contagem de quantidades maiores. Fizemos ainda um jogo de percurso gigante, desenhado na quadra, no qual as crian\u00e7as eram as pe\u00e7as do tabuleiro. Depois disso, elas criaram novamente seus pr\u00f3prios jogos de percurso, selecionando diferentes sucatas e suportes, o que se constituiu em grande desafio, pois, al\u00e9m da escolha adequada de materiais, foi necess\u00e1rio pensar sobre a organiza\u00e7\u00e3o deles e na compreens\u00e3o do jogo em sua fun\u00e7\u00e3o social. Para isso, v\u00e1rias discuss\u00f5es foram realizadas em roda e, posteriormente, serviram para a confec\u00e7\u00e3o das regras do jogo de cada um. Pesquisamos tamb\u00e9m a hist\u00f3ria do jogo Mancala. Pedimos aos pais que pesquisassem com os filhos a origem do jogo e enviassem os resultados obtidos, que foram socializados em roda.<\/p>\n<p>Frente \u00e0s diferentes informa\u00e7\u00f5es coletadas, adaptamos as regras \u00e0 faixa et\u00e1ria com a qual est\u00e1vamos trabalhando e, depois de observa\u00e7\u00e3o de diferentes tabuleiros, as crian\u00e7as utilizaram caixas de ovos, tampas, argila e outros materiais para a confec\u00e7\u00e3o individual do pr\u00f3prio Mancala. Fizeram tamb\u00e9m, ao longo do projeto, um registro com desenhos que representavam todos os jogos da nossa sala e do que tinham aprendido, o qual serviu para as crian\u00e7as organizarem, na rotina, a utiliza\u00e7\u00e3o de todos eles.<\/p>\n<p>Todo o processo foi intensamente vivenciado pelas crian\u00e7as, o que proporcionou ao grupo estabelecer rela\u00e7\u00f5es socioafetivas importantes e auxiliou na constitui\u00e7\u00e3o de identidade.<\/p>\n<p>(Adriana Klisys)<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>Em 2007, por orienta\u00e7\u00e3o da Caleidosc\u00f3pio, a Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de Caieiras \u2013 SP realizou o 1o concurso de jogos de tabuleiro da rede, com a participa\u00e7\u00e3o de 19 escolas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil. Foi criada uma comiss\u00e3o para a escolha dos finalistas, que contou com representantes de professores, crian\u00e7as, coordenadores pedag\u00f3gicos, pais e especialistas na \u00e1rea de jogos. Uma produ\u00e7\u00e3o in\u00e9dita foi inaugurada: 4.500 exemplares do jogo que ganhou o concurso foram distribu\u00eddos para todas as crian\u00e7as da rede municipal de ensino.<\/p>\n<p><sup>2<\/sup>Cabo de guerra \u00e9 um jogo que utiliza uma corda e permite apenas duas equipes. A corda \u00e9 dividida ao meio e cada grupo ocupa um lado, de modo que as equipes fi quem de frente uma para a outra. Ao sinal, cada grupo deve puxar a corda para o seu lado. Vence quem conseguir fazer isso.<\/p>\n<h4>Fam\u00edlia de jogos<\/h4>\n<p>Mancala \u00e9 um jogo de estrat\u00e9gia relacionado \u00e0 semeadura. Tem origem na palavra \u00e1rabe nagaala, que significa mover. Simula o ato de semear, a germina\u00e7\u00e3o das sementes na terra, o desenvolvimento e a colheita. Segundo o pesquisador H. J. R. Murray, existem cerca de 200 vari\u00e1veis da regra desse jogo. Mancala, portanto, diz respeito a uma fam\u00edlia de jogos.<\/p>\n<p>(Fonte: trecho retirado do livro Brincar e ler para viver. Um guia para estrutura\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os educativos e incentivo ao l\u00fadico e \u00e0 leitura, de Adriana Klisys e Edi Fonseca. Instituto Hedging-Griffo.)<\/p>\n<h4>Ficha t\u00e9cnica<\/h4>\n<p>Caleidosc\u00f3pio Brincadeira e Arte<br \/>\nTel.: (11) 3726-8592<br \/>\nE-mail: caleido@caleido.com.br<br \/>\nSite: www.caleido.com.br<\/p>\n<h4>Para saber mais<\/h4>\n<p><strong>Livros<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Brincar e ler para viver. Um guia para estrutura\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os educativos e incentivo ao l\u00fadico e \u00e0 leitura, de Adriana Klisys e Edi Fonseca. Instituto Hedging-Griffo: Tel.: (11) 3704-8560. Dispon\u00edvel na \u00edntegra em: www.institutohg.org.br\/index.php?comunicacao e www.caleido.com.br\/uploads\/2\/2\/8\/0\/2280950\/brincar-e-ler-para-viver.pdf.<\/li>\n<li>Crian\u00e7as pequenas reinventam a aritm\u00e9tica, de Constance Kazuko Kamii e Leslie Baker Housman. Ed. Artmed. Tel.: 0800-703-3444. Site: www.artmed.com.br.<\/li>\n<li>Jogos de todo o mundo, de Oriol Ripoli e Rosa Maria Curto. Ed. Ciranda Cultural. Tel.: (11) 3761-9500. Site: www.cirandacultural.com.br.<\/li>\n<li>Jogos em grupo na Educa\u00e7\u00e3o Infantil. Implica\u00e7\u00f5es da teoria de Jean Piaget, de Constance Kazuko Kamii e Rheta Devries. Ed. Artmed. Tel.: 0800-703-3444. Site: www.artmed.com.br.<\/li>\n<li>O grande livro dos jogos. 250 jogos do mundo inteiro para todas as idades. Ed. Leitura. Tel.: (31) 3379-0620. Site: www.editoraleitura.com.br\/detalhe1.asp?id=35.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projetos que consideram a cultura dos jogos de tabuleiro s\u00e3o muito bem-vindos nas institui\u00e7\u00f5es de Educa\u00e7\u00e3o Infantil. 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