{"id":3914,"date":"2009-02-09T11:24:22","date_gmt":"2009-02-09T13:24:22","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=3914"},"modified":"2023-03-27T19:08:00","modified_gmt":"2023-03-27T22:08:00","slug":"discurso-escrito-refinado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/tempo-didadico\/discurso-escrito-refinado\/","title":{"rendered":"Discurso escrito refinado"},"content":{"rendered":"<h5>A reescrita de contos tradicionais amplia o repert\u00f3rio lingu\u00edstico de crian\u00e7as de educa\u00e7\u00e3o infantil<\/h5>\n<div id=\"attachment_3915\" style=\"width: 285px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3915\" class=\"size-full wp-image-3915 \" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo1.jpg\" alt=\"avisala_37_tempo1.jpg\" width=\"275\" height=\"374\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo1.jpg 275w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo1-220x300.jpg 220w\" sizes=\"auto, (max-width: 275px) 100vw, 275px\" \/><p id=\"caption-attachment-3915\" class=\"wp-caption-text\">Desenhos feitos pelas crian\u00e7as da Escola Global Me Bilingual School, de S\u00e3o Paulo \u2013 SP<\/p><\/div>\n<p>Colocar as crian\u00e7as de pr\u00e9-escola em contato com diferentes g\u00eaneros textuais e desenvolver nelas o gosto pela leitura s\u00e3o tarefas da institui\u00e7\u00e3o escolar. As narrativas, tradicionalmente, sempre tiveram espa\u00e7o marcado na Educa\u00e7\u00e3o Infantil. Por proporcionarem momentos prazerosos ao serem lidas pelos professores, favorecem o envolvimento e a aproxima\u00e7\u00e3o de todos com a linguagem escrita. Para a professora de lingu\u00edstica da Uni versi dade de Barcelona, Liliana Tolchinsky Landsmann, \u201cquando come\u00e7am a frequentar a escola, meninos e meninas j\u00e1 desenvolveram esquemas que lhes per mitem compreender e produzir hist\u00f3rias que influem na memoriza\u00e7\u00e3o dos acontecimentos relatados e na complementa\u00e7\u00e3o que fazem de relatos. V\u00e1rios autores chegam a afirmar que a organiza\u00e7\u00e3o narrativa \u00e9 a met\u00e1fora orientadora pela qual os fen\u00f4menos podem ser compreendidos em quase todas as idades e culturas\u201d.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Al\u00e9m de favorecer a compreens\u00e3o do mundo, atividades com leitura favorecem o contato com as comunidades nas quais os pequenos est\u00e3o inseridos. Dentre os textos, os contos de fadas estimulam o ingresso no universo encantado. Quando o educador diz: \u201cEra uma vez&#8230;\u201d, a garotada se transporta para um tempo especial e m\u00e1gico que a leva tamb\u00e9m a viver o papel do her\u00f3i, do pr\u00edncipe, da hero\u00edna e da princesa. Os procedimentos envolvidos de leitor, que ser\u00e3o consolidados ao longo de toda a escolaridade, iniciam-se a partir das tramas apresentadas, do suspense que se instaura, da alegria e da magia que contagiam. <!--more-->A educadora argentina Delia Lerner defende que \u201cos comportamentos do leitor e do escritor s\u00e3o conte\u00fados \u2013 e n\u00e3o tarefas, como se poderia acreditar \u2013 porque s\u00e3o aspectos do que se espera que os alunos aprendam, porque se fazem presentes na sala de aula, precisamente para que os estudantes se apropriem deles e possam p\u00f4-los em a\u00e7\u00e3o no futuro, como praticantes da leitura e da escrita\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Pensados assim, os procedimentos tomam outra forma em sala. Precisam de contextos letrados para se fazerem presentes e de momentos marcados pelo significativo para que aconte\u00e7am de maneira a serem necess\u00e1rios. Os projetos s\u00e3o a modalidade organizativa que provoca situa\u00e7\u00f5es de uso real da l\u00edngua. Neles, todas as a\u00e7\u00f5es est\u00e3o voltadas a um produto final compartilhado entre os envolvidos. A sua elabora\u00e7\u00e3o exige direta ou indiretamente o uso da leitura e da escrita para lograr seus objetivos comunicativos. Conhecer os destinat\u00e1rios e saber a finalidade do que ser\u00e1 produzido \u00e9 primordial para que a participa\u00e7\u00e3o seja coletiva. Socializar esses processos e levar as crian\u00e7as a conhecerem todas as etapas beneficia o desenvolvimento do trabalho, pois exige envolvimento efetivo delas.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3916\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo2.jpg\" alt=\"avisala_37_tempo2\" width=\"265\" height=\"385\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo2.jpg 265w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo2-206x300.jpg 206w\" sizes=\"auto, (max-width: 265px) 100vw, 265px\" \/><br \/>\n<strong>Finais inusitados<\/strong><br \/>\nNo in\u00edcio de 2008, as crian\u00e7as do G5 da Global Me (5 anos de idade) demonstraram grande interesse em ouvir algumas vers\u00f5es de contos de fadas que se aproximavam das originais. Saber que Chapeuzinho Vermelho \u00e9 devorada pelo lobo ou que a madrasta da Branca de Neve teve de cal\u00e7ar sapatos de ferro incandescentes trouxeram espanto e curiosidade para os momentos de leitura. Ao descobrirem tantos novos (ou velhos) desfechos para as narrativas que j\u00e1 conheciam, todas ficaram motivadas para socializar essas vers\u00f5es com outras pessoas, justificando que ningu\u00e9m sabia disso. Incentivadas pela professora, pensaram coletivamente em reescrever as hist\u00f3rias. Ficou acertado que a colet\u00e2nea seria o produto final do projeto. Para que avan\u00e7assem ainda mais em seus discursos escritos, foi proposto que as reescritas fossem produzidas em duplas. Essa estrat\u00e9gia tinha por objetivo socializar conhecimentos, estimular a ar gumenta\u00e7\u00e3o no confronto de id\u00e9ias e o debate pela busca do melhor meio de produ\u00e7\u00e3o. Os pares foram, aos poucos, valorizando os trabalhos alheios, cooperando entre si e trocando saberes harmoniosa e assertivamente.<\/p>\n<p>O trabalho foi organizado para desenvolver conte\u00fados espec\u00edficos a cada etapa. A primeira foi repertoriar o grupo para que conhecesse algumas vers\u00f5es originais. Para isso, foram escolhidos livros que tivessem um discurso mais elaborado, mais fi\u00e9is aos escritos originais e que ampliassem o repert\u00f3rio lingu\u00edstico. Duas vezes por semana, as rodas de leitura eram destinadas a esse prop\u00f3sito. Sempre ap\u00f3s a narra\u00e7\u00e3o realizada pela professora, havia uma conversa para que eles tentassem estabelecer rela\u00e7\u00f5es de igualdade e diferen\u00e7a entre a vers\u00e3o lida e a que j\u00e1 conheciam. Era comum, ao final, ouvir de algu\u00e9m da turma: \u201cQual ser\u00e1 a pr\u00f3xima? Qual vamos ler amanh\u00e3?\u201d. O fervor da curiosidade era crescente e o envolvimento e encantamento, geral.<\/p>\n<p>O gosto pela leitura estava instaurado, e os comportamentos leitores foram se aprimorando a cada hist\u00f3ria. Antecipar alguns fatos da trama, verificar se essas previs\u00f5es se confirmavam, apreciar os detalhes das ilustra\u00e7\u00f5es e inferir sobre vocabul\u00e1rios novos foram alguns dos comportamentos estimulados e incorporados.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3917\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo3.jpg\" alt=\"avisala_37_tempo3\" width=\"259\" height=\"371\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo3.jpg 259w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo3-209x300.jpg 209w\" sizes=\"auto, (max-width: 259px) 100vw, 259px\" \/><br \/>\n<strong>Aten\u00e7\u00e3o aos detalhes<\/strong><br \/>\nPara que se aprofundassem nos detalhes das descri\u00e7\u00f5es, a segunda etapa proposta foi a confec\u00e7\u00e3o de uma galeria de personagens. Nela, as crian\u00e7as, organizadas em duplas, escolheram uma personagem para descrever tendo a professora como escriba. Era necess\u00e1rio resgatar de mem\u00f3ria as caracter\u00edsticas presentes no texto e ainda ordenar o discurso escrito. O desafio era relatar com o maior n\u00famero de detalhes, sem revelar o nome, para que o leitor descobrisse a figura a que se referiam.<\/p>\n<p>Os marcadores temporais sempre auxiliam na coes\u00e3o da narrativa. S\u00e3o eles que indicam quando os fatos aconteceram, a sequ\u00eancia cronol\u00f3gica e a continuidade. Para proporcionar uma escrita mais elaborada, foi necess\u00e1rio anotar em uma lista de todos os encontrados. Os pequenos perceberam que nem sempre as hist\u00f3rias iniciam com \u201cEra uma vez&#8230;\u201d, mas t\u00eam diversas maneiras para marcar o tempo. A linguagem peculiar desse g\u00eanero \u00e9 marcada por um vocabul\u00e1rio caracter\u00edstico, que nem sempre faz parte do que \u00e9 usado no cotidiano. Para que a turma se apropriasse dessas palavras e as utilizasse em suas reescritas, alguns contos foram relidos com o desafio de desvendar o significado dos termos desconhecidos. Sempre que aparecia uma palavra como \u201clavrador\u201d, \u201c\u00e9bano\u201d ou \u201cmoleiro\u201d, as crian\u00e7as logo a apontavam. A descoberta dos significados era pautada no conhecimento pr\u00e9vio, e quando ele n\u00e3o era suficiente, recorriam ao dicion\u00e1rio. O registro dessa fase foi exposto num painel batizado de Mural das palavras incr\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>Contos maravilhosos<\/strong><br \/>\nNesse momento, era necess\u00e1rio escolher, dentre as possibilidades reveladas pela professora, um conto para reescrever. Cada um escolheu seu preferido e, de acordo com esse crit\u00e9rio, formaram-se as duplas de trabalho. Para a reescrita, os pares contavam com a professora como escriba, que teve a preocupa\u00e7\u00e3o de digitar tudo na presen\u00e7a das crian\u00e7as. Esse detalhe foi cuidadosamente planejado para que a editora\u00e7\u00e3o fosse, de fato, acompanhada por elas, e que quando vissem o livro pronto n\u00e3o se sentissem \u00e0 parte do processo. A todo o momento, o Mural das palavras incr\u00edveis foi relembrado e utilizado no discurso, os marcadores temporais tamb\u00e9m foram resgatados, assim como as descri\u00e7\u00f5es dos personagens estiveram presentes com muitos detalhes.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s cada produ\u00e7\u00e3o, os textos eram revisados coletivamente em uma roda de conversa. A professora lia e todos podiam melhorar os escritos do outro, usando termos mais apropriados e sugerindo uma linguagem mais elaborada, de acordo com o julgamento deles. Os conflitos eram frequentes e o combinado era que a dupla autora tinha o direito de aceitar ou n\u00e3o as sugest\u00f5es. Essas discuss\u00f5es, muitas vezes acaloradas, proporcionaram momentos riqu\u00edssimos de reflex\u00e3o sobre a l\u00edngua. Era comum ouvir justificativas que se remetiam aos textos originais para fazer valer as opini\u00f5es. Tamb\u00e9m eram frequentes as sugest\u00f5es de trocas de substantivos por pronomes, para que o texto n\u00e3o ficasse repetitivo. Express\u00f5es da linguagem oral tamb\u00e9m eram substitu\u00eddas por palavras mais apropriadas \u00e0 escrita, e as estruturas das frases foram modificadas para que o leitor as entendesse melhor.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-3918\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo4.jpg\" alt=\"avisala_37_tempo4\" width=\"264\" height=\"346\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo4.jpg 264w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo4-228x300.jpg 228w\" sizes=\"auto, (max-width: 264px) 100vw, 264px\" \/><br \/>\nDepois da produ\u00e7\u00e3o escrita, o desafio foi observar nos livros outros aspectos a serem lembrados para a editora\u00e7\u00e3o, como a capa, a dedicat\u00f3ria, o \u00edndice e as ilustra\u00e7\u00f5es. Em grupo, os pequenos decidiram usar colagens de diversos materiais e complementar com os desenhos de pr\u00f3pria autoria. A decis\u00e3o de quais elementos seriam representados tamb\u00e9m estimulou um grande exerc\u00edcio de s\u00edntese. Algumas crian\u00e7as queriam acrescentar muitos detalhes e personagens nas imagens. A discuss\u00e3o do grupo girava em torno do que era mais importante para representar a hist\u00f3ria, j\u00e1 que n\u00e3o era poss\u00edvel apenas uma ilustra\u00e7\u00e3o por conto.<\/p>\n<p>A ideia de capa sugerida pela professora foi aprovada por todos. Nela, a foto de cada crian\u00e7a aparecia em uma folha transparente e cada uma complementava com desenhos. Al\u00e9m do \u00edndice e da dedicat\u00f3ria, foi decidido incluir um agradecimento especial. O lan\u00e7amento da publica\u00e7\u00e3o e a manh\u00e3 de aut\u00f3grafos foram muito comemorados por todos, assim como pelos pais e tamb\u00e9m pela comunidade escolar, que teve a oportunidade de apreci\u00e1-lo no Festival do Livro.<\/p>\n<p>(Paula Godoy Sant\u2019anna, coordenadora pedag\u00f3gica de l\u00edngua portuguesa da Escola Global Me Bilingual School, em S\u00e3o Paulo \u2013 SP e Alessandra Felix, professora de l\u00edngua portuguesa do G5 &#8211; crian\u00e7as de 5 anos)<\/p>\n<h4>Ficha t\u00e9cnica<\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">Escola Global Me Bilingual School &#8211; Endere\u00e7o: Rua Col\u00f4mbia, 66 \u2013 Jardins \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 SP. CEP: 01438-000 &#8211; Tel: (11) 3085-9662 \/ 3065-2440<br \/>\nDiretoras: Renata S\u00e1 Freire Melles e Rose Vaiano<br \/>\nCoordenadora pedag\u00f3gica de portugu\u00eas: Paula Godoy Sant&#8217;Anna<br \/>\nProfessora de portugu\u00eas (G5): Alessandra Felix<br \/>\nE-mail: globalme@globalme.com.br &#8211; Site: www.globalme.com.br<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3919\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo5.jpg\" alt=\"avisala_37_tempo5\" width=\"250\" height=\"346\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo5.jpg 250w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_37_tempo5-216x300.jpg 216w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/p>\n<h4>Para saber mais<\/h4>\n<p><strong>Livros<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Ler e escrever na escola \u2013 O real, o poss\u00edvel e o necess\u00e1rio, de Delia Lerner. Ed. Artmed. Tel.: 0800-703-3444.<\/li>\n<li>Aprendizagem da linguagem escrita \u2013 Processos evolutivos e implica\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas, de Liliana Tolchinsky Landsmann. Ed. \u00c1tica. Tel.: (11) 3990-2100.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A reescrita de contos tradicionais amplia o repert\u00f3rio lingu\u00edstico de crian\u00e7as de educa\u00e7\u00e3o infantil. Por Paula Godoy Sant\u2019anna e Alessandra Felix<\/p>\n","protected":false},"author":155,"featured_media":3895,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[398,34],"tags":[1110,816,149,21,151,819,815,428,817,818],"class_list":{"0":"post-3914","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-revista-avisala-37","8":"category-tempo-didadico","9":"tag-revista-avisa-la-2009","10":"tag-alessandra-felix","11":"tag-contos","12":"tag-escrita","13":"tag-leitura","14":"tag-narrativa","15":"tag-paula-godoy-santanna","16":"tag-producao-de-textos","17":"tag-reescrita","18":"tag-repertorio","20":"post-with-thumbnail","21":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3914","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/155"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3914"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3914\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3895"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3914"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3914"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3914"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}