{"id":3787,"date":"2008-04-07T16:53:55","date_gmt":"2008-04-07T19:53:55","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=3787"},"modified":"2023-03-27T18:55:35","modified_gmt":"2023-03-27T21:55:35","slug":"o-brincar-e-o-professor-de-educacao-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/reflexoes-do-professor\/o-brincar-e-o-professor-de-educacao-infantil\/","title":{"rendered":"O Brincar e o Professor de Educa\u00e7\u00e3o Infantil"},"content":{"rendered":"<h5>O professor que trabalha com crian\u00e7as de 0 a 5 anos precisa ter uma postura investigativa para compreender a complexidade da natureza infantil e favorecer o enriquecimento das compet\u00eancias imaginativas dos alunos por meio do l\u00fadico<\/h5>\n<div id=\"attachment_3789\" style=\"width: 351px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3789\" class=\"size-full wp-image-3789 \" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex8.jpg\" alt=\"avisala_34_reflex8.jpg\" width=\"341\" height=\"242\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex8.jpg 341w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex8-300x212.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px\" \/><p id=\"caption-attachment-3789\" class=\"wp-caption-text\">Ilustra\u00e7\u00f5es feitas pelas crian\u00e7as da Associa\u00e7\u00e3o de Mulheres pela Educa\u00e7\u00e3o (AME \u2013 Osasco)<\/p><\/div>\n<p>Conceber as crian\u00e7as como seres que pensam e sentem o mundo de uma forma pr\u00f3pria \u00e9 considerar a import\u00e2ncia que o brincar tem no desenvolvimento infantil. Desde a mais tenra idade, as crian\u00e7as revelam, pela brincadeira de faz-de-conta, o esfor\u00e7o que fazem para compreender o mundo em que vivem e as rela\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias que presenciam, explicitando tamb\u00e9m as condi\u00e7\u00f5es de vida a que s\u00e3o submetidas. O fato de a crian\u00e7a poder se comunicar desde o per\u00edodo sens\u00f3rio-motor (0 a 2 anos) por meio de gestos, sons e, posteriormente, representar determinado papel na brincadeira, faz com que ela incremente sua imagina\u00e7\u00e3o. Nas brincadeiras que faz, ela pode desenvolver algumas capacidades importantes, como aten\u00e7\u00e3o, imita\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria e imagina\u00e7\u00e3o.<!--more--><\/p>\n<p>Brincando, as crian\u00e7as amadurecem tamb\u00e9m algumas compet\u00eancias para a vida coletiva, pela intera\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o dos jogos de regras e de pap\u00e9is. Ao brincar, elas exploram o ambiente, perguntam e refletem sobre as formas culturais nas quais vivem e sobre a realidade circundante, desenvolvendo-se psicol\u00f3gica e socialmente. Devido ao seu processo gradativo de evolu\u00e7\u00e3o, a brincadeira da crian\u00e7a pequena \u00e9 estruturada a partir do que ela \u00e9 capaz de fazer. Segundo Gilles Broug\u00e8re<sup>1<\/sup>, a crian\u00e7a evolui mais nos seis primeiros anos de vida, per\u00edodo em que boa parte delas freq\u00fcenta institui\u00e7\u00f5es de Educa\u00e7\u00e3o Infantil (creches e pr\u00e9-escolas). E como essas crian\u00e7as permanecem a maior parte do dia, ou mesmo o turno integral, nas referidas institui\u00e7\u00f5es, o brincar nesses espa\u00e7os precisa ter o olhar do professor, com car\u00e1ter de observa\u00e7\u00e3o e pesquisa, possibilitando um maior entendimento sobre o desenvolvimento infantil.<\/p>\n<div id=\"attachment_3790\" style=\"width: 309px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3790\" class=\"size-full wp-image-3790 \" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex2.jpg\" alt=\"avisala_34_reflex2.jpg\" width=\"299\" height=\"210\" \/><p id=\"caption-attachment-3790\" class=\"wp-caption-text\">Crian\u00e7as de Feira de Santana \u2013 BA brincam em parceria (fotos: arquivo Programa Formar em Rede \u2013 Avisa L\u00e1)<\/p><\/div>\n<p>Lev Semionovitch Vygotski<sup>2<\/sup> atribui um papel important\u00edssimo \u00e0 brincadeira, principalmente ao brincar de faz-de- conta, considerado um verdadeiro \u201claborat\u00f3rio da inf\u00e2ncia\u201d. Por meio desta brincadeira, a crian\u00e7a cria, reinventa e se apropria da realidade circundante de forma simb\u00f3lica, sobretudo por este tipo de brincadeira ser caracter\u00edstico das crian\u00e7as que aprendem a falar, e que s\u00e3o capazes de se envolver numa situa\u00e7\u00e3o imagin\u00e1ria. A forma como o l\u00fadico estaria acontecendo nas creches e pr\u00e9-escolas p\u00fablicas sempre foi algo que me chamou a aten\u00e7\u00e3o e despertou meu interesse. Mas somente ao participar de perto desse n\u00edvel de ensino, fazendo parte da Divis\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o Infantil da Secretaria Municipal da Educa\u00e7\u00e3o, como coordenadora pedag\u00f3gica, pude conhecer melhor o trabalho que \u00e9 desenvolvido com as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Pelo contato direto com os professores em cursos, encontros pedag\u00f3gicos e acompanhamento nas pr\u00e9escolas, percebi que eles ainda n\u00e3o tinham clareza quanto \u00e0 import\u00e2ncia do brincar no desenvolvimento social, afetivo e cognitivo das crian\u00e7as de 0 a 5 anos, apesar de termos realizado v\u00e1rios estudos com eles sobre o desenvolvimento infantil, ressaltando a import\u00e2ncia do brincar a partir do Referencial Curricular Nacional para a Educa\u00e7\u00e3o Infantil (Rcnei)<sup>3<\/sup>.<\/p>\n<p>Ao longo da minha pr\u00e1tica de coordena\u00e7\u00e3o junto aos professores e crian\u00e7as de algumas pr\u00e9-escolas da Rede Municipal, pude perceber que os momentos dedicados ao brincar t\u00eam sido deixados para segundo plano, acontecendo apenas na hora do recreio. Neste momento, ou o professor assume a dire\u00e7\u00e3o das \u201cbrincadeiras\u201d, na sua maioria da escolha do adulto, ou as crian\u00e7as ficam soltas na \u00e1rea sob o olhar atento de um professor, preocupado apenas com a seguran\u00e7a dos alunos. As crian\u00e7as ficam livres, e os professores ignoram todo e qualquer tipo de brincadeira que elas trazem de casa.<\/p>\n<p>Outra pr\u00e1tica bastante comum \u00e9 sugerir que as crian\u00e7as brinquem livremente na sala quando a atividade proposta para o segundo hor\u00e1rio termina antes do tempo previsto, visando preencher o restante da carga hor\u00e1ria. Essas pr\u00e1ticas t\u00eam demonstrado que quest\u00f5es importantes como desenvolvimento social, moral, afetivo e cognitivo que o brincar pode proporcionar para as crian\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o percebidas pelo professor. Ele n\u00e3o planeja esta atividade, n\u00e3o se envolve e nem observa o que as crian\u00e7as dizem, sentem e demonstram estar pensando nesses momentos.<\/p>\n<p>Apesar de a maioria dos professores terem relatado, em encontros pedag\u00f3gicos ou em momentos de resgate de mem\u00f3rias, que as brincadeiras de faz-de-conta, regras e jogos de constru\u00e7\u00e3o fizeram parte da sua inf\u00e2ncia e lembrarem-se dessa fase de suas vidas como algo prazeroso e criativo, n\u00e3o percebemos em suas pr\u00e1ticas nenhuma preocupa\u00e7\u00e3o com o brincar no planejamento e execu\u00e7\u00e3o do seu trabalho di\u00e1rio. Como afirma Garrido<sup>4<\/sup>, a experi\u00eancia docente precisa ser um espa\u00e7o gerador e produtor de conhecimentos. Deste modo, a pr\u00e1tica docente deve configurar-se num espa\u00e7o em que o professor, pelos desafios impostos pelo cotidiano de sala de aula, torne-se um especialista do seu fazer, articulando teoria e pr\u00e1tica.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-3791\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex4.jpg\" alt=\"avisala_34_reflex4\" width=\"341\" height=\"259\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex4.jpg 341w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex4-300x227.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px\" \/><br \/>\nEm geral, o brincar \u00e9 visto somente pelo seu aspecto do movimento corporal, e tido apenas como momento de pura divers\u00e3o. \u00c9 descartada a hip\u00f3tese de que a crian\u00e7a aprende a brincar e tem consci\u00eancia de que brinca, agindo nesta atividade em fun\u00e7\u00e3o da imagem de uma pessoa ou objeto e de situa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o evocadas, revivendo sentimentos e significados vivenciados. Segundo Vygotski, o brinquedo \u00e9 muito mais a lembran\u00e7a de alguma coisa que realmente aconteceu do que imagina\u00e7\u00e3o. \u00c9 mais a mem\u00f3ria em a\u00e7\u00e3o do que uma situa\u00e7\u00e3o imagin\u00e1ria nova. Pensar em pol\u00edtica de forma\u00e7\u00e3o profissional para a Educa\u00e7\u00e3o Infantil requer, antes de tudo, questionar concep\u00e7\u00f5es de crian\u00e7a e pr\u00e9-escola. O professor de Educa\u00e7\u00e3o Infantil deve conduzir um trabalho voltado para o brincar, visando atender todas as necessidades dessa faixa et\u00e1ria, tendo em vista que as brincadeiras propiciam a fantasia e a criatividade da crian\u00e7a, possibilitando tamb\u00e9m que estas adquiram o dom\u00ednio da linguagem simb\u00f3lica.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica pedag\u00f3gica torna-se mais prazerosa com a presen\u00e7a das brincadeiras, uma vez que possibilita ao professor aproximar-se do mundo da crian\u00e7a e observ\u00e1-la com mais propriedade. Para tanto, ele precisa conhecer a crian\u00e7a, de onde ela vem, como pensa, seus valores, hist\u00f3rias de vida, as representa\u00e7\u00f5es que ela faz do mundo, para intervir de forma consistente, influenciando na constru\u00e7\u00e3o do sujeito, na forma\u00e7\u00e3o de sua hist\u00f3ria. Para criar situa\u00e7\u00f5es de aprendizagens significativas o educador precisa n\u00e3o somente de conhecimento te\u00f3rico sobre o n\u00edvel de desenvolvimento da crian\u00e7a, mas tamb\u00e9m de experi\u00eancias pr\u00e1ticas relativas \u00e0s possibilidades de explora\u00e7\u00e3o que as brincadeiras podem oferecer.<\/p>\n<p>O professor que trabalha com a primeira inf\u00e2ncia precisa estar aberto para perceber que a natureza infantil \u00e9 complexa e exige de n\u00f3s, adultos, postura de observador bastante apurada, a fim de apreendermos o que \u00e9 ser crian\u00e7a e como devemos lidar com elas. Segundo Coll e Sol\u00e9<sup>5<\/sup>, aprendemos quando somos capazes de elaborar uma representa\u00e7\u00e3o pessoal sobre um objeto da realidade que pretendemos aprender. Essa elabora\u00e7\u00e3o implica aproximar-se de tal objetivo ou conte\u00fado com a finalidade de apreend\u00ealo. Nesse processo, n\u00e3o s\u00f3 modificamos o que j\u00e1 possu\u00edamos, mas tamb\u00e9m interpretamos o novo de forma peculiar, para poder integr\u00e1-lo e torn\u00e1-lo nosso. Como sabemos, a forma\u00e7\u00e3o inicial do professor n\u00e3o vem oferecendo subs\u00eddios ou respaldo te\u00f3rico que o leve a compreender qual o lugar ocupado pelo brincar na inf\u00e2ncia. \u00c9 importante que este professor tenha consci\u00eancia ou conhecimento do que significou suas brincadeiras de tempo de crian\u00e7a para sua constru\u00e7\u00e3o pessoal e at\u00e9 profissional.<\/p>\n<p>A ressignifica\u00e7\u00e3o do brincar nas institui\u00e7\u00f5es de Educa\u00e7\u00e3o Infantil, sobretudo por parte dos professores, requer estudo e compreens\u00e3o de que sua interven\u00e7\u00e3o na brincadeira \u00e9 necess\u00e1ria. Essa interven\u00e7\u00e3o tem de ser pautada na observa\u00e7\u00e3o das brincadeiras infantis, visando oferecer material adequado e espa\u00e7o que permita o enriquecimento das compet\u00eancias imaginativas. O brincar deve ser planejado concomitantemente com as outras \u00e1reas, pela articula\u00e7\u00e3o de temas e projetos que permitam registrar toda a evolu\u00e7\u00e3o das brincadeiras, bem como aspectos relevantes de linguagem, socializa\u00e7\u00e3o, aten\u00e7\u00e3o e envolvimento pessoal que d\u00e3o pistas com rela\u00e7\u00e3o ao ambiente sociocultural no qual a crian\u00e7a est\u00e1 inserida. Pois, como afirma Henri Wallon<sup>6<\/sup>: \u201ca estrutura\u00e7\u00e3o do ambiente escolar, fruto do planejamento, deve conter uma reflex\u00e3o sobre as oportunidades de intera\u00e7\u00f5es sociais oferecidas definindo, por exemplo, se ser\u00e3o realizadas individual ou coletivamente (&#8230;) lembrando que a escola, ao possibilitar uma viv\u00eancia social diferente do grupo familiar, desempenha um importante papel na forma\u00e7\u00e3o da personalidade da crian\u00e7a\u201d.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3792\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex7.jpg\" alt=\"avisala_34_reflex7\" width=\"291\" height=\"239\" \/><br \/>\nAs atividades l\u00fadicas como recursos da pr\u00e1tica educativa devem estar presentes no cotidiano das salas de aula da Educa\u00e7\u00e3o Infantil visando n\u00e3o s\u00f3 o desenvolvimento emocional dos alunos, como tamb\u00e9m a compreens\u00e3o por parte dos educadores sobre os limites e as possibilidades de trabalhar as quest\u00f5es afetivas no contexto escolar.<\/p>\n<p>(M\u00e1rcia Tereza Fonseca Almeida, Pedagoga, especialista em Alfabetiza\u00e7\u00e3o e Supervis\u00e3o Escolar. Coordenadora pedag\u00f3gica da Divis\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o Infantil da Secretaria Municipal da Educa\u00e7\u00e3o de Feira de Santana \u2013 BA. Professora e mestranda da Universidade do Estado da Bahia \u2013 UNEB)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><sup>1<\/sup>Pesquisador franc\u00eas e especialista em jogos e brincadeiras infantis.<br \/>\n<sup>2<\/sup>Psic\u00f3logo e pesquisador russo (1896-1934).<br \/>\n<sup>3<\/sup>Publica\u00e7\u00e3o que integra a s\u00e9rie de documentos dos Par\u00e2metros Curriculares Nacionais, elaborados pelo Minist\u00e9rio de Educa\u00e7\u00e3o e do Desporto, 1998. O documento se constitui a partir das concep\u00e7\u00f5es de crian\u00e7a, inf\u00e2ncia e educa\u00e7\u00e3o, oferecendo diretrizes curriculares a todos que atuam na \u00e1rea de Educa\u00e7\u00e3o Infantil. Volumes dispon\u00edveis no site: www.mec.gov.br<br \/>\n<sup>4<\/sup>e<sup>5<\/sup>Veja refer\u00eancias ao final deste artigo<br \/>\n<sup>6<\/sup>M\u00e9dico, psic\u00f3logo e fil\u00f3sofo franc\u00eas (1879-1962).<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3793\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex5.jpg\" alt=\"avisala_34_reflex5\" width=\"282\" height=\"181\" \/><\/p>\n<h4>Ficha t\u00e9cnica<\/h4>\n<p>Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de Feira de Santana \u2013 BA<br \/>\nDivis\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o Infantil &#8211; Av. Senhor dos Passos, 212 \u2013 sala 201 \u2013 2o andar Feira de Santana \u2013 BA. CEP: 44010-231 &#8211; Tel.: (75) 3255-3801\/3614-1526<br \/>\nCoordenadora pedag\u00f3gica: M\u00e1rcia Tereza Fonseca Almeida<br \/>\nE-mail: marciatfa@ig.com.br<\/p>\n<h4>Para saber mais<\/h4>\n<ul>\n<li>Referencial Curricular Nacional para a Educa\u00e7\u00e3o Infantil: Movimento. MEC, 1998. Arquivos dispon\u00edveis no site: www.mec.gov.br.<\/li>\n<li>\u201cO que \u00e9 Brincadeira?\u201d, Gilles Broug\u00e9re. In Revista crian\u00e7a do professor de Educa\u00e7\u00e3o Infantil. No 31 \u2013 novembro\/1998. Editada pelo MEC, dispon\u00edvel no endere\u00e7o eletr\u00f4nico.<\/li>\n<li>Psicologia da aprendizagem, Dinah Martins de Souza Campos. Ed. Vozes. Tel.: (24) 2246-5552.<\/li>\n<li>O construtivismo na sala de aula, Antoni Zabala, Cesar Coll Salvador, Elena Mart\u00edn, Isabel Sol\u00e9, Javier Onrubia, Mariana Miras e Teresa Mauri. Ed. \u00c1tica. Tel.: 0800-115152.<\/li>\n<li>Henri Wallon: uma concep\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica do desenvolvimento infantil, Izabel Galv\u00e3o. Ed. Vozes. Tel.: (24) 2246-5552.<\/li>\n<li>A forma\u00e7\u00e3o do s\u00edmbolo na crian\u00e7a, Jean Piaget. Ed. LTC. Tel.: (21) 3970-9450<\/li>\n<li>Professor reflexivo no Brasil: G\u00eanese e cr\u00edtica de um conceito, Selma Garrido Pimenta e Evandro Ghedin (orgs.) Ed. Cortez. Tel.: (11) 3864-0111.<\/li>\n<li>A Forma\u00e7\u00e3o social da mente, Lev Semenovich Vygotsky. Ed. Martins Fontes.Tel.: (11) 3241-3677.<\/li>\n<li>Brincar na Pr\u00e9-Escola, Gisela Wajskop, Ed.Cortez. Tel.: (11) 3864-0111.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3794\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex1.jpg\" alt=\"avisala_34_reflex1\" width=\"311\" height=\"217\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex1.jpg 311w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_34_reflex1-300x209.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 311px) 100vw, 311px\" \/><\/p>\n<h6><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O professor que trabalha com crian\u00e7as de 0 a 5 anos precisa ter uma postura investigativa para compreender a complexidade da natureza infantil e favorecer o enriquecimento das compet\u00eancias imaginativas dos alunos por meio do l\u00fadico. Por M\u00e1rcia Tereza Fonseca Almeida<\/p>\n","protected":false},"author":141,"featured_media":3754,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22,395],"tags":[1109,737,87,782,781,778,780],"class_list":{"0":"post-3787","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-reflexoes-do-professor","8":"category-revista-avisala-34","9":"tag-revista-avisa-la-2008","10":"tag-atencao","11":"tag-comunicacao","12":"tag-conhecer-a-crianca","13":"tag-desenvolvimento-infantil","14":"tag-interacao","15":"tag-marcia-tereza-fonseca-almeida","17":"post-with-thumbnail","18":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3787","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/141"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3787"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3787\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3754"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3787"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3787"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3787"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}