{"id":2726,"date":"2004-09-07T22:17:37","date_gmt":"2004-09-08T01:17:37","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=2726"},"modified":"2023-03-27T17:43:31","modified_gmt":"2023-03-27T20:43:31","slug":"mira-a-poesia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/tempo-didadico\/mira-a-poesia\/","title":{"rendered":"Mira a poesia!"},"content":{"rendered":"<h5>Neste projeto, a professora aproveita o repert\u00f3rio de poesias que o grupo est\u00e1 aprendendo para diferentes atividades de leitura e escrita. As crian\u00e7as de 5 anos aceitam o desafio, com interesse e curiosidade, como vemos a seguir<\/h5>\n<div id=\"attachment_2727\" style=\"width: 311px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2727\" class=\"size-full wp-image-2727\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/avisala_20_poesia1.jpg\" alt=\"avisala_20_poesia1.jpg\" width=\"301\" height=\"232\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/avisala_20_poesia1.jpg 301w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/avisala_20_poesia1-300x231.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 301px) 100vw, 301px\" \/><p id=\"caption-attachment-2727\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;Guardar uma coisa n\u00e3o \u00e9 esconder ou tranc\u00e1-la.<br \/>Em cofre n\u00e3o se guarda nada.<br \/>Em cofre perde-se a coisa de vista.<br \/>Guardar uma coisa \u00e9 olh\u00e1-la, mir\u00e1-la, por admir\u00e1-la, isto \u00e9, ilumin\u00e1-la ou ser por ela iluminado.&#8221;<br \/>(Antonio C\u00edcero)<\/p><\/div>\n<p>Nestes versos do poema \u201cGuardar\u201d, de Ant\u00f4nio C\u00edcero, encontrei a forma de expressar o meu encantamento com as poesias. Foram muitos os momentos em que \u201cguardei\u201d estas crian\u00e7as t\u00e3o especiais com que tenho trabalhado, olhando e admirando cada coment\u00e1rio, cada conquista, cada aprendizado. O semestre terminando, as f\u00e9rias chegando e eu come\u00e7o a sentir saudades dos muitos sorrisos, beijos, carinhos, brincadeiras e tamb\u00e9m travessuras que tornam as nossas tardes t\u00e3o gostosas. O envolvimento de todos com cada proposta, com cada projeto, foi muito significativo; acho que justamente por isso \u00e9 que pudemos aprender tanto!<br \/>\n<!--more--><br \/>\nDurante todo o semestre as crian\u00e7as tiveram a oportunidade de trabalhar com diferentes textos: leram e produziram textos informativos sobre a Idade M\u00e9dia, escreveram registros de pesquisa e bilhetes solicitando a ajuda dos pais sobre o assunto estudado, decoraram e recitaram v\u00e1rias poesias para serem declamadas em nosso sarau que, ali\u00e1s, foi um sucesso! Essa participa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as em situa\u00e7\u00f5es reais de leitura e escrita se constitui numa experi\u00eancia fundamental de letramento: no contato com leitura as crian\u00e7as constroem saberes sobre o mundo da escrita antes mesmo de estarem alfabetizadas. A escrita logo se torna alvo de interesse e investiga\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a, que passa a refletir e formular hip\u00f3teses sobre esse objeto.<\/p>\n<p><strong>As crian\u00e7as l\u00eaem poesias<\/strong><br \/>\nAs poesias s\u00e3o textos curtos que chamam a aten\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as, pois sugerem emo\u00e7\u00f5es por meio de uma linguagem em que se combinam sons, ritmos e significados, dando-lhes um aspecto l\u00fadico. Foi muito significativo para mim o fato de ter podido introduzir as crian\u00e7as no mundo da leitura e escrita tamb\u00e9m por meio das poesias.<\/p>\n<p>V\u00e1rias foram as atividades que proporcionaram a elas a cria\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de leitura e o pensar sobre a linguagem que se escreve. A proposta que descreverei a seguir foi realizada v\u00e1rias vezes, com poesias diferentes. Apresentei para as crian\u00e7as uma folha com quatro palavras escritas, que faziam parte da poesia de Nelson Albiss\u00fa intitulada \u201cO Gato\u201d. Li, sem apontar para onde estava escrito: LEITE, ENFEITE, GATO, TAPETE. Como o grupo j\u00e1 havia recitado v\u00e1rias vezes a poesia e a tinha de mem\u00f3ria, desafiei as crian\u00e7as a pensar sobre como se escreviam aquelas palavras. Pedi que recortassem as palavras que haviam escrito e as colocassem nos espa\u00e7os vazios da poesia que tinham em m\u00e3os, completando assim o texto.<\/p>\n<p>Foi muito interessante observar que algumas crian\u00e7as utilizaram na leitura a hip\u00f3tese sil\u00e1bica que usam para escrever, fazendo relacionar uma letra para cada s\u00edlaba. Giovanna, diante da palavra ENFEITE, disse:<br \/>\n\u2013 Aqui est\u00e1 escrito LEITE. Come\u00e7a com E.<br \/>\n\u2013 Mas ENFEITE tamb\u00e9m come\u00e7a com E \u2013 disse Gabriela.<br \/>\n\u2013 Mas ENFEITE e LEITE come\u00e7am iguais? \u2013 perguntei.<br \/>\n\u2013 N\u00e3o! \u2013 protestou Felipe. \u2013 LEITE come\u00e7a com L, igual o LEON do ano passado.<br \/>\n\u2013 Ent\u00e3o neste aqui est\u00e1 escrito ENFEITE \u2013 concluiu J\u00falia.<\/p>\n<p>Rodolfo estava na outra mesa e identificou a palavra TAPETE. Perguntei como sabia e ele explicou:<\/p>\n<p>\u2013 Porque tem o A depois do T e eu sei que tapete come\u00e7a com T!<br \/>\n\u2013 Sabe por que TAPETE \u00e9 este? \u2013 explicou Gabriela. \u2013 Come\u00e7a igual TAIS, que \u00e9 com essa mesma letra!<br \/>\n\u2013 Aqui \u00e9 GATO porque come\u00e7a igual o meu nome&#8230;GABRIEL! \u2013 disse o pr\u00f3prio Gabriel.<\/p>\n<p>Para ele faltava apenas descobrir onde estava escrito TAPETE. Ficou olhando para a palavra por algum tempo e perguntou:<br \/>\n\u2013 N\u00e3o tem nenhuma palavra que come\u00e7a com A de TAPETE. Ou n\u00e3o come\u00e7a com A&#8230; e essa? Come\u00e7a com T? \u2013 respondeu, finalmente, mostrando uma importante descoberta.<\/p>\n<p>As rela\u00e7\u00f5es que as crian\u00e7as estabelecem com a escrita de nomes que j\u00e1 conhecem (dos amigos da sala, dos familiares e o seu pr\u00f3prio) ajudam a construir ind\u00edcios de leitura para outras palavras e, por isso, em atividades desse tipo mencionam v\u00e1rios nomes e conseguem \u201cler\u201d o que est\u00e1 escrito.<\/p>\n<p>Sempre que terminavam, acompanhando com o dedo, as crian\u00e7as liam toda a poesia. Mesmo n\u00e3o estando alfabetizadas, puderam realizar a \u201cleitura\u201d, ajustando o que estava escrito ao que estavam falando, uma vez que j\u00e1 haviam identificado as quatro palavras e j\u00e1 sabiam a poesia de cor.<\/p>\n<div id=\"attachment_2728\" style=\"width: 223px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2728\" class=\"size-full wp-image-2728\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/avisala_20_poesia2.jpg\" alt=\"avisala_20_poesia2.jpg\" width=\"213\" height=\"208\" \/><p id=\"caption-attachment-2728\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;O Gato<br \/>Cad\u00ea o gato<br \/>Que comeu o peixe<br \/>Depois que lhe dei<br \/>Uma x\u00edcara de leite?<br \/>Est\u00e1 belo e folgado<br \/>Com cara de enfeite<br \/>Todo satisfeito<br \/>Deitado no tapete&#8221;<br \/>(Nelson Abiss\u00fa)<\/p><\/div>\n<p><strong>Crian\u00e7as escrevem a partir da poesia<\/strong><br \/>\nO trabalho a partir dos textos memorizados, como \u00e9 o caso das poesias, tamb\u00e9m ajuda as crian\u00e7as na escrita: como j\u00e1 sabem \u201co que\u201d escrever, elas passam a pensar somente no \u201ccomo\u201d escrever. As rimas e repeti\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m colaboram nas reflex\u00f5es sobre as regularidades da escrita.<\/p>\n<p>Em uma outra atividade, pedi \u00e0s crian\u00e7as que escrevessem os nomes das \u201cMeninas\u201d da poesia de Cec\u00edlia Meireles: ARABELA, CAROLINA e MARIA.<\/p>\n<p>As meninas<br \/>\nArabela abria a janela<br \/>\nCarolina erguia a cortina<br \/>\nE Maria olhava e sorria:<br \/>\n\u201cBom dia!&#8230;<br \/>\nCec\u00edlia Meireles<sup>1<\/sup><\/p>\n<p>Assim que entreguei a folha e expliquei o que precisava ser feito, as crian\u00e7as, divididas nas mesas, falavam das letras que deveriam escrever. Nesses momentos, as trocas entre as crian\u00e7as que t\u00eam hip\u00f3teses de escrita diferentes s\u00e3o muito importantes para que todas possam, na medida do poss\u00edvel e respeitando seus limites, avan\u00e7ar em suas hip\u00f3teses.<\/p>\n<p>Ca\u00edque, por exemplo, assim como outras crian\u00e7as, j\u00e1 sabe que o CA de seu nome \u00e9 formado por duas letras. Ent\u00e3o, na escrita do nome CAROLINA ele fez uso dessa informa\u00e7\u00e3o: escreveu parte do nome convencionalmente e o restante da escrita foi sil\u00e1bica. O mesmo podemos notar na escrita do nome MARIA, devido ao MA do nome da amiga MARIANA:<\/p>\n<p>AIL.<br \/>\nabria a janela.<br \/>\nAOIA.<br \/>\nerguia a cortina.<br \/>\ne MAI.<br \/>\nolhava e sorria:<br \/>\n\u201cBOM DIA!\u201d<br \/>\nAIAL<br \/>\nFoi sempre a mais bela.<br \/>\nAOIA<br \/>\nA mais s\u00e1bia menina.<br \/>\ne MAIA.<br \/>\nAPENAS SORRIA:<br \/>\n\u201cBom dia!\u201d<\/p>\n<p>Pensaremos em cada menina<br \/>\nQue vivia naquela janela<br \/>\nUma que se chamava AIAL .<br \/>\nOutra que se chamou CAOIA .<br \/>\nMas a nossa profunda saudade<br \/>\n\u00c9 MAIA MAIA MAIA .<br \/>\nQue dizia com voz de amizade:<br \/>\n\u201cBom dia!\u201d<\/p>\n<p>AEMA<br \/>\nAbria a janela<br \/>\nCAOIA<br \/>\nErguia a cortina.<br \/>\nE MARIA<br \/>\nOlhava e sorria.<br \/>\n\u201cBom dia!\u201d<br \/>\nAEMA<br \/>\nFoi sempre a mais bela<br \/>\nCAOIA<br \/>\nA mais s\u00e1bia menina.<br \/>\nE MARIA<br \/>\nApenas sorria:<br \/>\n\u201cBom dia!\u201d<\/p>\n<div id=\"attachment_2729\" style=\"width: 464px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2729\" class=\"size-full wp-image-2729\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/avisala_20_poesia3.jpg\" alt=\"avisala_20_poesia3.jpg\" width=\"454\" height=\"341\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/avisala_20_poesia3.jpg 454w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/avisala_20_poesia3-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 454px) 100vw, 454px\" \/><p id=\"caption-attachment-2729\" class=\"wp-caption-text\">Ilustra\u00e7\u00e3o a partir de desenhos de Lili e crian\u00e7as da Creche Madre Camila I<\/p><\/div>\n<p>Outra descoberta bastante interessante nessa atividade foi feita pela Mariana. Ela precisava escrever MARIA e perguntei-lhe se seu nome n\u00e3o poderia ajud\u00e1-la. Solicitei que pegasse sua tarjeta e perguntei onde estava escrito o MA. Inicialmente ela mostrou apenas o M, mas informei que para o MA era preciso das duas letras.<\/p>\n<p>Seguindo este mesmo procedimento, ela descobriu at\u00e9 onde estava escrito MARIA. O esp\u00edrito de solidariedade e coopera\u00e7\u00e3o est\u00e1 sempre presente neste grupo e \u00e9 bastante comum observar uns ensinando aos outros o que acabaram de aprender. Mariana explicou para quase todas as crian\u00e7as da sala onde estava escrito MARIA dentro do seu nome, mostrando parte por parte, imitando o mesmo procedimento que eu havia feito com ela.<\/p>\n<p>Por isso, as meninas que estavam sentadas na mesma mesa escreveram MARIA convencionalmente. Essas foram algumas das atividades de um projeto que rendeu um belo sarau com a presen\u00e7a de pais, amigos e outras crian\u00e7as da escola. Como se pode observar nessas atividades, as crian\u00e7as escreveram e leram muito! Um exemplo de como \u00e9 poss\u00edvel apreciar poesias, brincar com as palavras, ler, escrever e compartilhar o gosto pela literatura.<\/p>\n<p>Atividades com texto lacunado para a crian\u00e7a completar uma palavra ou outra que falta, s\u00f3 faz sentido para crian\u00e7as que est\u00e3o aprendendo a escrever, quando sabem o texto de mem\u00f3ria. M\u00fasicas, parlendas, rimas, trava-l\u00ednguas, haikais s\u00e3o bons exemplos de textos que se prestam a essa mesma atividade.<\/p>\n<p>(Denise Milan Tonello, Coordenadora pedag\u00f3gica da Escola Nossa Senhora do Morumbi, na cidade de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<p><sup>1<\/sup> Infelizmente n\u00e3o tivemos autoriza\u00e7\u00e3o para publicar a poesia na \u00edntegra, mas ela est\u00e1 dispon\u00edvel no livro: Ou Isto ou Aquilo. Cec\u00edlia Meirelles. Editora Nova Fronteira. Tel.: (21) 2131-1111.<\/p>\n<h4>Ficha T\u00e9cnica<\/h4>\n<p><strong>Realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Col\u00e9gio Nossa Senhora do Morumbi \u2013 Av. Giovanni Gronchi, 4000 \u2013 CEP: 05724-020 \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 SP Tel.: (11) 3742-5513 \u2013 E-mail: nsmorumbi@nsmorumbi.com.br \u2013 Site: www.nsmorumbi.com.br<br \/>\n<strong> Coordenadora Pedag\u00f3gica na \u00e9poca do projeto:<\/strong> Regina Scarpa<br \/>\n<strong>Coordenadora Pedag\u00f3gica do Col\u00e9gio Nossa Senhora do Morumbi:<\/strong> Denise Milan Tonello \u2013 H\u00e1 dois anos, quando escreveu o projeto, era professora de um grupo de crian\u00e7as na faixa et\u00e1ria de 5 anos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2730\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/avisala_20_poesia4.jpg\" alt=\"avisala_20_poesia4\" width=\"235\" height=\"95\" \/><\/p>\n<h4>Para saber mais:<\/h4>\n<p><strong>Para ler com seus alunos:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Guardar. Antonio C\u00edcero. Editora Record. Tel.: (11) 3331-6766<\/li>\n<li>Poemas para brincar. Jos\u00e9 Paulo Paes. Editora \u00c1tica. Tel.: (11) 3346-3000<\/li>\n<li>A arca de No\u00e9. Vin\u00edcius de Moraes. Editora Jos\u00e9 Olympio. Tel.: (21) 2585-2060<\/li>\n<li>Ou isto, ou aquilo. Cec\u00edlia Meireles. Editora Nova Fronteira. Tel.: (21) 2131-1111<\/li>\n<li>N\u00e3o confunda. Eva Furnari. Editora Moderna. Tel.: 0800 17 2002<\/li>\n<li>Uma cor, duas cores, todas elas. Lalau e Laurabeatriz. Cia das Letrinhas. Tel.: (11) 3707-3500<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste projeto, a professora aproveita o repert\u00f3rio de poesias que o grupo est\u00e1 aprendendo para diferentes atividades de leitura e escrita. As crian\u00e7as de 5 anos aceitam o desafio, com interesse e curiosidade, como vemos a seguir. Por Denise Milan Tonello<\/p>\n","protected":false},"author":50,"featured_media":3241,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[381,34],"tags":[1105,1325,258,21,151,326,92],"class_list":{"0":"post-2726","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-revista-avisala-20","8":"category-tempo-didadico","9":"tag-revista-avisa-la-2004","10":"tag-alfabetizacao","11":"tag-denise-milan-tonello","12":"tag-escrita","13":"tag-leitura","14":"tag-letramento","15":"tag-poesia","17":"post-with-thumbnail","18":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2726","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/50"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2726"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2726\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3241"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2726"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2726"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2726"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}