Pesquisa didática é apoio para a sala de aula

Em entrevista exclusiva, a especialista argentina Mirta Castedo fala sobre os desafios da pesquisa e do ensino da leitura e escrita. A entrevista foi concedida a Silvia Carvalho, Cisele Ortiz e Immaculada Lopez1, na sede do Instituto Avisa Lá, onde prestou consultoria no último mês de abril

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Mirta Castedo, durante sua visita a São Paulo


Mirta Castedo é absolutamente comprometida com o ensino eficiente da leitura e da escrita nas escolas públicas. Nascida em La Plata, na Argentina, começou seu caminho, na área de Educação, impulsionada pelas palavras de Paulo Freire. Deparou-se, depois, com as idéias de Emilia Ferreiro, que anos mais tarde veio a ser sua orientadora no doutorado. Como professora, encontrou na sala de aula uma afinidade grande com as crianças pequenas, o que fez com que seguisse ligada para sempre a esse nível de ensino.

Lançou-se ao trabalho de pesquisa na escola e se especializou em didática da leitura e escrita. Co-autora do documento Pré-Desenhos Curriculares para Educação Geral Básica da Cidade de Buenos Aires e de diversos artigos, coordenou vários projetos de capacitação de docentes, sempre apoiados em uma visão construtivista. Hoje, Mirta é professora titular da cátedra de Didática do Nível Primário e Observação da Universidade Nacional de La Plata, na Argentina, e membro da Rede Latino-Americana de Alfabetização/Argentina.

Com essa bagagem, Mirta fala, a seguir, sobre os desafios do trabalho do professor e como a pesquisa pode ajudar na busca de alternativas para formar crianças que leiam e escrevam plenamente.

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