{"id":4415,"date":"2010-08-26T10:54:11","date_gmt":"2010-08-26T13:54:11","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=4415"},"modified":"2023-03-27T19:50:51","modified_gmt":"2023-03-27T22:50:51","slug":"inclusao-se-aprende-incluindo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/jeitos-de-cuidar\/inclusao-se-aprende-incluindo\/","title":{"rendered":"Inclus\u00e3o se aprende incluindo"},"content":{"rendered":"<h5>Faz parte da profiss\u00e3o de educador acolher a diferen\u00e7a e, ao mesmo tempo, incentivar sua turma de crian\u00e7as a ser um grupo de verdade<\/h5>\n<div id=\"attachment_4419\" style=\"width: 275px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4419\" class=\"size-full wp-image-4419 \" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_43_jeitos1.jpg\" alt=\"avisala_43_jeitos1.jpg\" width=\"265\" height=\"227\" \/><p id=\"caption-attachment-4419\" class=\"wp-caption-text\">Fotos: acervo Emei Jardim Monte Belo<\/p><\/div>\n<p>Este ano aconteceu. G., 3 anos, constava na lista da minha sala com um asterisco. Ele chegou risonho. Antes dele, vieram os pais, ansiosos e amedrontados, mas firmes no prop\u00f3sito de oferecer ao filho o melhor que pudessem \u2013 inclusive a experi\u00eancia de ir \u00e0 escola. Eu j\u00e1 sabia qual era o diagn\u00f3stico do menino pela minha coordenadora, parceira de verdade: transtorno de desenvolvimento global (termo que diz tudo e, ao mesmo tempo, nada). O fato \u00e9 que o garoto n\u00e3o pode andar sozinho e, por isso, tem todas as complica\u00e7\u00f5es decorrentes dessa depend\u00eancia. O primeiro gesto de G. para mim foi estender os bra\u00e7os para que eu o abra\u00e7asse, ao retir\u00e1-lo do colo da m\u00e3e. Uma proposta de abra\u00e7o acompanhada de um sorriso imenso. Ali, perdi o medo e o envolvi. N\u00e3o abracei s\u00f3 seu corpo, mas tamb\u00e9m a ideia de estarmos juntos durante esse per\u00edodo, aprendendo tudo o que pud\u00e9ssemos um com o outro. S\u00f3 ent\u00e3o soube que, na verdade, estava abra\u00e7ando um igual.<!--more--><\/p>\n<p>G. faz tratamento na Associa\u00e7\u00e3o de Assist\u00eancia \u00e0 Crian\u00e7a Deficiente (AACD)<sup>1<\/sup> uma vez por semana e h\u00e1 possibilidades, com muito treino, estimula\u00e7\u00e3o e, principalmente, f\u00e9, que um dia possa andar sem precisar da ajuda de ningu\u00e9m. Por isso, fiz a op\u00e7\u00e3o de usar o m\u00ednimo poss\u00edvel a cadeira de rodas com ele. Para ir de um lado para outro, ele engatinha e tamb\u00e9m vai no meu colo, ou tentando andar enquanto eu o apoio pelos bra\u00e7os, impulsionando-o com minhas pernas. Embora isso tome um tempo a mais, e eu tenha outras 26 crian\u00e7as sob minha supervis\u00e3o, que nem sempre t\u00eam paci\u00eancia de esperar, al\u00e9m das recentes dores nas costas bem fortes \u00e0 noite, tem valido a pena estimul\u00e1-lo assim.<\/p>\n<p><strong>Rede de apoio<\/strong><br \/>\nOutro dia, ao irmos caminhando at\u00e9 a mesa do lanche, pelo corredor da escola, comentei que o achava muito mais durinho, que suas pernas pareciam mais firmes e que os passos tamb\u00e9m estavam mais r\u00e1pidos. Ele me disse: \u201cVoc\u00ea n\u00e3o tem medo que eu caia?\u201d Respondi: \u201cN\u00e3o. Voc\u00ea n\u00e3o tem medo de cair?\u201d. E ele, como sempre, tirando-me o rebolado: \u201cN\u00e3o. Sei que voc\u00ea t\u00e1 atr\u00e1s de mim para me segurar, oras.\u201d Na hora, n\u00e3o disse nada, mas depois fiquei pensando que devia ter dito a ele que eu tamb\u00e9m era pass\u00edvel de queda, que minhas pernas tamb\u00e9m fraquejam, que meu \u00e2nimo tamb\u00e9m cai de vez em quando, que minhas solu\u00e7\u00f5es e minhas ideias nem sempre funcionam, que minha sa\u00fade quase nunca est\u00e1 100%, mas que, como ele, continuo caminhando porque atr\u00e1s de mim tamb\u00e9m tem gente me segurando, e que por causa desse povo todo, n\u00e3o tenho medo de cair.<\/p>\n<p>Aninha \u2013 assistente t\u00e9cnico-escolar \u2013 por exemplo, me ajuda a levar G. de um lado a outro, troc\u00e1-lo, al\u00e9m de conversar com ele e trocar ideias comigo sobre as coisas que observa e que ele diz. Ela n\u00e3o deve ter ideia de quanto \u00e9 precioso todo o amor que coloca no trabalho. Sem ela, certamente, eu n\u00e3o conseguiria. Tamb\u00e9m tem a Marilene \u2013 professora auxiliar \u2013, que me ajuda nesse contato mais pr\u00f3ximo sempre que preciso, como levar o garoto no alto da casinha e no escorregador e ensaiar para a festa junina. Trata-se de uma pessoa absolutamente confi\u00e1vel, que me substitui com muita efici\u00eancia quando estou ausente. Elis, L\u00facia e Geni s\u00e3o as meninas da limpeza, que est\u00e3o sempre por perto para me dar uma for\u00e7a quando grito por socorro e, acima de tudo, mostram-se simp\u00e1ticas e carinhosas com ele e comigo. Tem a Rojane, que sorri sempre que nos v\u00ea passar pelo corredor e faz o lanche das crian\u00e7as com carinho. Tem tamb\u00e9m a Meire, uma coordenadora incr\u00edvel, que sempre me apoia, incentiva, procura ajuda especializada, segura a onda quando fico indignada com essa estrutura da prefeitura, traz informa\u00e7\u00f5es e sempre transmite uma seguran\u00e7a imensa para os pais ao mostrar que confia no grupo de educadoras. Regina e Val\u00e9ria cuidam da gest\u00e3o da escola com sensibilidade, firmeza e seguran\u00e7a. As amigas e colegas Val\u00e9ria e Dani sempre me ajudam a cuidar das crian\u00e7as e a dividir as coisas pedag\u00f3gicas e afetivas do dia a dia. Elas me puxam para cima sempre. Roseli e Karina j\u00e1 me ensinaram muito quando foram professoras de outros alunos portadores de defici\u00eancia, pois dividiram comigo esse momento, que tanto me ensinou e me preparou. Sem falar de todas as demais professoras da escola, que tamb\u00e9m t\u00eam hist\u00f3rias emocionantes para contar. As motoristas dos transportes escolares, M\u00f4nica e Ana, sempre levam e trazem G. em seguran\u00e7a e compartilham e se interessam por seus avan\u00e7os. Tem a Paula, que \u00e9 uma eficiente e disposta secret\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O pai e a m\u00e3e do pequeno, apesar de tanta ang\u00fastia e inseguran\u00e7a, confiam em todas n\u00f3s e me d\u00e3o for\u00e7a diariamente ao valorizar a escola e o trabalho realizado. A.V., H., L., A. B., A., o outro G. e todas as demais crian\u00e7as que est\u00e3o sempre me ajudando a pegar mochila, a limpar o nariz, a recolher o agasalho, a amarrar o t\u00eanis, a pegar a cadeirinha e, principalmente, a cuidar de G. de um jeito amoroso e natural. Como \u00e9 poss\u00edvel perceber, h\u00e1 uma equipe me segurando. Pessoas bem intencionadas, que me sustentam, que me apoiam do mesmo jeito que fa\u00e7o com G.. Essas pessoas n\u00e3o s\u00e3o como uma cadeira de rodas, nem como uma muleta, equipamentos frios, sempre iguais. Elas se envolvem comigo e com ele. Sem esse time maravilhoso, do qual tenho orgulho e com quem tenho enorme prazer e tranquilidade de trabalhar, n\u00f3s dois estar\u00edamos mais lentos, mais tristes e menos motivados. Agrade\u00e7o a todos os profissionais pela for\u00e7a e pelo carinho. Sei que se G. pudesse ler o que escrevo agora, agradeceria tamb\u00e9m. Por causa de todos eles, n\u00f3s n\u00e3o ca\u00edmos, e vamos andar cada vez mais r\u00e1pido.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4420\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_43_jeitos2.jpg\" alt=\"avisala_43_jeitos2\" width=\"294\" height=\"181\" \/><br \/>\n<strong>Todos s\u00e3o inclu\u00eddos<\/strong><br \/>\nToda vez que a palavra inclus\u00e3o \u00e9 mencionada no ambiente escolar, logo imaginamos incluir algu\u00e9m com uma defici\u00eancia expl\u00edcita. Pensamos em algu\u00e9m com cadeiras de rodas, com transtorno mental ou ps\u00edquico, que n\u00e3o ouve, que n\u00e3o fala ou n\u00e3o escuta bem, e que precisar\u00e1 de ajuda para conviver e aprender em um ambiente com outras pessoas ditas normais. Essa fantasia em torno da defici\u00eancia torna mais dif\u00edcil a discuss\u00e3o e o amadurecimento de educadores e fam\u00edlias. Minha experi\u00eancia com G. me fez acordar para uma realidade \u2013 a diferen\u00e7a (seja ela uma defici\u00eancia, uma qualidade ou simplesmente uma caracter\u00edstica) faz parte do ser humano. Por isso, todos, em algum momento da vida, precisam ser inclu\u00eddos.<\/p>\n<p>Fiquei pensando nas centenas de crian\u00e7as que cruzaram comigo nesta vida. Cada um era de um jeito e me via de um jeito. Para cada um dei e recebi coisas diferentes. T\u00edmidos, agressivos, falantes, inteligentes, arredios, desconcentrados, lun\u00e1ticos, medrosos, gordinhos, mag\u00e9rrimos, crian\u00e7as com alguma necessidade alimentar ou de sa\u00fade sutil, carentes, mimados, agitados, terr\u00edveis, abandonados, chatos, malvados, tristinhos ou alegrinhos, com fam\u00edlias complicadas\u2026 Cada um deles mereceu de mim um olhar especial, momentos de dedica\u00e7\u00e3o, uma conversa individual, um carinho diferente. G. \u00e9 apenas mais um deles. Faz parte da profiss\u00e3o de professor acolher a diferen\u00e7a e, ao mesmo tempo, incentivar a turma a ser um grupo de verdade.<\/p>\n<p>Muitas vezes, tive alguma defici\u00eancia; ali\u00e1s, tenho at\u00e9 hoje. Quando torci o p\u00e9 e precisei de uma rampa no local de trabalho, pensei na vida das pessoas que usam cadeiras de roda e muletas todos os dias. N\u00e3o faz muito tempo, peguei uma conjuntivite fort\u00edssima e pensei como \u00e9 horr\u00edvel letras t\u00e3o pequenas para indicar as coisas em quase todos os lugares, quando a gente mal consegue enxergar. Penso nas minhas dificuldades que n\u00e3o consigo resolver, nas minhas incapacidades, nas coisas que n\u00e3o consegui aprender. Reflito sobre as vezes que n\u00e3o fui aceita em um grupo ou lugar por n\u00e3o corresponder \u00e0s expectativas alheias, quando fui pr\u00e9-julgada. Tudo isso doeu, mas passou. Imagino como deve ser reviver essa situa\u00e7\u00e3o em todos os momentos. Ao conviver com G., percebo que mais do que a consci\u00eancia racional de uma defici\u00eancia, seja ela qual for, \u00e9 preciso sensibilidade e firmeza para encar\u00e1-la e transp\u00f4-la. A verdade \u00e9 que todos precisamos ser inclu\u00eddos. A\u00ed est\u00e1 o bonito e o dif\u00edcil: se \u00e9 pelo outro que percebemos nossas diferen\u00e7as, \u00e9 tamb\u00e9m na empatia do que nos faz iguais que encontramos o conforto e a supera\u00e7\u00e3o. Somos iguais por sermos humanos. Isso n\u00e3o \u00e9 diferente a nenhum de n\u00f3s.<\/p>\n<p>(Karina Cabral, psic\u00f3loga e professora da EMEI Jardim Monte Belo, em S\u00e3o Paulo-SP)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><sup>1<\/sup>Entidade privada, sem fi ns lucrativos, fundada em 1963, que trabalha o bem-estar de pessoas com defi ci\u00eancia f\u00edsica. Al\u00e9m da unidade de S\u00e3o Paulo, h\u00e1 oito espalhadas pelo Brasil. Site: http:\/\/comunidadeaacd.ning.com<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-4421\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_43_jeitos3.jpg\" alt=\"avisala_43_jeitos3\" width=\"292\" height=\"166\" \/><\/p>\n<h4>Como um abra\u00e7o<\/h4>\n<p>Como todo abra\u00e7o, inclus\u00e3o envolve duas pessoas, disposi\u00e7\u00e3o de corpo, mente e alma, causa medo e prazer, traz conforto e aprendizado, \u00e9 necess\u00e1ria para se continuar crescendo como ser humano, \u00e9 desej\u00e1vel e importante, exige um olhar para o outro com base em si. Desde que comecei a ouvir mais sobre a proposta ousada de trazer para a sala crian\u00e7as com algum tipo de defici\u00eancia \u2013 f\u00edsica, intelectual, psicol\u00f3gica \u2013 sabia que uma hora chegaria a minha vez. Acompanhei de perto e de longe amigas que receberam crian\u00e7as e adolescentes com defici\u00eancias auditivas, visuais, motoras, cognitivas, afetivas. Vi o quanto todas elas sofreram para conseguir compreender a defici\u00eancia expl\u00edcita de seus alunos.<\/p>\n<p>Acompanhei o descaso das institui\u00e7\u00f5es \u2013 p\u00fablicas e privadas \u2013 com essa situa\u00e7\u00e3o, deixando para as professoras e familiares a \u00e1rdua tarefa de dar um jeito de praticar a inclus\u00e3o a todo custo. Acompanhei tamb\u00e9m fam\u00edlias inseguras, educadores despreparados, crian\u00e7as assustadas, infraestrutura prec\u00e1ria, muito choro, muita revolta, muito estranhamento. Por tudo isso, eu me assustava s\u00f3 de pensar no momento em que eu teria de receber uma crian\u00e7a assim. A quest\u00e3o da inclus\u00e3o \u00e9 de dif\u00edcil entendimento pr\u00e1tico e te\u00f3rico para qualquer educador, mas n\u00e3o precisa ser solit\u00e1ria. Juntos, na troca de ideias, podemos aprender mais, sentir mais apoio, consolo por nossas dificuldades e alegrias, por nossos sucessos. Nessa inten\u00e7\u00e3o, de troca, surgiu a ideia do blog Abra\u00e7ando, que traz relatos e reflex\u00f5es sobre a experi\u00eancia de ter um aluno com inclus\u00e3o: http:\/\/abracando.wordpress.com<\/p>\n<h4>Ficha t\u00e9cnica<\/h4>\n<p>Karina Cabral<br \/>\nE-mail: karinacabral@hotmail.com<br \/>\nEMEI Jardim Monte Belo.<br \/>\nEndere\u00e7o: Rua Palmeir\u00f3polis, s\/no \u2013 Jardim Monte Belo, Morro Doce \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 SP. CEP: 05272-005 &#8211; Tel.: (11) 3911-7589<br \/>\nDiretora: Regina C\u00e9lia Soares Bortoto<br \/>\nE-mail: emeijmbelo@prefeitura.sp.gov.br<br \/>\nCoordenadora Pedag\u00f3gica: Meire Festa<br \/>\nE-mail: kifesta@uol.com.br<\/p>\n<h4>Para saber mais<\/h4>\n<ul>\n<li>Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva \u2013 Realidade ou Utopia? de Leny Magalh\u00e3es Mrech. Dispon\u00edvel no site: http:\/\/www.educacaoonline.pro.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=97:educacao-inclusiva- realidade-ou-utopia-&amp;catid=6:educacaoinclusiva&amp;Itemid=17<\/li>\n<li>Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva. Um meio de construir escolas para todos no s\u00e9culo 21. Revista Inclus\u00e3o no 1, Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Especial. Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC): Outubro de 2005. Dispon\u00edvel para download: http:\/\/portal.mec.gov.br\/index.php?option=com_content&amp; view=article&amp;id=12626%3Arevista-inclusao-nd1&amp;catid=192%3Aseesp- esducacaoespecial&amp;Itemid=860<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Faz parte da profiss\u00e3o de educador acolher a diferen\u00e7a e, ao mesmo tempo, incentivar sua turma de crian\u00e7as a ser um grupo de verdade. Por Karina Cabral<\/p>\n","protected":false},"author":106,"featured_media":4418,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4,404],"tags":[1111,880,737,54,500,879,1329,663],"class_list":{"0":"post-4415","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-jeitos-de-cuidar","8":"category-revista-avisala-43","9":"tag-revista-avisa-la-2010","10":"tag-apoio","11":"tag-atencao","12":"tag-cuidados","13":"tag-diferencas","14":"tag-grupo","15":"tag-inclusao","16":"tag-karina-cabral","18":"post-with-thumbnail","19":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4415","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/106"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4415"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4415\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4418"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4415"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4415"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4415"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}