{"id":3637,"date":"2007-07-02T21:35:24","date_gmt":"2007-07-03T00:35:24","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=3637"},"modified":"2023-03-27T18:47:52","modified_gmt":"2023-03-27T21:47:52","slug":"ver-alem-dos-rabiscos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/tempo-didadico\/ver-alem-dos-rabiscos\/","title":{"rendered":"Ver al\u00e9m dos rabiscos"},"content":{"rendered":"<h5>Uma das compet\u00eancias mais importantes de um professor de educa\u00e7\u00e3o infantil \u00e9 saber observar as crian\u00e7as com o suporte de um apoio te\u00f3rico consistente. Neste relato, a professora conta como acompanhou atentamente os desenhos dos alunos eduardo e vit\u00f3ria<\/h5>\n<p>Nas primeiras atividades desenvolvidas com o grupo de crian\u00e7as na faixa et\u00e1ria de quatro anos, me senti frustrada por ver apenas alguns rabiscos que para mim nada diziam. Por\u00e9m, com os textos que passei a estudar, fui compreendendo o exerc\u00edcio do desenho. A partir da\u00ed comecei a observar as crian\u00e7as individualmente e percebi que a maioria delas j\u00e1 modificava a garatuja e que nem todas permaneciam na mesma linha de conduta. Muitas estavam no movimento longitudinal<sup>1<\/sup> desordenado e n\u00e3o tinham apropria\u00e7\u00e3o na forma de segurar o l\u00e1pis, mas algumas faziam c\u00edrculos soltos e j\u00e1 enovelavam. Vale lembrar tamb\u00e9m que todas nomeavam os desenhos. Com base no que fui aprendendo, escolhi as produ\u00e7\u00f5es do Eduardo e da Vit\u00f3ria, ambos com quatro anos, para relatar a evolu\u00e7\u00e3o dos desenhos.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>No tra\u00e7ado de Eduardo<\/strong><br \/>\nAo colocar as atividades em ordem cronol\u00f3gica, constatei que sua primeira atividade era uma linha fluida aberta, seguida de um c\u00edrculo simples. Na atividade seguinte, observei que o desenho era formado por c\u00edrculos imperfeitos, o que me levou a pensar que aquela representa\u00e7\u00e3o queria dizer algo (abaixo).<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3641\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo1.jpg\" alt=\"avisala_31_tempo1\" width=\"230\" height=\"224\" \/><br \/>\nO desempenho dele nos desenhos \u00e9 cada vez mais interessante. Com a ajuda do texto da Rodha Kellog<sup>2<\/sup> e seus estudos de que a escrita tamb\u00e9m se oferece como desenho para a crian\u00e7a, percebi que, de fato, n\u00e3o demorou muito para que ele come\u00e7asse a inserir letras em seus trabalhos (abaixo).<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3642\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo2.jpg\" alt=\"avisala_31_tempo2\" width=\"314\" height=\"185\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo2.jpg 314w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo2-300x176.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 314px) 100vw, 314px\" \/><br \/>\nOs desenhos do Eduardo apresentam equil\u00edbrio e regularidade, concretizando-se a seq\u00fc\u00eancia dentro dos padr\u00f5es de an\u00e1lise institu\u00eddos pela Rodha Kellog (abaixo).<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3643\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo3.jpg\" alt=\"avisala_31_tempo3\" width=\"266\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo3.jpg 266w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo3-218x300.jpg 218w\" sizes=\"auto, (max-width: 266px) 100vw, 266px\" \/><br \/>\nA seguir, ele passa do exerc\u00edcio ao s\u00edmbolo, desenhando formas variadas n\u00e3o reconhec\u00edveis ainda como figura humana. Ele segue preparando o caminho para diferentes imagens, mas ainda n\u00e3o tem uma organiza\u00e7\u00e3o destas figuras no espa\u00e7o (abaixo).<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3644\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo4.jpg\" alt=\"avisala_31_tempo4\" width=\"305\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo4.jpg 305w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo4-215x300.jpg 215w\" sizes=\"auto, (max-width: 305px) 100vw, 305px\" \/><br \/>\n<strong>Mandalas de Vit\u00f3ria<\/strong><br \/>\nEntre os desenhos do Eduardo e os da Vit\u00f3ria, constatei que eles passam pelas mesmas etapas, s\u00f3 que ela mostra-se mais expansiva, realizando c\u00edrculos com linhas m\u00faltiplas e c\u00edrculos superpostos Vit\u00f3ria entra num processo de metamorfose gr\u00e1fica. Come\u00e7am a aparecer no desenho linhas de voltas m\u00faltiplas, diagramas e c\u00edrculos (abaixo).<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3645\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo5.jpg\" alt=\"avisala_31_tempo5\" width=\"342\" height=\"308\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo5.jpg 342w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo5-300x270.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 342px) 100vw, 342px\" \/><br \/>\nAs linhas significantes no desenho dela expressam um movimento r\u00edtmico e vigoroso, demonstrando prazer no ato de desenhar (abaixo).<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3646\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo6.jpg\" alt=\"avisala_31_tempo6\" width=\"261\" height=\"200\" \/><br \/>\nAqui o desenho nasceu de um rabisco, um c\u00edrculo imperfeito. Ela continuou a rabiscar, e rabiscando descobriu que causava um efeito interessante ao agregar mandalas. O surgimento das mandalas<sup>3<\/sup> no desenho de Vit\u00f3ria faz com que eles come\u00e7assem a diferenciar-se dos desenhos do Eduardo, povoados pela escrita (abaixo).<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3647\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo7.jpg\" alt=\"avisala_31_tempo7\" width=\"263\" height=\"280\" \/><br \/>\nEla tamb\u00e9m passa por uma fase de idas e vindas, mas hoje sei que nem todos os dias as crian\u00e7as est\u00e3o com o mesmo interesse ou a mesma vontade. Suas motiva\u00e7\u00f5es mudam e tamb\u00e9m suas produ\u00e7\u00f5es. Mas quando a inspira\u00e7\u00e3o volta, Vit\u00f3ria mostra-se preocupada com a figura representada. Percebe-se, em uma s\u00e9rie de desenhos, o imenso e curioso caminho de expressividade que ela percorre em busca da figura.<\/p>\n<p>Est\u00e1 pouco preocupada com o tra\u00e7ado de formas precisas. O modo como se dedica \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o (papel) com rabiscos mostra seu esfor\u00e7o e a percep\u00e7\u00e3o, mas como diz a Rodha \u201ca tend\u00eancia das crian\u00e7as de fazer formas \u00e9 t\u00e3o forte e profunda que parece ser inato\u201d. Sinto-me realizada por compreender agora o rico momento de explora\u00e7\u00e3o pelo qual ela passa, e fico curiosa para ver suas produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Esses desenhos continuam soltos e com diagramas, mas significam um repert\u00f3rio com express\u00e3o do seu pensamento, demonstrando a conquista de novas formas. Vit\u00f3ria tamb\u00e9m procura resolver os desafios, como \u00e9 poss\u00edvel conferir no desenho com interfer\u00eancia (a partir de um recorte de revista). Ela o completou de forma t\u00e3o clara e precisa que causa espanto. Observe o tra\u00e7ado das pernas, as roupas, a tentativa de diferenciar o rosto (masculino e feminino). Me parece que aqui podemos concordar com Rhoda, quando diz que a crian\u00e7a desenha \u201cn\u00e3o o que viu, mas o que ela sabe das coisas\u201d.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3648\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/avisala_31_tempo8.jpg\" alt=\"avisala_31_tempo8\" width=\"202\" height=\"284\" \/><\/p>\n<p><strong>Os tra\u00e7os b\u00e1sicos<sup>4<\/sup><\/strong><br \/>\nAlguns tra\u00e7os se confundem com outros, ou mesmo passam de um para outro. \u00c9 dif\u00edcil identificar estes registros isolados no trabalho da crian\u00e7a de 2 anos, pois geralmente eles est\u00e3o misturados e sobrepostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3649\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/tempo9.jpg\" alt=\"tempo9\" width=\"265\" height=\"651\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/tempo9.jpg 265w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/tempo9-122x300.jpg 122w\" sizes=\"auto, (max-width: 265px) 100vw, 265px\" \/><\/p>\n<p>(Jucilene Leite Da Silva Oliveira, educadora do CEI Padre Pedro Ballint, bairro de Heli\u00f3polis, S\u00e3o Paulo\/SP)<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>No caso dos desenhos das crian\u00e7as, o movimento longitudinal est\u00e1 relacionado ao comprimento dos rabiscos. Confira<\/p>\n<p><sup>2<\/sup>Analisis de la expresi\u00f3n pl\u00e1stica del preescolar, Rodha Kellog. Ed. Kapeluz, Buenos Aires, 1986.<\/p>\n<p><sup>3<\/sup>Em s\u00e2nscrito, a palavra \u201cmandala\u201d significa c\u00edrculo. As mandalas s\u00e3o, muitas vezes, constitu\u00eddas por uma s\u00e9rie de c\u00edrculos conc\u00eantricos, cercados por um quadrado que, por sua vez, \u00e9 cercado por outro c\u00edrculo.<\/p>\n<p>4Fonte: Analisis de la expresi\u00f3n pl\u00e1stica del preescolar, Rodha Kellog. Ed. Kapeluz, Buenos Aires, 1986.<\/p>\n<h4>&#8220;Todos temos talento&#8221;<\/h4>\n<p>Em 1954, Rhoda Kellog observou que o s\u00edmbolo oriental mandala era desenhado espontaneamente por crian\u00e7as de tr\u00eas anos no Ocidente. A partir desta descoberta, ela partiu para uma pesquisa de observa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o infantil, levantando as suas semelhan\u00e7as e classificando-as. O que ela procurou foram formas e tra\u00e7ados que ocorrem regular e bem claramente nos desenhos de muitas crian\u00e7as (a pesquisa foi feita durante um per\u00edodo de 20 anos, 5 dias por semana, com crian\u00e7as de v\u00e1rias culturas e lugares do mundo).<\/p>\n<p>Com suas descobertas, esta autora nos trouxe a id\u00e9ia de que praticamente todos temos um talento art\u00edstico, ou seja, a produ\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica \u00e9 inerente ao ser humano. \u201cRabiscos, como um registro da vis\u00e3o e a\u00e7\u00e3o de humanos jovens, oferecem um meio de discernir mais claramente o desenvolvimento da vis\u00e3o da crian\u00e7a e do processo mental, e talvez para trabalhar uma reforma na educa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as pequenas.\u201d<\/p>\n<p>Segundo a autora, s\u00e3o 20 tipos de rabiscos (forma\u00e7\u00e3o de linhas elementares que podem ser encontradas em qualquer desenho) feitos por crian\u00e7as a partir de dois anos mais ou menos. Para fazer este registro gr\u00e1fico n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio o controle da atividade motora pela vis\u00e3o, mas isto pode acontecer. As combina\u00e7\u00f5es dos rabiscos variam. Eles s\u00e3o os \u201ctijolos\u201d da arte e uma detalhada e compreensiva vis\u00e3o do trabalho da crian\u00e7a. As crian\u00e7as se lembram com facilidade de rabiscos que sugerem formas do mundo que as cercam (ovais, tri\u00e2ngulos, c\u00edrculos, troncos de \u00e1rvores, lua etc.), e a evolu\u00e7\u00e3o geral de formas na arte das crian\u00e7as se mostra independente de tais observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>(Analisis de la expresi\u00f3n pl\u00e1stica del preescolar, Rodha Kellog. Ed. Kapeluz, Buenos Aires, 1986)<\/p>\n<h4>Est\u00e1gios da Produ\u00e7\u00e3o Gr\u00e1fica da Crian\u00e7a<sup>5<\/sup><\/h4>\n<p><strong>Est\u00e1gio dos padr\u00f5es<\/strong> (2 anos de idade ou menos)<br \/>\n<strong>Caracter\u00edsticas:<\/strong> fazem rabiscos b\u00e1sicos e desenham alguns em padr\u00f5es de coloca\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1gio das formas<\/strong> (2 a 3 anos de idade)<br \/>\n<strong>Caracter\u00edsticas:<\/strong> fazem diagramas (formas definidas delineadas) e diagramas emergentes<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1gio do desenho<\/strong> (4 anos de idade)<br \/>\n<strong>Caracter\u00edsticas:<\/strong> Fazem combinados (dois diagramas) e agregados (tr\u00eas ou mais diagramas). Durante este per\u00edodo a crian\u00e7a come\u00e7a a fazer formas de linhas equilibradas denominadas s\u00f3is, mandalas e radiais.<\/p>\n<p><strong>Est\u00e1gio pict\u00f3rico<\/strong> (a partir dos 4 anos)<br \/>\n<strong>Caracter\u00edsticas:<\/strong> fazem desenhos humanos, casas, constru\u00e7\u00f5es, vegetais e outras representa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><sup>5<\/sup> Analisis de la expresi\u00f3n pl\u00e1stica del preescolar, Rodha Kellog. Ed. Kapeluz, Buenos Aires, 1986.<\/p>\n<h4>Ficha t\u00e9cnica<\/h4>\n<p><strong>Responsabilidade T\u00e9cnica:<\/strong> Instituto Avisa L\u00e1<br \/>\n<strong>Apoio:<\/strong> Nestl\u00e9 Brasil Ltda. Site: www.nestle.com.br<br \/>\n<strong>Parceria:<\/strong> Uni\u00e3o de N\u00facleos e Associa\u00e7\u00f5es de Sociedades de Moradores de Heli\u00f3polis e S\u00e3o Jo\u00e3o Cl\u00edmaco \u2013 UNAS &#8211; Endere\u00e7o: Rua da Mina, 38 &#8211; Tel.: (11) 2272-0140. E-mail: unas@uol.com.br<br \/>\n<strong>Presidente:<\/strong> Jo\u00e3o Miranda Neto<br \/>\n<strong>Coordenadora dos projetos:<\/strong> Simone Baleeiros<br \/>\n<strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Centro de Educa\u00e7\u00e3o Infantil Padre Pedro Ballint &#8211; Endere\u00e7o: Rua Japaratuba no 65 &#8211; Tel.: (11) 6168-5273 \u2013 E-mail: mariavalderlei@click21.com.br<br \/>\n<strong>Gerente:<\/strong> Maria Aparecida Ferreira Valderley<br \/>\n<strong>Coordenadora pedag\u00f3gica:<\/strong> Silvana Coelho Rodrigues de Souza<br \/>\n<strong>Formadoras de apoio:<\/strong> Cl\u00e9lia Cortez e Silvana Augusto<br \/>\n<strong>Educadora:<\/strong> Jucilene Leite da Silva Oliveira<\/p>\n<h4>Para saber mais<\/h4>\n<p><strong>Livros<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>\u201cEntre o acaso e a inten\u00e7\u00e3o \u2013 Como a crian\u00e7a pode conquistar autonomia para criar\u201d, Val\u00e9ria Pimentel. In Revista Avisa l\u00e1, edi\u00e7\u00e3o no 8, outubro \/2001.<\/li>\n<li>\u201cEvolu\u00e7\u00e3o do Grafismo \u2013 Desenhando a crian\u00e7a revela sua natureza emocional e ps\u00edquica\u201d. In Revista do Professor no 86 \u2013 Edi\u00e7\u00e3o de abril-junho\/2006. Tel.: (51) 3731-1061.<\/li>\n<li>Referencial Curricular Nacional para a Educa\u00e7\u00e3o Infantil, Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e do Desporto, Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Fundamental. Bras\u00edlia: MEC\/ SEF, 1998. Vol. 3. Dispon\u00edveis no site: www.mec.gov.br<\/li>\n<li>Crian\u00e7a e desenho uma conversa para o olhar\/pensar arte, Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, 1990. (Movimento de Reorienta\u00e7\u00e3o Curricular &#8211; Doc. 4). Ed. Espa\u00e7o Pedag\u00f3gico.<\/li>\n<li>Uma concep\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica do desenho infantil, Izabel Galv\u00e3o e Henri Wallon. Ed. Vozes.Tel.: (24) 2223-9000.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Sites<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Site da Rhoda Kellogg (em Ingl\u00eas) \u2013 http:\/\/www1.appstate.edu \/~carpentr\/Art_files\/frame.htm<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das compet\u00eancias mais importantes de um professor de educa\u00e7\u00e3o infantil \u00e9 saber observar as crian\u00e7as com o suporte de um apoio te\u00f3rico consistente. Neste relato, a professora conta como acompanhou atentamente os desenhos dos alunos eduardo e vit\u00f3ria. Por Jucilene Leite da Silva Oliveira<\/p>\n","protected":false},"author":126,"featured_media":6377,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[392,34],"tags":[1108,745,300,737,309,747,744,748,68,746],"class_list":{"0":"post-3637","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-revista-avisala-31","8":"category-tempo-didadico","9":"tag-revista-avisa-la-2007","10":"tag-acompanhamento","11":"tag-artes","12":"tag-atencao","13":"tag-desenhos","14":"tag-formas","15":"tag-jucilene-leite-da-silva-oliveira","16":"tag-mandalas","17":"tag-observacao","18":"tag-talento","20":"post-with-thumbnail","21":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3637","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/126"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3637"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3637\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6377"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3637"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3637"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3637"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}