{"id":1334,"date":"2002-01-23T12:14:41","date_gmt":"2002-01-23T14:14:41","guid":{"rendered":"http:\/\/avisala1.tempsite.ws\/portal\/?p=1334"},"modified":"2023-03-27T11:45:41","modified_gmt":"2023-03-27T14:45:41","slug":"recife-festeja-com-os-cordoes-azul-e-encarnado-como-trabalhar-a-leitura-e-a-escrita-a-partir-de-um-folguedo-natalino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/assunto\/tempo-didadico\/recife-festeja-com-os-cordoes-azul-e-encarnado-como-trabalhar-a-leitura-e-a-escrita-a-partir-de-um-folguedo-natalino\/","title":{"rendered":"Recife festeja com os cord\u00f5es Azul e Encarnado &#8211; como trabalhar a leitura e a escrita a partir de um folguedo natalino"},"content":{"rendered":"<h5>Quando o grupo de educadores de apoio do Projeto Brotar apresentou a id\u00e9ia de trabalhar com o Pastoril, n\u00f3s como formadoras sentimos a necessidade de conhecer mais sobre essa manifesta\u00e7\u00e3o cultural para estabelecer as poss\u00edveis rela\u00e7\u00f5es com os conte\u00fados da leitura, foco da forma\u00e7\u00e3o no momento<\/h5>\n<p><!--more--><\/p>\n<div id=\"attachment_1336\" style=\"width: 255px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1336\" class=\"size-full wp-image-1336\" title=\"avisala_09_recife5\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/avisala_09_recife5.jpg\" alt=\"\" width=\"245\" height=\"159\" \/><p id=\"caption-attachment-1336\" class=\"wp-caption-text\">Crian\u00e7as apresentam o Auto Natalino na Creche para a comunidade<\/p><\/div>\n<p>Pastoril \u00e9 um auto de Natal que agrega dois tipos de textos: os das can\u00e7\u00f5es utilizadas e as falas das personagens. Essa manifesta\u00e7\u00e3o nasceu e desenvolveu-se por meio da cultura oral, tendo como objetivo louvar o Menino Jesus. O folguedo enfoca uma disputa entre dois grupos, o Cord\u00e3o Azul e o Encarnado, que por meio dos personagens v\u00e3o alternando falas que desencadeiam as cantorias ou as jornadas, como s\u00e3o mais conhecidas.<\/p>\n<p>Pudemos reconhecer no Pastoril n\u00e3o apenas uma dramatiza\u00e7\u00e3o de um ato de adora\u00e7\u00e3o, mas a combina\u00e7\u00e3o do sagrado e do profano, que caminham juntos em muitas manifesta\u00e7\u00f5es da cultura brasileira.<\/p>\n<p>Ao longo do tempo, a brincadeira do Pastoril se popularizou, mesclando v\u00e1rias religi\u00f5es e interpreta\u00e7\u00f5es, tornando-se propriedade de todos. O auto incorporou diferentes elementos da cultura popular, como as borboletas e as camponesas, ressaltando a mensagem de que \u201ch\u00e1 que se cuidar das crian\u00e7as\u201d, representada aqui pelo Menino Jesus.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-1337\" title=\"avisala_09_recife3\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/avisala_09_recife3.jpg\" alt=\"\" width=\"151\" height=\"250\" \/>Na hora da apresenta\u00e7\u00e3o do auto, o mestre entra e chama as contramestras, cada uma de um cord\u00e3o. Todos os participantes precisam saber suas coreografias e, principalmente, seus textos.<\/p>\n<p>O Pastoril possui um repert\u00f3rio de textos, m\u00fasicas e falas que podem ser facilmente memorizados, favorecendo a cria\u00e7\u00e3o de atividades que tornam a leitura significativa. Achamos, ent\u00e3o, que os conte\u00fados do Pastoril se constituiriam num bom objeto de pesquisa para as crian\u00e7as, sobre a cultura do Recife e serviria como significativo contexto para importantes aprendizagens sobre leitura e escrita, foco principal de nossos investimentos.<\/p>\n<p>Trabalhar com este tema tamb\u00e9m seria uma oportunidade de modificar a intencionalidade educativa, substituindo o costume de, \u00e0s v\u00e9speras de uma festa, ensaiar as crian\u00e7as para uma apresenta\u00e7\u00e3o de forma mec\u00e2nica, sem a real apropria\u00e7\u00e3o por parte das crian\u00e7as dos conte\u00fados culturais. Esse tipo de pr\u00e1tica \u00e9 comum em um planejamento organizado segundo as datas comemorativas. A seguir Cida Freire conta como desenvolveu este trabalho.<\/p>\n<p><strong>O que as crian\u00e7as sabiam sobre o Pastoril<\/strong><br \/>\nConstatei, logo no in\u00edcio, que apesar de o Pastoril estar presente em nossa cultura, as crian\u00e7as pouco o conheciam, haja vista as respostas que deram quando perguntei o que era o Pastoril:<\/p>\n<p>\u2013 Pastoril \u00e9 um pastor que anda com uma B\u00edblia na m\u00e3o.<br \/>\n\u2013 Pastor \u00e9 quem cuida de ovelhas.<br \/>\n\u2013 \u00c9 o cachorro da pol\u00edcia \u2013 pastor.<br \/>\n\u2013 Um bocado de gente dan\u00e7ando.<br \/>\n\u2013 Cantar para Nossa Senhora.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed pude perceber que as crian\u00e7as tinham uma vis\u00e3o parcial do que era esse folguedo, e seria muito bom se pudessem conhecer mais. Por isso, minha primeira proposta foi convid\u00e1-las a assistir a uma fita de v\u00eddeo que fala sobre os folguedos natalinos, inclusive o Pastoril. Tamb\u00e9m combinei com a turma de visitar um grupo de Pastoril e de escutarmos o CD das jornadas, na creche.<\/p>\n<p>Tudo isso porque no final do ano ir\u00edamos nos apresentar para o pessoal da creche, para os pais e para os nossos amigos. E, at\u00e9 l\u00e1, ter\u00edamos de nos preparar.<\/p>\n<p><strong>A reflex\u00e3o sobre a l\u00edngua<\/strong><br \/>\nA leitura \u00e9 essencial para se aprender a brincar de Pastoril, pois, como todo auto, ele tem um texto pr\u00f3prio. \u00c9 preciso decorar as m\u00fasicas para cantar. No texto, existem marcas que sinalizam o momento certo para a entrada dos personagens. Como h\u00e1 uma s\u00e9rie de jornadas, as entradas s\u00e3o representadas num poss\u00edvel texto escrito pelos nomes dos personagens. Por exemplo, na entrada da Borboleta, ela entra saltitando entre os outros integrantes depois da Diana. Para saber a hora em que a crian\u00e7a vai entrar \u00e9 preciso descobrir onde est\u00e1 escrito o nome do seu personagem, o que vem antes, o que vem depois etc. Dessa forma, as crian\u00e7as precisam colocar em jogo tudo o que sabem para retirar essas informa\u00e7\u00f5es do texto.<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-1338\" title=\"avisala_09_recife1\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/avisala_09_recife1.jpg\" alt=\"\" width=\"136\" height=\"270\" \/><\/p>\n<p><strong>A dificuldade de levantar materiais para pesquisa<\/strong><br \/>\nLevei trechos do auto do Pastoril para a sala e li algumas das jornadas para a turma. Apesar de o pastoril ser um elemento de nossa cultura, esbarrei numa dificuldade, que foi conversar e colher material para amplia\u00e7\u00e3o do nosso trabalho com as pessoas que s\u00e3o conhecedoras e divulgadoras dessa cultura em nosso Estado. Parece, segundo minha impress\u00e3o, que elas n\u00e3o se interessam em dividir o que est\u00e1 em sua fam\u00edlia h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em alguns momentos me pareceu que elas tinham medo de que algu\u00e9m tomasse posse deste conhecimento e o deturpasse. Entendo que pode ser por conta das constantes perdas que essas fam\u00edlias tradicionais v\u00eaem acontecer com suas tradi\u00e7\u00f5es. Entretanto, existem pessoas com outras posturas \u2013 a partir de um contato com uma musicista que tinha um trabalho de pesquisa sobre o pastoril, inclusive com a produ\u00e7\u00e3o de um CD, consegui continuar meu trabalho, que, por conta disso, tinha sido paralisado por um m\u00eas. Dinara Helena Pessoa demonstrou que tamb\u00e9m era uma apaixonada pelo Pastoril. Foi de grande valia suas contribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>O aprendizado da escrita<\/strong><br \/>\nListei tudo o que ir\u00edamos precisar para formar o nosso pastoril, conforme as crian\u00e7as iam ditando.A lista ficou enorme, pois pensaram em todos os detalhes: as flores que estavam na cesta da camponesa, sapato, roupas vermelhas, maquiagem, diademas, batom, entre outros.<\/p>\n<p>Afixei-a na parede e fiz, ao longo daquela quinzena, algumas propostas para que o grupo refletisse sobre o que estava escrito: onde e por qu\u00ea. Perguntava, por exemplo, onde estava escrito maquiagem e as crian\u00e7as apontavam. Eu provocava a discuss\u00e3o perguntando se por acaso n\u00e3o podia estar escrito sapato. Elas respondiam que n\u00e3o porque sabiam que sapato come\u00e7a com o peda\u00e7o de um nome de crian\u00e7a do grupo, mostrando que sabiam usar as letras iniciais como \u00edndices da leitura<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-1339\" title=\"avisala_09_recife6\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/avisala_09_recife6.jpg\" alt=\"\" width=\"115\" height=\"341\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/avisala_09_recife6.jpg 115w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/avisala_09_recife6-101x300.jpg 101w\" sizes=\"auto, (max-width: 115px) 100vw, 115px\" \/>Tamb\u00e9m lemos v\u00e1rias vezes o texto do Pastoril. A cada leitura eu percebia que as crian\u00e7as iam antecipando cada vez mais o que estava escrito.Acho que a responsabilidade de ter que apresentar para os outros e ao mesmo tempo o desejo de ler fazia com que o grupo continuasse tentando. Outro fato importante foi eles terem em m\u00e3os o texto \u2013 a condi\u00e7\u00e3o de ser um leitor.<\/p>\n<p>A proposta de trabalho em duplas ajudou muito, pois se um ainda n\u00e3o conseguia ler sozinho, o outro ajudava-o. Isso \u00e9 uma forma de trabalhar que o professor deve sempre considerar.<\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o final<\/strong><br \/>\nInicialmente fiz uma sondagem com as crian\u00e7as e constatei que suas hip\u00f3teses a respeito da escrita estavam vinculadas \u00e0s hip\u00f3teses sil\u00e1bicas e sil\u00e1bicas-alfab\u00e9ticas. Hip\u00f3teses bastante avan\u00e7adas. No final do projeto pude perceber que grande parte do grupo estava alfabetizado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a leitura ganhou um sentido: antes de ler um texto para as crian\u00e7as eu sempre fazia quest\u00e3o de dizer porque est\u00e1vamos fazendo aquilo e no que ele iria nos ajudar na apresenta\u00e7\u00e3o do Pastoril.<\/p>\n<p>No dia da apresenta\u00e7\u00e3o, tudo deu certo. O encantamento das m\u00e3es e das fam\u00edlias foi o mesmo que o meu. Como este \u00e9 um projeto em que atuo como professora de apoio, s\u00f3 vou \u00e0 creche uma vez a cada quinze dias, a participa\u00e7\u00e3o da Marta, que \u00e9 a professora do grupo, foi muito importante: ela deu continuidade ao projeto. O apoio da coordenadora Fl\u00e1via tamb\u00e9m foi muito importante, pois ela validava o que eu discutia e acertava com a Marta. Na avalia\u00e7\u00e3o de ambas, o projeto foi muito importante. Elas contaram que antes faziam apresenta\u00e7\u00f5es de Pastoril, s\u00f3 que colocavam o disco e as crian\u00e7as simplesmente dan\u00e7avam. Ensaiavam mas n\u00e3o aproveitavam a possibilidade de trabalhar com as crian\u00e7as a leitura e a escrita. Que bom que foi assim!<\/p>\n<p>(Denise Nalini, formadora do Instituto Avisa-l\u00e1)<br \/>\n(Vera Accioli e Cida Freire, formadoras do Centro de Cultura Luis Freire)<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1340\" title=\"recife\" src=\"http:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/recife.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"246\" srcset=\"https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/recife.jpg 400w, https:\/\/avisala.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/recife-300x184.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<h4>O Projeto<\/h4>\n<p>&#8220;E viva o Cord\u00e3o Azul e o Encarnado&#8221;<\/p>\n<p><strong>Eixo predominante:<\/strong> Leitura e escrita<br \/>\n<strong>Tempo previsto:<\/strong> 4 meses Faixa et\u00e1ria: 6 anos<br \/>\n<strong>Objetivo did\u00e1tico:<\/strong> Que durante as etapas do projeto as crian\u00e7as possam ler e produzir textos.<br \/>\n<strong>Objetivo compartilhado com as crian\u00e7as:<\/strong> Montar um musical de t\u00edtulo \u201cPastoril\u201d.<\/p>\n<p><strong>O que o professor quer que as crian\u00e7as aprendam:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>\u00a0Conhecer o folguedo natalino.<\/li>\n<li>Identificar os personagens do pastoril e seus pap\u00e9is dentro do musical.<\/li>\n<li>Ler os textos do musical para cantar durante a apresenta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Escrever os textos do musical que j\u00e1 conhecem.<\/li>\n<li>Interpretar o pastoril, divertindo-se e divulgando essa tradi\u00e7\u00e3o popular.<\/li>\n<li>Pesquisar em diversos meios sobre os folguedos natalinos.<\/li>\n<li>Ilustrar a pasta do repert\u00f3rio demonstrando o que foi poss\u00edvel aprender com o projeto.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Seq\u00fc\u00eancia prov\u00e1vel de etapas:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>\u00a0 Assistir a uma fita de v\u00eddeo sobre o Pastoril.<\/li>\n<li>Formar um grupo de pastoril e elaborar a pasta com os textos das can\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>Visitar um grupo de Pastoril.<\/li>\n<li>Ler as m\u00fasicas que fazem parte do repert\u00f3rio.<\/li>\n<li>Escrever as m\u00fasicas que v\u00e3o compor o repert\u00f3rio do musical.<\/li>\n<li>Ensaiar a coreografia dos personagens.<\/li>\n<li>Convidar as fam\u00edlias para prestigiar a grande apresenta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Confeccionar os votos para os dois cord\u00f5es.<\/li>\n<li>Apresentar o pastoril para todos da creche, pais e amigos.<\/li>\n<\/ol>\n<h4>Ficha t\u00e9cnica:<\/h4>\n<p>Projeto Brotar \u2013 iniciativa do Instituto C&amp;A. Desenvolvimento: Instituto Avisa l\u00e1, Centro de Cultura Luiz Freire e Creche Mei Mei &#8211; Tel. (81) 3493-0312. Equipe: Maria Aparecida Freire, Marta de Souza Belo, Fl\u00e1via Muniz, Marcia Abreu, Denise Naline,Vera Accioli (Tuca) e Geisa Andrade.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Cancioneiro Pernambucano. MEC. Funarte. Gov. PE.1978<\/li>\n<li>Brincantes Nordestinos I: Ciclo Natalino<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Discografia<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Pastoril. Dinara Pessoa<\/li>\n<li>Pastoril Tradicional<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto sobre o Pastoril, no Recife, estabaleceu rela\u00e7\u00e3o entre o conte\u00fado e a leitura. Por Denise Nalini,Vera Accioli e Cida Freire<\/p>\n","protected":false},"author":60,"featured_media":3169,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[327,34],"tags":[1103,363,359,361,153,362,109,151,339,364,360,365,358],"class_list":{"0":"post-1334","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-revista-avisala-09","8":"category-tempo-didadico","9":"tag-revista-avisa-la-2002","10":"tag-azul","11":"tag-cida-freire","12":"tag-cordoes","13":"tag-denise-nalini","14":"tag-encarnado","15":"tag-historia","16":"tag-leitura","17":"tag-memoria","18":"tag-pastoril","19":"tag-recife","20":"tag-tradicao","21":"tag-vera-accioli","23":"post-with-thumbnail","24":"post-with-thumbnail-large"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1334","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/60"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1334"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1334\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3169"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1334"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1334"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/avisala.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1334"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}