Programa Além das Letras

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Desde 2004 o Além das Letras já atingiu as cinco regiões do país, aliando as vantagens da educação a distância a uma equipe especializada em formação de professoras alfabetizadoras.

Objetivo geral

Contribuir para a qualificação das práticas de leitura e escrita nas séries iniciais do Ensino Fundamental nos sistemas públicos de ensino.

Objetivos específicos

  • Identificar e reconhecer equipes municipais técnicos e coordenadores pedagógicos das Secretarias Municipais de Educação-SMEs empenhadas em formar professores alfabetizadores
  • Formar as equipes técnicas das SMEs (formadores locais) dos municípios selecionados para que apóiem os CPs na transformação das escolas em espaços de formação permanente
  • Criar ferramentas para comunicação do conhecimento e ações produzidas (portal) e uma rede de trabalho que possibilite a troca de experiências e conhecimentos entre formadores em alfabetização inicial de diferentes regiões do Brasil;

Justificativa da importância da tecnologia

Há uma enorme distância entre o perfil de educador que a realidade atual exige e os profissionais que estão nas salas de aula. Muitos professores não se sentem competentes para ensinar e muitas crianças não aprendem  como deveriam até mesmo o básico como ler e escrever  nas séries inicais do Ensino Fundamental. Esse descompasso tem causas variadas, mas, principalmente a precariedade da formação inicial dos professores e a falta de uma política eficiente de formação continuada. A formação continuada de professores – por vezes  também chamada de treinamento, reciclagem, aperfeiçoamento profissional ou capacitação – tem uma história recente no Brasil e está pautada predominantemente por um modelo convencional centrado na transmissão de conhecimentos. Muitas vezes, com a justificativa de que as redes públicas são grandes e que é difícil atender a todos os professores, não se planeja de forma articulada ações intensivas e de profundidade. São priorizados eventos pontuais, cujo efeito é bastante relativo. Se, por um lado, eles cumprem a função de divulgar novas idéias e sensibilizar os professores para aspectos importantes do trabalho, por outro, não há como considerar e garantir os reais efeitos e avanços que esse tipo de atividade proporciona para a prática do professor. Assim sendo, apesar dos recursos investidos, há pouca modificação na aprendizagem e no ensino. Portanto, há que se criar estruturas internas nas Secretarias de Educação que tomem a sala de aula, o ensino e aprendizagem dos alunos como base para a formação continuada de professores.

Visando contribuir para a redução do problema o Programa Além das Letras criou uma metodologia eficiente de formação continuada de profissionais que alia teoria e prática usando tecnologia para formação a distância para apoiar, no mínimo, por dois anos as equipes municipais locais. Além da consistência pedagógica o programa conta com a tecnologia  acessível já bastante testada desde 2004.

Fundamentação teórica

No campo dos estudos teóricos sobre formação continuada o Programa Além das Letras é norteado pela concepção da reflexão sobre a prática. O modelo teórico que baliza a metodologia do programa é um modelo de formação articulado aos contextos de trabalho. As propostas de formação continuada que possibilitam reais mudanças estão pautadas na reflexão sistemática da prática do coordenador e do professor. Em relação aos conteúdos de alfabetização as principais referências teóricas são os estudos sobre a Psicogênese da Língua Escrita de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, e o conhecimento didático construído sobre a leitura e a escrita nos últimos anos.

Para preservar a natureza da leitura e da escrita como práticas sociais o Programa Além das Letras selecionou como conteúdos principais da formação algumas práticas fundamentais para o processo de alfabetização nas séries iniciais. Uma alfabetização que tenha como objetivo contribuir para a formação de leitores e escritores competentes (ou seja, participantes plenos da cultura escrita) pressupõe um trabalho didático que contemple:

  1. Leitura feita pelo professor, situação didática que assegura ao aluno o acesso à diversidade de textos mesmo antes de lerem convencionalmente.
  2. Produção de textos, trabalho planejado para que os alunos produzam textos de diferentes tipos mesmo antes de escreverem convencionalmente, façam revisões coletivamente e tenham a oportunidade de discutir e analisar as características discursivas de um texto.
  3. Situações de escrita e de leitura pela criança, que contextualizam a reflexão sobre o funcionamento do sistema alfabético de escrita e garantem aos alunos a oportunidade de pensar diariamente sobre como se faz para ler e escrever.

Detalhamento da proposta metodológica da implantação e implementação

Seleção de municípios participantes ( quando o programa é patrocinado)

A seleção de municípios para cada edição do Programa Além das Letras é realizada por meio de:
1- edital público (ou nas cidades de interesse do patrocinador) e de inscrição em formulário digital. Os municípios são avaliados de acordo com os critérios: intencionalidade formativa da equipe local, necessidade real de mudança, existência de profissionais que possam ser formadores e cumprirem a carga horária específica para a formação, escolas e profissionais interessados, existência de computadores com acesso a internet.

2- Após a pré-seleção há uma entrevista por skype, ou telefone com os pré selecionados.

3- O Instituto Avisa Lá fará uma visita aos selecionados.

Finalmente aqueles que passaram nas 3 fases são selecionados A divulgação dos resultados é feita pelo site do programa: www.alemdasletras.org.br. A formalização da parceria com os municípios selecionados é feita com os Secretários de Educação.

Desenvolvimento

Um encontro presencial de 20 horas por ano, na cidade de São Paulo, para dois formadores locais no qual se apresenta da estrutura e funcionamento do Programa, os projetos e conteúdos da formação, o uso do portal e suas ferramentas.

Os formadores municipais são apoiados para diagnosticarem o que precisa ser mudado ou melhorado na área da alfabetização, elaborarem um projeto de formação para desenvolverem com os coordenadores, que por sua vez, elaboram um projeto de formação para desenvolverem com os professores da sua escola. Toda essa atuação local é acompanhada pela equipe de consultores do Instituto Avisa Lá todos  com experiência na área da formação continuada em alfabetização. São desenvolvidas   as atividades de formação a distância por meio de:

  • Reuniões on line;
  • Subsidios técnicos, sugestão de pauta para as formações locais;
  • Análise e devolutiva  das produções locais,
  • Envio dos materiais de apoio;
  • Publicação de conteúdos para estudo produzidos pelos municípios e pela equipe de consultoria no portal eartigos sobre alfabetização e formação continuada.

Após o primeiro ano de participação  efetiva os formadores envolvidos recebem um certificado e as Secretarias de Educação recebem um selo atestando o investimento do município na formação continuada dos profissionais da educação.

Conteúdos trabalhados

  • Concepção de formação reflexiva articulada aos contextos de trabalho
  • Tematização do papel do formador
  • Tematização de projetos de formação
  • Aprofundamento teórico sobre os conteúdos da alfabetização: leitura pelo professor, leitura e escrita pela criança, produção textual
  • Tematização dos conteúdos específicos à medida que vão sendo implementados
  • Supervisão e acompanhamento de um projeto de formação a partir de: envio de subsídios pelos consultores do Instituto Avisa Lá para a elaboração das pautas de formação pelos formadores locais para os encontros com os coordenadores pedagógicos
  • Leitura e devolutiva de pautas e relatórios da formadora local e de suas coordenadora.
  • Construção de dispositivos de formação para subsidiar o ensino e aprendizagem dos conhecimentos didáticos envolvido.
  • Leitura de textos e aprofundamento teórico.

Recursos/Infra-estrutura

O Programa Além das Letras distribui aos municípios um Manual do Formador com a descrição de toda a estrutura e funcionamento do programa, modelos de projeto de formação como referência, um texto sobre o papel formativo do coordenador pedagógico nas escolas, os indicadores de avaliação para cada conteúdo da alfabetização propostos pelo programa e a bibliografia utilizada e sugerida. O Além das Letras também encaminha aos municípios participantes os DVDS do Profa (Programa de Formação de Professores Alfabetizadores) e outras produções videográficas consideradas como conhecimento de referência sobre alfabetização.

Para participar do programa os municípios precisam ter computadores com acesso a internet rápida disponíveis para participação em encontros virtuais, e comunicação pelo portal, e-mail, whatsapp, para envio e recebimento de material.

Resultados esperados

  • Desenvolvimento de novas competências para ler e escrever dos alunos;
  • Implementação de uma rotina e metodologia de formação continuada dos coordenadores pedagógicos pela equipe técnica;
  • Introdução de leitura em voz alta pelo professor e pelo aluno como atividade permanente e situações planejadas de atividades de produção de textos;
  • Uso da tecnologia para comunicação ou formação a distância e participação ativa no ambiente;
  • Criação de estrutura diferenciada de formação.

Sistemática de acompanhamento e avaliação

O acompanhamento e avaliação traduzem-se em ações nos diferentes tempos da formação:

  • No início, com o objetivo diagnóstico: essa primeira avaliação abarca a todos, crianças, professores e coordenadores pedagógicos. No que diz respeito às crianças, sugerimos tomar como objeto de avaliação as primeiras produções (no caso de escrita e produção de texto) ou a primeira proposta (de leitura, por exemplo) de uma seqüência didática ou projeto. Essa primeira ação é pensada de tal forma que possibilita à criança colocar em jogo tudo o que ela sabe sobre o assunto. Desse modo é possível reconhecer o que a criança já sabe fazer sozinha, o que faz com ajuda de outros e, principalmente, como ela pensa e resolve os problemas que lhes são colocados.

A partir dessa avaliação os professores podem ajustar suas seqüências didáticas investindo em atividades que desafiam mais as crianças e as ajudem a avançar. O coordenador, por sua vez, pensa algo semelhante quando levanta a avaliação inicial de seu grupo de professores. A partir dos planejamentos e do modo como os professores conduzem as propostas o coordenador pode reconhecer as hipóteses  dos professores o que eles sabem e não sabem, o que precisam ainda avançar. E  os formadores  pensam conjuntamente em modos de levantar os saberes dos coordenadores pedagógicos.

  • Há também a avaliação que se faz durante todo o processo, com o objetivo de realizar ajustes nos planejamentos visando potencializar as aprendizagens dos CPs.; Desde o início do projeto o formador já sabe o que é preciso alcançar em todas as instâncias: com crianças, professores e coordenadores. A clareza desses pontos permite que se observe a cada momento da formação os aspectos que vão sendo conquistados rumos aos objetivos e metas finais. Para  tanto, utilizamos um instrumento que se mostrou bastante útil que são os indicadores de avaliação. Eles tornam visível para o formador o que é preciso que se alcance ao final e, portanto, o que se deve avaliar no processo da formação.
  • A avaliação final tem como objetivo observar o sucesso na conquista de todos os indicadores e, sobretudo, dos objetivos a que a rede municipal se propôs a trabalhar. É o momento de validar os esforços e projetar novos desafios para o ano seguinte.  O Instituto orienta a aplicação de um instrumento de larga escala que  permite aos municípios enxergar a atual situação de seu município e de seu município em relação a outros. Todos os instrumentos utilizados nos anos anteriores estão disponíveis na Biblioteca do ambiente Além as Letras.

Os indicadores específicos para cada conteúdo

Leitura pelo professor

Indicadores da aprendizagem das crianças Indicadores da formação do professor Indicadores da formação do coordenador
  • Ocorrência por parte dos alunos de assuntos ligados às histórias em outros contextos como no jogo simbólico, na roda de conversa e também em contextos não escolares como as conversas em casa, na rua, etc.;
  • Pedidos para ouvir leitura de histórias;
  • Pedidos para ouvir novamente uma  história já  lida em dia anterior;
  • Quantidade, qualidade e diversidade do repertório de histórias indicadas pelas crianças como as favoritas;
  • Qualidade e propriedade dos comentários das crianças sobre os livros;
  • Aumento da circulação de livros pelos alunos na sala;
  • Freqüência e qualidade da indicação de leitura feita pelas próprias crianças;
  • Uso de determinados comportamentos para ler um livro (ou outros textos);
  • Uso de marcas textuais no discurso oral;

 

  • Qualidade literária dos textos selecionados pelo professor;
  • Existência de espaços para a fruição literária das crianças, organizados pelo professor;
  • Qualidade do espaço de leitura;
  • Disponibilidade de material diversificado (revista, jornal, gibi, livros diversos tanto de histórias como de receitas, pesquisa etc., folder,  varal de poesias) de leitura para as crianças;
  • Repertório de contos infantis de domínio do professor;
  • Freqüência com que o professor lê para ele mesmo e para as crianças;
  • Freqüência com que expressa intencionalmente comportamentos leitores aos alunos: faz apreciações sobre os livros, relê trechos de interesse ou de difícil compreensão, se remete ao índice para localizar um item específico…
  • Freqüência com que o professor lê para buscar ferramentas de análise dos problemas didáticos que se apresentam no curso do trabalho.

 

  • Existências de pautas e planejamentos de encontros de formação cujo foco central é a leitura pelo professor;
  • Qualidade e representatividade das fontes bibliográficas a serem estudadas pelos professores de seu grupo;
  • Modo como o CP organiza o tempo de formação para os conteúdos ligados ao planejamento das rodas de leitura;
  • Tempo destinado nos encontros de formação para a leitura e fruição dos próprios professores;
  • Existência de um tempo para observar e intervir na organização da biblioteca da escola como parte da rotina do CP;
  • Tempo destinado na rotina para observação das atividades de leitura pelo professor nas diferentes classes;
  • Disponibilidade de material diversificado (revista, jornal, gibi, livros diversos tanto de histórias como de receitas, pesquisa etc., folder,  varal de poesias) de leitura para professores;

 

Freqüência com que o coordenador lê para buscar ferramentas de análise dos problemas didáticos e formativos que se apresentam no curso do trabalho.

Produção de texto

Indicadores da aprendizagem das crianças Indicadores da formação do professor Indicadores da formação do coordenador
  • Quantidade, qualidade e diversidade do repertório utilizado como fonte para as escritas das crianças;
  • Pertinência dos textos produzidos pelas crianças em relação à sua função social;
  • Qualidade e propriedade dos comentários das crianças nas rodas de revisão de texto;
  • Ocorrência de marcas de revisão nos textos das crianças, convencionadas em grupo;
  • Uso de determinados comportamentos para ditar um texto ao professor (falar pausadamente, repetir alguns trechos, solicitar nova leitura, depois da mudança realizada etc.)
  • Uso de comportamentos escritores: definir o gênero, planejar/decidir que aspectos serão tratados no texto, considerar o destinatário ausente,…)
  • Uso de marcas textuais no discurso oral;
  • Reescrita de um texto-fonte com conservação tanto da informação como de algumas propriedades lingüísticas (discursivas)
  • Freqüência com que o professor se dedica às atividades de produção de texto em sala;
  • Qualidade literária dos textos selecionados pelo professor para servirem de modelo às crianças;
  • Disponibilidade de material diversificado (revista, jornal, gibi, livros diversos tanto de histórias como de receitas, pesquisa etc., folder, varal de poesias) como fontes alternativas para as crianças;
  • Pertinência dos textos que ele propõe às crianças, em relação à sua função social;
  • Uso das condições didáticas para a produção de texto (leitura diária, familiaridade com o gênero, planejamento, revisão, passar o texto a limpo)
  • Inclusão da atividade de revisão de texto em seu planejamento;
  • Modo como explicita às crianças determinados comportamentos utilizados na produção de um texto;
  • Freqüência com que o professor dedica-se a escritas pessoais e de documentos didáticos (diários de aula, reflexões pessoais acerca de um tema, cadernos de anotações, de estudos…)
  • Existência de pautas e planejamentos de encontros de formação cujo foco central é a produção de texto pelas crianças;
  • Existência de propostas formativas que enfoquem comportamentos envolvidos na produção de escrita;
  • Qualidade e representatividade das fontes bibliográficas a serem estudadas pelos professores de seu grupo;
  • Modo como o CP organiza o tempo de formação para os conteúdos ligados ao planejamento das atividades de produção de texto pelas crianças:
    • Organização de momentos de análise dos textos dos alunos;
    • Levantamento de critérios para análise dos textos dos alunos;
    • Seleção de bons problemas textuais a serem trabalhados com os alunos
  • Tempo destinado na rotina para a devolutiva aos registros escritos pelos próprios professores;
  • Freqüência com que o coordenador dedica-se a escritas pessoais e de documentos didáticos (diários de formação, reflexões pessoais acerca de um tema, cadernos de anotações, de estudos…)
Indicadores da aprendizagem das crianças Indicadores da formação do professor Indicadores da formação do coordenador
  • Grau de consciência crescente que apresenta sobre as regularidades do sistema de escrita;
  • Envolvimento pessoal para ler e de escrever tanto nas situações propostas pelo professor, como em outras situações do cotidiano;
  • Uso da escrita como recurso de comunicação em situações espontâneas;
  • Quantidade, qualidade e diversidade do repertório utilizado como fonte para resolver problemas de ordem quantitativa e qualitativa nas atividades de leitura e escrita;
      • domínio da lista de nomes da sala;
      • uso de títulos de histórias, de brincadeiras preferidas, placas de identificação, legendas etc.);
  • Capacidade de explicitar suas hipóteses de leitura e escrita para o professor e para os demais colegas;
  • e uso desse conhecimento nas situações de leitura e escrita;
  • Pertinência dos textos produzidos pelas crianças em relação à sua função social;
  • Freqüência com que o professor propõe a leitura e a escrita visando a reflexão sobre o sistema alfabético de escrita com os alunos;
  • Qualidade da intervenção durante as atividades de reflexão sobre o sistema alfabético de escrita;
  • Presença da lista de nomes da sala e de outros textos (cantigas, quadrinhas etc.) que apóiem a pesquisa gráfica das crianças;
  • Pertinência das propostas de leitura e escrita em relação à sua função social;
  • Uso de condições didáticas para as situações prototípicas de leitura  e escrita na alfabetização inicial;
  • Equilíbrio de situações de leitura e de escrita, combinadas no planejamento do professor;
  • Presença de situações de produção e de leitura de listas, visando apoiar a criança na problematização de suas hipóteses;
  • Presença de situações de leitura e escrita de textos conhecidos de memória (parlendas, adivinhas, quadrinhas, canções) visando o ajuste entre o falado e o escrito;
  • Freqüência com que se dedica à manutenção de registros do percurso de escrita das crianças;
  • Presença de atividades permanentes e projetos de leitura e escrita implementados como situações diariamente vividas pelas crianças;
  • Presença de situações cotidianas que caracterizam um ambiente alfabetizador;
  • Existência de pautas e planejamentos de encontros de formação cujo foco central é a escrita e a leitura das crianças;
  • Existência de propostas formativas que enfoquem a análise de escritas infantis;
  • Qualidade e representatividade das fontes bibliográficas a serem estudadas pelos professores de seu grupo;
  • Tempo de formação destinado aos conteúdos ligados ao planejamento das atividades de leitura e escrita das crianças;
  • Qualidade das intervenções que sugere ao professor, a partir da análise das hipóteses infantis;
  • Freqüência com que o coordenador dedica-se a escritas pessoais e de documentos didáticos (diários de formação, reflexões pessoais acerca de um tema, cadernos de anotações, de estudos…);

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