{"id":3317,"date":"2006-01-22T12:40:57","date_gmt":"2006-01-22T14:40:57","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=3317"},"modified":"2023-03-27T18:14:12","modified_gmt":"2023-03-27T21:14:12","slug":"traga-noticias-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/reflexoes-do-professor\/traga-noticias-do-mundo\/","title":{"rendered":"Traga not\u00edcias do mundo"},"content":{"rendered":"<h5>\u201cQuando voc\u00ea voltar traz mais not\u00edcias do mundo?\u201d Assim uma crian\u00e7a de 5 anos de pr\u00e9-escola despede-se do formador<sup>1<\/sup>, desejando que ao retornar traga novos aprendizados na bagagem: livros, v\u00eddeos, imagens e jogos, que sempre carrega consigo. Este artigo trata do desejo de conhecer o mundo que as crian\u00e7as pequenas possuem e de como seus professores podem contribuir para concretiz\u00e1- lo<\/h5>\n<div id=\"attachment_3322\" style=\"width: 422px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3322\" class=\"size-full wp-image-3322\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia15.jpg\" alt=\"coreia15.jpg\" width=\"412\" height=\"305\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia15.jpg 412w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia15-300x222.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 412px) 100vw, 412px\" \/><p id=\"caption-attachment-3322\" class=\"wp-caption-text\">Tabuleiros de jogos feitos por crian\u00e7as da rede p\u00fablica de Cajamar<\/p><\/div>\n<p>Esse trabalho consistiu no desenvolvimento de dois projetos simult\u00e2neos: um did\u00e1tico, direto com as crian\u00e7as, chamado Tabuleiros do Mundo Todo, e outro de forma\u00e7\u00e3o, com professores e coordenadores pedag\u00f3gicos. A escolha dos conte\u00fados, a partir do desenvolvimento do trabalho com jogos, justificou-se pela demanda dos professores da rede de educa\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de Cajamar, S\u00e3o Paulo, que queriam ampliar seus conhecimentos em rela\u00e7\u00e3o aos projetos na \u00e1rea de Natureza e Sociedade.<br \/>\n<!--more--><br \/>\nOs jogos s\u00e3o utilizados em in\u00fameras aprendizagens ligadas ao l\u00fadico, \u00e0 hist\u00f3ria, \u00e0 cultura dos povos, \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es e costumes dessa manifesta\u00e7\u00e3o cultural. Al\u00e9m disso, seu uso na escola possibilita trabalhar com textos instrucionais e informativos<sup>2<\/sup>. A leitura de textos, a constru\u00e7\u00e3o de sentidos ao ler, a pesquisa feita pelas crian\u00e7as, fizeram parte desta a\u00e7\u00e3o formativa, que teve a dura\u00e7\u00e3o de seis meses e foi desenvolvida pelo Instituto Avisa L\u00e1. Foram encontros de forma\u00e7\u00e3o e supervis\u00f5es aos profissionais da rede p\u00fablica do munic\u00edpio de Cajamar.<\/p>\n<p>As linhas que se seguem fazem parte da reflex\u00e3o gerada a partir de um dos encontros de forma\u00e7\u00e3o, planejado coletivamente com a equipe de trabalho<sup>3<\/sup>, que compartilhou a a\u00e7\u00e3o nas diferentes escolas da rede. O assunto espec\u00edfico em pauta era sobre a leitura de textos informativos. Nosso desafio era instrumentalizar o professor para essa pr\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>Um breve diagn\u00f3stico<\/strong><br \/>\nNa Educa\u00e7\u00e3o Infantil o papel do texto informativo ainda n\u00e3o \u00e9 devidamente valorizado como objeto de ensino. Muito menos considera-se necess\u00e1rio ensinar os comportamentos leitores relacionados a esse tipo de texto. Quando se desenvolvem projetos did\u00e1ticos sobre conte\u00fados ligados \u00e0 natureza ou \u00e0 sociedade, e h\u00e1 necessidade de pesquisar textos informativos, ainda \u00e9 comum uma pr\u00e1tica que desfavorece a autonomia das crian\u00e7as na busca da informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O discurso oral do professor prevalece sobre o textual. Em geral considera-se que, como as crian\u00e7as ainda n\u00e3o sabem ler convencionalmente, o melhor procedimento \u00e9 a comunica\u00e7\u00e3o oral. O professor l\u00ea livros que falam a respeito dos assuntos que est\u00e3o na pauta das pesquisas a serem realizadas e conta o que leu para o grupo, mas raramente l\u00ea o texto como est\u00e1 escrito para as crian\u00e7as. Isso gera uma baixa familiaridade com o universo textual. A falta de oportunidades de ouvir textos informativos dificulta que as crian\u00e7as construam em si o papel de leitores de textos deste g\u00eanero.<\/p>\n<p>As causas da pouca presen\u00e7a de texto informativo na Educa\u00e7\u00e3o Infantil n\u00e3o est\u00e3o ligadas especificamente aos professores, mas a raz\u00f5es hist\u00f3ricas e culturais relativas \u00e0 compreens\u00e3o que os adultos possuem acerca das compet\u00eancias infantis. Muitos adultos consideram esse tipo de texto dif\u00edcil e\/ou n\u00e3o apropriado para as crian\u00e7as, e, portanto, sua leitura para e por elas gera desinteresse e dispers\u00e3o.<\/p>\n<p>Dependendo da sua experi\u00eancia escolar, h\u00e1 adultos que renegam os benef\u00edcios do estudo de determinados assuntos e conseq\u00fcentemente n\u00e3o vislumbram a necessidade de apresent\u00e1-los a crian\u00e7as t\u00e3o pequenas. Somam-se a essas quest\u00f5es a dificuldade em selecionar trechos de textos para serem compartilhados com as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Em todos esses casos, o papel do comportamento leitor de textos informativos n\u00e3o est\u00e1 claro para o educador. N\u00e3o h\u00e1 um investimento intencional de interven\u00e7\u00f5es educativas que aproximem a crian\u00e7a da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica escrita. Quando isto ocorre com propriedade os pequenos podem tirar proveito tanto para suas pesquisas como para a constru\u00e7\u00e3o do pensamento c\u00e9tico, aquele que duvida, coloca quest\u00f5es acerca do que se apreende do mundo.<\/p>\n<div id=\"attachment_3323\" style=\"width: 354px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3323\" class=\"size-full wp-image-3323\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia1.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia1.jpg\" width=\"344\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia1.jpg 344w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia1-300x208.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 344px) 100vw, 344px\" \/><p id=\"caption-attachment-3323\" class=\"wp-caption-text\">Compartilhar estrat\u00e9gias de um jogo \u00e9 uma experi\u00eancia valorizada na Rede P\u00fablica de Cajamar<\/p><\/div>\n<p><strong>Aprendendo a usar bem o texto informativo<\/strong><br \/>\nPor que lemos textos informativos? Porque somos curiosos, desejosos de saber, para buscar uma informa\u00e7\u00e3o precisa, para conhecer mais acerca de um assunto, tamb\u00e9m para dialogar com a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento da atualidade ou de tempos atr\u00e1s. A escola sempre trabalhou com textos informativos. Talvez n\u00e3o com a necess\u00e1ria compet\u00eancia e muitas vezes restringindo-se aos livros did\u00e1ticos, alguns de conte\u00fados duvidosos.<\/p>\n<p>Textos de livros, revistas, jornais, Internet, folhetos, dicion\u00e1rios especializados, enciclop\u00e9dias, imagens bem escolhidas, com boas legendas devem fazer parte do repert\u00f3rio das crian\u00e7as, para que possam ir construindo argumentos, hip\u00f3teses, dialogando com o mundo da informa\u00e7\u00e3o, da forma como ele est\u00e1 organizado no texto impresso.<\/p>\n<p>Para usar com propriedade esse tipo de texto \u00e9 importante criar h\u00e1bitos leitores no contexto profissional. Projetos de forma\u00e7\u00e3o continuada precisam sugerir textos, incentivar a pesquisa pelos professores, a busca de informa\u00e7\u00f5es na Internet e nas mais diferentes fontes. Como estrat\u00e9gia para que as trocas de leitura e curiosidades sobre o trabalho com jogos e seus pa\u00edses de origem pudessem ser socializadas com maior freq\u00fc\u00eancia entre o grupo, a equipe do Avisa L\u00e1, que coordenou este trabalho, teve a id\u00e9ia da constru\u00e7\u00e3o de um blog:www.tudoemjogo.zip.net, com senha de acesso aos participantes do projeto para a troca de materiais e mesmo de assuntos gerados pela forma\u00e7\u00e3o, no qual todas as escolas participantes puderam fazer inser\u00e7\u00f5es de textos. Vejamos alguns exemplos do que foi colocado no blog.<\/p>\n<p><strong>Estrat\u00e9gias formativas<\/strong><br \/>\nOs professores precisam selecionar num texto o que \u00e9 interessante para ser lido \u00e0s crian\u00e7as e o que n\u00e3o \u00e9, e o que precisa ser contado ou mesmo colocado como assunto para debate. Pensando dessa maneira e sabendo dessa dificuldade dos professores, no primeiro encontro de forma\u00e7\u00e3o de Cajamar, privilegiamos uma situa\u00e7\u00e3o de aprendizagem na qual os profissionais precisaram selecionar, dentre alguns textos informativos, quais seriam lidos para as crian\u00e7as, tal como estivessem escrito, de quais seriam lidos pequenos trechos e quais seriam descartados.<\/p>\n<p>Os professores teriam de apresentar tamb\u00e9m como lan\u00e7ariam o texto a ser lido. Os textos selecionados, muitos deles retirados da Internet, n\u00e3o eram direcionados ao p\u00fablico infantil. Quer\u00edamos, com essa proposta, que o professor n\u00e3o se restringisse aos textos escritos exclusivamente para escola ou para a faixa et\u00e1ria em quest\u00e3o, pois acreditamos que as crian\u00e7as podem ter acesso aos mais variados tipos de textos.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3324\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia3.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia3\" width=\"260\" height=\"271\" \/><br \/>\n<strong>Todo e qualquer texto?<\/strong><br \/>\nInteressante registrar que houve uma pol\u00eamica causada por um texto, que propositadamente foi oferecido ao grupo de professores com a inten\u00e7\u00e3o de discutir o que devemos informar, o que devemos ler e quando \u00e9 inadequada a discuss\u00e3o do que o texto traz.<\/p>\n<p>Em mat\u00e9ria de texto informativo, o procedimento de leitura pelo professor n\u00e3o \u00e9 o mesmo do texto liter\u00e1rio, no qual se deve ler o texto tal como est\u00e1 escrito, sem procurar sin\u00f4nimos ou substitui\u00e7\u00f5es, a fim de que as crian\u00e7as aprendam a entender o texto dentro de um contexto. No caso da elei\u00e7\u00e3o do texto informativo para ler \u00e0s crian\u00e7as \u00e9 preciso avaliar se ele est\u00e1 dentro das possibilidades de entendimento, pois aquilo que est\u00e1 muito distante do que a crian\u00e7a tem capacidade para aprender n\u00e3o gera um novo conhecimento.<\/p>\n<p>No texto abaixo (L\u00edngua Coreana), fica claro como os conceitos complexos, como \u201cestudos etmol\u00f3gicos e ling\u00fc\u00edsticos\u201d, \u201cestruturas gramaticais\u201d, \u201cs\u00edmbolos fon\u00e9ticos\u201d n\u00e3o cabem na pauta da leitura e discuss\u00e3o com as crian\u00e7as. Por outro lado, n\u00e3o devemos jogar fora todas as informa\u00e7\u00f5es contidas. Talvez o texto n\u00e3o deva ser lido na \u00edntegra e nem mesmo seja a melhor escolha para a leitura em partes, mas pode ser aproveitado de outra maneira. O professor pode comentar sua leitura com as crian\u00e7as. Recortar, por exemplo, do texto, as formas de escrita coreana. Ampli\u00e1-las em c\u00f3pia para colocar no painel da sala. Isso d\u00e1 mote, por exemplo, para discutir como os povos produzem escritas diversas. Cabe ao professor saber se apropriar dos usos que pode fazer dos textos e selecionar aquilo que avive o desejo das crian\u00e7as por conhecer.<\/p>\n<p><strong>Apoio projeto did\u00e1tico<\/strong><br \/>\nUma das estrat\u00e9gias que usamos como formadoras foi apresentar aos professores um jogo coreano, o Chung Toi, e ensin\u00e1-los a jogar. Em seguida, oferecemos v\u00e1rios textos que falavam da Cor\u00e9ia do Sul, pa\u00eds de origem do inventor do jogo que leva seu nome. Nossa escolha n\u00e3o foi aleat\u00f3ria. Havia a inten\u00e7\u00e3o de que o professor percebesse que o conhecimento n\u00e3o deve ser escolarizado, com cara de cartilha, mas sim como est\u00e1 no mundo.<\/p>\n<p>Os textos tratavam de assuntos e curiosidades culturais da Cor\u00e9ia, como tipo de alimenta\u00e7\u00e3o, usos e costumes. No trabalho com os textos informativos, o foco da forma\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos conhecimentos culturais, foi a leitura pelo professor, considerando a faixa et\u00e1ria das crian\u00e7as. Os textos utilizados foram trabalhados de diversas formas, demonstrando que a partir do conte\u00fado-leitura pelo professor h\u00e1 diversos encaminhamentos:<\/p>\n<p><strong>1. A leitura das imagens antes de ler o texto propriamente dito<\/strong><br \/>\nEste encaminhamento deve ser realizado quando o portador de texto d\u00e1 pistas interessantes ao leitor, como \u00e9 o caso da produ\u00e7\u00e3o abaixo em que as crian\u00e7as podem antecipar o conte\u00fado a ser lido, emitir opini\u00f5es sobre o texto antes mesmo que o professor o leia. Interessante \u00e9 voltar ao debate ap\u00f3s a leitura.<\/p>\n<p>O uso das imagens para antecipar significados dos textos \u00e9 um dos recursos mais usados pelas crian\u00e7as e, talvez por isso, seja um dos crit\u00e9rios mais presentes para o professor na hora de escolher o que apresentar ao grupo. No entanto, existem outros caminhos para ajudar as crian\u00e7as na compreens\u00e3o de textos, ainda que n\u00e3o possuam imagens, como vemos a seguir:<\/p>\n<blockquote><p><strong>A Bandeira Nacional da Corea do Sul<\/strong><br \/>\nUm pouco de Hist\u00f3ria: O c\u00edrculo central (t\u2019aeguk) \u00e9 o que define o nome da bandeira nacional coreana: o T\u2019aegukki. Acredita-se que a primeira bandeira coreana tenha sido feita pela primeira vez em agosto de 1882, quando um grupo de jovens funcion\u00e1rios reformistas, liderados por um enviado especial chamado Pak Young-Hyo, visitou o Jap\u00e3o.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3325\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia11.jpg\" alt=\"coreia11\" width=\"152\" height=\"110\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia11.jpg 152w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia11-150x110.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 152px) 100vw, 152px\" \/><br \/>\nEles sentiram a necessidade de ter uma bandeira que simbolizasse a soberania coreana. Acredita-se que, atendendo \u00e0s sugest\u00f5es do rei Kojong, aquele grupo tenha desenhado a bandeira original, j\u00e1 desaparecida. Apenas sabe-se que no centro figurava um c\u00edrculo t\u2019aeguk azul e vermelho com quatro trigramas ao redor. Em 6 de mar\u00e7o de 1883, o rei Kojong (1863\u20131907) estabeleceu por decreto real os s\u00edmbolos da bandeira. Entretanto, o desenho n\u00e3o foi oficializado at\u00e9 a instaura\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica da Cor\u00e9ia, em 1948.<\/p>\n<p>O que a bandeira coreana representa: O c\u00edrculo t\u2019aeguk, que aparece no centro da bandeira, est\u00e1 dividido em partes iguais, mostrando um equil\u00edbrio perfeito. Na parte superior, a cor vermelha representa o yang e, na inferior, o azul representa o yin, um antigo s\u00edmbolo do universo, das grandes for\u00e7as c\u00f3smicas antag\u00f4nicas em perfeito equil\u00edbrio e harmonia: a \u00e1gua e o fogo, o dia e a noite, a luz e a escurid\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o e a destrui\u00e7\u00e3o, o masculino e o feminino, o ativo e o passivo, o calor e o frio, o maior e o menor, etc.<\/p>\n<p>As tr\u00eas linhas nos cantos tamb\u00e9m d\u00e3o uma id\u00e9ia de equil\u00edbrio de for\u00e7as antag\u00f4nicas. As tr\u00eas linhas ininterruptas simbolizam o c\u00e9u; no outro lado, as tr\u00eas linhas quebradas representam a terra. Abaixo, no canto esquerdo, aparecem duas linhas completas com outra quebrada no meio, simbolizando o fogo. No seu lado oposto, encontra-se o s\u00edmbolo da \u00e1gua. O fundo branco \u00e9 um emblema da pureza do povo coreano e de seu amor pela paz. Em conjunto, a bandeira representa o ideal que contempla o povo coreano, evoluindo sempre em harmonia com o universo. Por Humberto Choi<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>2. Professor introduz assunto para depois ler o texto na \u00edntegra<\/strong><br \/>\nUma das possibilidades de se fazer uso de um texto informativo foi oferecida a um dos grupos que participava da forma\u00e7\u00e3o. Tratava-se de um texto informativo de car\u00e1ter jornal\u00edstico, mas que trazia curiosidades sobre a Cor\u00e9ia:<\/p>\n<blockquote><p><strong>Coreanos v\u00e3o oferecer carne de cachorro aos torcedores<\/strong><br \/>\nOs torcedores que forem acompanhar a Copa do Mundo poder\u00e3o experimentar, gratuitamente, carne de cachorro nos est\u00e1dios. Donos de restaurantes da Cor\u00e9ia do Sul resolveram inovar e ir\u00e3o oferecer o produto atrav\u00e9s de amostras de carne assada, sopa, sandu\u00edche e hamb\u00farguer aos turistas. A culin\u00e1ria coreana poder\u00e1 ser degustada nas barracas montadas nas proximidades dos 10 est\u00e1dios que receber\u00e3o a Copa do Mundo, de 31 de maio a 30 de junho.<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-3326\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia13.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia13\" width=\"241\" height=\"255\" \/><br \/>\nMas h\u00e1 quem n\u00e3o concorde e condene esta pr\u00e1tica. Grupos de defesa dos direitos dos animais incriminam as chamadas \u201cpr\u00e1ticas b\u00e1rbaras\u201d e solicitam \u00e0 Cor\u00e9ia do Sul que pro\u00edba a venda de carne de cachorro durante a competi\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, advogados locais dizem que a carne de cachorro faz parte da tradi\u00e7\u00e3o coreana, assim como a carne de cavalo, de pombo ou lesma em alguns pa\u00edses. Na Cor\u00e9ia do Sul, o consumo de carne de cachorro \u00e9 feito por, aproximadamente, tr\u00eas milh\u00f5es de pessoas nos mais de seis mil restaurantes. www.petfriends.com.br\/news<\/p><\/blockquote>\n<p>O grupo em quest\u00e3o planejou uma situa\u00e7\u00e3o educativa na qual, antes de iniciar a leitura, lan\u00e7ariam uma pergunta curiosa \u00e0 turma, que fosse geradora de desdobramentos, para um debate inicial. S\u00f3 depois da discuss\u00e3o leriam o texto acima citado. Decidiram come\u00e7ar instigando as crian\u00e7as ao assunto, com a pergunta: \u201cQuem daqui gostaria de comer carne de cachorro? Pode ser assado, na sopa, no hamb\u00farguer&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Na seq\u00fc\u00eancia, contariam que na Cor\u00e9ia esta pr\u00e1tica \u00e9 comum; contextualizariam o texto a respeito do per\u00edodo em que foi escrito (Copa do Mundo); lan\u00e7ariam nova pergunta: \u201cSer\u00e1 que n\u00e3o tem outras carnes para comer l\u00e1 na Cor\u00e9ia?\u201d. Ap\u00f3s os coment\u00e1rios, leriam o que haviam encontrado na Internet, voltariam ao debate e instigariam o grupo a pensar em contrapontos de pr\u00e1ticas culin\u00e1rias de diversos pa\u00edses.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o de lan\u00e7ar a pergunta no in\u00edcio tem a fun\u00e7\u00e3o de contextualizar a leitura, de ajudar a crian\u00e7a a levantar hip\u00f3teses sobre o que vai ser aprendido com o texto. Voltar ao texto depois pode garantir que o conte\u00fado seja apropriado com mais interesse pelo grupo, que fica mais atento \u00e0 leitura. Com essa a\u00e7\u00e3o as crian\u00e7as podem verificar se suas hip\u00f3teses estavam corretas. Uma solu\u00e7\u00e3o interessante tamb\u00e9m, \u00e9 quando o professor contextualiza o assunto a ser lido, fornece informa\u00e7\u00f5es sobre o que est\u00e1 escrito e, s\u00f3 ap\u00f3s isso, l\u00ea.<\/p>\n<div id=\"attachment_3327\" style=\"width: 383px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3327\" class=\"size-full wp-image-3327\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia5.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia5.jpg\" width=\"373\" height=\"223\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia5.jpg 373w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia5-300x179.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 373px) 100vw, 373px\" \/><p id=\"caption-attachment-3327\" class=\"wp-caption-text\">Crian\u00e7as aventuram-se numa partida logo ap\u00f3s aprenderem as regras do jogo<\/p><\/div>\n<p><strong>3. Professor l\u00ea trechos selecionados, fazendo pausas para comentar<\/strong><br \/>\nVejamos alguns dos poss\u00edveis trechos selecionados para leitura. O grupo que preparou o planejamento da leitura deste texto selecionou trechos para ler na \u00edntegra, parando para fazer coment\u00e1rios, contextualizar o texto, explicando tamb\u00e9m as informa\u00e7\u00f5es que os professores n\u00e3o leriam, mas que contariam ao grupo. A pr\u00e1tica de iniciar lendo trechos do texto, selecionados previamente, intercalados com discuss\u00f5es, favorece que os professores compartilhem suas leituras com o grupo. Ao planejar sua atua\u00e7\u00e3o o professor precisa saber se aquilo que lhe interessa pode tamb\u00e9m ser significativo ao grupo de crian\u00e7as. Em geral, isso ocorre. \u00c9 necess\u00e1rio, portanto, encontrar formas de fazer circular a informa\u00e7\u00e3o contida no texto de maneira que haja di\u00e1logo entre os conte\u00fados e o que as crian\u00e7as pensam.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Competi\u00e7\u00e3o incentiva alunos coreanos a serem dos melhores<\/strong><br \/>\nDepois das aulas, alunos passam horas a estudar. Os maus estudantes s\u00e3o ajudados pelos colegas. Competitividade. \u00c9 esta a caracter\u00edstica que pais e professores incutem nos alunos da Cor\u00e9ia do Sul desde que entram na escola. \u00c9 tamb\u00e9m por causa desse sentimento, que passa por toda a sociedade, que est\u00e3o s\u00e3o bem representados no Pisa, o estudo que avalia os resultados dos estudantes de 15 anos de 41 pa\u00edses, feito pela Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE).<\/p>\n<p>Os alunos coreanos saem-se bem em todas as \u00e1reas avaliadas. E s\u00e3o os que t\u00eam os resultados mais homog\u00eaneos, havendo poucas diferen\u00e7as entre os estudantes que participam. Em 2000, a Cor\u00e9ia assumia a lideran\u00e7a em Ci\u00eancias e ficava em segunda posi\u00e7\u00e3o em Matem\u00e1tica, s\u00f3 ultrapassada pelo Jap\u00e3o. Tr\u00eas anos depois desce para terceiro na literacia cient\u00edfica, mas ocupa o segundo na Leitura e na Matem\u00e1tica.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma competitividade construtiva porque ajuda o povo coreano a melhorar as suas condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e sociais\u201d, explica Byung Goo Kang, assessor cultural da embaixada da Rep\u00fablica da Coreia. Na d\u00e9cada de 60, do s\u00e9culo passado, a Cor\u00e9ia era um Estado subdesenvolvido, com uma taxa de analfabetismo perto dos 35 por cento. O pa\u00eds tinha sa\u00eddo de uma guerra civil de que resultara um milh\u00e3o de mortos. Em 1968, o presidente da Rep\u00fablica, Park Chung Hee, criou uma carta educativa e o Estado passou a investir na forma\u00e7\u00e3o. Atualmente, gasta 8,2 por cento em educa\u00e7\u00e3o, sendo que 4,8 \u00e9 investimento p\u00fablico e o resto \u00e9 privado. B\u00e1rbara Wong www.forumdafamilia.com\/noticias\/Abr2005\/270405g.htm<\/p><\/blockquote>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3328\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia14.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia14\" width=\"403\" height=\"232\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia14.jpg 403w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia14-300x172.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 403px) 100vw, 403px\" \/><br \/>\n<strong>4. Retomar um texto j\u00e1 lido, ap\u00f3s um intervalo de tempo para novas reflex\u00f5es<\/strong><br \/>\nVoltar ao texto \u00e9 um ponto importante para as crian\u00e7as que ainda n\u00e3o s\u00e3o leitoras aut\u00f4nomas. Cria familiaridade com o assunto e, principalmente, com a forma como \u00e9 escrito o texto informativo. Para tanto, \u00e9 preciso encontrar situa\u00e7\u00f5es nas quais haja necessidade de retomada da leitura. No caso dos textos liter\u00e1rios, a retomada \u00e9 evidente: as crian\u00e7as desejam conhecer e se apropriar da forma como o texto est\u00e1 escrito, al\u00e9m de recuperarem as emo\u00e7\u00f5es sentidas. No caso do texto informativo, \u00e9 importante que se cultive o h\u00e1bito de consulta para encontrar novos significados, novas informa\u00e7\u00f5es que uma primeira leitura n\u00e3o d\u00e1 conta de apreender.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><br \/>\nNa maioria dos textos oferecidos na forma\u00e7\u00e3o, os professores puderam selecionar bons trechos para serem lidos, outros para serem comentados. Creio que o exerc\u00edcio foi essencial para que o conte\u00fado de leitura de textos informativos tivesse importante lugar no cotidiano infantil. Foi poss\u00edvel tamb\u00e9m encantar os professores com o universo coreano, pouco conhecido para a maioria. O grupo de professores e coordenadores ali presentes saiu do encontro alimentado com as informa\u00e7\u00f5es e as discuss\u00f5es propostas pelos textos informativos. Assim tamb\u00e9m deve acontecer com as crian\u00e7as. Bons textos, que \u201ctragam not\u00edcias do mundo\u201d, como elas pedem, devem estar no acervo das escolas e, mais do que isso, precisam de um planejamento eficiente para serem apresentados.<\/p>\n<p>(Por Adriana Klisys, formadora do Instituto Avisa L\u00e1 e coordenadora da Caleidosc\u00f3pio Brincadeira e Arte)<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>Fernando Brand\u00e3o, formador do Instituto Avisa L\u00e1.<br \/>\n<sup>2<\/sup>Chamamos textos informativos as not\u00edcias, as notas de enciclop\u00e9dia, reportagens, notas de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, etc.<br \/>\n<sup>3<\/sup>Fazem parte da equipe de elabora\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do Projeto de Forma\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de Adriana, as formadoras Edi Fonseca e Silvana Augusto.<\/p>\n<h4>Outras curiosidades<\/h4>\n<p><strong>Voc\u00ea sabia que o domin\u00f3 \u00e9 chin\u00eas?<\/strong><br \/>\nH\u00e1 refer\u00eancias de domin\u00f3s na Europa a partir do s\u00e9culo XVIII, mas deve ter aparecido no continente antes disso. Os domin\u00f3s s\u00e3o populares num grande n\u00famero de pa\u00edses.<br \/>\n<strong>Voc\u00ea sabia que o jogo de trilha \u00e9 da mesma fam\u00edlia do popular jogo da velha?<\/strong><br \/>\nTabuleiros do jogo foram encontrados no Egito (datando de 1.400 a.C.), Sri Lanka (10 d.C.) e no navio viking Gokstad (900 d.C). Durante o s\u00e9culo XIV, tabuleiros sofisticados j\u00e1 apresentavam o formato de uma caixa baixa com as tampas presas por dobradi\u00e7as, da qual um lado era usado como tabuleiro de xadrez, o outro como tabuleiro de trilha e quando aberta o seu interior servia como tabuleiro de gam\u00e3o.<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3329\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia12.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia12\" width=\"262\" height=\"286\" \/><br \/>\n<strong>Voc\u00ea sabia que o primeiro jogo de trilha ou percurso de dados veio da It\u00e1lia?<\/strong><br \/>\nAs primeiras refer\u00eancias ao jogo datam do final do s\u00e9culo XVI, vindas da It\u00e1lia. Era chamado de real jogo do ganso, na Inglaterra e na Fran\u00e7a. Ao longo dos s\u00e9culos XVI e XVII, o jogo se popularizou em grande parte da Europa. H\u00e1 tabuleiros e mesmo uma regra impressa que datam de uma \u00e9poca relativamente pr\u00f3xima \u00e0 do seu suposto surgimento. \u00c9 poss\u00edvel, no entanto, que sua origem seja ainda mais antiga. Fonte: www.angelfire.com\/ab\/jogos<\/p>\n<blockquote><p>Ol\u00e1, pessoal! Em nossa escola o projeto est\u00e1 andando. O uso do mapa mundial \u00e9 indispens\u00e1vel nas aulas, mas a curiosidade vai al\u00e9m do que planejamos. Por exemplo, a pro Amanda organizou sua aula apresentando o mapa Mundial. Ap\u00f3s sua explana\u00e7\u00e3o, o aluno Thierry lhe indagou: \u201cPro, quero saber onde est\u00e1 a casa da minha tia e onde est\u00e1 a f\u00e1brica que meu pai trabalha\u201d. Foi uma \u201crevolu\u00e7\u00e3o\u201d na aula. A Adriana, coordenadora, teve de entrar na \u201cjogada\u201d. O mapa de Cajamar foi parar na sala de aula. Notamos que precisamos do mapa do Brasil e de S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m. Mas a coisa ficou interessante na reuni\u00e3o de pais, quando eles presenciaram os mapas nas salas de aula. Explicamos o porqu\u00ea das pesquisas sobre os jogos. Enfim, falamos sobre o Projeto Tabuleiro do Mundo Todo. Acreditamos n\u00e3o agradar s\u00f3 \u201cgregos e troianos\u201d, mas queremos agradar \u201cgregos, troianos e baianos\u201d. Zuleide Aguiar, 30\/05\/2005, 21:49<\/p><\/blockquote>\n<h4>A L\u00edngua Coreana<\/h4>\n<p>Vogais e encontros voc\u00e1licos coreanos:<\/p>\n<div id=\"attachment_3330\" style=\"width: 603px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3330\" class=\"size-full wp-image-3330\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia7.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia7\" width=\"593\" height=\"57\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia7.jpg 593w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia7-300x28.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 593px) 100vw, 593px\" \/><p id=\"caption-attachment-3330\" class=\"wp-caption-text\">\u2014 A \u2014- YA \u2014- eo \u2014- Yeo &#8211; O \u2014 YO \u2014- U \u2014- YU \u2014 I \u2014- \u00c9 \u2014- Y\u00c9 \u2014- \u2014- Y<\/p><\/div>\n<p>Consoantes coreanas:<\/p>\n<div id=\"attachment_3331\" style=\"width: 778px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3331\" class=\" wp-image-3331 \" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia8.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia8.jpg\" width=\"768\" height=\"50\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia8.jpg 853w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia8-300x19.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><p id=\"caption-attachment-3331\" class=\"wp-caption-text\">\u2014\u2014 K \u2014- N \u2014- D \u2014- R\/L \u2014- M \u2014 P \u2014- S \u2014- mudo \u2014 J \u2014- CH \u2014- KH \u2014- T \u2014- \u2018P \u2014- H<\/p><\/div>\n<p>Todos os coreanos compartilham a mesma l\u00edngua falada e escrita, o que tem sido um fator crucial para a identidade nacional. O coreano moderno possui v\u00e1rios dialetos diferentes, incluindo o coreano cl\u00e1ssico que se fala em Seul e nas regi\u00f5es centrais. Entretanto, esses dialetos s\u00e3o bastante semelhantes. Os estudos etnol\u00f3gicos e ling\u00fc\u00edsticos t\u00eam mostrado que o coreano pertence ao grupo ural-alt\u00e1ico da \u00c1sia Central, em que se incluem o turco, o h\u00fangaro, o finland\u00eas, o mongol, o tibetano e o japon\u00eas. O coreano \u00e9 muito parecido, nas estruturas gramaticais, com o japon\u00eas, sendo que ambos tomaram emprestadas muitas palavras chinesas.<\/p>\n<div id=\"attachment_3332\" style=\"width: 314px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3332\" class=\"size-full wp-image-3332\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia9.jpg\" alt=\"Exemplos: Han-gul\" width=\"304\" height=\"148\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia9.jpg 304w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia9-300x146.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 304px) 100vw, 304px\" \/><p id=\"caption-attachment-3332\" class=\"wp-caption-text\">Exemplos: Han-gul<\/p><\/div>\n<p>O alfabeto coreano, chamado de Han-gul, foi inventado no s\u00e9culo XV por um grupo de eruditos, por ordem do rei Sejong, o Grande (1418\u201350), quarto monarca da dinastia Choson (1392-1910). Antes de terem inventado os s\u00edmbolos fon\u00e9ticos, para se escrever em coreano utilizavam-se os caracteres chineses, que dependem de um sistema ling\u00fc\u00edstico totalmente diferente. O aprendizado da literatura chinesa era uma tarefa \u00e1rdua, que somente poucos aristocratas privilegiados chegavam a dominar. O alfabeto coreano, considerado como um dos sistemas de escritura mais cient\u00edficas do mundo, consiste em 10 vogais e 14 consoantes que podem combinar-se para formar uma grande quantidade de agrupamentos sil\u00e1bicos. O Han-gul \u00e9 f\u00e1cil de aprender, sendo uma contribui\u00e7\u00e3o importante para o alto \u00edndice de alfabetiza\u00e7\u00e3o da Cor\u00e9ia. Pesquisa: Humberto Kukhyun Choi www.korears.hpg.ig.com.br\/portugues\/bandeira.htm<\/p>\n<h4>Comportamentos t\u00edpicos do leitor<\/h4>\n<p>Para que a institui\u00e7\u00e3o escolar cumpra com sua miss\u00e3o de comunicar a leitura como pr\u00e1tica social, mais uma vez parece imprescind\u00edvel atenuar a linha divis\u00f3ria que separa as fun\u00e7\u00f5es de professor e de aluno, como participantes das situa\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas de leitura. Para comunicar \u00e0s crian\u00e7as os comportamentos t\u00edpicos de leitor \u00e9 necess\u00e1rio que o professor os encarne na aula, que ofere\u00e7a a elas a oportunidade de participarem de atos de leitura que ele pr\u00f3prio est\u00e1 realizando, que estabele\u00e7a com elas uma rela\u00e7\u00e3o de \u201cleitor para leitor\u201d.<\/p>\n<p>Quando se recorre a uma enciclop\u00e9dia ou a outros livros para buscar respostas para as quest\u00f5es das crian\u00e7as sobre um tema em estudo, por exemplo, em rela\u00e7\u00e3o ao corpo humano, as crian\u00e7as de 5 ou 6 anos costumam fazer perguntas do tipo \u201cpor que se chamam dentes de leite os que est\u00e3o caindo?\u201d, \u201cser\u00e3o realmente de leite?\u201d, \u201c\u00e9 o cora\u00e7\u00e3o que empurra o sangue ou \u00e9 o sangue que empurra o cora\u00e7\u00e3o?\u201d \u2013, o professor compartilha com elas os procedimentos necess\u00e1rios para encontrar as respostas que se procura. Recorre ao \u00edndice, l\u00ea os diferentes t\u00edtulos que nele se encontram e discute em qual deles ser\u00e1 poss\u00edvel encontrar a informa\u00e7\u00e3o que se busca.<\/p>\n<p>Uma vez localizado o cap\u00edtulo em quest\u00e3o, localiza os subt\u00edtulos, l\u00ea todos eles (indicando-os), prop\u00f5e que se escolha aquele que parece ter rela\u00e7\u00e3o com a pergunta formulada, explora mais essa parte do texto (indicando-a), at\u00e9 que se localize a informa\u00e7\u00e3o. Em seguida, l\u00ea o trecho que cont\u00e9m a informa\u00e7\u00e3o procurada e discute em que medida ele responde de fato \u00e0 quest\u00e3o surgida.<\/p>\n<p>(Trecho extra\u00eddo de \u00c9 Poss\u00edvel Ler na Escola?, do livro Ler e Escrever na Escola \u2013 O Real, o Poss\u00edvel e o Necess\u00e1rio, de D\u00e9lia Lerner)<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3333\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia16.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia16\" width=\"293\" height=\"392\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia16.jpg 293w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia16-224x300.jpg 224w\" sizes=\"auto, (max-width: 293px) 100vw, 293px\" \/><\/p>\n<h4>Como o trabalho de forma\u00e7\u00e3o chega na escola<\/h4>\n<p>O projeto, logo de in\u00edcio, me deixou preocupada, pois eu achava que n\u00e3o daria conta de pesquisar pa\u00edses desconhecidos, assuntos que eu mesma nem sabia. Mas consegui e mostrei o mundo para as crian\u00e7as e tamb\u00e9m para mim. Foram v\u00e1rias as rodas de conversa, nas quais pudemos trabalhar a origem dos jogos e conhecer mais a respeito dos pa\u00edses dos quais eles provinham.<\/p>\n<p>Depois que as crian\u00e7as j\u00e1 estavam familiarizadas com o jogo Cobras e Escadas, propus um momento de leitura de um texto informativo sobre o pa\u00eds de origem do jogo. Ressalto que esse momento foi muito dif\u00edcil, pois tinha de encontrar algo que fosse agrad\u00e1vel e que chamasse a aten\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as sobre a \u00cdndia. Quais perguntas fazer? O que selecionar do texto para ler? Quais perguntas eles ir\u00e3o fazer? \u00c9 preciso todo um preparo e planejamento pr\u00e9vio do professor.<\/p>\n<p>Avaliei que antes da leitura seria interessante localizar a \u00cdndia no mapa-m\u00fandi que temos na sala. Em roda, procuramos o pa\u00eds que nos presenteou com a cria\u00e7\u00e3o deste jogo. As crian\u00e7as queriam saber se a \u00cdndia fica pr\u00f3xima da Bahia, se precisavam ir de avi\u00e3o, faziam compara\u00e7\u00f5es com a dist\u00e2ncia entre Brasil e \u00cdndia, e uma infinidade de perguntas sobre a localiza\u00e7\u00e3o de outros pa\u00edses e Estados brasileiros. O mapa \u00e9 mesmo um material que desperta muita curiosidade nas crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Como o texto escolhido sobre a \u00cdndia falava de cerim\u00f4nia de casamento, perguntei ao grupo quem j\u00e1 tinha ido a uma. A conversa ficou animada: Guilherme: \u2013 A noiva entra com o pai, o noivo t\u00e1 esperando, a\u00ed ele beija a noiva!<br \/>\nJo\u00e3o Victor: \u2013 Tamb\u00e9m toca uma m\u00fasica.<\/p>\n<p>Perguntei como era a m\u00fasica.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Victor: \u2013 \u00c9 assim: tam, tam, tantam&#8230;&#8230;<br \/>\nTain\u00e1: \u2013 A noiva parece uma princesa.<br \/>\nGuilherme: \u2013 Ela p\u00f5e a alian\u00e7a.<\/p>\n<p>Continuei a discuss\u00e3o e depois perguntei como eles achavam que era o casamento l\u00e1 na \u00cdndia.<\/p>\n<p>Guilherme: \u2013 A \u00edndia vai com o corpo pintado de vermelho.<\/p>\n<p>S\u00f3 a\u00ed pude me dar conta de que eu falava no pa\u00eds e as crian\u00e7as imaginavam que l\u00e1 s\u00f3 moravam \u00edndios e \u00edndias, pela semelhan\u00e7a com a palavra que nomeia o pa\u00eds, \u00cdndia. A\u00ed \u00e9 que est\u00e1 a import\u00e2nica, na Educa\u00e7\u00e3o Infantil, de se selecionar bons textos, com boas imagens. Em momentos como estes vejo como o estudo de outra cultura \u00e9 importante.<\/p>\n<p>Mostrei ent\u00e3o fotos de pessoas da \u00cdndia e as crian\u00e7as passaram a ter outra vis\u00e3o dos habitantes desse pa\u00eds. Em outras ocasi\u00f5es, selecionei mais imagens da \u00cdndia para compartilhar com as crian\u00e7as, bem como outros textos, que nos informavam sobre o pa\u00eds, do qual pouco conhecimento t\u00ednhamos. Depois de toda esta contextualiza\u00e7\u00e3o, li, para um grupo de crian\u00e7as completamente atentas, um texto sobre a \u00cdndia, pa\u00eds onde o jogo era muito popular.<\/p>\n<p>As crian\u00e7as puderam analisar, pelo artigo lido, as semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as entre o casamento na \u00cdndia e no Brasil. O Guilherme, sempre muito observador, disse: \u2013 Tem alian\u00e7a, mas l\u00e1 na \u00cdndia eles usam muitas j\u00f3ias, at\u00e9 no nariz, e aqui a mulher s\u00f3 ganha a alian\u00e7a do marido. Realmente, essa foi a parte que mais chamou a aten\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as, principalmente das meninas, que adoram fantasiar-se&#8230; (Vanessa Sotelo da Silva)<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3335\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia2.jpg\" alt=\"coreia2\" width=\"271\" height=\"356\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia2.jpg 271w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/coreia2-228x300.jpg 228w\" sizes=\"auto, (max-width: 271px) 100vw, 271px\" \/><\/p>\n<h4>Projeto de forma\u00e7\u00e3o a partir do trabalho com jogos<\/h4>\n<p><strong>Tempo previsto<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>6 meses<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Justificativa<\/strong><br \/>\nA id\u00e9ia era desenvolver um projeto que ampliasse os conhecimentos das crian\u00e7as sobre os jogos do mundo, e que tamb\u00e9m estimulasse os professores a buscar os jogos e as tradi\u00e7\u00f5es l\u00fadicas de sua pr\u00f3pria cultura. Al\u00e9m disso, buscou-se ampliar os conhecimentos dos profissionais sobre o desenvolvimento de projetos did\u00e1ticos, leitura de textos informativos, bem como entusiasm\u00e1-los com a busca de materiais variados que pudessem enriquecer o ensino e aprendizagem.<\/p>\n<p><strong>Objetivos compartilhados Com as crian\u00e7as:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Constru\u00e7\u00e3o de jogos de tabuleiro incluindo a escrita de regras e de textos de apresenta\u00e7\u00e3o dos jogos e o pr\u00f3prio ato de jogar.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Com as professoras:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o de planejamentos de todas as situa\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas envolvidas no projeto e sistematiza\u00e7\u00e3o do trabalho por escrito (planejamento e registro).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Com as coordenadoras:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o de pautas de supervis\u00e3o com o objetivo de acompanhar os projetos did\u00e1ticos nas diferentes turmas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Objetivos da forma\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><strong> Com os professores:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Desenvolver projetos, cuidando da rela\u00e7\u00e3o entre objetivos e conte\u00fados, visando \u00e0s aprendizagens das crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Ampliar o repert\u00f3rio de jogos das crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Ampliar os conhecimentos sobre outras culturas, a partir da tradi\u00e7\u00e3o dos jogos.<\/li>\n<li>Potencializar o papel do professor na leitura compartilhada (constru\u00e7\u00e3o de sentido durante a leitura) e formar os comportamentos leitores envolvidos nos diferentes prop\u00f3sitos explicitados para o grupo de crian\u00e7as (por exemplo, ler para seguir instru\u00e7\u00f5es e ler para saber mais sobre um assunto estudado).<\/li>\n<li>Melhorar os planejamentos de produ\u00e7\u00e3o de textos instrucionais, a partir de bons textos-fonte.<\/li>\n<li>Criar um contexto interessante para as aprendizagens infantis dos jogos e de curiosidades sobre as culturas de que se originam.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><br \/>\nCom os coordenadores:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Criar contextos para a discuss\u00e3o e planejamento nos hor\u00e1rios de trabalhos pedag\u00f3gicos coletivos (HTPCs) seguintes ao encontro de forma\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Criar redes de apoio \u00e0 forma\u00e7\u00e3o local, a partir das atividades do projeto de jogos.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Compet\u00eancias profissionais visadas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Criar um contexto essencialmente l\u00fadico para os momentos de jogar em grupo, respeitando a natureza pr\u00f3pria da brincadeira e os modos de organiza\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Conceitos e outros conhecimentos de refer\u00eancia<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Tradi\u00e7\u00e3o dos jogos.<\/li>\n<li>Papel do jogo na cultura.<\/li>\n<li>Papel do jogo no desenvolvimento e na aprendizagem infantil e o conceito de intera\u00e7\u00e3o de Vygotsky<sup>4<\/sup>.<\/li>\n<li>Saber apresentar um jogo \u00e0s crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Conhecer as senhas para iniciar os jogos.<\/li>\n<li>Saber organizar momentos de troca de estrat\u00e9gias entre as crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Assegurar o acesso das crian\u00e7as aos jogos da sala.<\/li>\n<li>Construir jogos para ampliar o repert\u00f3rio de seu grupo.<\/li>\n<li>Reconhecer-se como um modelo de leitor para o grupo, explicitando seus comportamentos e prop\u00f3sitos diante de um texto informativo sobre os jogos ou sobre as regras de um jogo.<\/li>\n<li>Os jogos do mundo e suas tradi\u00e7\u00f5es, hist\u00f3rias e origens.<\/li>\n<li>Pr\u00e1ticas de leitura: os prop\u00f3sitos e os comportamentos leitores como conte\u00fados de ensino.<\/li>\n<li>Comportamentos envolvidos na leitura de texto instrucional.<\/li>\n<li>Comportamentos envolvidos na leitura de textos informativos.<\/li>\n<li>Papel da leitura na constru\u00e7\u00e3o de conceitos sobre a natureza e a sociedade.<\/li>\n<li>A compreens\u00e3o da leitura pela crian\u00e7a: constru\u00e7\u00e3o de conceitos e de significados pelas crian\u00e7as diante dos textos que est\u00e3o estudando.<\/li>\n<li>Estrat\u00e9gias de leitura de Isabel Sole e a did\u00e1tica da linguagem escrita de Delia Lerner.<\/li>\n<li>Saber apresentar um assunto \u00e0s crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Criar um ambiente para a investiga\u00e7\u00e3o e a pesquisa em fonte escrita.<\/li>\n<li>Ser um bom informante para as crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Interessar-se por apresentar os textos informativos a elas, desafiando suas capacidades.<\/li>\n<li>Reconhecer seus comportamentos leitores e saber explicit\u00e1-los para as crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Saber relacionar os conhecimentos pr\u00e9vios infantis aos novos conhecimentos.<\/li>\n<li>Promover a curiosidade e os procedimentos de estudo de textos para saber mais sobre a natureza e a sociedade.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Indicadores de avalia\u00e7\u00e3o das aprendizagens dos professores<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Coer\u00eancia da articula\u00e7\u00e3o entre as atividades propostas e os objetivos e conte\u00fados elencados.<\/li>\n<li>Interesse que a professora demonstra em pesquisar e socializar os jogos que descobriu com as colegas.<\/li>\n<li>Qualidade da pesquisa pessoal que deve gerar o repert\u00f3rio a ser apresentado \u00e0s crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Intera\u00e7\u00e3o da professora nos encontros de forma\u00e7\u00e3o, bem como nos HTPCs.<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3334\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia6.jpg\" alt=\"avisala_25_coreia6\" width=\"220\" height=\"332\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia6.jpg 220w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2006\/01\/avisala_25_coreia6-198x300.jpg 198w\" sizes=\"auto, (max-width: 220px) 100vw, 220px\" \/><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Adequa\u00e7\u00e3o do texto escolhido pela professora e do planejamento da proposta de leitura compartilhada.<\/li>\n<li>Qualidade das interven\u00e7\u00f5es das professoras, observ\u00e1veis no relato da atividade.<\/li>\n<li>Qualidade das produ\u00e7\u00f5es infantis, avaliada segundo a compara\u00e7\u00e3o das primeiras vers\u00f5es com as \u00faltimas, tanto dos esbo\u00e7os dos jogos como das regras.<\/li>\n<li>Lugar que as crian\u00e7as ocupam no registro escrito da professora.<\/li>\n<li>Quantidade e qualidade do repert\u00f3rio de jogos das crian\u00e7as, ao final do projeto.<\/li>\n<li>Qualidade das perguntas ao longo da forma\u00e7\u00e3o, sobretudo nos encontros de forma\u00e7\u00e3o e nos HTPCs.<\/li>\n<\/ul>\n<p><sup>4<\/sup>Lev S. Vygotsky (1896\u20131934), professor e pesquisador russo, foi contempor\u00e2neo de Piaget.<\/p>\n<h4>ficha t\u00e9cnica<\/h4>\n<p><strong>Equipe T\u00e9cnica do Instituto Avisa L\u00e1:<\/strong> Adriana Klisys, Edi Fonseca, Silvana Augusto, Fernando Brand\u00e3o<br \/>\nDiretoria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de Cajamar &#8211; Av. Pedro Celestino Leite Penteado, 994 Cajamar \u2013 SP. CEP: 07760-000 &#8211; Secretaria: L\u00facia Maria de Carvalho &#8211; Tel.: (11) 4447-3035. E-mail: eduassessoria@ig.com.br<br \/>\nUnidades onde foram desenvolvidos os projetos: EMEI Para\u00edso, EMEI Distrito de Polvilho, EMEI Tha\u00eds de Almeida Alves, EMEIF<br \/>\nProf. Odir Garcia Ara\u00fajo, EMEIF Bairro do Borelli, EMEI Emerson, EMEI Emellyne, EMEI Jailson, EMEIEF S\u00e3o Benedito, EMEIEF Gato Preto, EMEI Jd. Maria Luiza, EMEI Elaine Margarete M da Silva, EMEI Franceli F. Miss\u00e9 Nascimento<\/p>\n<h4>Para saber mais<\/h4>\n<ul>\n<li>A Hist\u00f3ria do Brinquedo, de Cristina Von. Ed. Alegro. Tel.: 0800-265340<\/li>\n<li>A Hist\u00f3ria do Xadrez, de Hor\u00e1cio Cardoso. Ed. Salamandra. Tel.: 0800-172002<\/li>\n<li>As Crian\u00e7as na Hist\u00f3ria \u2013 Modos de Vida em Diferentes \u00c9pocas e Lugares, de Chris e Melanie Rice. Ed. \u00c1tica. Tel.: (11) 3346-3000<\/li>\n<li>Crian\u00e7as como Voc\u00ea \u2013 Uma Emocionante Celebra\u00e7\u00e3o da Inf\u00e2ncia no Mundo, de Anabel Kindersley e Barnabas Kindersley, em parceria com a Unicef. Ed. \u00c1tica. Tel.: (11) 3346-3000<\/li>\n<li>Escrever na Escola \u2013 O Real, o Poss\u00edvel e o Necess\u00e1rio, de Delia Lerner. Ed. Artmed. Tel.: 0800-7033444<\/li>\n<li>Estrat\u00e9gias de Leitura, de Isabel Sole. Ed. Artmed. Tel.: 0800-7033444<\/li>\n<li>Forma\u00e7\u00e3o Social da Mente, de LS Vigotsky. Ed. Martins Fontes. Tel.: (11) 3241-3677<\/li>\n<li>Hist\u00f3ria do Mundo para Crian\u00e7as, de Monteiro Lobato. Ed. Brasiliense. Tel.: (11) 6198-1488<\/li>\n<li>Jogos de Cartas. Ed. Abril. Tel.: 0800 7042035<\/li>\n<li>Jogos e Atividades Matem\u00e1ticas do Mundo Inteiro, de Claudia Zaslavsky Ed. Artmed.Tel.: 0800-7033444<\/li>\n<li>Jogos em Grupo na Educa\u00e7\u00e3o Infantil \u2013 Implica\u00e7\u00f5es da Teoria de Piaget, de C. Camii e R. Devries. Ed. Artmed. Tel.: 0800-7033444<\/li>\n<li>Livro de Jogos dos Super-Her\u00f3is \u2013 Marvel Comics. Ed. TodoLivro. Tel.: (47) 3221-2206<\/li>\n<li>Livro Ilustrado dos GoGo\u2019s. S\u00e9rie Fantasmas, dispon\u00edvel no site: www.gogos.com.br<\/li>\n<li>No Princ\u00edpio&#8230; A Mais Nova Hist\u00f3ria de Quase Todas as Coisas, de Brian Delf e Richard Platt. Ed. Martins Fontes. Tel.: (11) 3241-3677<\/li>\n<li>No Tempo das Cavernas, de Ginette Hoffmann e Fran\u00e7oise Lebrun. S\u00e9rie Crian\u00e7as na Hist\u00f3ria. Ed. Scipione. Tel.: (11) 3990-1788<\/li>\n<li>O Homem, Origem e Evolu\u00e7\u00e3o, de Fiorenzo Facchino. Ed. Moderna. Tel.: (11) 6090-1300<\/li>\n<li>Os Melhores Jogos do Mundo. Ed. Abril. Tel.: 0800-7042035<\/li>\n<li>Quatro Cores, Senha e Domin\u00f3: Oficinas de Jogos em uma Perspectiva Construtivista e Psicopedag\u00f3gica, de Lino de Macedo. Ed. Casa do Psic\u00f3logo. Tel.: (11) 3034-3600<\/li>\n<li>S\u00e9rie Viajando Atrav\u00e9s da Hist\u00f3ria \u2013 Da Pr\u00e9-Hist\u00f3ria ao Egito, de Maria Rius. Ed. Scipione. Tel.: (11) 3990-1788<\/li>\n<\/ul>\n<h6><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo trata do desejo de conhecer o mundo que as crian\u00e7as pequenas possuem e de como seus professores podem contribuir para concretiz\u00e1- lo. 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