A vida de um pipoqueiro e a competência para ler e escrever

Ao coletar com os alunos a história de vida do pipoqueiro, “Seu Roque”, a professora de uma escola pública ajudou a ampliar horizontes, reforçou laços com a comunidade, proporcionou momentos de prazer e contribuiu com o desenvolvimento de novas competências das crianças. Este e outros projetos com o Museu da Pessoa. Por Karen Worcman e Silvia Pereira de Carvalho; Marcia Trezza, Cinthia Manzano e Maria Paula Gennari Twiaschor

Dinâmica motivacional ou estratégia formativa?

As dinâmicas de grupo servem realmente para mobilizar as competências, habilidades e vontade dos professores para ensinar melhor e ter uma ação colaborativa com seus pares? Ou a prática da sala de aula e a formação, bem tematizadas, são mobilizadoras poderosas na formação? Por Silvana Augusto

Mamãe eu quero mamar

Acolher e apoiar mães que aleitam os filhos na creche é um compromisso que deve ser assumido por todos os profissionais responsáveis pelas creches. Por Damaris Gomes Maranhão

Para narrar e escrever bem

Conhecer a ortografia apenas não basta. É preciso ter repertório, saber planejar, revisar e reescrever. Por Adriana Mangabeira, Aleksandra Silva e Camilla Guimarães

Aprender com a criança e com a formação

Ensino fundamental de nove anos desafia o educador a melhorar sua intervenção pedagógica para ensinar crianças de 6 anos e a aprender mais sobre a própria profissão. Por Maria do Socorro Ferreira Gomes e Silvia Moretti Rosa Ferrari

Rir e educar

Aprender procedimentos de higiene bucal na educação infantil é importante para que as crianças incorporem bons hábitos para toda a vida. Por Aparecida Rodrigues Monteiro e Maria Alice Bassoli Napoleão

Cultura dos jogos de tabuleiro

Projetos que consideram a cultura dos jogos de tabuleiro são muito bem-vindos nas instituições de Educação Infantil. Por Adriana Klisys

Caminham ou caminhão

Propostas reflexivas de ensino e aprendizagem em ortografia são possíveis com uma boa formação continuada de professores. Por Dirce Aparecida de Castro Loureiro e Karina Saccini Mariano

Mordidas na primeira infância

Muito comuns no cotidiano escolar, as atitudes agressivas devem ser acompanhadas de perto pelos educadores para que aqueles que agridem encontrem outras maneiras de manifestar suas vontades e os agredidos se envolvam na situação e se defendam. Por Denise Argolo Estill e Zita de Barros Garcia